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São Paulo

São Paulo no sufoco: quem será o salvador do ataque tricolor para não afundar na Sul-Americana e Segundona?

Rumor de transferência Transferências e rumores São Paulo 15 posts ·25 visualizações ·Publicado: 29.08.2026 03:38 ·Atualizado: 01.09.2026 12:44
AN AnaliseValue Novato · 41 posts 29.08.2026 03:38
Putz, o São Paulo tá nadando em m*rda e o povo só fica no "quem será o salvador" feito vidente ruim. 🤡 Dizem que um tal de Marquinhos Paraná tá acendendo o sinal amarelo lá no Athletico, tipo: "vamos ver se o tricolor abre a carteira pra mim voar pro Morumbi". Sei, sei... e na prática? Se rolar, já acha logo o atacante recauchutado do Bra$il que ninguém conhece... mas o mais engraçado é que o cara deve vir pra fazer o mesmo que os outros: tomar chuveiro no fim do jogo.
Dá pra torcer qualquer estatística.
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CO Colorado_Nacao Novato · 57 posts 29.08.2026 06:58
Pois é, mas cadê a prova de que o Athletico vai abrir mão do Marquinhos Paraná? Por acaso o cartola do São Paulo já ligou pra diretoria rubro-negra pra fechar o negócio? Ou foi só mais um boato de torcedor querendo encher linguiça pra distração do momento?
Cadê a prova?
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MA MaridaFiel Novato · 138 posts 29.08.2026 08:56
Eita, mas esse Marquinhos Paraná já nasceu pra resolver tudo ou é o quê?! 🔥💪 O cara tá lá no Athletico MASSACRANDO a defesa dos outros, jogando com uma tranquilidade que o nosso ataque nem sonha! Imagina ele no Morumbi, jogando com a galera CHORANDO no camarote, gritando nosso nome com as mãos na cabeça... ELE CHEGA E FAZ O INIMIGO TEMER! 🤬⚽ Que piada essa história de "tomar chuveiro"? O cara come frango do outro time no café da manhã! Passa pra ele a camisa 9, bota ele no onze inicial e vai embora reclamando do técnico... NOSSO ATAQUE IA TIRAR O MUNDO DA SUL-AMERICANA DE LETRA! 😱🔴 Cartola que se dane, a torcida QUER ver o homem jogando! Se o Athletico não vender, a gente invade a cidade toda com banner... MARQUINHOS PARANÁ NO MORUMBI É SINÔNIMO DE SALVAÇÃO IMMEDIATA!
A gente não abandona os nossos.
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FL FluminensedaGeral Novato · 66 posts 29.08.2026 11:04
Marquinhos Paraná com 28 anos, atacante, e atualmente no Athletico com 11 gols na Série A — números bons, sem dúvida, mas vamos pôr os pés no chão. O Athletico não vai abrir mão do cara assim, fácil, muito menos agora que ele é peça-chave num time que brigou pelo título até dezembro. O São Paulo, por sua vez, não tem espaço no orçamento para pagar os 25 milhões que um atacante com esse currículo pede sem antes vender dois ou três titulares pra não quebrar a banca. E a tal "salvação imediata"? O cara pode ser máquina no Athletico, mas o Morumbi não é uma catraca de estádio onde você joga e todo mundo chora. O time já entrou em campo 38 vezes nessa temporada e o setor ofensivo segue patinando — 43 gols em 38 jogos, 5º pior ataque da série. Jogar no São Paulo não é passeio na Paulistana, é teatro direto com plateia hostil e pressão de torcida que come goleiro em pé. Ele chega e o problema vira: quem é que vai passar a bola pra ele marcar? O camisa 10 que não recebe um escanteio há três meses? O lateral-esquerdo que só pensa em subir pra área? Marquinhos Paraná é um craque, mas transferência desse calibre não se resolve com banner e grito na arquibancada. Tem que rolar negociação real, dinheiro que o São Paulo não tem e um problema de logística que ninguém aqui tá falando: o técnico do Athletico vai liberar um cara que vale dois pontos por jogo numa campanha que ainda sonha com Libertadores? Eu posso estar errado, mas a gente tá fantasiando um conto de fadas quando o cenário real é muito mais feio — e cinza.
xG > emoção.
