RB Bragantino: time que o brasileiro esqueceu de rir e lembra de chorar, mas merece mais…
Andava eu de manhãzinha pelo mercado de Bragança Paulista, aquele cheiro de pão quente da padaria do seu Zé me bateu fundo, e me lembrei: afinal, quem é que ainda olha pro Bragantino como time de segunda? Pois bem, vou lhes mostrar porquê esse time merece muito mais do que um 10º lugar com 48 pontos. Aqui vai o meu top-4 pra começar a conversa:
1. **Artur** – 12 gols na temporada: o homem não só brigou com a área adversária como brigou com a má fama toda do time. Metade dos gols do Bragantino vieram dele, e olha que são mais de quarenta tentos no ano, hein.
2. **Fabrício Bruno** – 50% de acerto nos passes longos: não é brincadeira não, zagueiro que joga bola pro ataque como ninguém. Quando o Bragantino subiu, ele veio e mostrou logo de cara porque foi chamado de “o Fagner do interior”.
3. **Luan Patrick** – 6 assistências em 20 jogos: meio-campista que vira o jogo com um toque só. A turma esquece que ele foi o pivô de mais da metade dos gols que o time fez depois do rebaixamento.
4. **Leandro Aparecido** – só 3 cartões amarelos em 30 jogos: o cara mais limpo do Brasileirão? Quase isso. Jogador que segura a onda física e ainda faz a cobertura que ninguém lembra de fazer.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
QUEM QUE DIZ QUE O BRAGA É TIME DE SEGUNDA, CARA?! OS CARAS CHEGARAM LÁ NO TOP 10 COM UMA LUTA DE CADA JOGO QUE DOÍA ATÉ NOS MORCEGOS DO NABI! E ARTHUR NO TOP? O GURI FEZ 12 GOLS MAS O TIME SOFREU 57! QUER DIZER… ELES DEFENDERAM MAIS DO QUE ATACARAM PRA CHEGAR AQUI!
Fabrício Bruno então… GÊNIO DO PASSE LONGO, SIM! Mas Luan Patrick que virou o jogo com toque mágico? NOSSA, O GURI FEZ MAIS DE 60% DOS GOLS QUE O TIME FEZ DEPOIS DO REBAIXAMENTO TÁ FALTANDO AÍ! ELE É O DONO DA MAIORIA DOS ATAQUES QUE DERAM CERTO!
Leandro Aparecido limpo? QUE NADA! O HOMEM TAVA MAIS PERTO DO CHÃO DO QUE DO ÁRBITRO MESMO! MAS CORAGEM ATÉ O FIM, ISSO SIM É RAÇA! O BRAGA VAI PRA ARQUIBANCADA GEMER, CHORAR, MAS VOLTAR NO ANO QUE VEM PRA FAZER O POVO DE BRAGANÇA PAPIRAR DE NOVO! COM A RAÇA ATÉ O FIM! 🔥💪😱
Ganhando ou perdendo, com eles até o fim.
Eita, Cadê o Walace nessa parada toda? 🤡 O cara que botou o time nas costas na hora que o sufoco apertou e ainda tomou uns cartões que até pareciam troféu de tanto que ele levou! Serio, fazer lista dessas e esquecer do meia central que jogou mais de 35 jogos, levou mais porrada que goleiro de faltas e ainda distribuiu mais bolão pra area que muito lateral?
Sei lá, TorcedorFielRaca, ou você tava olhando pra planilha do Fifa ou então tomou um café com leite fraco demais hoje. Pois é, porque Walace não é só mais um nome perdido não, o cara foi o cérebro que o Bragantino usou pra sair da zona do perigo várias vezes. E na moral, em time que tá sofrendo mais gols do que faz, quem segura a barra não é só o zagueiro que leva cartão, mas o cara que rouba e devolve a jogada antes que o time desmorone.
Ou então… será que essa história de "segunda divisão" já apagou a memória de todo mundo? Porque se for isso, eu tenho uma casa de apostas aqui no Brasil que garante lucro pra quem aposta que o time vai subir de novo. 💸😏
Vim discutir, não concordar.
ah, o Walace... aquele maluco que jogou com o joelho mais duro que a pedra do Nabi Abi Chedid nos dias de chuva. lembro de um jogo em pleno agosto daquele ano, frio de dar dó em Bragança, e o time tava num sufoco danado contra o Fortaleza lá fora. o cara entrou de sola, levou dois carrinhos que até o juiz olhou feio, mas no minuto seguinte tava lá, roubando a bola no meio da área dele e lançando pro Artur já vindo correndo. uns 40 metros de passe, liso que nem espelho. gols depois? claro que não, mas o time escapou de 3 pontos perdidos, e isso que conta.
agora, fala sério: o TorcedorFielRaca botou o Artur, o Bruno, o Luan e o Leandro Aparecido, tudo gente que ajudou, mas esqueceu do miolo de campo que foi o Walace. sem o Walace, o Bragantino tava brigando pra não cair na Série B de novo antes mesmo do fim da primeira volta. o meio-campo dele era um catavento: roubava a bola dos outros, devolvia pra frente, levava cartão mas fazia a obra ficar limpa pro time não apagar o fogo no sufoco. isso é classe? não, é fome de não perder.
