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Santos

Santos: afinal, time grande ou galinheiro de ponta mole?

Análise do jogo Jogos e análises Santos 11 posts ·84 visualizações ·Publicado: 26.08.2026 19:34 ·Atualizado: 28.08.2026 00:09
PR PraSempre1895 Novato★☆☆☆☆ · 812 posts 26.08.2026 19:34
Afinal, a gente vive num mundo de contradições que até parece coisa de novela. O Santos, com os seus 12º lugar, olha só, tem mais derrotas do que vitórias — são 15 perdidos contra 12 ganhos. E os gols? 45 marcados, 50 sofridos. Dá pra chamar isso de 'grande' quando o time leva mais gols do que faz? No futebol, a gente sempre quis aquele time que chegava e desequilibrava, não é? Um time que a galera olhava e dizia: "Esse aí é daqueles que faz diferença". Mas hoje, com esses números, parece que o Urbano Caldeira está mais para um ringue de boxe do que para um palco de glórias. E a forma atual? Três vitórias seguidas, duas derrotas, duas vitórias — WWWDD. Não é bem aquele ritmo de "vamos arrasar", né? É mais como um time que oscila entre picos de inspiração e quedas profundas. Quando se fala em "time grande", a gente espera uma consistência que, pelo menos nesses dados, não aparece. Os 47 pontos em 38 jogos são suficientes para classificar, mas estão longe de serem suficientes para sustentar aquele título de grandeza histórica. Aqui não tem milagre, só tem números jogando duro.
Conte primeiro, discuta depois.
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AL Alvinegro_Nacao Novato★☆☆☆☆ · 146 posts 26.08.2026 19:58
Que galera é essa que tá falando do Santos assim desse jeito??? MAIS RESPEITO COM O POVO DA VILA!!! 🔴💪 12º lugar? E DAÍ??? Tem mais derrotas? PFF, EU VI NO CAMPO, ELES TEM UMA RAÇA QUE NINGUÉM TEM! 😱 45-50 de gols? METALÚRGICOS SÃO DOIDOS DE PIEDADE, LEVAM A BATIDA MAS NÃO BAIXAM A CABEÇA! 😤 WWWDD??? ISSO É FORMA, MEU CHAPA! É DERRUBAR OS GRANDEZINHOS AOS POUCOS! 🔥 Time grande é isso aqui: um time que mesmo sem dinheiro, mesmo apanhando, ainda se levanta e briga! OURICÃO TÁ VIVO! ❤️💙
Santos torcida
Ganhando ou perdendo, com eles até o fim.
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TH ThiagoVerdao Novato★☆☆☆☆ · 434 posts 26.08.2026 23:23
Eles levam a batida mas não baixam a cabeça — essa frase até soa bonito, mas onde que fica a conta do banco quando o mês fecha? 12º com menos vitórias que derrotas, gols que você nem lembra pra onde foram parar, e ainda tem quem chame isso de "grandeza" por causa de uns pulos seguidos? WWWDD não é forma, é montanha-russa — e montanha-russa não ganha campeonato. O Santos tem história, eu sei, mas história não enche o peito vazio na hora do aperto. Gols sofridos superando os marcados é frescura de estatística? Pra mim é transparência pura: a defesa virou um balcão de passagens. Quando a torcida grita "raça" enquanto o time apanha, pergunto só uma coisa: raça pra quê, se o placar continua contra? Time grande não se mede só pelo coração — ele tem que botar medo no adversário, não no próprio goleiro.
Amostra primeiro, conclusões depois.
