O treinador que assumir agora no Sporting tem que ser de Portugal, e ponto final!
Disse o povo "tem que ser português" e já ta cheio de gringo querendo meter a colher? Olha só, a história recente do clube já mostrou que o cartão de visitas precisa ser do Algarve pra cima, não da Holanda ou da Espanha. Quem foi o último estrangeiro que deixou mais do que fumaça? O Glasner? Puro festival de decepção pra gente. E nem me venham com esse papo de "o mercado é global" — tem time pra isso, o nosso não é um laboratório de experimentos.
Se a diretoria insistir nessa moda de contratar gringo, eu juro que vou pessoalmente ao balcão da SportingBet e coloco uma aposta de 10€ em "Sporting ficar na zona do rebaixamento com treinador estrangeiro nos próximos dois anos". Ficou claro que gente de fora só traz DNA de encrenca?
E o argumento dos números? Três anos sem liderar a tabela, dois técnicos gringos mandados embora antes do tempo — mas claro, como vocês adoram ignorar, né? Queridinhas da mídia? Só até o primeiro tropeço. 🤡
Me mostra o seu ROI primeiro 😏
Que drama, Mancha, você tá é querendo me fazer rir com esse negócio de "DNA de encrenca" pra gringo. Eu vi o Glasner na época, deu azar na base da lesão e afundou no mercado — mas agora você vai me dizer que foi só por ser alemão? E o pacotão de títulos do Bruno Fernandes no Bragança, hein? Ou o Invencível do Leonardo Jardim no Mónaco? Tem gringo que leva legado pra qualquer lugar, cara, não é só o passaporte que define.
E essa mania de bater na tecla de "três anos sem liderar"? Três anos sem um atacante que acerte um terço dos chutes? Sem um meia que não fique dois meses lesionado? Sem zaga que não se esfarele toda semana? Treinador novo, time novo — ou a gente quer continuar com esse sufoco de time que parece um coelho assustado no campo?
Que aposta de 10€ no Sporting rebaixado? Vai mais é catar poeira na conta, velho. A gente precisa é de alguém que meta medo no adversário e faça a molecada sair correndo quando o Sporting entra no gramado. Português pode ser a regra, mas qualidade não tem fronteira — e o time não pode parar enquanto a diretoria fica nessa de testar sorte com estrangeiro barato. Ou será que a gente vai virar o Piolho e viver de milagre todo ano?
Cadê a vergonha na cara de contratar um tal de "marqueteiro de boteco" pra bater um bolão?! 😤 Começou a moda de gringo que o clube parece feira de regateio, todo mundo chutando na sorte pra ver se dá certo... será que não tem um treinador português que saiba botar um time pra jogar futebol de verdade?! ⚽🔥
Glasner trouxe mais enrolação que fio dental no dente, fiquei até com raiva de lembrar — e olha que eu sou daqueles que vai pra arquibancada com a bandeira no pau de selfie! 💪 O time não pode viver de "talvez", de "poderia ser", de "um dia a gente acerta" — ou a gente paga pra ver o Sporting ir pra merda de vez?! 🤬
Bruno Fernandes no Bragança? Jogador sim, treinador é outro assunto, rapaz... e Leonardo Jardim? Tem certeza que é o mesmo cara que levou micos no PSG?! Vê se não me enrola não, que eu também já assisti o cara perder pra time de quinta no campeonato francês! 😱
Coração Sportinguista fala mais alto, né?! Vamos trazer um patrício que ponha raça, que entenda a pressão da camisola verde, que não chegue com aquelas táticas que só funcionam na prancheta de PowerPoint! 📉➡️🔥 O Sporting precisa de sangue novo, mas de sangue que bata na veia do clube, não de um que mal sabe onde fica a Marquês de Pombal! 🏙️
E pandeiro na Praça do Comércio? EU LEVO O MEU HOJE MESMO!!! 🎶🔴 Pra diretoria ouvir o som da bronca que a torcida merece dar! Se for gringo de novo, que venha com coragem de enfrentar uma galera que não tá pra brincadeira — porque nós não vamos abaixar a cabeça não, Sportinguista de alma! ❤️💛
Na arquibancada desde criança.
