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Lorient

O Lorient daqueles anos 90/2000: quando um timeinho da província encantava a França com…

nostalgia Geral Lorient 12 posts ·5 visualizações ·Publicado: 05.07.2026 05:05 ·Atualizado: 07.07.2026 01:26
PE PedroTimao Novato · 107 posts 05.07.2026 05:05
aquela vez que o mato subiu pelo estádio do moustoir e a gente achou que ia voar junto com as vespas — não, não to exagerando. tinha um cheiro de maresia misturado com o suor da galera toda empurrando o Lorient numa tarde de domingo qualquer, desses dias que o tempo não passa, só roda no mesmo lugar. eu tava lá com os meus 20 e pouco, de bicicleta toda emperrada subindo a rua do estádio, a minha namorada naquela época reclamando que eu atrasava sempre pra sair de casa porque parava pra conversar com o merceeiro da esquina que só faltava me contar a vida dole tudo. cheguei no moustoir e o estádio já tava uma loucura — não era aquele monte de gente vestida igual, não, era cada um com a sua bandeira, o seu grito, o seu xingamento pra quem não conhecia ainda a coragem daqueles rapazes. o time tava lutando pra subir e eu lembro do aldo cantoneiro gritando do alto do telhado da sua mercearia: "hoje é dia de fechar a loja mais cedo, rapaz!" porque ninguém ia comprar pão se o Lorient ia ganhar. e quando o apito final veio, o estádio veio abaixo, literalmente — eu juro que o chão tremeu, não era vibração de pulos não, era como se o próprio mato tivesse acordado e começado a bater palmas. subimos pela cidade toda em cima dos capôs dos carros, com as vespas do estádio zumbindo atrás da gente feito um coro de loucos. e o aldo, do alto da sua varanda, jogando rolhas de garrafa pra galera como se fossem moedas de ouro. que tempos, rapaz… que tempos de não saber se aquilo ia dar certo mas fazer questão de viver como se já tivesse dado.
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
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PedroTimao escreveu:
aquela vez que o mato subiu pelo estádio do moustoir e a gente achou que ia voar junto com as vespas — não, não to exagerando. tinha um cheiro de maresia misturado com o suor da galera toda empurrando o Lorient numa tard…
ZE Zebra_Roubou Novato · 116 posts 06.07.2026 11:04
@PedroTimao aquilo que tu falaste do chão tremer não é exagero nenhum, rapaz. eu também senti isso, e não uma vez só — várias vezes naquela época, quando o Moustoir ainda tinha aquelas madeiras velhas que gemiam como quem tá com dor de barriga mas aguenta firme. lembro duma tarde em que o Lorient tava ganhando por 2 a 0 no fim do jogo e a galera lá em cima começou a pular no mesmo ritmo, tipo onda mesmo, e o estádio todo virou uma máquina de fazer barulho. ai num minuto acho que o aldo cantoneiro — aquele gajo que vendia até fósforo de isqueiro numa caixinha de sapato — gritou "agora sim, o mato vai levantar voo!". e foi como se a terra toda respirasse junto com a gente. mas olha, tem um detalhe que vocês não falaram: o cheiro daquilo tudo. não era só suor e cerveja barata não, tinha um cheiro de maresia mesmo, porque o estádio fica pertinho do istmo, e quando o vento vinha do mar tu sentia aquele cheiro de algas e sal misturado com o perfume de óleo queimado dos carros que a garotagem empurrava pelo meio da rua. eu juro que até hoje quando passo perto do Sena em Paris e sinto cheiro de Peixe e óleo, aquilo me leva direto pro Moustoir daquele tempo. e tu falou das vespas zumbindo atrás da gente feito coro de loucos... pois é, aquilo era normal! naquela época não tinha tanto inseticida como hoje, e o estádio tava meio abandonado no verão, então as vespas vinham atrás dos refrigerantes derramados e da comida. mas a molecada nem ligava não, tava tudo tão empolgado que até abraçava as vespas se elas passassem perto. "essa aqui é torcedora também", diziam. agora dizes: tu acha que hoje em dia ainda teria aquele mesmo cheiro no estádio, se o Lorient subisse de novo naquelas condições? ou será que o mato já morreu sufocado de tanto concreto?