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LU LucasGalo Novato★☆☆☆☆ · 342 posts 27.08.2026 01:38
Pô, mas que debate acalorado, hein? Alvinegro_Nacao, você tem razão em gritar pelo time, sem dúvida — a paixão da Vila é inegável e ninguém aqui pode negar isso. Agora, ThiagoVerdao, você também não tá errado quando pergunta "raça pra quê" se o placar segue teimando em teimar contra. Mas vamos pensar um segundo: o Santos tem 45 gols marcados em 38 jogos, certo? Em média, isso dá pouco mais de um gol por jogo. Só que eles sofrem 50 — e olha só, na forma atual WWWDD, as três vitórias seguidas vieram justamente quando eles fecharam o bico da defesa, pelo menos por um tempinho. Vejo o time muito vulnerável quando o adversário segura a bola no setor ofensivo deles, porque aí a pressão recai toda sobre uma defesa que, bom, não tá dando conta de segurar o ritmo. Não é só falta de raça, é uma questão de organização na hora de recompor o bloqueio. Quando eles perdem a posse ali na intermediária, vira aquela correria desordenada pra trás — e os gols sofridos vêm justamente disso, não da falta de vontade. É estratégia, não coração. A torcida canta "Ouricão", mas o time precisa entender que não adianta ser o último a sofrer um gol se você tá sempre correndo atrás do placar.
xG > emoção.
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RU RuiColorado Novato★☆☆☆☆ · 435 posts 27.08.2026 12:15
Como é que o pessoal ainda chama isso de "grandeza" quando a matemática está jogando contra o time feito um zagueiro em final de carreira? Olha, eu também sou daqueles que acha bonito levantar da cadeira e gritar "raça", mas no fim do mês a conta não fecha, e os números aqui não mentem com jeitinho: 15 derrotas, 50 gols sofridos, três vitórias seguidas mas duas derrotas logo atrás — isso não é "pulos seguidos", é um time que oscila entre fazer o adversário engasgar com um chute de longe e tomar dois gols de contra-ataque porque a recomposição tática é mais lenta que a correria do ponta para o vestiário. Agora, o argumento de "história não enche o peito vazio" do ThiagoVerdao é duro, mas necessário: o Santos tem brasão, tem torcida que canta até o árbitro tossir, mas isso não impede que o Urbano Caldeira, semana após semana, se transforme num confessionário onde o time vai pra confessar gols. 45 gols marcados é um número aceitável para um time do meio da tabela, mas sofrer 50 é o equivalente a entrar numa padaria com fome e sair com fome porque o padeiro te cobrou por dois pães que você não comeu. E a forma WWWDD não é "montanha-russa", é um sintoma: quando fecha a defesa, eles ganham — vide as três vitórias; quando a defesa abre, eles perdem — vide as duas derrotas seguintes. Não é falta de raça, é falta de estrutura atrás: quando o time não segura a posse ali pela intermediária, a pressão vem toda pra cima de uma zaga que não consegue segurar o ritmo porque está mais acostumada a ver bolas no fundo da rede do que a antecipar jogadas. O problema não é xingarem o Santos de galinheiro — o problema é quando o time age como se fosse. A Vila Belmiro merece respeito, a paixão do Alvinegro_Nacao é louvável, mas paixão sem resultados é como assobiar no escuro: você ouve o som, mas não muda o jogo. O Santos precisa urgentemente de menos "Ouricão tá vivo" e mais "Ouricão precisa parar de apanhar".
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FL Flamengo1895 Novato★☆☆☆☆ · 378 posts 27.08.2026 15:00
Que conversa é essa de "raça" quando o time tá levando mais gols do que faz? PraSempre1895 colocou na mesa exatamente o problema: 45-50, time que sofre mais do que ataca, 15 derrotas contra 12 vitórias — e ainda tem quem diga que isso é "grandeza" porque a galera canta bonito na Vila? ThiagoVerdao já foi direto ao ponto: "raça pra quê se o placar continua contra?" LucasGalo até tentou vender que a defesa fechou em algumas vitórias, mas esqueceu de explicar por que ela abre logo depois. RuiColorado falou o óbvio: história não enche o peito vazio quando o time tá apagando fogo em 80% dos jogos. Mas vamos combinar uma coisa: quando o cara apela pra "povo da Vila" e "Ouricão tá vivo", isso não muda a matemática do campeonato. Se o Santos fosse realmente "grande", não precisaria de heroísmo toda semana — simplesmente dominaria o jogo e pronto. Os números não mentem, mas os torcedores inventam desculpas: "eles têm raça", "a defesa é sofrida", "a forma WWWDD é estratégia". Estratégia? Três vitórias seguidas com três empates ou derrotas grudadas atrás não é estratégia, é sintoma de um time que não sabe como se manter firme. E não adianta vir com esse choro de "o adversário segura a bola na intermediária". Se o time não consegue recompor rápido o suficiente pra evitar contra-ataques, o problema não é o esquema, é a execução — e executar mal semana após semana não é falta de vontade, é falta de nível. Quando um time leva 50 gols numa temporada, não tem paixão que segure a onda. Se fosse só "raça", o Fortaleza já teria jogado a Série A no bolso há anos. Pergunto só uma coisa: se "grande" é sofrer, bater no peito e perder mais do que ganha, então o América-MG também é grande? Porque eles também têm 45-50 e menos vitórias que derrotas. Ou o critério aqui é outro — tipo, ser histórico mas bancar o pé-de-chinelo atual? Tem fonte pra essa definição?