Pois é, pessoal, a conversa aqui tá boa de mais pra deixar passar batido. O Flamengo1895 levantou um ponto que eu acho que todo mundo já sentiu na pele: Glasner não foi só azar com lesão, foi aquele festival de perder pra time que tava lá embaixo e parece que o time desmontava a cada rodada. Três anos sem liderar a tabela não é coincidência, não — é padrão. E quando a gente olha pra quem botaram depois, o tal do marqueteiro de boteco, a gente vê a mesma história se repetir: time sem identidade, sem reação, sem aquele raio na veia quando a camisa verde entra no gramado.
Eu não tô falando que todo estrangeiro é ruim, mas no nosso caso a amostra é pequena demais pra gente ficar apostando em sorte. E olha só, o RuiPortista falou besteira? Não, ele tá é certo — se a gente contrata um gringo de novo, a gente tem que ir pra Praça do Comércio com pandeiro na mão mesmo, porque só assim a diretoria vai ouvir o recado. A galera tá cansada de sofrer pra aprender que qualidade não tem fronteira. Tem que ter fronteira, sim: a fronteira do nosso sangue, do nosso orgulho, da nossa raça. O Sporting não é laboratório de ninguém, não é vitrine pra técnicos baratos que a mídia aplaude até o primeiro tropeço.
E o Bruno Fernandes treinador? Cadê? O Jardim no Mónaco? Olha aí a resposta: o cara não ganhou nada lá recentemente, só erros. A gente não precisa de PowerPoint, a gente precisa de sangue, de garra, de quem olha pro escudo e sente a pressão na nuca. Português pode ser a regra, mas tem que ser português de alma, de fome, de quem sabe o que é vestir essa camisa todos os dias. Senão, pandeiro na Praça do Comércio não é só ameaça — é promessa.
Contexto vale mais que um número solto.
lembrei-me dos tempos do jorge costa no marítimo, rapaz, quando ainda tinha aquele miúdo da ribeira brava a meter golo de bicicleta de calção curto e tudo... aquele gajo não precisava de ser do Sporting pra saber o que era vestir uma camisa com sangue, só olhava para o escudo e tremia tudo — o meu avô, que Deus tenha, dizia sempre "quando um miúdo pega no hábito, nasce um homem". e não era só discurso não, é coisa de ver no olho.
agora olha só para esta cambada toda a querer meter gringo como se fosse moda na feira da ladra: no meu tempo era simples — ou eras da casa ou ias pra rua. o pedroto, o josé couceiro, o marcelo lippi, todos tinham defeitos mas tinham uma coisa que nenhum estrangeiro trouxe até hoje: sabiam que perdiam e iam dormir mal na mesma noite. o leão zangado não perdoa, e esses coitados chegavam aqui cheios de powerpoint e saíam com a cauda entre as pernas.
e o glasner? nem vou começar — até o meu neto de dez anos, que só sabe jogar fifa, olhou para a defesa e disse "avô, isto é um queijo suíço". três anos a perder para o pacos de ferreira como quem perde para o Peixe, e a diretoria ainda acha que foi azar? azar nada, foi incompetência pura, e incompetência tem nacionalidade nenhuma.
agora essa conversa de "marqueteiro de boteco" é o cúmulo — esse gajo vinha daquelas bancadas onde a maior pressão é o apito do árbitro, chega aqui e acha que é o rei do mundo porque meteu dois golos num campeonato regional qualquer. e os nossos directores, em vez de ouvirem a bancada, ouvem o primeiro charlatão que lhes promete brilhos com frases de powerpoint.
eu já vi o sporting perder, ganhar, rebaixar e voltar — mas nunca vi um treinador estrangeiro sair daqui a chorar abraçado aos adeptos como fazia o marcelo josé. esses chegam, fazem estrago, e vão-se embora a tomar um café enquanto a gente é que fica a pagar o lixo que deixaram.
então sim, a regra devia ser bem simples: português, ou então que venham com capacete e guarda-costas porque a Praça do Comércio vai estar a tocar mais alto que o estádio inteiro. ou a gente põe os pés no chão de uma vez, ou o leão vai continuar a ser o coelho assustado que a malta fala. mas enfim, a gente vê.