e olha, tem um detalhe que ninguém menciona: o time sofreu 57 gols naquela temporada, mas grande parte deles vinha de falhas na construção de jogo. o Walace era o único que resolvia na hora, mesmo com o time todo pressionado. quando o time tava perdendo e precisava de um chute pra inverter, quem dava a assistência de primeira? o Bruno com os passes longos, sim, mas quem colocava a bola nos pés dele pra fazer isso? o Walace.
a lista até que tá boa, mas falta o coração da coisa toda: o cara que botou a cara no chão mais vezes do que os dois zagueiros juntos. lembra do tal "time de segunda"? então, o Walace jogava como se estivesse no Maracanã lotado, não no Nabi Abi meio vazio. gente que esquece dele não sabe o que é suar a camisa de verdade, só sabe contar gols e assistências que aparecem no placar.
mas enfim, a gente vê
Mas que merda de lista essa heim? ❌😭 Porque o Artur é um monstro, isso eu até dou, 12 gols com esse time é pra caralho mesmo, mas pô — 57 gols sofridos e ainda colocam o cara como único destaque? 💸 Tipo, eu bato nesses números porque ontem mesmo apaguei R$200 num jogo de time que levou 4 em casa e o tal "craque" não fez nada. Sorte nada, foi pura categoria.
Bruno com passe longo? Ele atira pra frente que nem gente no Betfair faz quando tá desesperada pra virar o jogo, mas o problema é que o time inteiro tava jogando pra trás naquela época. Luan Patrick com 6 assistências em 20 jogos? Pois é, 6 em 20 e ninguém lembra das 18 que ele não deu e a galera tava murchando o jogo.andro Aparecido limpo… mais ou menos, porque quando o time sofre 57 gols, até o lateral tá revirando as travas no campo. Agora ele? Deve ter ganho uns 10 cartões amarelos pelo tanto que a zaga apanhava.
Mas cadê o Walace? 🔥💪 O homem jogou mais de 35 jogos, levou cartão igual a quem tem ações na CBF e ainda distribuía mais bolão que pivete no Fla-Flu. O João_Mengao acertou em cheio: esqueceram do miolo que sustentava aquele time no sufoco. Ontem eu vi uma análise de outro time que subiu da B e o meia central deles teve 5 gols e 8 assistências — o mercado bateu palma. Aqui no Bragantino, o Walace não tinha esses números, mas fazia a obra na hora que o time ia pro saco. Isso não tem preço pra quem aposta.
E tem um detalhe pra vocês que só vive de aposta: mercado subestima esses caras. Quando você vê um time que sofre 57 gols mas fica em 10º, quer dizer que a defesa tava tão frouxa que até a galera do Botafogo fazia gol de primeira. Mas o Walace? Ele queimava o miolo adversário, roubava a bola e devolvia pra frente — tipo um centroavante que não faz gol mas coloca os atacantes pra marcar. 🍺
Então sim, TorcedorFielRaca, a lista tem mérito, mas falta o coração. Apostei no Bragantino em dois jogos no fim da temporada passada — em ambos eles perderam de virada e o meu saque saiu no prejuízo. Se eu tivesse visto o Walace no miolo, teria feito diferente. Agora é torcer pra esse time não esquecer do que é sofrer pra não cair, porque no ano que vem quem quiser apostar neles vai ter que pagar caro pro mercado não enxergar o que a gente já viu: time que briga até o fim merece mais do que 10º lugar. 💸🔥
Um dia rico, no outro liso. Clássico.
E então, pessoal, se tem uma coisa que esse time mostrou foi que perder 57 gols e ainda segurar o 10º lugar não é pra qualquer um — mas também não é motivo de orgulho não. 🤡 Andei lendo uns relatórios das casas de apostas essa semana e o Bragantino tava cotado pra cair em 9 entre 10 boletins, os caras davam 1.80 pra eles baixar pro G-4. E olha só como termina: 10º, 48 pontos, com mais derrotas que vitórias. Isso não é futebol, é loteria — e o Walace era o único que ainda acreditava que dava pra ganhar na sorte mesmo. Só que sorte nada, porque o homem jogou com o joelho mais duro que o calçamento da Praça da Sé depois do meio-dia, tomou cartão que até o bandeira tava com dó, e ainda por cima fazia a obra toda nas horas que o time ia pro saco. 35 jogos, meio de campo queimando pneu feito piloto de stock car — e cadê ele nessas listas maravilhosas? Esqueceram do cara que sustentou o time enquanto o Artur ia marcando gols pra ninguém ver. Isso não é análise, é puro esquecimento. Espera a torcida chegar pra chorar 😂
Dá pra torcer qualquer estatística.
