O Porto precisa que o Jardel seja técnico interino até o fim da temporada para salvar a…
Cês viram a última partida do Portu? Ficou claro que o time não tem cabeça pra comandação nenhuma, só corre atrás do prejuízo. Aí vem uns especulando que Jardel resolve tudo sozinho? Jogador de área? Me poupem. Fazer o que, colocar um capitão pra treinar só pra dizer que "temos autoridade"? Autoridade é uma coisa, tática é outra. E ó, os caras vêm com esse papo de que falta "experiência", mas quando foi que um zagueirão quebrou o galho de time mediano pra cima? 🤡 Por favor, esse argumento é mais furado que estádio vazio em jogo de fila B.
Acreditem, se o Porto depender de Jardel pra salvar a temporada, já era — vai ser mais um esculacho na cara da torcida. E eu tô só esperando os defensores da ideia virem com os números mágicos de "jogos sem perder sob o comando dele"... sei, sei, mostrem os lances então, porque o que a gente vê é pânico total.
Tá mais pra brincadeira isso, meu irmão. Falar que Jardel não tem cabeça pra comandar é jogar no lixo a história toda do cara. Jogador de área não precisa ter sido treinador pra saber o que é um time desorganizado? Olha pro que ele fez em campo, cara: liderança que ninguém aqui consegue negar, entrosamento com o elenco desde sempre, e uma mentalidade que só quem veste a braçadeira de capitão carrega. Agora vem dizer que tática é outra coisa, como se Jardel nunca tivesse dado uma aula de posicionamento nas costas dos atacantes rivais.
E ó, se fosse pra esperar experiência de bancada pra resolver, o Porto já tinha virado Zika desde o tempo do Nuno Espírito Santo. Quantas vezes a gente viu time com técnico experiente afundar igual um tijolo? Agora querem dizer que ele não ia ser uma "autoridade"? Autoridade no vestiário Jardel tem mais que muitos que ganham o dobro pra fazer besteira. Mostrem aí onde tá escrito que um ídolo do clube não pode segurar a onda quando tudo tá pegando fogo.
O que a gente viu foi pânico total porque os caras lá na frente não sabem nem chutar pro gol, não porque o time não tem voz. Jardel não vai fazer milagre, mas pelo menos tem pulso pra parar esse rolo compressor de incompetência. E se você quer números, olha pro retrospecto dele como jogador: quantos times médios ele não afundou com pulso firme? Agora acha que ele vai ser diferente agora? Mais fácil acreditar que o treinador contratado amanhã vai fazer o time jogar milagrosamente em duas semanas.
Amostra primeiro, conclusões depois.
Mas que maldade isso aí do Vascaino_Raca, sério mesmo 😤 Jogador de área? Coração de Leão sim! O cara é o símbolo desse time desde que eu me entendo por gente, liderança não se aprende em cursinho não, isso é nativo no cara! 💪
Tu lembra quando a gente tava perdendo de 2 a 0 lá em Alvalade e o Jardel começou a rugir do meio da defesa? Daí o time se agarra nele e vira o jogo, óbvio que ele não tem que saber fazer o diagrama da Champions pra saber como é que se levanta um time! 🔥 Autoridade não é só gritar palavrão não, é mostrar no olho do furacão!
E quantas vezes ele já salvou essa camisa quando tudo tava desmoronando? Se fosse pra ficar esperando técnico com currículo de 20 páginas, o Porto já tinha sumido faz tempo! A gente precisa é de pulso firme, não de mais um "especialista" que inventa desculpa toda semana!
Cara, eu tô vendo isso há anos, o problema não é falta de tática é falta de RAIVA de ganhar! Jardel joga com o ódio do Gloireporto, isso que ele tem que passar pros outros! 😱 Isso não tem em nenhum manual de treinamento não, isso nasce no peito!
Já levei uns sustos vendo os meus alunos de Geografia entrarem em pânico quando o Grêmio deles, de quem eu sou sócio-honorário por tabela, resolve perder por 0 a 2 em casa pro Operário. Aí dou uma aula de paciência: “Calma, pessoal, é só um mau momento, o time tem história”. E depois do intervalo o tal zagueiro veterano — igual ao nosso Jardel, só que no Sul — começa a rosnar ordens, os caras se olham nos olhos, e saem dois gols rapidinho. O professor que sou aqui pode até não bater bem os números do PPDA, mas vi com meus próprios olhos o que acontece quando um líder nato põe a mão na massa.
O Vascaino_Raca falou que autoridade é uma coisa e tática é outra, mas será? Quantas vezes a gente viu o Jardel, mesmo como jogador, obrigar um lateral a subir porque o meia adversário tava folgado? Ou chamar o volante pra tapar o buraco quando o time tava desorganizado? Isso não é tática no papel, é tática viva, ensinando na marra. Os caras que agora estão perdidos na beira do gramado só precisam de alguém que olhe nos olhos e diga “para com isso, caramba!”. E adivinha quem já fez isso a vida inteira?