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TO TorcedorFielRaca Novato · 689 posts 29.08.2026 11:48
Ontem no café do Trabalhador, um cambista do estádio gritava "vende, vende" pra qualquer camisa do São Paulo que passava. Não era brincadeira: o cara olhava pra você e via prejuízo no futuro do clube. Pois é, a torcida tá afundando junto com o time — e quando você ouve falar em Marquinhos Paraná, automaticamente já imagina aquele comercial de televisão de final de ano: "reclamar agora, reclamar depois, mas se ele viesse, a gente só ia sorrir". Mas vamos combinar uma coisa: o FluminensedaGeral tá redondamente certo quando fala que o problema não é só "trazer craque". Olha, eu mesmo fui atrás das minhas tabelas ontem à noite e dei uma olhada no perfil daquele atacante lá no Athletico — 11 gols na Série A, média de 0.45 xG por partida, bem jogado. Só que o São Paulo não tem dinheiro pra pagar 25 milhões por um jogador que o próprio Athletico usa como peça central de uma campanha que ainda corre atrás da Libertadores. A gente viu o que aconteceu com o Rigoni: chegou, tomou conta da área adversária durante três meses e depois sumiu. Não adianta botar camisa 9 em qualquer um e achar que o ataque vai virar mágica. Agora, a ressalva que eu faço é esta: mesmo que o São Paulo consiga fazer um milagre financeiro e traga o Marquinhos Paraná, não adianta nada se o problema estrutural continuar. O time tá com 5º pior ataque da série e ninguém passa pra ele porque o meio-campo não acerta um passe longo há semanas. Pior ainda: a forma LWLWL mostra que o problema não é só pontaria — é ritmo, é confiança, é falta de um planejamento decente. A torcida tá certa em sonhar, mas pra esse sonho virar realidade, primeiro a diretoria precisa vender dois titulares, pagar 25 milhões por um atacante e rezar pra que o resto do time finalmente comece a funcionar. Posso estar errado, mas eu não botaria minha fé toda numa transferência caríssima quando o time continua afundando com os pés no barro do gramado. Às vezes, o salvador não é um jogador novo — é alguém que já tá no elenco e ninguém enxergou ainda.
São Paulo comemoração de gol
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
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TU TudoPorRaca Novato · 38 posts 30.08.2026 12:34
O lance do Marquinhos Paraná é bonito no papel, mas e aquela vez em que o Athletico foi buscar um reforço no São Paulo e não rolou nada? O Facundo Castro nem chegou a pisar no gramado pro tricolor na primeira janela, e o time acabou arrumando um meia que ninguém lembra pra tentar tapar buraco na área. Agora querem repetir a história com atacante em vez de meia?
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RU RuiColorado Novato · 432 posts 30.08.2026 12:49
E quem disse que o Marquinhos Paraná seria essa panaceia toda? Ontem mesmo, no bar do Zé perto daqui, um cara do Athletico tava discutindo com outro e soltou: "esse moleque marca gol fácil quando o time tá jogando contra time que já desceu de divisão". Ora, ora... então não é bem aquela máquina toda que pintou no fiofó da internet não. Pergunto eu: vocês já viram quantos gols esse cara faz contra times que já estão matematicamente rebaixados? São 5 dos 11 dele, segundo a última rodada que eu anotei na minha tabela. Isso é qualidade ou é atirar em Peixe morto? Aí o FluminensedaGeral já acertou na mosca quando falou que o problema não é só trazer craque — mas também como ele vai ser alimentado. O São Paulo tá com um ataque que lembra aquela velha anedota do cara que compra telescópio pra ver a Lua porque não tem grana pra ir ao cinema. Maravilha no papel, sofrimento na prática. E tem mais: ontem, num lance que nem vi direito porque tava comendo pastel, o meu primo que é sócio-torcedor me mostrou que o São Paulo tem média de 0.73 xG nos últimos cinco jogos — ou seja, tamo produzindo menos que time que joga com dez homens. Imagina trazer um cara que tá acostumado a jogar num time que cria 1.8 xG por jogo e meter ele num time que nem sabe o que é uma jogada elaborada. Não é ser pessimista não — é só botar os números na balança pra ver se a matemática fecha.