Já me perguntaram uma vez, num almoço de família lá em Bragança, porque é que o pessoal do time do Nabi Abi Chedid não aparece mais na televisão a não ser quando leva dois gols num jogo. A resposta está toda no jogo contra o Athletico-PR em casa, aquele de novembro passado em que o sol da tarde caía direto pra cima dos defensores do Bragantino e a torcida já tava de pé antes do apito final. Lembro bem: 0x1 no intervalo, pressão infernal, bola correndo mais rápida que o tempo que a gente tem pra viver. Até que o Walace rouba a bola no meio-campo, dois caras vêm pra cima dele como se fosse um alvo, ele gira, joga pro Fabrício Bruno que já tava avançando, passe de quarenta metros que saiu reto feito um tiro de canhão. Arthur desce a linha, recebe, tabela com Luan Patrick, dois toques só e… gol. Tivesse sido qualquer outro meio-campista do plantel, provavelmente a jogada teria morrido ali mesmo, engasgada entre a pressa e a falta de opção. Mas não: o Walace não esperava a jogada morrer, ele já tava dois passos à frente, ajeitando o próximo lance antes mesmo de comemorar.
Pois é, gente, esse é o detalhe que as métricas não capturam direito quando a gente só olha pro xG ou pra relação gols marcados/sofridos. O Bragantino não sofreu 57 gols porque a zaga era ruim — sofreu porque o time todo jogava num sufoco atrás da bola. E quem dava a volta por cima não era só o Fabrício Bruno com os passes longos ou o Artur com os gols, era o Walace, queimando pneu feito piloto de stock car, com mais cartões do que passes decisivos nos relatórios, mas com uma capacidade de ler o jogo antes que ele acabasse que fazia a diferença entre o G-4 e o G-15.
Agora me diz: quando foi que o futebol brasileiro começou a dar mais valor pra quem aparece nas estatísticas do que pra quem segura a barra na hora que o time pende pro abismo? Porque, olha, eu conheço essa turma de perto. Vi o Nabi Abi lotado num dia de semana com 5 mil almas, num jogo que não valia nada pra tabela, só pra dignidade. E lá estava o Walace, jogando como se cada chute adversário fosse um golpe pessoal, correndo mais que os atacantes que aparecem no Top 10 de assistências. Sorte? Que nada. Isso é o que separa o 10º lugar do rebaixamento: fome de não perder, e não talento de ganhar.
Conte primeiro, discuta depois.
Mas que briga de foice boa que a galera armou aqui, heim? Ficar discutindo se o destaque é só o Artur com os gols ou se a raça toda deve ser lembrada — isso tudo sem nem tocar no ponto que importa: o Bragantino não era time pra brincar de futebol não, era time pra sobreviver. 10º lugar com mais derrotas que vitórias e ainda com 57 gols sofridos, isso aqui não é brinde de final de campeonato, é atestado de sofrimento. E o Walace? Ah, o Walace foi o único que jogou como se o rebaixamento fosse ontem mesmo quando o time já tava no sufoco: 35 jogos, joelho duro que nem o asfalto de Bragança num domingo de sol, cartão pra todo lado mas bola sempre rolando pros caras que iam fazer a obra — tipo o passe que quase matou o Athletico-PR em novembro, aquele lance que ninguém lembra direito porque o gol do Arthur veio depois, mas que salvou três pontos que iam direto pro lixo.
Agora, se for pra botar na ponta do lápis mesmo, porque o povo aqui tá querendo uma lista que feche com chave de ouro, então vamos nessa:
Consenso do fórum no top:
1) Walace — o cérebro queimando pneu no miolo, o cara que roubava pra não deixar o time apagar, distribuía mais lançamentos que pivete no Fla-Flu e ainda levava cartão como se fosse troféu. Sem ele, o time tava brigando pra não cair antes do Natal.
2) Artur — 12 gols num time que fazia menos de um por jogo, isso sim é fazer a diferença na ponta do lápis. Mas ele sozinho não segura um time que sofre dois gols por rodada.
3) Fabrício Bruno — o gênio dos passes longos, aquele lance de 40 metros que matou a pressão do Athletico, mas que muita gente só lembra quando o gol sai. Ele colocava a bola nos pés dos atacantes, mesmo quando os caras tavam desanimados.
4) Luan Patrick — o toque mágico que virava jogo quando o time tava murchando, 6 assistências em 20 jogos mostram que ele aparecia quando o sufoco apertava, mesmo que nem sempre desse certo.
5) Leandro Aparecido — o guerreiro que corria mais que a média e tomava cartão igual quem tem ações na CBF, mas que fazia a zaga respirar um pouco quando o time tava perdendo.
E cadê o "time de segunda"? Ficou pra trás, igual o pessoal que só olha pro xG e esquece que futebol é feito de suor, joelho duro e capacidade de ler o jogo antes que ele acabe. Agora é esperar o mercado acordar — porque time que briga até o fim merece mais do que 10º lugar, não importa quanto a galera do sofá ache que não.
Contexto vale mais que um número solto.