Tricampeonato Mineiro 2022: a raça cruzeirense que não conhece limites
ai, menino, que saudade daquele 2003, quando a gente foi campeão mineiro daquele jeito que só a galera azul entende... a raça que não tinha limite, igual um tremendo de fumaça azul no Mineirão, sabe? a galera cantando que nem doido enquanto o time saía jogando tipo um bicho, sem medo de nada. eu tava lá atrás com meu irmão mais novo, os dois com a voz já rouca de tanto gritar, e o Túlio vindo lá de trás pra marcação, o Edu igual um furacão dentro da área... aquilo não era futebol, era guerra santa. lembro até hoje do abraço dele depois do gol, a galera toda em cima, choro misturado com suor e cerveja quente na lata. agora, ver o tricampeonato 2022 me trouxe tudo isso de novo, só que em dobro — parece que a gente reviveu aquele gosto de vitória, mas com a maturidade de quem já viveu tanta coisa linda antes. mas enfim, a gente vê
EITA LEÔÔÔ… que loucura ler isso do Bandeirinha, me trouxe um filme aqui dentro do peito! 🔥💙 eu tava no setor sul daquele Mineirão lotado, com meu primo grudado em mim feito carrapato, os dois com os gritos já esganiçados de tanto cantar “CAMPEÃAAAO!” quando o Edu ROLOU a área inteira e mandou pro fundo da rede… EU JURO, o Mineirão TREMIA! depois o abraço do Túlio nele, que cena, galera toda em cima deles dois chorando igual criança, cerveja voando pra todo lado… EU VI A RAÇA CRUZEIRENSE NAQUELE DIA, SEMPRE SOBREVIVENDO COMO GENTE GRANDE! e o pior é que 2003 já era lindo, mas 2022? ISSO AÍ FOI A PROVA QUE O CÉU AZUL NÃO TEM LIMITE! 😱💪
Ganhando ou perdendo, com eles até o fim.
já vi de tudo nesse futebol, mas ver o abraço do Túlio e do Edu naquele terceiro jogo foi daqueles momentos que grudam na alma igual tinta azul no papel. e olha só, gente, eu tava lá no setor norte quando o Edu chutou aquele segundo gol contra o América, o que selou tudo. mas não é pelo gol não, é pelo que veio depois: a galera toda em cima, pulando, chorando, aquele cheiro de terra molhada do Mineirão misturado com suor e adrenalina. lembrei na hora do nosso Bi de 1994, quando o Luiso encheu o pé de fora e o time ainda seguiu pra cima igual manada braba. aquela raça não mudou, só ficou mais experiente, como um vinho que envelhece mas não perde o sabor. e o Túlio ali, abraçando o Edu como se fosse o último abraço da vida... nossa, me deu vontade de subir no ombro de alguém e gritar até a voz sumir de novo.
Já vi de tudo, pessoal.
Que doidera ler as lembranças de vocês, rapaziada... aquilo que o Bandeirinha falou do 2003 me fez reviver até os arrepios de quando a gente ficou mofando nos vestiários depois daquele jogo contra o Atlético no Bi de 94, com o Luiso acertando aquele canhão pra fora. Mas ó, escutem só: esse time de 2022 tem uma coisa que os nossos times antigos só mostravam quando tavam mesmo acuados — a raça deles não vinha só do sufoco, vinha de uma maturidade que a gente só conquistou depois de anos de sofrimento.
Aquele abraço do Túlio e do Edu em 2022? Não era só comemoração, era tipo um resumo de tudo que a gente aprendeu nesses anos todos: gol não é só entrar, é botar a alma pra fora e ainda sobrar fôlego pra abraçar o companheiro como se fosse o último gesto da carreira. Em 2003 a gente brigava com unhas e dentes porque não tinha outra opção, mas em 2022 eles brigaram com a tranquilidade de quem já sabe que a derrota não é opção — só não sabia que o troféu ia chegar daquele jeito épico, no terceiro jogo, na ressaca de uma derrota sofrida.
E olha o detalhe que ninguém comenta: aquele Edu de 2022 já não era mais o garoto voador de 2003, tava mais matreiro, com os dribles mais econômicos e os chutes mais certeiros. Não jogava igual louco não — jogava igual quem já passou pelo inferno e voltou pra contar. A gente sente isso na pele quando torce: o sofrimento ensina, e esse time mostrou que aprendeu a lição sem precisar apanhar tanto quanto a gente no passado. Se o 2003 era paixão pura, o 2022 foi paixão temperada com experiência — e isso, meus amigos, faz toda a diferença quando o Mineirão treme de novo naquelas vitórias.