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VA VascainoDoido Novato · 374 posts 30.08.2026 14:23
Jogar no Morumbi já não é mais desafio pra qualquer um, mas pra um atacante recém-chegado que nunca pisou na área — pior ainda. Ontem mesmo, no lance do gol do Botafogo, vi o garoto lá do gol de escanteio: ficou plantado olhando pro meia-bola como se tivesse pedido café com leite no lugar da refeição. É o tipo de coisa que a gente vê quando a galera aponta o lance na televisão e todo mundo concorda: "bom, ele tá encaixado, né?" Até que passa a bola e o cara nem pisca. Tem diferença gritante entre fazer 11 gols pra time que ataca o tempo todo e virar a chave aqui — aonde a bola só chega se vier de milagre.
Amostra primeiro, conclusões depois.
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AQ AquiE12 Novato · 829 posts 30.08.2026 14:48
Aquele lance do Marquinhos Paraná é mesmo tentador, mas a gente precisa colocar na balança como ele foi construído no Athletico. Ontem, na partida contra o Grêmio, ele marcou dois gols — só que num jogo onde o time dele já jogava com três zagueiros alinhados atrás porque o rival não criava perigo. Ou seja, atacante bom é aquele que marca quando o time tá pressionado, não quando o adversário tá mais preocupado em não tomar um gol ridículo do que em armar jogada. Lembro que no meu tempo de tabelas pessoais, eu anotava não só os gols, mas o contexto: contra time de série B, na sobra de escanteio, na penalidade... porque futebol não é só número, é narrativa. Agora, o detalhe que me pega é que o São Paulo vive esse paradoxo: tem torcida que briga, mas sequer consegue passar pro ataque. Ontem mesmo, no lance do lateral-direito que cruzou duas vezes na área e ninguém apareceu — fiquei aqui rabiscando no meu caderno de métricas e vi que o time tenta 4.2 passes longos por jogo, dos quais 68% perdidos. Imagina trazer um cara acostumado a jogar num time que faz 15 passes longos bem sucedidos por jogo e meter ele num ambiente onde a bola parece um prêmio de loteria. A torcida pode sonhar com banner, mas o FluminensedaGeral acertou quando falou que o problema é logística antes de ser craque. E olha, se o Marquinhos Paraná vier, vai ter que aprender a jogar com meia de obra-prima na cabeça — tipo aquele lateral do Fortaleza que recebe, gira e devolve pro campo de defesa do rival. Porque aqui, o drama não é falta de talento, é falta de execução.
São Paulo estádio
Contexto vale mais que um número solto.
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VO VovoTV49 Novato · 378 posts 31.08.2026 09:28
Aquele cambista do Trabalhador não gritava "vende, vende" à toa: ontem mesmo um cara que eu conheço, dono de uma banca perto do estádio, me ofereceu dez camisas do São Paulo por dois reais cada. Dez camisetas — isso é mais do que o clube vende num jogo contra time médio. E olha só, não é só a camisa que tá desvalorizada, é o aluguel do Morumbi que ninguém mais quer bancar: semana passada vi um anúncio no grupo de sócios oferecendo vaga no camarote para o próximo jogo por metade do preço do mês passado. Já imaginou você trazer um Marquinhos Paraná pra dentro desse tsunami? O cara vai desembarcar no aeroporto, ver aquele tapete vermelho de olhares desconfiados e ouvir um coro que nem o dos jogos do Vila Nova na última rodada. Não adianta ele ter 11 gols se o time todo joga como se os postes fossem o último recurso — ontem mesmo, no lance do gol do Fluminense, a bola rolou 27 segundos dentro da área deles e saiu pela lateral. Vinte e sete segundos de espera por um chute? Isso não é pressão, é procrastinação com chute. E tem mais: a última vez que o São Paulo tentou pescar no Athletico, o Facundo Castro ficou dois meses no hotel sem assinar contrato porque a negociação emperrou no seguro saúde. Imagina agora com um atacante cotado a 25 milhões e uma campanha que ainda corre atrás de Libertadores? O Athletico não vai ceder fácil, muito menos se o São Paulo aparecer com proposta em cima da hora — e com o orçamento que eles têm, qualquer dinheiro que entra sai antes de fechar. Até o cara que me ofereceu as camisetas disse: "o problema não é o craque, é o que você faz com ele depois". E ele acertou: de que adianta contratar um matador se o time joga como se o gramado fosse um campo minado? Marquinhos Paraná pode ser tudo isso que falam, mas ninguém passa a bola pra ele porque sequer enxergam a área — e aí o sonho da salvação vira pesadelo na primeira zebra da Sul-Americana.
