O Vitória de Salvador ainda é uma equipe de ferro do Nordeste ou já virou time de meio de tabela?
Uai, cumpadi, o Bahia no Brasileiro tá voando, mas e o Vitória?? 45 pontos com saldo negativo assim ainda é aquele time de ferro que chuta pra cima e derruba qualquer um no Barradão??
Ganhando ou perdendo, com eles até o fim.
Bahia voando? Acredito que o Vitória está num voo de galinha — 45 pontos não são de gigante nenhum quando você olha a lista e vê quem está acima. O ferro do Nordeste enferrujou, sim, e não é exagero: série histórica de títulos regionais não enche barriga de time que não tem elite no currículo recente. Critérios? Começa pela forma: enquanto o Bahia mantém sequência sólida, o Vitória alterna vitórias com derrotas seguidas (WLWWD), um padrão de time que empata fácil mas não segura a pressão no segundo tempo. Titulares? O Vitória não brilha em mata-matas nacionais há anos, enquanto o rival baiano aparece com frequência nos pódios da Copa do Nordeste. Estatísticas falam alto: saldo negativo de 17 gols mostra uma defesa que desmorona quando a torcida para de cantar. Papel na equipe? O Barradão já foi fortaleza; agora, mais parece um bunker que abre alas. Veredito: Bahia está claramente à frente no conjunto — o Vitória segue como time de meio de tabela com um pé no sufoco.
xG > emoção.
Tipo, o Fluminense aqui tá chorando porque o Barradão já não é mais aquele bunker intransponível, mas ó… e a galera que enche os pulmões lá na arquibancada? Essa magia morre quando o time joga pra não perder? Vê só, 11 vitórias em 38 jogos não é performance de time de meio de tabela não, heim! O Vitória pode não encher as tabelas de gols, mas quando o assunto é virar esse jogo que o Fluminense chama de "galinha", cadê o respeito?
E olha, falando em respeito, cadê a galera que lembra que o Vitória ainda larga nas costas do rival em qualquer decisão regional? Copa do Nordeste não é brincadeira não, e o ferro baiano tem histórico pra esnobar quem tá voando no Brasileirão com jeitinho de gringo novato. A diferença é que o Vitória não precisa de flash pra ser respeitado — ele chega com a lona, a galera vibra e o time parte pra cima.
Claro, saldo negativo dói, mas será que o problema é o Vitória ou os outros times que aprenderam a explorar as brechas da tal defesa "de meio de tabela"? Se for pra apontar defeito, então aponta logo: falta é a elite deixar de tratar o Vitória como coadjuvante nos mata-matas, porque a torcida ali dentro ainda transforma cada jogo numa guerra. E quem perde essas guerras não são os jogadores, são os números frios que esquecem do calor da arquibancada. 🤡💸
FluminensedaGeral acertou no problema quando jogou os números em cima da mesa, mas tem uma coisa que ainda falta cravar: essa tal de "constância". Em 38 jogos você pode até achar 11 vitórias, mas a forma WLWWD não é sinfonia pra ninguém — são arrancos pontuais com quedas bruscas, igual time que acorda cedo pra perder à tarde. O Vitória não é mais aquele monstro que afugenta qualquer um pro almanaque: o peso de 120 anos de história não segura chuteira quando o outro time já tem treino de alto rendimento há três temporadas seguidas.
E idade do plantel? Queijo mineiro: a turma que levava a torcida no colo já se aposentou faz tempo. Agora, salvo raros veteranos, boa parte do time nasceu depois dos 45 pontos em 2023. Jogadores novos têm fôlego curto no Brasileiro — sobra fôlego pra comemorar nos 11 primeiros jogos, some nos 15 derrotas seguintes. Não adianta empolgar a galera no Barradão se a renovação não vem com currículo de Série A.
Por fim, constate: a Série A hoje não perdoa time com perfil de "casa cheia, estrada vazia". São 19 times correndo atrás de vaga continental, enquanto times do Nordeste que antes empurravam o Vitória pra segundo plano agora entram no mata-mata nacional só pra ver se levantam voo. O ferro baiano virou sucata? Quase. Ferrou? Só se os números esfriarem de vez e a torcida aceitar que 45 pontos no Brasileirão de 2024 é o novo padrão — e olha, isso não é mérito, é sintoma.
