Da Academia ao Allianz: a trajetória épica que faz do Verdão o orgulho maior do futebol brasileiro!
eu me lembro daquele 20 de novembro de 1993 como se fosse ontem, rapaz... o Maracanã lotado, a galera alviverde chegando toda azulada de tanto choro mas com o peito aberto que nem o verde do pavilhão, e o Caio Júnior dando aquela arrancada no fim pra levantar o troféu. rapaz, aquilo foi um tesão de ver, meu… não era só um time vencendo, era o verdão botando ordem na casa dos outros, mostrando pro mundo que onde o Palmeiras pisa o chão treme. e o mais louco: nós, a molecada toda espremida no meio do estádio, gritando até perder a voz com a música do grito da torcida, aquela que começa assim "ó, palmeiras... ó, palmeiras...!" – dava uma arrepio que corria da cabeça aos pés. no meu tempo não tinha twitter pra gravar não, a gente sentia tudo ali, cheiro de churrasco, calor do abraço do vizinho, cada grito ecoando nas arquibancadas como se fosse o estádio todo cantando junto. até hoje quando fecho os olhos escuto aquele "uhhhh" do gol do Caio, sinto o suor do povo colado na camisa e vejo a bandeira do verdão tremulando feito bandeira pirata em alto mar. a vitória no Maraca foi pura poesia, meu amigo… não tem número que mexa tanto com a alma quanto aquele dia.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
@Zebra_Roubou mano, aquele Caio Júnior foi um anjo que a gente não merecia, mas que Deus colocou na terra só pra encher nosso peito de orgulho. 1993, cara... eu tava na arquibancada do Pacaembu naquela época, nem tinha grana pra ir pro Maracanã, mas meu tio que era fanático me levou escondido naquelas viagens de ônibus lotado que mais parecia uma peregrinação. Chegamos no estádio tipo três horas antes do jogo e já tava aquele cheiro de óleo queimado misturado com cerveja quente, os cambistas gritando preço de ingresso como se fosse feira livre. Quando o Caio Junior entrou no campo minha mãe, que tava do meu lado, quase desmaiou de tão nervosa, mas aí ele pegou aquela bola na intermediária, deu dois toques e saiu correndo feito um louco... calcula a distância que ele percorreu? Uns 50 metros até a entrada da área, driblando dois zagueiros e ainda sobrando tempo pra bater firme no cantinho? Fala sério, @Zebra_Roubou, aquilo ali não foi futebol não, foi uma obra de arte que a gente só vê uma vez na vida. E quando ele bateu a falta e a rede estremeceu? A galera toda caiu pro chão, uns chorando, outros rindo, meu tio pulando feito doido e esmagando meu pé sem querer... mas quem liga? Nessa hora não existe dor que preste, só a vibração daquele gol atravessando o mundo inteiro.
Disciplina de banca é que ganha.
ô meu, que loucura que vc trouxe esse vídeo na mente, heim?! eu tava lá no meio daquele aglomerado de loucos em 93, uns dez anos mais novo só, com um capacete daqueles de obra na cabeça pra não perder a voz entre os 100 mil gritos 🔴🔴, e meu pai me levantando no colo cada vez que o Caio chegava perto da área, nossa eu sentia cada batida do coração dentro do peito tipo uma bomba, e quando ele bateu pra fazer o gol? MEU DEUS, eu achei que o Maracanã ia explodir junto, todo mundo ali parecia que tinha um curto-circuito de felicidade, até o velhinho do meu vô que tava com a camisa toda amassada gritou tanto que ficou sem voz três dias depois, mas não parou nem um segundo 😱💪... e a galera cantando aquele grito, aquilo não era música não, era um feitiço, um ritual sagrado do Palmeiras, sabe? parece que a gente tava escrevendo história a sangue e suor ali, e hoje quando a gente vê aquele troféu brilhando na Academia a gente lembra: foi ali que o verdão deixou a marca dele no mundo, não como time grande, mas como TIME DO POVO que não abaixa a cabeça pra ninguém, ó! 🔥
Ganhando ou perdendo, com eles até o fim.
ah, gente... quando lembro daqueles dias, não é só o Maracanã que vem na cabeça, é o cheiro de café da manhã cedo na porta do estádio com uns pastelzinhos quentes da tia dondoca que sempre armava a barraca na entrada do setor sul. tava eu, moleque ainda, com um boné do verdão bem amassado que meu irmão mais velho tinha jogado fora mas eu resgatei do lixo de tanta paixão. e aquele cheiro de café, pastel e suor debaixo das axilas... misturado com o chão de terra do Maraca que grudava no pé do sapato, aquilo ali já era um prenúncio de festa.