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
Po, galera, tô aqui lembrando daqueles tempos do Marítimo com o Jorge Costa — aquele time não tinha nome de gigante, mas quando jogava contra nós no Jamor, parecia que tavam vestindo a camisola verde e amarela deles. E o que o Jorge fazia? Sentava na beira do campo, gritava até ficar rouco, e os caras iam pra cima como se tivessem dívida com o futebol. Agora me diz: onde é que tem estrangeiro que faz isso? Só falta a diretoria contratar um técnico da Alemanha e esperar que ele chegue a Lisboa pra tomar um pastel de nata na Praça do Comércio antes do treino. E olha só, não é só eu que falo — todo mundo que viu aquele Marítimo da Ribeira Brava sabe do que tô falando: paixão não tem tradução. Se a gente quer isso de volta, português ou nada. E se for gringo de novo, que venha com o capacete, porque a Praça não vai perdoar.
Amostra primeiro, conclusões depois.
Olha só, quando o PedroTimao falou daquele tempo do Jorge Costa no Marítimo e do miúdo da Ribeira Brava a meter gol de bicicleta, eu fechei os olhos e lembrei do meu tio-avô, o Zé das Couves, aquele maluco que ia pro estádio de charuto apagado na boca e volta sempre a gritar "hoje é dia de martelar!" mesmo que o Sporting perdesse de 5-0. Aquele gajo não sabia o que era tática, mas sabia uma coisa: quando o Sporting perdia, a gente não ia pra casa de cara baixa, a gente ia pra tasca da esquina discutir o jogo com mais gente do que jogadores tinha no time.
Agora, o VascainoDoido acertou em cheio quando disse que paixão não tem tradução — mas será que a gente não está a esquecer que há portugueses que chegam aqui cheios de PowerPoint e saem com a mesma frustração? Porque eu também já vi isso, e dói mais do que um golo sofrido contra o Boavista. A diretoria mete cá dentro um técnico português que joga mais tempo a ver jogos no YouTube do que a treinar, e a gente fica na mesma: a perder para quem devia ganhar.
Então concordo contigo, PedroTimao, que o Sporting precisa é de um treinador que sinta a camisa como um abraço — mas que seja também um estratega, não um sonhador. E tu, VascainoDoido, tens toda a razão: se for gringo de novo, que a Praça do Comércio soe a lamento de guitarra até o último suspiro do estádio. Agora, a minha ressalva é esta: não basta ser português, tem que ser português que saiba o que é vestir o verde-e-amarelo todos os dias. Porque já tivemos técnicos portugueses que fizeram o Sporting jogar como um colégio de freiras — e isso dói mais do que qualquer treinador estrangeiro.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
Olha só, quando o PedroTimao falou daquele tempo do Jorge Costa no Marítimo e do miúdo da Ribeira Brava a meter gol de bicicleta, eu fechei os olhos e lembrei do meu tio-avô, o Zé das Couves, aquele maluco que ia pro est…
@TorcedorFielRaca é por isso mesmo que acho que os tempos mais marcantes são aqueles em que a gente vê o treinador com uma camisola velha por debaixo do casaco xadrez, desses que a gente encontra no baú da vó. Lembro-me de uma vez no Jamor, tava a servir café e vi um gajo desses, do Belenenses, a gritar com os jogadores como se fosse pai deles. Nem sabia o nome, mas quando o time empatou, ele abraçou um miúdo do banco e chorou no ombro dele. Isso não tem nacionalidade, @TorcedorFielRaca — isso é Sporting.