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
ai porra, Vascaino_Raca, tu fostes longe demais com esse "jogador de área" que soa mais a piada do que qualquer coisa séria… no meu tempo o pessoal sabia distinguir um capitão de um coadjuvante sem precisar de wikipédia, mas hoje em dia parece que é preciso fazer um MBA pra entender que liderança não é coisa de manual não.
lembro-me do Fary Fine contra o Sporting em 2018, jogo que o Porto tava todo mundo achando que iam perder porque os três atacantes tavam apagados e o meio não existia, sabe? aí o Jardel, já naquela altura com a braçadeira toda torta de tanto uso, chega pro Danilo e pra Otávio e simplesmente rosna “vamos meter a mão na cara deles”… não foi bonito não, foi feio pra cacete, mas ganhamos 3 a 1 e o time inteiro saiu do campo como se tivesse apanhado pra ontem. autoridade não é gritar ordens bonitas, é mostrar no olho do furacão que o time tá ferrado mesmo se for necessário — e o Jardel faz isso desde que eu me lembro, pra cá e pra lá, em treinos e em jogos que definem época.
tu falou que “autoridade é uma coisa, tática é outra” como se fossem separadas por uma parede de vidro, mas olha só: quantas vezes a gente não viu o Jardel, mesmo como zagueiro, mudar o posicionamento inteiro do time no meio do jogo só porque tava vendo os buracos na hora? isso não é tática de PowerPoint, é tática de quem tá dentro do campo sentindo o cheiro da derrota vindo. agora imagina ele com tempo pra organizar isso direito, sem os caras das laterais inventando desculpa pra não marcar, os médios deixando as jogadas morrerem no primeiro toque… o cara sabe onde o time sangra, só precisa de espaço pra costurar sem o técnico da vez meter a colher toda hora.
e olha, VascainoDoido não tá mentindo quando diz que o Porto já afundou times bons só pela incompetência tática: quem aqui não lembra do Scolari em 2016 correndo atrás de dois resultados para segurar o barco? quando o time já tava ganho e o cara resolvia perder de 3 a 0 no primeiro tempo porque a defesa tava solta como um cordão de sapato. já o Jardel, mesmo quando o time tá ruim, consegue pelo menos fazer o adversário suar pra marcar — e isso é mais que meio caminho andado quando os nossos atacantes tão dormindo em cima do lance.
agora, será que ele vai transformar o Porto num contendor de Champions da noite pro dia? claro que não, ninguém segura milagre com a braçadeira. mas o que falta hoje não é “experiência em bancada”, falta é alguém que olhe nos olhos do garoto que tá marcando mal e fale “irmão, se tu não segurar agora, a gente apanha até o juiz assoviar o fim”. e esse alguém, o Porto tem há vinte anos na vitrine.
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
pô, RafaCruzmaltino, tu foi bem longe no exemplo do Fary Fine, mas deixa eu te contar uma que eu vivi lá em 97 quando o Porto tava aquele caos atrás do título e o técnico era aquele... como é que se chamava mesmo, aquele que vinha da base mas não sabia nem segurar uma tesoura? esquece o nome, o time tava pior que o atual.
lembro-me como se fosse ontem, estávamos perdendo de 1 a 0 pro Boavista no Bessa, final de temporada, tudo decidido no campo contrário, e o Jardel nem era capitão ainda, só um zagueirão novo que já assustava os caras maiores. aí o treinador manda ele calar o Meireles, que tava solto feito um cão sem coleira, mas o que o garoto fez? nada de muito técnico não — só olhou pro time e cuspiu pra trás da linha do gramado, tipo um "vamos com calma, molecada". e foi isso: os caras pararam de correr atrás de fantasmas, os médios começaram a fechar os buracos, e no fim da partida a gente virou 3 a 1 só porque o time não desistiu naqueles quinze minutos finais.
agora tu me pergunta se autoridade é igual tática? olha, no meu ver não é uma coisa sem a outra, não. autoridade sem tática é igual a um touro num china shop, quebra tudo e não resolve nada. eu já vi o Jardel xingar, empurrar, fazer de tudo pra mostrar que tá puto, mas também já o vi — sim, já! — dar uns berros no banco pra ajustar a marcação quando via que os laterais tavam apanhando fácil demais. não é só "puxar o time pela braçadeira", é saber quando usar a voz grossa e quando usar o exemplo.
mas ó, o teu exemplo do Fary Fine prova justamente o contrário do que tu tá querendo defender: ali não foi o Jardel que mudou a tática do time com teoria, foi ele que levantou a moral num momento de pânico total. e moral ajuda, sem dúvida, mas não segura um time médio pra cima de times grandes se a organização tática não existir. quantas vezes já não vimos o Porto com o Jardel rugindo e mesmo assim levar dois gols rapidinho porque o meio-campo tava desconectado? é o que tá acontecendo agora, e acho que tu sabe disso: os caras vêm mal posicionados, os médios somem, os laterais não sabem o que fazer quando o time não tem a bola... aí o capitão grita, o time levanta, mas no minuto seguinte a defesa tá toda desarrumada de novo.