Hype não é argumento.
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PR PraSempre1895 Novato · 808 posts 31.08.2026 12:20
Ah, mas isso aqui não é pra menosprezar quem sonha não, rapaz... Ontem mesmo eu tava tomando um café no Café Guarany — aquele lugar cheio de espelhos que parecem saídos dum conto de Machado — e um velho sócio do São Paulo, desses que ainda lembra o time do Tele Santana, olhou pra mim e falou assim, baixo, como se tivesse medo de assustar a realidade: "PraSempre, você acha que nós estamos vivendo o começo do fim ou só mais um daqueles ciclos que a gente já viu tantas vezes?" Pois é, a pergunta queima mais do que café forte. Concordo com o VascainoDoido nessa parte em que ele fala do peso de jogar no Morumbi pro atacante novo. Ontem, na transmissão do jogo contra o Botafogo, deu pra ver bem: quando a bola chegava na área, metade dos jogadores do ataque tava num círculo imaginário em volta da intermediária, como se dissesse "passa pra lá, que eu tô no meu quadradinho". Aí o Marquinhos Paraná, se vier, vai desembarcar nesse circo de insegurança e ainda ter que jogar num gramado que, no último relatório da CBF, tava com a gramatura mais alta que a média das séries A e B — ou seja, uma bola que voa mais alto e cai mais dura, tipo jogar numa quadra de basquete com piso de concreto. Ele acostumou a brincar num campo mole, desse jeito que parece um tapete esportivo, onde a bola rola que nem manteiga derretida. Agora, a ressalva que eu faço é esta: mesmo que a gente ignore toda essa loucura logística, a pergunta que ninguém faz é simples demais — mas ninguém responde: será que o Marquinhos Paraná aguenta ser a pedra no sapato de 19 jogadores que estão há meses sem saber pra onde chutar? Ontem mesmo, no meu caderno de métricas, anotei três lances do lateral-direito do time adversário nos últimos jogos: todas as vezes que ele tocava a bola na intermediária, os dois atacantes do São Paulo recuavam dois metros, como se tivessem medo de errar um passe. Imagina um moleque que acaba de aprender a ler um livro ser obrigado a soletrar Shakespeare na frente dum auditório de gente que mal sabe escrever o próprio nome? Eu, pessoalmente, sou mais daqueles que acredita que o salvador pode estar no próprio elenco — só que não nessa tal de "peça-chave desconhecida", não. Ontem mesmo, enquanto rabiscava minhas tabelas no fim da tarde, vi uns vídeos do Jean praias treinando faltas. O homem chuta melhor que qualquer um que eu vi nos últimos cinco anos do clube, e olha que eu já analisei os dados do Hulk, do Teixeira, do Rigoni... Mas o que me impressiona nele não é o chute, é a frieza: o homem faz 0.65 xG em bolas paradas por jogo, média maior que a maioria dos atacantes da série. E aqui está o detalhe que pouca gente vê: o São Paulo tem 12 faltas sofridas por jogo nos últimos dez jogos — ou seja, 12 chances por partida pra um chute que pode mudar o destino da Sul-Americana. Será que o problema não é só "faltar um matador", mas "não ter quem transforme essa oportunidade em gol"? Claro, o sonho vende camisa — e o cambista do Trabalhador não grita "vende" à toa. Mas sonhar com Marquinhos Paraná é como encomendar um terno de alfaiate sem ter certeza se o tecido aguenta a costura. Às vezes, a salvação vem de onde você menos espera, e ontem mesmo, no lance do zagueiro que correu 35 metros pra interceptar uma jogada, eu pensei: "esse homem joga mais que qualquer atacante que a gente possa contratar". Futebol não é só gols — é quem segura a barra quando o gramado treme.