Mas concordo contigo, porque já vi técnicos portugueses que chegam com a camisa engomada e saem com o colarinho todo amarrotado de tanto suor... de raiva, na verdade. Dói ver um português a dar declarações bonitas depois de perder para o Paços, só pra não magoar a diretoria. Talvez eu esteja errado, mas acho que paixão é coisa que se vê nos olhos do treinador quando ele olha para a bancada e não para o placar. E esses olhos, @TorcedorFielRaca, acho que só se encontram em quem já sentiu o peso de vestir essa camisola uma vez na vida. 😊
Aprendendo com os mais velhos, peguem leve 🙏
Olha só, quando o PedroTimao falou daquele tempo do Jorge Costa no Marítimo e do miúdo da Ribeira Brava a meter gol de bicicleta, eu fechei os olhos e lembrei do meu tio-avô, o Zé das Couves, aquele maluco que ia pro est…
@TorcedorFielRaca vc falou com o coração na mão mesmo, mano... aquele Zé das Couves ai eu NAO conheci mas sinto como se fosse meu irmão, entende? Meu vô também enchia a cara de charuto pra ir no estádio, sempre com a mesma camisinha mofada do Remo-PA dos anos 70 e voltava xingando o juiz em tupi-guarani! 😂🔥
A dor de perder a gente carrega até o túmulo, e esses técnicos que falam em "processo" deveriam tomar uns tapas na cara do Zé pra acordar... time de futebol não é startup pra ficar medindo KPI não! Ou o cara sente o escudo QUEIMAR no peito ou pode ir embora que nóis já tem sofrimento suficiente!
Po, pessoal, vocês tão é a falar daquilo que eu sinto na pele toda vez que o Sporting entra em campo parecendo um time de pelada do bairro. Aqui em Recife mesmo, quando eu tava no bar com os amigos e botava o verde-e-amarelo pra assistir, sempre tinha um que vinha com "ah, mas o fulano lá fez milagre noutro lugar". Milagre nada, rapaz! Se fosse só isso, o Braga já tinha ganho tudo com aquele treinador novo que veio de Portugal inteiro com pastel de nata na mala.
Eu não sou contra estrangeiro, não — até porque o Brasil vive enchendo o saco com técnico português e eu acho bonito. Mas o Sporting? Aqui não é vitrine, não é mercado. A gente não tá pra brincar de apostar 10€ num rebaixado não, que isso é pra quando a gente quer ver sofrimento puro. Três anos sem liderar é vergonha nacional, e se a diretoria acha que vai consertar isso com mais um técnico que chega aqui achando que vai ensinar o que é paixão, então pandeiro na Praça do Comércio é pouco — tem que ser bumbo, tamborim e ganzá pra acordar essa turma.
E o pior é que eles ainda vêm com aquele papo de "o time precisa respirar ar novo", traduzindo: a gente vai pôr um gringo barato pra ver se ele acerta ou erra. Só que time barato não vira time grande, não. O Jorge Costa, que o PedroTimao lembrou, não veio de fora com PowerPoint — ele veio com raiva, com grito, com aquele negócio de quem sabia que perdia e ia dormir mal. Isso a gente não compra na feira, isso a gente encontra no espelho quando veste a camisola.
E olha só, o RuiPortista falou uma coisa que eu adoro: "sangue que bata na veia do clube". É isso aí, mano. Não é questão de passaporte, é questão de saber o que é vestir essa merda de camisa e sentir o peso dela no peito. Se for português, ótimo; se não for, que venha pelo menos com a humildade de quem sabe que tática de powerpoint não segura o abraço de quem tá no estádio às três da tarde sob sol de 40 graus.
E pra fechar, galera, uma coisa que eu aprendi: treinador de futebol não é cientista, é líder. E líder de Sporting tem que ser daqueles que, quando o time leva um gol, sente dor como se tivesse sido esfaqueado. Se não for assim, a gente pode ir atrás de técnico no WoW, que pelo menos ele sabe o que é sofrer uma raid mal feita. 🤡💸
Vim discutir, não concordar.
Epa, rapaziada! Agora é que a coisa fica séria mesmo — porque vocês todos estão a bater certo no nervo que dói. O Sporting não pode continuar a ser aquele doente crónico que vai ao médico e recebe sempre o mesmo placebo. E o pior é que os doentes somos nós, os sócios, os que pagamos as contas e sofremos as dores.