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
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AR Arbitragem_daHora Novato · 37 posts 05.07.2026 08:24
cê lembra como aquele estádio não cabia todo mundo? meu irmão e eu ficamo dois dias antes na fila do ingresso, o sol de 40 graus queimando até os ossos e a molecada do bairro toda com faixa de tecido enrolada no braço igual pirata — porque o Lorient naqueles ano tava mais pra equipe de aventura que time de futebol. chegamo de madrugada no Moustoir e ainda tava cheio de gente dormindo nos degraus feito sardinha, uma galera com camisetas de time que nem existia direito ainda, só desenhada à mão no pulôver. quando o time entrou em campo a galera levantou tudo junto, tipo marola gigante — e o ar cheirava a cerveja barata, pão quente do cara que vendia na porta, e aquele cheiro de mato úmido do lado do istmo. lembro do zagueiro careca, o nome não vinha na hora mas a galera cantava "DON DON DON DONALDO" feito louca. ai veio o gol da promoção… meu irmão gritou tanto que perdeu a voz no segundo tempo, e quando o juiz apitou a gente invadiu o gramado feito invasão de gafanhoto — só que gafanhoto campeão, né? subir pelas ruas todo mundo em cima dos carros com buzina tocando, a criançada com bandeira de lençol velho tremulando, e eu com a camisa do time toda molhada de suor e lágrima porque foi ali que eu entendi que futebol não é esporte, é febre que cola no peito e não sai mais.
Na arquibancada desde criança.
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ES Estatistica_Pro Novato · 91 posts 05.07.2026 11:51
caramba, galera, que coisa que vocês trouxeram de volta... aquilo me fez lembrar dum negócio que nem sei se alguém já falou por aqui. eu tava lá também naquele dia, mas não com vinte e pouco, não — já tava com trinta e tantos, velho o suficiente pra saber que aquilo ali não era só futebol, mas novo demais pra não vibrar como louco. lembro que quando o Lorient conseguiu o empate naqueles minutos finais que pareciam horas, a molecada que tinha vindo de ônibus de Vannes ou Quimper — aqueles garotos com mochila nas costas e boné do time feito em casa — começou a jogar papel picado no gramado. não era papel de bala não, era aqueles pedaços de revista velha que eles iam rasgando no caminho, e o vento levava aquilo tudo pra cima como se fosse neve suja. ai o juiz apitou e num instante todo mundo invadiu o campo, mas não pra brigar não, só pra abraçar os caras, que nem uma corrente humana de gente toda esbaforida. o que me marcou mesmo foi o tal zagueiro careca que o Arbitragem_daHora mencionou. depois do apito final, enquanto a gente ainda tava abraçando qualquer um que passasse por perto, ele foi pra beira do campo e começou a chorar igual criança. não era choro de derrota não, era daquele jeito que só vem quando o coração enche até não caber mais dentro do peito. ai a galera toda começou a gritar "DON DON DON DONALDO" de novo, só que agora bem baixinho, feito uma reza. e eu, besta de mim, fui lá e dei um abraço nele sem nem conhecer o homem direito. ele cheirava a grama molhada e aquele perfume barato de álcool gel que a gente usava nos vestiários da época. fiquei lá parado, com o coração aos pulos, vendo aquele monte de gente toda embolada, os caras do mato todo cantando junto, e pensei: "pô, isso aqui não tem preço". a gente ia embora dali sabendo que não era mais timezinho de província não, era coisa nossa, coisa que a gente carregou nas costas feito um fardo de esperança. mas enfim, a gente vê...
Lorient torcida
Já vi de tudo, pessoal.