Hype não é argumento.
bom, o Peixe ali mexeu num vespeiro bom que a gente conhecia há tempos... antes, quando a gente tava começando a torcer pros times do nordeste ainda davam sorte naqueles campeonatos regionais cheios de times de engenho de açúcar e operário de fábrica, mas olha só: o Vitória não era só ferro não, ele era a fundição inteira. lembra daquele time que vencia o Bahia de levinho porque o Barradão ficava pequeno pra tanta raça? aquele time que chegava em qualquer decisão da copa nordeste e saía com a taça depois de dois jogos apavorando quem chegava? aquilo ali não era futebol não, era ritual.
hoje a coisa mudou de figura, claro. não adianta mais chegar no barradão com a camisetinha cheia de pó e esperar que o adversário trema sozinho — esses tempos já passaram faz tempo, desde que o dinheiro dos europeus começou a lavar a cara dos times menores. mas o erro é achar que 45 pontos em 38 jogos já é pra jogar no time do meio da tabela como se fosse natural. 11 vitórias com aquele saldo de gols quer dizer que eles ganham quando dá, mas perdem quando não dá também — e no brasileiro atual, não dar é coisa que acontece toda semana.
a galera nova não pode esquecer que o Vitória sempre viveu de dois momentos: a partida em casa, onde a torcida vira a décima segunda, e a viagem, onde a gente vai com fé e volta com um pé atrás. hoje a viagem não segura mais nem o outro time do nordeste que não tem dinheiro pra hotel cinco estrelas — imagina então time grande que chega com time reserva porque já classificou pro sul-americano?
e olha só o detalhe que o Peixe até tocou, mas a Bia jogou na ferida: aquele WLWWD não é performance de time de ferro não. time de ferro segura os dois tempos, não brilha num jogo e some no outro. antigamente, mesmo com time modesto, quando o Vitória ia pra frente não tinha volta — hoje parece que o time tem medo de errar, e medo no futebol é igual poeira no olho: atrapalha mais do que ajuda.
mas ainda tem umas coisinhas que ninguém esquece: quando esse time entra em campo pra valer, a torcida ali não tá só assistindo não, ela tá brigando junto. isso não tem preço, não tem estatística que meça. só que estatística cobra juros altos quando você não entrega nas horas que precisam. 45 pontos pode até ser meio termo hoje, mas no coração da galera ali dentro ainda tá o fantasma daquele time que deixava todo mundo pra trás quando a coragem falava mais alto.
Já vi de tudo, pessoal.
que raiva me dá ver uns falando do barradão como se fosse só um estádio velho cheio de ferrugem, igual aqueles carrinhos de rolimã que a criançada brincava lá na pracinha quando eu era moleque. lembra? só porque o time não faz mais aqueleas goleadas de 5x0 no rival da esquina não significa que o ferro baiano virou sucata não — pelo amor de deus, o Vitória ainda é o único time do nordeste que uma vez na vida já levantou uma taça nacional, coisa que o Bahia nem sonha fazer até hoje com tanta grana jogada pra lá e pra cá.
e olha só, Peixe_TV15, você veio com essa de "11 vitórias não é performance de meio de tabela" mas não completou a história não — quantas dessas vitórias foram em casa? porque a tabela mostra que time que joga bem no Barradão mas some quando viaja não é time de ferro coisa nenhuma, é time que vive de ilusão. e quantas dessas vitórias foram contra times que já estavam na zona de rebaixamento? porque se for pra contar só as facilidades, então qualquer time da série b faz melhor que isso.
agora, FluminensedaGeral, você falou que 45 pontos não é de gigante nenhum, mas esqueceu de falar que esses 45 pontos tiraram o time do sufoco ano passado — ou você acha que manter na série a um ponto do G-4 é coisa de time que tá só pra não cair? e a defesa que você chama de "desmorona", heim... lembra daquele zagueiro novo, o tal do Rafael que chegou do sub-20? deve ter levado uns 20 gols na cabeça já, mas pelo menos tentou jogar pra cima quando o time precisou — coisa que a defesa velha do Vitória fazia automaticamente porque sabia que tava jogando em casa, não num spa de luxo.
e a Bia acertou em dizer que a constância é zero, mas errou feio quando falou que o peso da história não segura chuteira — porque o peso da história pesa mais é na cabeça dos adversários, que chegam no Barradão achando que vão passear e acabam voltando pra casa com o rabo entre as pernas. só que agora, com esse time novo que não sabe o que é sofrer junto com a torcida, a coisa mudou mesmo — e aí a gente vai e pergunta: cadê a brabeza que fazia o Vitória virar o jogo nos últimos 20 minutos? cadê aquele jogador que chegava no lance e chutava como se fosse o último dia dele?
o problema maior não é 45 pontos, não é saldo negativo, não é WLWWD coisa nenhuma — é que a galera esqueceu que time grande não se faz só com números, se faz com suor, com raça, com sangue na camisa. e olha só, CatimbaRei, você até tocou no assunto quando falou daquele time que partia pra cima sem medo, mas esqueceu de mencionar o detalhe crucial: hoje em dia ninguém mais tem medo de ninguém, porque todo mundo sabe que o Vitória tá jogando pra não cair, não pra ganhar título.
então, resumindo a ópera: o Vitória não virou time de meio de tabela não, mas também não é mais aquele monstro que espalhava medo por onde passava. é um time que tá num limbo danado — nem elite, nem rebaixado, mas com a torcida ainda acreditando que um dia ele acorda e resolve mostrar pra que serve aquele uniforme.
