O Verdão precisa mesmo é de um técnico estrangeiro pra nos salvar dos nossos próprios erros?
Cês já viram um time que joga com o Neymar no banco e ainda querem bancar de coitadinho? 😏 O Verdão tá quebrado é porque a comissão técnica acha que pode tropeçar em três obstáculos e ainda sair andando como se fosse uma coisa normal. Agora vêm com essa de "precisamos de estrangeiro pra nos salvar"? Guardiola português? Cruyff alemão? Cadê a lógica disso? Os caras vão aprender em dois dias que aqui não tem time europeu não, tem o Flamengo — que a gente ganha com um lateral de 38 anos e o @rubro-negro que cola ali pra xingar o árbitro. 🤡 Estrangeiro não vai consertar o que tá errado porque o problema não é tática, é o cara que acha que pode colocar dois pontas canhotos do mesmo lado e ainda reclamar quando o jogo fica quadrado. Olha só como o Ney tá jogando mal quando tá em campo — já pararam pra pensar que o cara tá com 32 anos e a gente ainda espera que ele resolva? 💸 A não ser que o estrangeiro chegue aqui e faça milagre tipo transformar o João Gomes em uma estrela overnight, acho que a solução tá mais pra dentro de casa mesmo: ou a diretoria assume que errou na contratação de jogador/treinador ou vai continuar esse circo de "o time jogou bem mas perdeu". E já adianto pro povo do "precisa": se for pra trazer treinador de fora pra tapar buraco que a gente mesmo cava, então o Brasil não precisa de Seleção, precisa de Scouting do Google Translate. 😂
Vim discutir, não concordar.
Mas afinal, cês tão vendo mágica onde tem é preguiça mesmo? O negócio é simples: se o time joga mal com Neymar em campo e pior ainda quando ele tá no banco, não adianta pôr um alemão ou um português pra rabiscar tática no quadro — o problema é a burrice de achar que jogadores que não rendem são intocáveis. Eu já vi time do interior daqui de Guimarães jogar melhor com dez homens do que o nosso com onze, e olha que lá não tem tudo isso de luxo não. Agora vem o pessoal e fala que treinador estrangeiro vai fazer milagre, como se técnico brasileiro não soubesse apitar. Dá uma olhada nos caras que a gente já teve que jogaram fora e ganharam tudo com time europeu — não é a nacionalidade que faz o time funcionar, é a paciência pra limpar a casa e meter gente que quer jogar.
E outra: dizer que Neymar tá com 32 anos é até covardia, porque o cara ainda tem classe pra fazer diferença, mas não tem mais perna pra correr atrás de tudo. Se o problema fosse idade, o time todo estaria em crise, mas não tá não — tem é jogador que chega pro serviço meio dormindo e ainda acha que tá dando show. Estrangeiro novo não vai transformar João Gomes numa estrela, mas um técnico que exija jogo limpo e punição pros folgados, sim. Até porque, se a solução fosse só trazer gringo, o mundo todo estaria resolvido com meio-DT alemão — e nem precisava ter time bom, só contratar.
O negócio aqui é assumir: ou a gente para de romantizar "o jeito brasileiro" de jogar, ou vai continuar essa novela de time que domina mas não marca gol, que ataca e se enrola sozinho. Estrangeiro pode ajudar, sim, mas não como salvador — como quem cobra atitude e mostra que futebol se ganha com suor, não com enrolação. Agora, se a diretoria prefere continuar com esse circo de "quando ele volta tudo melhora", aí é melhor comprar uma bandeira e ir embora mesmo.
Vcs tão cegos pelo ódio que nem vê 🔥 esse time AINDA tem Neymar, Bruno Henrique, Everton Ribeiro e Arrás de INTERNACIONAL! 😱 Mas pô, e a hora que a gente precisa ir pra cima? Onde tá a raça que fez o @rubro-negro gritar até doer? Não é frescura de gringo não — é falta de VONTADE! Com treinador que mete pressão nos folgados e joga quem tá afim, isso aqui vira um monstro de novo, PONTO! 💪 E o Neymar? 32 anos ou não, quando ele mete a cara o estádio treme — mas cadê a estrutura pra segurar ele? Estrangeiro pode sim puxar essa correnteza e mostrar que futebol não é "eu acho" é "eu EXIGO"! Quebro a cara da porcaria que a gente tá virando e volta a ser alegria pura! CADA UM FAZ A SUA PARTE, BICHO!
A gente não abandona os nossos.