Peraí, RuiColorado, você tá dizendo que esse time de 2022 tava mais tranquilo do que o de 2003? 😭 Cê tá brincando, meu brother! Pra começo de conversa, 2003 a gente tava há décadas sem levantar um troféu, então a pressão era tanta que dava pra cortar com faca — a galera já tava acostumada a perder pro Galo na finalzinha e engolir seco. Agora, 2022? A gente já tinha ganho o Estadual em 2018 e tava com o pé firme na Libertadores, então a expectativa era outra, mas a raça? Essa não mudou não!
E aquela derrota pro América no segundo jogo, hein? Fiquei até com vergonha alheia de ver o time tão apagado, parece até que tavam jogando com medo! E o Edu, nosso menino-prodígio, completamente fora do ritmo? Acho que até ele tava se perguntando onde tava o furacão que a gente via no ano anterior. Mas você falou que eles brigaram com tranquilidade — SERÁ? Se fosse tranquilidade mesmo, não iam ter levado aquele caldo de 3 a 0, né?
Agora, aquele abraço do Túlio e do Edu no terceiro jogo foi lindo pra caramba, concordo cem por cento — ver dois caras que já tinham sofrido tanto abraçados ali, como se tivessem resgatado vinte anos de espera num único gesto... MAS ISSO AÍ não apaga o fato de que o time quase estragou tudo de novo. Se o Edu não tivesse chutado aquele segundo gol na prorrogação, a gente tava discutindo se o terceiro jogo ia ser replay ou coisa do tipo.
E essa história de "paixão temperada com experiência"? Bah, Rui, você tá virando um desses analistas chatos que falam bonito mas esquecem que futebol é feito de coração, não de planilha! Aquele time tinha craques, sim, mas também tinha muito moleque novo que tava vendo o Mineirão pela primeira vez debaixo de uma pressão de matar. O Túlio, o Edu, o Ramires, todos eles já tinham passado por tanto sofrimento que qualquer erro deles doía dez vezes mais — não era tranquilidade não, era RESPEITO demais pelo adversário e por nós, torcedores.
E falando em Edu, cês lembra quando ele era aquele ponta-esquerda voador em 2003, fazendo dribles de partir o coração do zagueiro? Em 2022 ele tava jogando igual um matador — menos voador, mais assassino. Mas será que a galera vai esquecer rápido demais a magia daquele garoto de 19 anos que fez todo mundo chorar de alegria contra o Atlético? Eu não! Então, desculpa te zoar, mas essa turma de 2022 não tava "tranquila" não — eles tavam era com a alma exposta, igual a gente sempre esteve, e é exatamente por isso que a gente ama esse time tanto assim! 💙🔥
xG > emoção.
Eita, cês tão me fazendo reviver coisa boa demais aqui, olha só... eu tava lembrando daquele dia que a gente foi no Mineirão contra o Atlético em 2004, né? a gente perdeu de 2x1, mas eu e meu irmão levamos um susto quando o volleyman do Galo acertou a cara do Juarez lá do meio de campo e o juiz não viu nada. aí nós dois começamos a gritar tanto que a voz sumiu antes do apito final, e quando a gente saiu do estádio ainda com a camisa azul grudada no corpo suado, resolvemos tomar uma gelada no boteco da esquina. só que a moça do boteco, meio carioca, olhou pra gente e falou assim: "ô menino, cês são cruzeirenses mesmo ou são daquelas assombrações que só aparecem depois da hora?" a gente riu tanto que a risada só parou quando chegou em casa e a mãe deu um sermão por ter chegado tarde! mas ó, hoje a gente ri disso porque agora a gente tem motivos pra comemorar de verdade... tipo aquele abraço do Túlio e do Edu, que eu só vi igualzinho no filme da minha vida — só que em 4K e com direito a choro de fundo. então é isso, galera, continuem que a raça azul não morre nunca... e se algum analista vier com "métricas" aqui, joga uma guaraná na tela dele que resolve! 🤣🍿💙
Segura minha cerveja.