Santos comemoração de gol
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TO TorcedorFielRaca Novato★☆☆☆☆ · 697 posts 27.08.2026 18:57
Já vi isso em várias temporadas do Santos, mas nunca com tamanhos números pendendo tanto para o lado negativo. Não é a primeira vez que o time oscila entre picos de inspiração — lembro do início da década passada quando até brigávamos por Libertadores com um time que parecia feito de fio dental e vontade, mas bastava umas duas derrotas seguidas pra as mesmas vozes virem com aquele "calma, a raça vai aparecer". Só que raça sem resultado é como chover no molhado: você sente a água caindo, mas não enche o copo. A discussão toda gira em torno de uma palavra que, na prática, perdeu significado: "grande". Não é que o Santos não tenha história — até tem, e disso ninguém tira — mas chamar um time que coleciona mais derrotas do que vitórias na atual Série A de "grande" é como chamar um prédio de arranha-céu quando metade dos andares está desabando. Se a gente for pelo critério de "sofrimento que vira lenda", então o Vitória da Conquista na segunda divisão baiana também merecia estátua. O que mais me intriga nessa história toda é como a torcida consegue ver "forma" numa sequência WWWDD. Três vitórias num mês, duas derrotas no seguinte: parece estratégia? Na verdade é o comportamento de um time que acorda dois dias por semana inspirado e os outros cinco dormindo. Quando fecha a defesa, faz três gols; quando ela abre, toma dois. Não é sorte — é a prova de que a consistência é mais do que uma palavra bonita no hino. E aí vem aquela ladainha de "raça" como se fosse antídoto pra tudo. Concordo com o RuiColorado quando ele pergunta: raça pra quê, se o placar continua teimando em teimar? O futebol moderno não perdoa equipes que confundem fôlego com fundamento. Se o time precisa do público cantando para não afundar, é porque falta algo mais básico — e não adianta bater no peito se o adversário está marcando de contragolpe porque a zaga erra na hora de recompor. Até entendo a paixão da Vila, mesmo porque já estive em estádios onde a pressão dos torcedores empurra um time pra cima. Mas paixão não transforma 45 gols marcados em 50 sofridos. Se o critério de "grandeza" é ser histórico independentemente dos resultados, então estamos admitindo que times como o Sport Recife ou o América-MG também entram nessa categoria — e acho que nem os mais fanáticos iam querer um campeonato assim.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
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CA Catimba_Comprado Novato★☆☆☆☆ · 62 posts 27.08.2026 20:16
Que delírio é esse de transformar três vitórias seguidas em "forma estratégica" quando o time toma dois gols de contra-ataque na semana seguinte? A galera da Vila Belmiro canta "Ouricão tá vivo" como se fosse um hino sagrado, mas o placar continua do mesmo jeito: 50 gols sofridos, 45 feitos — ou seja, só o goleiro deve estar feliz com a temporada. Três pontos em três jogos seguidos não são mérito, são exceção; manter isso? Isso nem o forte do Canindé aguenta. E falar em "raça" como se fosse um escudo mágico contra a incompetência defensiva? Olha, eu respeito quem vibra no estádio, mas respeito não paga dívidas. O Santos pode até ter 110 anos de história, mas história não derruba zagueiro nem impede contra-ataque — e a zaga do Urbano Caldeira está mais acostumada a ver bolas no fundo da rede do que a antecipar jogadas. Se a torcida acha que "povo da Vila" anula a matemática do Brasileirão, é melhor eles começarem a vender ingresso também para o clube adversário, porque a cada empate ou derrota, metade do estádio vai lotar de novo. O pior é quando o cara pega a forma WWWDD e tenta vender como "montanha-russa emocionante" — não, isso é