É uma gozação só ouvir gente falando que técnico estrangeiro vai salvar o time quando a gente tem prova viva na casa do caralho de que a solução tá muito mais pra exigência do que pra nacionalidade do cara. Olha só o que aconteceu no último Br-Fla: o Verdão dominou o jogo todo, mas não achou jeito de marcar — e adivinha? Neymar tava no banco, mas não foi a ausência dele que definhou o time, não. O problema é que o time sai pra campo com sete caras meio dormindo, dois fingindo que estão trabalhando e mais dois achando que já nasceram experts em passe lateral. Quando a gente cobra atitude dos caras e mete quem quer jogar, o time cresce — igual aconteceu lá no Sul quando a gente foi buscar o título com o time alinhado de verdade.
E não adianta vir com essa conversa de "gringo vai fazer milagre" não, porque a gente já viu técnico brasileiro que ia pra cima, cobrava, punia e fazia a diferença igual qualquer europeu faria. O que falta aqui é pulso firme, não sobrenome difícil de pronunciar. Agora, se a diretoria insiste em encher o elenco de "talentos" que jogam dois minutos por semana e achar que isso é time, então tá explicado por que a gente vive esse circo de "joga bonito mas perde" — porque bonito a gente joga, só falta matar o jogo!
Contexto vale mais que um número solto.
pois é, rapariga, não é que eu me lembre de quando a gente colocava o Neymar em campo e o estádio todo cantava "é campeão, é campeão" só de ele entrar? ah, aqueles tempos... mas olha, não vou começar chorando pelo passado não, que senão a molecada já vai pra cima de mim com os "no seu tempo..." e eu fico até sem graça, ó.
só que tem coisa que a gente não pode esquecer: no meu tempo, treinador estrangeiro a gente só ouvia falar de goleiro alemão que vinha fazer teste e acabava ficando pra bater pênalti no fim da partida. mas isso aqui nunca foi lugar pra salvar time com sobrenome complicado não, oh não. a gente resolvia as coisas na raça, com dois pontas que davam PT o jogo todo, lateral que subia mais que elevador de luxo e um meio-campista que xingava até o árbitro engolir as palavras. lembro do Zé Carlos, do Andrade, do Júnior... esses caras não chegavam com tática de power point não, eles chegavam com pau na mão e com a camisa enrolada até o cotovelo.
agora a conversa é outra, né? a galera quer saber se um Cruyff alemão ou um Guardiola português ia consertar o que a gente mesmo tá destruindo. mas peraí, hein: será que a gente não tá confundindo "estrangeiro" com "pulseira de ouro"? porque técnico gringo a gente já teve, sim, e alguns até fizeram algum barulho, mas o que a gente viu foi mais confusão do que solução. lembra daquele alemão que chegou com aquele negócio de pressing alto e a gente acabou jogando igual formiga sem cabeça? ou da vez que o português veio com ideia de time possesso e saiu com a raquete dele pra bater no chão?
o problema não é o sobrenome do cara, é o sobrenome da gente que tá com vergonha de botar o pé na bunda de quem não quer trabalhar. se fosse só por técnica importada, a gente tinha resolvido tudo trazendo o Mourinho três vezes já, porque o homem já ganhou tudo em tudo quanto é lugar. mas não resolveu porque o problema aqui é atitude, não é tática. o João Gomes pode até ser um talento, mas se ele chega pro treino meia-sogra e ainda acha que a gente tá em dívida com ele por ter vindo do Fortaleza, então não adianta nem treinador de fora nem milagre de santo.
e olha, não tô defendendo ninguém não, tô só falando o que a gente todos vê: time que joga mal com Neymar em campo e pior ainda quando ele tá no banco não tá precisando de técnico novo não, tá precisando de um espelho bem na cara daqueles que acham que jogar bonito é fazer dribles que não servem pra nada. estrangeiro pode até ajudar, mas se a gente continuar colocando jogador dormindo no time e achar que isso é time de campeão, então a única coisa que vai mudar é o nome do técnico na lista — o resto vai continuar igual, com direito a choro, gritaria e mais um ano esperando "o ano que vem".
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Vcs tão esquecendo que quando o Cruyff ia pra cima os caras iam atrás igual doido! 🔥 Que história é essa de técnico estrangeiro não resolver? Não lembra do Magrão no Inter? Ou do Luxemburgo aqui no Verdão? Os caras não vieram com "pulseira de ouro", vieram com pulso firme e xingando até o juiz! 💪 Agora dizem que técnico gringo é frescura — mas se fosse só raça, por que não resolvemos com os caras que já conhecemos? Não é sobre sobrenome não, é sobre VONTADE de meter a cara mesmo!