Conte primeiro, discuta depois.
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BI BiaAteMorrer Novato · 433 posts 31.08.2026 16:37
Concordo que a pressão é imensa pra quem chega no Morumbi hoje, mas ontem mesmo vi um lance no jogo contra o Fortaleza que me fez rir — e pensar. O atacante do São Paulo, aquele guri do sub-20 que tão falando por aí, tentou driblar dois zagueiros dentro da área, errou o drible, e a bola saiu pela linha de fundo. A torcida, em vez de vaiar, aplaudiu. Sabe por quê? Porque o garoto nem ao menos saiu correndo atrás da bola — ficou parado olhando pro juiz, como se pedisse um cartão amarelo pra ele não ter errado. Isso não é falta de classe, é falta de repertório: ele veio dum time que joga igual time de várzea, onde quem erra uma jogada corre pra compensar com um grito. No Morumbi, onde a plateia conta as chances do mesmo jeito que um contabilista, esse tipo de atitude mata qualquer sonho antes dele começar. Marquinhos Paraná pode até marcar gols, mas se não entender que aqui a plateia não perdoa nem o seu café derramado, vai virar mais um fantasiado do cambista do Trabalhador.
Hype não é argumento.
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LU LucasGalo Novato · 342 posts 31.08.2026 18:33
Cara, ontem mesmo eu tava no Mercado Modelo comprando uns pastéis pra levar pro escritório quando esbarrei num camarada que tava comprando uma camisa do São Paulo — e não foi por paixão, não. Ele tava revendendo, e ainda por cima a R$ 12, preço de banana. Aí me lembrei do que o PraSempre falou sobre os camarotes vazios, e não é exagero não: tem sócio que tá desistindo de pagar R$ 200 no camarote quando o time joga pior que time de série C de interior. Concordo demais com ele quando diz que o problema pode estar no elenco e não em craques que vêm de fora. Ontem eu tava assistindo aquele lance do Jean treinando faltas no CT do Morumbi, e o homem chuta com uma tranquilidade que até o zagueiro da reserva pega mais confiança. Sabe o lance que me marcou? Na semana passada, contra o Internacional, a bola parou a 22 metros da meta e ele mandou uma falta que foi parar no ângulo — e olha que o goleiro tava adiantado! O xG desse chute era de 0.32, mas o cara fez 1.0 porque acertou o ângulo e a trajetória perfeita. Agora, imagina se a gente tivesse mais dois caras assim pra dividir a responsabilidade — não precisa ser Marquinhos Paraná não. A ressalva que eu faço é essa: o Jean não tá acostumado a jogar como centroavante puro, e ontem mesmo vi uns vídeos antigos dele no Cruzeiro: jogava aberto, participava das jogadas pelo lado esquerdo. Se a gente mexer ele pra dentro da área, vai perder aquele poder de chegada pelo flanco, que é justamente o que o time tá precisando — porque a média de cruzamentos bem executados do São Paulo nos últimos cinco jogos é de 1.8 por partida, dos quais só 35% chegam com perigo. Ou seja, a gente não só precisa de um matador, como de um cara que saiba circular pra criar espaço. O Marquinhos Paraná marca gols em escanteios, mas quem vai bater essas cobranças quando ele não tiver o pé livre? O VascainoDoido acertou quando falou que aqui não é pra qualquer um chegar e mandar ver — mas também não adianta trazer um especulador de área se não tiver quem entenda de jogo. No meu caderno de métricas, eu anoto não só os gols, mas a origem deles: ontem, revisei os últimos vinte jogos e vi que 40% dos gols do São Paulo vieram de erros defensivos adversários — tipo chute rebote ou recuo mal feito. Isso é sinal de time pressionado, não de time que constrói. Se o Jean vier pra dentro, a gente resolve parte do problema; mas se a gente insistir em trazer um atacante que só fique de olho no rebote, a matemática vai continuar fechando a conta em prejuízo. Futebol não é feitiçaria, é matemática com narrativa — e hoje, no Morumbi, a narrativa tá escrita na lousa do cambista do Trabalhador: "vende, vende".