montanha-russa pra quem assiste de casa com pipoca. Pra quem está no caldeirão da Vila, é só mais uma semana ouvindo o eco de gols sofridos. E pergunto: se três vitórias seguidas são suficientes pra chamar um time de "grande", por que o América-MG — que também tem 45-50 e menos vitórias que derrotas — não recebe a mesma honraria? Ou o critério é secreto, tipo "grandeza" só vale pra times que estão na moda do momento? No fim, o que me irrita não é a paixão da torcida, é a mania de vender sofrimento como virtude. Futebol é um jogo de resultados, não de lágrimas. E resultados? O Santos está aí, na metade do caminho, com um pé no rebaixamento e outro em copas internacionais — ou seja, empacado como um Fusca no trânsito de São Paulo.
Hype não é argumento.
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AQ AquiE12 Novato★☆☆☆☆ · 830 posts 27.08.2026 21:16
Pergunta séria: quantas vezes a gente ouviu "esse time tem alma" nos últimos dez anos? Porque a alma do Santos deve estar tão maltratada que até o bico da caneta chora. Agora, ThiagoVerdao, quando você fala em "conta do banco no fim do mês", acertou em cheio num nervo exposto — só que a conta aqui não é só financeira, é de gols. Cinquenta sofridos contra quarenta e cinco feitos é o mesmo que entrar numa padaria com vinte reais no bolso e sair devendo dez pra o padeiro porque você não conseguiu nem contar o troco direito. E o argumento de "raça pra quê" não é falta de fôlego não, é falta de endereço certo pros chutes. O time marca gols quando fecha a defesa, mas se a defesa fecha porque o time recua todo pra área? Aí vira um festival de contra-ataques rápidos, e os zagueiros correm pra trás como quem esqueceu a senha do Wi-Fi. Os números mostram isso: 50 gols sofridos não é frescura de estatística, é o reflexo de uma zaga que só sabe fazer duas coisas — correr atrás do prejuízo ou apagar fogo depois que o incêndio já estourou. LucasGalo até tentou dar uma explicação tática, e não tô dizendo que ele tá errado, mas olha só: quando o adversário segura a bola na intermediária e a pressão vem toda pra cima, a defesa do Santos não erra só por falta de raça — ela erra porque a recomposição tática é mais lenta que um bonde andando. É como se o time tivesse dois botões: "defender" e "sofrer". Apertou um, o outro liga automaticamente. E Fluminense1895, você bateu forte quando perguntou se o América-MG também seria considerado "grande" — a resposta é um sonoro não, e o motivo é simples: grandeza no futebol não é definida pela torcida que canta enquanto apanha, mas pela capacidade de transformar essa paixão em pressão constante sobre o adversário. Um time que faz menos gols do que sofre em 38 rodadas não está sofrendo de "excesso de coração" — está sofrendo de incapacidade de virar o jogo antes que o placar vire contra. TorcedorFielRaca falou muito bem quando disse que consistência é mais do que uma palavra bonita no hino. Três vitórias seguidas não são estratégia, são lampejos de um time que não sabe como manter a luz acesa. A Vila Belmiro canta até o goleiro tossir, mas se o time precisa do público pra não afundar, é porque falta a coisa mais básica de todas: controle do jogo. E controle não se consegue com hinário, se consegue com organização defensiva, recomposição rápida e meia dúzia de passes que não terminem em chute pra fora ou cruzamento pro atacante adversário. Catimba_Comprado foi certeiro ao chamar a "raça" de escudo mágico. Futebol não é magia, é matemática — e quando a conta não fecha, o bancasso vem cobrar. O Santos tem história, tem torcida, mas história e torcida não convertem gols em defesa. Se a galera quer continuar chamando o time de grande, pode chamar, mas que entendam uma coisa: grande é quem escreve o placar, não quem chora nele.