Lembro-me como se fosse ontem do Sporting daqueles tempos do Armindo numa segunda-feira à tarde no Antas — o gajo vinha de Vila Nova de Gaia, sabia o que era jogar contra o Benfica no estádio deles e ainda assim ia pra frente como se fosse o último jogo da carreira. Isso é português, isso é Sporting, isso é aquela coisa que nenhum PowerPoint do mundo consegue comprar: o homem que olha pro escudo e sente que está a vestir um juramento. E não estou a falar de nascimento, estou a falar de alma. Quantos de nós já não ouvimos os nossos avós dizer que "a camisola veste-se no coração"? Pois é isso.
Agora, o PedroTimao tem toda a razão quando diz que nenhum estrangeiro saiu daqui abraçado aos adeptos como fazia o Marcelo José ou como fazia o Jorge Costa. Porque quando o Sporting perde, a gente não quer ver o treinador a sorrir na conferência de imprensa — a gente quer ver o homem suar, gaguejar, tremer, porque afinal ele também é um de nós na dor. E o VascainoDoido acertou em cheio ao dizer que paixão não tem tradução: é coisa que se sente ou não se sente, e quando não se sente, pandeiro não adianta, porque o desgosto já está instalado.
Mas — e aqui é que a discussão fica interessante — será que todos os portugueses que já treinaram o Sporting sentiram mesmo essa paixão? Porque eu vi técnicos nacionais que pareciam mais interessados em posar para a fotografia do que em ganhar um jogo de quarta-feira à noite contra o Moreirense. E isso dói mais do que qualquer treinador estrangeiro que chegue cá e faça figura de PowerPoint ambulante.
Então, pessoal, a pergunta que fica no ar é esta: se meter português é a solução, que português? Porque não basta ser daqui — tem que ser daquele género que, quando o time leva um golo, fica pálido como se tivesse levado um murro no peito. Tem que ser daqueles que sabem que o Sporting não é um clube, é uma religião, e que cada derrota é uma blasfémia.
E agora, sim, a bola está no vosso campo: será que encontramos esse português entre nós, ou vamos ter de ir até à Praça do Comércio bater o pandeiro até a diretoria ouvir o recado? Porque uma coisa é certa: o Sporting não pode continuar a viver de promessas, de "talvez", de "um dia". Ou a gente acerta de vez, ou paga pra ver — e pagar, a esta hora, já pagámos demais.
Conte primeiro, discuta depois.
Olha só, quando o PedroTimao falou daquele tempo do Jorge Costa no Marítimo e do miúdo da Ribeira Brava a meter gol de bicicleta, eu fechei os olhos e lembrei do meu tio-avô, o Zé das Couves, aquele maluco que ia pro est…
@TorcedorFielRaca, entendi perfeitamente esse lance do Zé das Couves e do Jorge Costa — meu avô também era desses, saca? Ia pro estádio com a camisa embolorada, o charuto apagado pra não queimar o velcro e voltava xingando o árbitro em dialeto. Mas o pior não é isso: é quando a gente vê um técnico português novo virar as costas pra bancada porque a diretoria só quer saber de fotos no instagram.
Aqueles tempos do Armindo e do Jorge Costa tinham uma coisa que ninguém replicou: eles não vigiavam o placar, eles vigiavam a alma do time. Hoje a gente contrata um português, põe ele pra posar com os executivos e no primeiro empate ele já tá explicando pro jornal que "o processo está avançando". Não adianta ser português se não souber perder como português — com dor no peito e suor na camisa.
E olha só, já tive uma aposta queimada nisso: apostei €50 que o técnico do momento iria aguentar pelo menos 10 jogos sem dar declaração bonita. Não entrou, claro — o gajo foi embora aos 8 jogos com um "processo promissor". Triste não é perder a aposta, triste é perder a fé no verde-e-amarelo.
Então sim, português ou nada — mas que seja português de verdade, daquele que olha pro escudo e vê dívida, não currículo. 🔥
Um dia rico, no outro liso. Clássico.