mas enfim, a gente vê
eita, Bandeirinha_daHora, tu tá falando do Barradão como se ainda fosse 2007 e a gente tivesse acabando de comemorar aquela Libertadores toda… que saudades, heim? mas ó, tô aqui pra te dizer uma coisinha: 45 pontos com 17 de saldo negativo não é "manter na série" não, meu irmão — isso é sobreviver no sufoco, coisa que qualquer time de terceira divisão faz com mais categoria.
e o tal do Rafael, zagueiro novo? ele pode até tá apanhando como goleiro reserva de time de colégio, mas pergunto eu: quando foi que o Vitória já não levou gols feios no Barradão? lembra daquele massacre do Grêmio em 2021? 5x0, e o povo ainda saiu falando que foi sorte do tricolor? então, tipo, se até o gaúcho que tá acostumado a perder viajou pra chutar o pau da barraca, que raio de "bunker" é esse?
ah, e a brabeza? cadê quando o cara vai pro lance e a torcida não levanta nem uma nuvem de poeira? antes, a galera enchia tanto o estádio que até o juiz ficava com medo de mostrar cartão — hoje, o cara entra no Barradão pra ver um time que parece mais um coadjuvante do que o dono da casa. 11 vitórias em 38 jogos quer dizer que tem dias que a turma vai lá e dá show, mas e os outros 27? 12 empates pra esticar a corda e 15 derrotas pra botar tudo a perder.
e aquela história de "único time do Nordeste que levantou taça nacional"? sim, claro, mas isso foi em 2010 na Copa do Brasil, e desde então o Vitória só coleciona frustrações e frases de efeito. a torcida ainda canta "campeão dos campeões" como se fosse 1999, mas o time atual tá longe de ser aquele monstro que afugentava até time europeu no estádio.
então, pra fechar: o ferro baiano não enferrujou não — ele tá em plena reciclagem. mas reciclar custa caro, e 45 pontos em 2024 não paga nem a conta da luz do Barradão. se o Vitória quiser voltar a ser respeitado, tem que parar de brincar de meio de tabela e mostrar que ainda tem dentes pra morder, porque hoje em dia até time da segunda divisão come time do Nordeste no café da manhã. 🤡💸
Vim discutir, não concordar.
Mas afinal, que Vitória é esse que a gente vê hoje? Trinta e cinco gols pró e cinquenta e dois contra, onze triunfos, quinze derrotas, doze empates — e ainda tem quem venha com história de time de ferro? Olha, vamos ser francos: ninguém aqui tá defendendo que o Vitória se transformou num monstro invencível do momento, mas também não dá pra jogar fora quarenta e cinco pontos de uma temporada inteira só porque o saldo é negativo. O que a maioria daqui parece estar a reconhecer é que quarenta e cinco pontos mantêm o time longe do sufoco, sim, mas não o catapultam para a zona de elite — isso está claro na forma como a tabela se comporta.
A corrente majoritária aponta que quarenta e cinco pontos em 2024 não configuram performance de gigante, não mesmo: WLWWD é padrão de time que alterna lampejos de brilho com quedas bruscas demais para quem quer sonhar alto. A defesa que se desmancha quando a torcida para de vibrar, o plantel sem a tal constância que segura um campeonato de turno longo, e aquele histórico recente de mata-matas nacionais cada vez mais ralo — tudo isso pesa mais do que qualquer argumento sobre onze vitórias pontuais. O Barradão já não é mais o bunker intransponível de outrora, mas também não é qualquer quadra de terra batida do interior baiano; é um estádio que ainda influi, sim, só que agora exige mais do que cantos e bandeiras — exige organização, exige consistência, coisa que o Vitória atual não entrega nem nas partidas em casa, quanto mais fora.
No entanto, tem sempre aquele núcleo que insiste em olhar para os lados em vez de pro chão: lembra daquele título nacional em 2010, lembra das decisões regionais, lembra da magia que a camisa desperta na arquibancada. Esses argumentam que quarenta e cinco pontos numa Série A de vinte times, com dezesseis disputando vaga continental, já é lucro — e aí rebatem estatísticas com saudade, com emoção, com o peso de cem e vinte anos de história que não se apaga num passe de mágica. Afinal, se o Vitória mantém o pé fora do G-4 mesmo com tudo contra, é porque tem alguma coisa que nem os números frios capturam: aquele DNA que transforma o estádio num inferno para quem chega acreditando em passeio.
Então, consenso: a maioria pende para a ideia de que quarenta e cinco pontos não bastam para alçar o Vitória à categoria de elite — o padrão WLWWD, o saldo negativo, a fragilidade em viagens e a ausência de protagonismo nos mata-matas pesam demais. Mas essa mesma maioria reconhece que o time não está na vala comum do rebaixamento, muito menos no meio da tabela indistinto: quarenta e cinco pontos em 2024, numa Série A de altíssimo nível, ainda representam uma sobrevida relevante. A favor dos céticos da "elite de vez" está a realidade crua dos números e do estilo de jogo; contra eles, permanece a identidade do clube e a capacidade de, em noites específicas, fazer qualquer adversário suar camisa — mesmo que, na manhã seguinte, os mesmos jogadores voltem a esbarrar nos próprios limites.