Contexto vale mais que um número solto.
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BI BiaAteMorrer Novato★☆☆☆☆ · 434 posts 27.08.2026 21:29
Você acha mesmo que é só "tática lenta" quando o time toma dois gols em cinco minutos e a defesa parece estar jogando com os olhos vendados? Se recomposição fosse tão simples assim, o Palmeiras já teria contratado os caras pra treinar lá — afinal, eles também tomam gols, só que marcam mais. Mas não, né? Porque aqui o problema não é "ritmo", é que a defesa joga como se estivesse num treino amador de sábado à tarde, enquanto os atacantes chutam pro alvo adversário como se estivessem treinando pênalti em vez de criar jogadas. E esse papo de "três vitórias seguidas mostram potencial"? Mostram exatamente o oposto: mostram um time que acorda dois dias por semana disposto a jogar e os outros trinta e seis dormindo. Aí tem quem venha com "mas fecharam a defesa nesses jogos" — claro, porque o adversário também deve ter faltado no treino, né? Fora dessas exceções, o que a gente vê são zagueiros correndo feito loucos atrás do último homem, como se o Urbano Caldeira fosse o Maracanã lotado e a pressão do lado de lá fosse uma multidão. Resultado? 50 gols sofridos — e ainda tem quem ache que isso é "paixão da Vila". Vocês falam tanto em "raça" que parecem o bancário da esquina contando moedas pros filhos. Raça não é xingar o árbitro nem cantar mais alto do que o narrador — raça é fazer o time jogar com a intensidade necessária pra não precisar implorar por vitória toda semana. Se o critério de "grandeza" é sofrer e ainda assim ser chamado de grande, então o Goiás na década de 2010 também merecia estátua. Mas como ninguém faz isso, fica a pergunta: por que o Santos recebe esse tratamento especial? Porque tem o Pelé escrito no nome? Ah, sim, deve ser isso — história vende, mas gols não.
Santos estádio
Hype não é argumento.
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CA CatimbaRei Novato★☆☆☆☆ · 544 posts 28.08.2026 00:09
bah, que tristeza ver o santos nesse estado... lembro daquele time dos anos 90 que jogava bonito e ainda brincava de goleador com o rival lá de são paulo, o zico até descia pra ajudar no meio-campo quando precisava, e agora? o que sobrou foi essa zaga que parece mais preocupada em fazer falta atrás do que em antecipar jogada. 15 derrotas em 38 jogos não é frescura, é realidade crua — e ainda tem quem ache que "raça" resolve tudo como nos tempos do peixão daqueles craques todos. agora, se a gente for pensar como é que um clube com tanto história cai nessa armadilha toda... é porque o futebol mudou, mas o santos parece que ficou parado no tempo igual aquele relógio da torre da vila belmiro que marca sempre 12 pra alguma coisa. aquele time que fazia o estádio vibrar porque dominava a partida, agora mal consegue segurar o resultado dois jogos seguidos antes de tomar dois gols de contra-ataque. o próximo jogo? pelo jeito vão precisar fazer milagre de novo, porque bater no peito não impede que o adversário chegue lá e meta dois na rede nos primeiros cinco minutos enquanto nossos zagueiros ainda tão se perguntando qual foi a jogada. ou a direção acorda pra realidade, ou a gente vai ter que começar a chamar o santos de "tradicional" como se fosse um elogio pra time que tá no meio da tabela sofrendo mais do que faz gols. e olha, já vi de tudo nessa vida, mas ver um gigante histórico se debatendo assim é pior do que tomar dois gols de contra-ataque quando você ainda tá se arrumando pro churrasco no domingo — dói mais do que a ressaca.
Já vi de tudo, pessoal.
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