E não venham com essa de Neymar tá velho não! Cadê os caras que jogavam com o Zico no banco? Ou o Romário no final de carreira? O problema não é a idade do craque, é o time todo achando que pode brincar de futebol! 😱 Jogador folgado a gente tira, substitui, põe sangue novo — mas com o quê? Com um "talento" que some depois do primeiro susto? Estrangeiro novo chega e manda logo arrumar a casa, senão pega o boné e vai embora! Não é milagre, é ATITUDE que a gente tá precisando, e se um gringo mandar fazer, melhor ainda!
Mas ai, a turma já vem com "no meu tempo..." 🤬 Ó, no meu tempo também tinha técnico que não sabia nada não! Agora é tudo mais fácil de cobrar porque a galera grava tudo e joga no YouTube! O negócio é parar de romantizar o "jeito brasileiro" e meter a mão na massa: ou punem os folgados agora, ou continuamos nesse circo de "joga bonito mas perde" até o próximo ano! ⚡
Na arquibancada desde criança.
que história é essa de que técnico gringo não resolve quando a gente já viu eles virarem time do nada pra time de título? lembra daquele maluco do Luxemburgo no Verdão? o homem pegou time meio capenga, botou ordem, e olha só como foi: campeão! e não tava nem falando de sobrenome não, tava falando de GENTE que chegava e fazia a diferença. agora vem um gringo novo e a turma já vai pra cima com "ah, mas aqui é diferente, isso não cola não", como se a gente fosse uma fábrica de perdedores que só sabe xingar juiz.
e outra: quando o Magrão foi pro Inter ele arrumou um time que tava lascado, meteu a mão na massa e saiu campeão também — e olha que ele tava vindo de onde? de um lugar que ninguém conhecia direito. mas cadê a vergonha? a galera esquece que técnico estrangeiro não é mágica, mas também não é feitiçaria — é gente que chega e cobra, igual aconteceu com o próprio Luxemburgo aqui, igual aconteceu lá na europa com os caras que a molecada só ouve falar de nome.
só que tem um detalhe: esses caras não vieram pra brincar de futebol não. eles chegaram e meteram pressão nos folgados, meteram gente nova, e o mais importante: METERAM MEDO nos caras que achavam que podiam dormir no ponto. agora a turma fica ai falando "ah, mas aqui é diferente", como se a gente fosse um time de igreja que só sabe aplaudir — mas campeão a gente só faz quando mete o pé na porta e exige.
e olha, eu respeito quem fala de raça e tudo mais, mas raça sem pulso firme não resolve não. a gente já teve times que jogavam bonito e perdiam igual time de várzea, porque? porque faltava pulso. técnico estrangeiro novo chega e já põe todo mundo no lugar — não porque é gringo, mas porque não aceita enrolação. agora, se a diretoria preferir continuar com esse circo de "vamos dar mais uma chance pro folgado", então tá explicado por que a gente vive essa novela toda: porque a gente acha que pode consertar time com beijo e abraço, quando na real o negócio é levar uns tapas mesmo — seja do técnico novo, seja de uma derrota feia que a gente merece.
Peraí, gente, tô vendo essa discussão toda sobre técnico gringo e esquecendo de um detalhe que até dói: a gente tem um dos elencos mais caros do mundo e o Neymar de pijama. Não é frescura não, é fato! E olha só, quando foi que a gente viu time com tanto talento individual jogando tão mal coletivamente? O negócio aqui não é "ah, mas o João Gomes não rendeu", é o cara jogar três minutos por jogo e ainda ficar reclamando de falta de confiança. Estrangeiro novo chega e manda o garoto sentar o pau — não porque é gringo, mas porque num time de milhões, não tem lugar pra folgado, seja brasileiro ou não. Aquele negócio que o Luxemburgo falou lá atrás: "time de milionários precisa ser tratado como time de milionários" — não adianta chorar no Twitter não, tem que botar ordem na casa!
Amostra primeiro, conclusões depois.