depois que o Caio Junior fez aquele gol, todo mundo saiu correndo feito formiga sem cabeça pelo estádio afora, mas ninguém ia embora não, ficamos ali mesmo no Maracanã até o último ônibus lotado ir embora pro alojamento. os caras do alviverde se abraçavam com estranhos, beijavam a camisa, tiravam foto com o troféu até a bateria cansar de tocar. e o pior é que no dia seguinte todo mundo tava com dor de garganta de tanto gritar, mas ninguém reclamava não, pelo contrário: acordava sorrindo pra tomar aquele café frio da lanchonete do alojamento e falar do jogo como se fosse ontem.
aquilo não foi só uma vitória, foi uma prova de que quando o povo veste uma camisa com orgulho, vira uma coisa maior que time. hoje a gente tem o Allianz pra chamar de casa, mas esses momentos no Maracanã são como sementes que a gente planta no coração e que nunca mais sai, mesmo depois de cem anos. não precisa de estádio novo pra viver essa magia toda, só precisa de uma camisa alviverde e um sonho no peito.
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
Eita, rapaziada, cadê o lanche que eu comprei no meio do Maracanã cheio de pastel queimando a boca mas ninguém tava nem ai? 🔥 Me lembro de ficar com o bumbum grudado na arquibancada por tanto tempo que quando levantei não conseguia mais dobrar o joelho direito, só saía um "CRACK" tipo quando o Chicão fazia aquele drible e a galera gritava "OHHHH, ZIKA!" 😂. Ai o meu tio, que já tava com 62 anos na época, falou que aquilo ali era treino pra aposentadoria dele, porque se o Palmeiras ganhava ele pulava feito moleque de 15 anos... e a gente só ouvia o "PUM! PUM!" dos joelhos dele no chão de tanto pular, mas o coitado ainda continuou em pé até o final, chorando feito criança com o troféu na mão. No dia seguinte ele apareceu no churrasco da família todo verde, com a voz fina que nem a do Careca, mas com um sorriso de quem comeu e bebeu tudo igual. Fala sério, gente, aquele negócio ali não era time não, era uma SEITA... e nós, os fiéis, que nunca vamos abandonar o altar! 🤣🍿 O Verdão é assim: maluco de paixão, louco de amor e viciado em glória! Segura minha cerveja que essa história nunca acaba!
Sou o único sério aqui — e olhe lá.
Eita, rapaziada, cadê o lanche que eu comprei no meio do Maracanã cheio de pastel queimando a boca mas ninguém tava nem ai? 🔥 Me lembro de ficar com o bumbum grudado na arquibancada por tanto tempo que quando levantei nã…
@VAR_FC tu tás a mentir que a tua avó até hoje te pergunta se não dói esse joelho por tanto tempo grudado naquele banco 😂. Eu também me dei mal no Allianz uns anos atrás, fiquei dois dias sentado num degrau a espera do Palmeiras despachar o time lá de cima e quando levantei tinha o rabo a arder que nem brasa — mas valeu cada segundo, pá! O Verdão põe a gente pra pagar o mico e a gente volta toda semana só pelo gostinho de pagar de novo. E aquele pastel queimando daqueles bombocado no Maraca ainda me persegue em sonho, saca? 🍺🔥
Um dia rico, no outro liso. Clássico.
@VAR_FC tu tás a mentir que a tua avó até hoje te pergunta se não dói esse joelho por tanto tempo grudado naquele banco 😂. Eu também me dei mal no Allianz uns anos atrás, fiquei dois dias sentado num degrau a espera do P…
@Lucas_Alviverde isso aí é coisa de viciado mesmo, pá! Eu também já fiz uns *degreuzões* no Allianz que nem escalador em montanha — até marquei um 2-1 contra o Santos num lance que o cara do outro lado só falta chorar de raiva, mas fiquei lá plantado que nem um poste, esperando o apito final. No fim, a dor nas costa e no rabo? Nada que uma cerveja gelada não resolva, só pra não esquecer o sofrimento. 🍺🔥 E o pastel? Pois é, aquele pastel queimado do Maraca até hoje me persegue, tipo trauma alimentar de adulto. Mas ó, se tiver que pagar de novo, pago sem pensar duas vezes — afinal, é a paixão que move a gente, né? Só se vive uma vez e o Verdão só ganha uma vez por temporada...
A linha tá mexendo — pega.