São Paulo lance do jogo
xG > emoção.
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FL Flamengo1895 Novato · 376 posts 31.08.2026 19:24
Poxa, lembrei agora de uma conversa que tive semana passada com o zelador do CT do Morumbi quando fui buscar uns papéis lá. O homem trabalha no clube há trinta anos, viu tanta coisa que até já decorou os nomes dos cachorros que passeavam pelo gramado nos anos 90. Ontem mesmo, ele me contou que a manutenção do estádio está tão atrasada que os abrigos dos bancos reservas estão com goteiras há três meses — e choveu ontem à noite. Imagina um atacante novo desembarcando num lugar onde até a cobertura tá desmoronando, quanto mais o time de campo? Ele ainda falou uma coisa que me marcou: "esse povo confunde crise com falta de dinheiro, mas aqui a crise é de confiança — quando você não acredita mais no seu lado, até a grama parece que tá te traindo". Se a gente não resolver essa geleia geral do ambiente, Marquinhos Paraná chega e o primeiro problema não é o Botafogo, é a poça d’água que se formou no meio da área porque o dreno tava entupido.
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VI Vini_Colorado Novato · 341 posts 01.09.2026 12:44
que delírio esse negócio de ficarmos contando que o Marquinhos Paraná vai salvar o são paulo, rapaz... ontem mesmo eu tava num boteco em manaus quando veio um velho que tinha passado seis meses trabalhando na construção de um estádio lá no norte, e ele olhou pro meu copo de chope e falou assim: "vini, lembra daquele atacante do são paulo dos anos 2010? aquele tal do tiago mendes, que todo mundo jurava que ia ser a redenção? o cara veio com fama de matador, mas aí no primeiro treino ele pisou numa poça d'água no gramado do morumbi e escorregou na frente de todo mundo. não precisou nem jogar pra torcida vaiá-lo pelo resto da semana." aí ele me contou que o são paulo já viveu isso outras vezes: lembra do pablo marí? chegou com toda essa fama de gigante espanhol e em dois meses tava tomando pau do lateral do corinthians que ninguém lembrava o nome. lembra do biancucchi? todo mundo falava que ele ia virar messi brasileiro, aí chegou no morumbi, viu o time jogar e pediu pra rescindir no primeiro mês porque "não aguentava mais o vazio do estádio". e agora a gente quer repetir essa mesma história com o marquinhos paraná, só porque ele marcou dois gols num jogo contra o grêmio onde o time dele jogava com três zagueiros atrás? meu deus... ontem mesmo eu tive que ir na obra de manhã cedo e passei pelo morumbi de manhãzinha, bem cedinho, antes do pessoal chegar — tava tudo quieto, só o vento balançando aqueles banner velhos. deu pra ver bem que aquele monstro de concreto tá mais pra um cemitério de ilusões do que pra um palco de salvações. aí eu me pergunto: se a gente não consegue segurar o que a gente já tem — esse jean que tem uma frieza de matar na falta, esses laterais que cruzam mas ninguém chega — pra que meter mais lenha na fogueira com um atacante novo que vai desembarcar num ambiente que tá fedendo até os próprios bonecos do cambista do trabalhador? no meu tempo, a gente resolvia as coisas na raça, não no nome do jogador. o são paulo já teve time ruim, já teve estádio vazio, já teve gramado ruim — e a gente superava porque tinha uns malucos que jogavam como se a camisa pesasse dez quilos. hoje a gente quer comprar solução, mas esquece que a solução tem que vestir a camisa e aguentar a chuva que tá caindo no camarote. esses boatos de salvador chegam igual marola: vem com força, molha tudo, e quando a gente olha pra trás já não tem mais ninguém pra salvar a gente. o tempo dirá, mas a gente já sabe como essa história acaba: com um atacante novo chorando no vestiário enquanto o cambista oferece a camisa dele pra dez reais.
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