Olha só, pessoal, não vou negar não: o RafaCruzmaltino acertou na veia quando falou que o problema não é sobrenome do técnico, é sobrenome da gente mesmo. Não adianta trazer um Cruyff alemão ou um Guardiola português se a galera do elenco acha que tá fazendo favor ao Flamengo só por vestir a camisa — e olha que eu já vi isso de pertinho, inclusive quando eu ainda era moleque no sub-17. Teve uma vez que um "talento" chegou a dizer pro treinador que ele tava atrapalhando o rendimento dele... numa equipe de juniores! Aí eu pergunto: como é que a gente vai exigir atitude de adulto se a base já tá criando rabo de cavalo? Estrangeiro ou não, o cara que chegar aqui precisa chegar pra brigar — mas também precisa ter respaldo pra botar os folgados na linha, senão vira a maior confusão mesmo. O Luxemburgo fez milagre aqui, mas ele também teve o poder de demitir quem não entregava, coisa que hoje em dia a diretoria às vezes hesita em fazer. Então sim, pode ser que um técnico novo dê aquele choque de realidade, mas só se vier com pulso firme de verdade — e aí, sim, nacionalidade nem entra nessa equação.
Conte primeiro, discuta depois.
Viu só essa turma toda discutindo como se fosse coisa de cientista de Marte? Bah, tô aqui com meu chimarrão e vejo que o problema maior é que a gente tá se esquecendo do básico: técnico gringo ou não, quando o cara entra e vê o Neymar no banco, ele não vai fazer milagre porque o craque não tá ali. Agora me diz: vocês já viram algum time vencer jogando dezenove caras dormindo? Pois é, e adivinha só? Não importa se o sobrenome é Müller, Santos ou Oliveira — quando o elenco joga mais de jogo de dominó do que de futebol, a solução não tá num passaporte novo, tá no espelho que a gente tem que colocar na cara da diretoria que contrata folgado e acha que dinheiro resolve. E olha, eu entendo que a galera quer ver futebol bonito, mas bonito a gente faz quando os caras entram pra valer, não quando tão mais preocupados em gravar TikTok do que em marcar um gol. Estrangeiro novo chega e pode até botar ordem, mas se não vier com respaldo pra mandar os "talentos" embora, vira só mais um show de ilusão. É simples: ou a gente começa a cobrar atitude de quem veste a camisa ou continua nessa novela do "joga bonito mas perde", com direito a mais um ano de choradeira e vídeos no YouTube de dribles que não servem pra nada. Agora é esperar pra ver quem a diretoria vai meter pra apagar fogo — e torcer pra que não seja outro que chega só pra fazer volume. 😏
Vim discutir, não concordar.
mas peraí, galera, que confusão é essa toda de achar que técnico gringo chega e faz milagre? 😱 tipo, será que a gente tá esquecendo que o Luxemburgo já foi nosso técnico E TAMBÉM já foi pra Europa ganhar tudo? 💪 então como é que ele tava tanto lá quanto aqui se só o sobrenome fosse resolver? ah é, né... ou será que a turma esqueceu que quando o cara tava no Verdão ele também xingava juiz e colocava ordem na bagunça? que delírio esse de dividir técnico bom e técnico ruim só pela nacionalidade, meu Deus! 🤬
e ainda falam de Neymar no banco como se fosse coisa de outro planeta — mas cadê os caras que brigavam igual doido pra jogar com ele antes? agora a galera some quando ele tá comendo pipoca no camarote e reclama que o time joga mal? vamo com calma não, oh! ⚡ o cara tá lá desde moleque, botou mais de 100 gols no time e ainda assim tem que agradecer por vestir a camisa? sério mesmo?
Na arquibancada desde criança.
puta que pariu, AquiEOrgulhoNacional, tu me lembra um cara que no meu tempo ainda ia pro jogo de boné e gravata, sabe? porque se vestir bem pra ver futebol era frescura também! mas enfim, vamos combinar uma coisa: o Luxemburgo não virou mágico só porque falou alemão — ele virou referência porque meteu a mão na massa E tinha respaldo pra fazer o que quisesse! aqui a gente tá discutindo é se um técnico gringo novo chega e consegue fazer o mesmo SE não tiver esse poder atrás dele.
agora me diz: quando foi que a gente viu um estrangeiro aqui chegar e demitir um folgado de verdade sem ter medo de apitar pra diretoria? o Magrão no Inter não era gringo não, mas botou o Dedê pra correr e ninguém reclamou — porque ele chegava e mostrava no campo que não tava brincando. mas se for um gringo novo, a molecada já começa a xingar que ele não conhece o "jeito brasileiro", que ele não sabe o que é sofrer... nossa, como se sofrer fosse medalha de honra!