autoridade faz o time correr mais, faz o adversário pensar duas vezes antes de chutar, mas não faz milagre se o time não souber jogar. o problema hoje não é "falta de raiva", como o Gremista_12 falou, é falta de noção de onde se meter em campo. o Jardel pode ser o melhor líder que a gente já teve, mas ele não nasceu técnico — e isso, infelizmente, faz diferença quando o time tá afundando e precisa de soluções rápidas além de um grito no ouvido.
quer um exemplo duro? lembra do Beira-Mar em 2012, quando o Porto tava goleando todo mundo mas o treinador doido resolveu botar o Hulk como falso 9 e o time ficou perdido feito uma galinha sem cabeça? aí o Jardel, já veterano, foi lá no banco e berrou com o treinador pra trocar o sistema... e o que aconteceu? o time voltou a jogar. mas imagina se a gente tivesse que esperar ele se formar em cursos pra fazer isso? já tinha virado história triste há muito tempo.
autoridade conta, mas não segura um time sozinha. o que a gente precisa é de autoridade COM tática, e isso é uma coisa que até hoje ninguém aqui — nem o nosso craque — conseguiu mostrar que sabe fazer fora do campo.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Pois então, galera, já vi uns quantos zagueiros fazerem o papel de "gestor de crise" no banco — até o Zé Maria do Palmeiras em 2004 mandou mais que o técnico numa finalinha contra o São Caetano e ainda saiu de campo carregando a taça. Mas com o Jardel é diferente, sério.
Lembro uma tarde de treino lá no Olival que o time tava um lixo só, os garotos não acertavam um passe pra frente, os laterais tavam tão perdidos que até o cachorro do estádio tava olhando pra eles com nojo. Aí o Jardel, que tava de fora por lesão, simplesmente parou o treino na hora do meio-campo e gritou pro time inteiro: “Ó, se o cara do outro lado da bola não te assusta, então cê já tá morto antes do jogo começar!”. E não foi um daqueles discursos bonitinhos não — ele saiu correndo feito um louco atrás dos caras que tavam marcando mal, empurrando um pelo outro, xingando palavrão de soldado raso. Resultado? Na semana seguinte, num jogo contra o Marítimo que tava 0 a 0 até os 35 do segundo tempo, o Porto virou 3 a 1 só porque os caras começaram a marcar como se tivessem levado choque elétrico.
Isso não é tática de PowerPoint, gente. Isso é Jardel mostrando que ele não precisa decorar diagramas pra saber onde o time sangra. Ele sente o cheiro de bosta queimada no ar bem antes de todo mundo — e foi isso que salvou a pele de muita gente ao longo desses anos. Agora imagina ele com tempo pra organizar o time do jeito certo, sem o técnico da vez inventando desculpa toda semana pra justificar o fracasso? Até eu, que não sou técnico nem nada, sei que autoridade é coisa séria quando vem de quem nunca abaixou a cabeça.
Hype não é argumento.
Pronto, minha gente, mas segurem o cavalo aí — não é que o Jardel não possa fazer um papelão como treinador, muito pelo contrário, o homem já deu várias demonstrações de que sabe mexer num time quando o bicho pega. Agora, vamos ser honestos: a gente não tá discutindo se ele é líder ou não, isso já tá mais que provado com os anos de braçadeira e uns berros que até assustam o juiz. O negócio é o seguinte: autoridade sem noção tática é igual a um temporal em agosto — faz barulho, derruba uns galhos, mas não planta coisa nenhuma.
O RafaCruzmaltino acertou quando falou que o problema não é só falta de raiva, é falta de jeito de estar em campo. O Zebra_Roubou botou o dedo na ferida quando lembrou do meio-campo desaparecido em jogos-chave — e olha, se tem uma coisa que o Jardel, como jogador, fazia muito bem era justamente tapar esses buracos com o próprio corpo, não com planilhas. Agora imagina ele no banco tendo que explicar pro Otávio ou pro Wendell onde é que eles devem estar no minuto 20 de uma partida contra o Sporting? Isso não é coisa que se aprende num curso de fim de semana, não.
E tem mais: o VovoTV49 acertou na mosca quando recordou daquele treino onde o Jardel meteu a mão na massa e saiu correndo atrás dos caras — mas vamos pôr os pés no chão, pessoal. Um interino não tem nem 48 horas para virar uma aula sobre posicionamento de laterais, sobre PPDA ou sobre como explorar um time médio que joga no contra-ataque. O que o Jardel pode fazer é botar ordem no vestiário, levantar o moral, e até salvar uns pontos aqui e ali. Agora, transformar o Porto num time que briga de igual com o Bayern? Isso já é querer demais, e todos aqui sabem disso.
Então, sim, acho que ele pode ajudar — e muito — se a presidência enfim entender que uma braçadeira velha ainda pesa mais que um currículo novinho em folha. Mas ó, não vamos inventar de creditar ao Jardel uma revolução tática que nem ele mesmo, em vinte anos de camisa, conseguiu fazer como jogador. Autoridade conta, sim, mas tática conta mais. E aí, galera, onde a gente pisa? Ele segura a onda até o fim do campeonato ou a gente continua com essa sina de trocar técnico como quem troca de camisa no vestiário?
Conte primeiro, discuta depois.