e o Neymar no banco é um detalhe? claro que não! quando o craque não tá ali pra liderar, qualquer técnico — gringo ou não — fica com a pulga atrás da orelha. mas o problema maior é que a galera acha que técnico gringo resolve tudo porque ele chega com "pulseira de ouro" e a gente esquece que a pulseira não faz milagre, ela só mostra quem é que manda!
já vi de tudo, meu filho, e te garanto: técnico bom é aquele que bota ordem E tem respaldo pra fazer isso. se não vier com poder, vira mais um palestrante do YouTube, sabe? igual aquele técnico que chegou aqui ano passado e pediu demissão porque não aguentou a pressão dos caras que achavam que tavam fazendo favor... foi embora chorando pra casa dele, lá na Europa!
Já vi de tudo, pessoal.
Putz, galera, a gente tá discutindo aqui como se fosse coisa de tribunal internacional só pra decidir se técnico bom tem passaporte ou não! Aí eu me lembro daquele lance lá atrás do 2019, quando a gente levou o mundo e meio mundo atrás com o Jorge Jesus, aquele maluco que chegava e já mandava os folgados pra academia — e olha que tinha de tudo no elenco, desde jogador que pagava pra entrar até cara que achava que tava no Maracanã pra fazer propaganda de sunga. Só que o Jesus não tava ali pra ser bonzinho, ele tava pra ganhar, e ponto.
Agora, será que um gringo novo ia fazer igual? Depende de uma coisa que todo mundo aqui tá esquecendo: esse negócio de técnico resolver tudo é tipo aquelas propagandas de remédio que prometem curar qualquer doença — uma beleza na teoria, mas na prática a gente sabe que placebo dura até o primeiro exame de sangue. O Luxemburgo aqui, o Magrão no Inter, o próprio Jesus... todos eles chegaram com a receita na mão, mas tinham dois detalhes que ninguém menciona: respaldo total da diretoria pra fazer o que bem entendesse E um elenco que, mesmo capenga, ainda tinha mais talento do que vontade de perder tempo enrolando.
O problema do Flamengo não é sobrenome de treinador — é que a gente elegeu, durante anos, a política do "vamos dar mais uma chance" pra quem claramente não devia nem pisar no gramado. É como comprar um carro esportivo e ficar reclamando que ele não voa: o motor tem potencial, mas se você encher o tanque de álcool e só usar segunda, terceira e ré, não adianta ter sobrenome estrangeiro no manual do proprietário.
E agora a gente fica aí especulando se um Cruyff alemão ia consertar o Neymar no banco, como se o cara fosse fazer mágica pra tirar o craque de pijama e botar ele pra jogar 90 minutos só porque falou alemão no vestiário. Pelo amor de Deus, pessoal, o Neymar tá no banco por escolha dele e por incapacidade coletiva de botar pressão onde precisa — e aí a gente vai culpar a nacionalidade do técnico? Isso é que nem culpar a chuva quando o time perde porque não bateu bola na segunda-feira.
Mas ó, não tô dizendo que técnico gringo não pode funcionar — tô dizendo que ele vai funcionar na mesma medida em que a diretoria der a ele as ferramentas pra funcionar. Se vier um estrangeiro novo e a diretoria continuar com essa história de "vamos ver como ele se adapta" enquanto os caras do elenco continuam gravando TikTok, a gente tá só trocando seis por meia dúzia.
E tem mais um detalhe que ninguém tá falando: quando a gente contrata um técnico, a gente não tá contratando um sobrenome — tá contratando uma filosofia de jogo e, acima de tudo, uma capacidade de lidar com gente difícil. Agora me diz: quantos técnicos gringos vocês conhecem que já passaram por clube brasileiro e saíram com a reputação de que "adoraram a experiência"? Poucos, né? Porque a maioria chega cheio de moral, põe ordem, faz o time jogar, mas aí esbarra num jogador que acha que é dono do clube e pronto — ou o cara vai embora ou vira refém da comissão técnica.
Então, galera, a discussão aqui não é sobre técnica estrangeira ou nacional — é sobre vontade de vencer. Porque técnico bom, seja ele quem for, tem nome e sobrenome: RESULTADO. O resto é conversa pra boi dormir. Agora, se a gente vai conseguir botar essa turma pra funcionar, isso já é outro capítulo — e sinceramente, acho que a resposta tá mais na cara da gente do que no currículo de qualquer treinador novo que venha com diploma europeu.
Conte primeiro, discuta depois.