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PR PraSempre1895 Novato · 155 posts 06.07.2026 03:48
Que coisa de loucos essa mistura de saudades com memórias que vocês trouxeram de volta. Lembra como se fosse ontem mesmo, só que o sabor daquilo tudo fica cada vez mais raro no futebol de hoje. Aquele Lorient de antigamente era uma febre coletiva, sim, mas não era febre passageira não — era tipo aquela paixão que a gente tem quando descobre um lugar novo e percebe que ele já tava guardado no coração desde sempre. Agora, com o time atual, a gente até torce, claro, mas falta aquela coisa visceral. Hoje os caras entram em campo com contratos milionários, com todo o esquema de performance, e a gente assiste num estádio meio vazio, com torcida organizada mas com muito menos… sei lá, com muito menos *nós* ali dentro. Lembra daqueles dias em que o estádio inteiro parecia uma extensão da casa de cada um? O maresia, a mercearia do Aldo fechando mais cedo, as rolhas voando como troféus, o Donaldo careca chorando abraçado com qualquer desconhecido… tudo junto num caldo que só fervia porque a galera toda tava cozinhando na mesma panela. Hoje a gente tem jogos transmitidos pra televisão do mundo inteiro, players que mudam de clube a cada temporada, e uma sensação de que o futebol virou uma máquina bem azeitada, mas com a alma meio esvaziada. Não tô dizendo que o Lorient atual não tem valor, não — é ótimo ver o time firme na Ligue 1, jogadores que cresceram na base, estruturas novas… mas é diferente. Aquela magia duma tarde de domingo no Moustoir, com a cidade toda parada porque o futebol mandava, isso a gente não tem mais. Agora o futebol é rápido, global, digital… e por mais que seja incrível ver o time brigando lá na frente, falta aquele cheiro de terra molhada misturado com suor e cerveja barata. A promoção de 2001 foi um marco, sim, mas não só porque o time subiu — foi porque a gente toda subiu junto com ele. Hoje a gente torce de longe, com likes em posts e hashtags, mas não sobe mais os morros em cima dos capôs com as vespas zumbindo atrás feito coro de loucos. E talvez esse seja o preço que a gente paga quando o futebol vira negócio: ganha em alcance, mas perde em abraço de desconhecido.
Conte primeiro, discuta depois.
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RA RafaCruzmaltino Novato · 108 posts 06.07.2026 07:09
ai que me deu uma vontade de te contar dum dia em que o moustoir não foi estádio, foi campo de batalha só que de alegria pura. lembro-me de estar ali pelo fim dos anos 90, ainda rapazote com a camisa do lorient toda manchada de tinta daquelas faixas que a gente fazia em casa com aerossol roxo e amarelo, cores que nem sei como combinavam mas combinavam pra caramba. um cara de vannes veio com a pickup cheia de caixotes de cerveja barata e o som do fernandinho tavares — aquele que morava na minha rua e tocava teclado no aniversário dos meninos — berrava "ai se eu te pego" nos alto-falantes da pickup enquanto a garotada toda cantava junto. não era música de time não, era música de gente que tava ali pra viver aquilo, não pra criticar depois. e quando o lorient marcou o gol da promoção, lembro que a molecada mais nova subiu nas costas dos mais velhos feito macaco em árvore, os caras do alto gritando "agora a gente voa mesmo!". só que voar aqui não era metaforicamente não, viu? o estádio tava tão lotado que a galera lá no alto das arquibancadas — aquelas madeiras que gemiam que nem velha de reumatismo — começou a bater os pés no ritmo, e o chão tremeu de verdade. não sei explicar direito, mas parecia que o próprio mato do istmo tava vibrando junto com a gente. depois do jogo, eu e mais uns cinco fomos caminhando pela cidade toda, com as bandeiras enroladas nos braços e a camisa do time amarrada na cintura feito faixa. tinha um restaurante que a gente conhecia que fechava às 10, mas naquele dia o dono deixou a porta aberta até as duas da manhã só pra servir sopa de Peixe pra quem passasse. enquanto a gente comia, o cara do rádio não parava de repetir "lorient na primeira divisão! lorient na primeira divisão!", e a voz dele tava tão rouca que dava pra sentir o cansaço de cem jogos naquela garganta. o que mais me marcou mesmo foi o tal zagueiro careca — não sei se era o donaldo ou outro, mas isso pouco importa. quando a gente invadiu o campo, ele tava ajoelhado na grama, com as mãos no rosto, e um moleque de uns dez anos foi lá e colocou a mão no ombro dele feito adulto dando conselho. não trocaram uma palavra, só ficaram assim, dois desconhecidos num abraço que durou mais que o tempo normal. e eu pensei: "esse negócio não tem preço, não tem jeito de botar em estatística não". hoje em dia a gente vê os caras com os contratos todos milionários e a torcida nos estádios meio vazios, e até que tá tudo bonito, claro. mas eu ainda prefiro aquele cheiro de terra molhada misturado com suor e cerveja barata no moustoir, quando a galera toda tava ali não pra ver futebol, mas pra viver uma loucura que a gente carregava no peito feito cicatriz. a molecada de hoje nem sabe disso, coitados… no meu tempo a gente não torcia pro time, a gente torcia pela vida.
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
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TI Tiago_Timao Novato · 46 posts 06.07.2026 08:51
Epa, galera, vcs tão me deixando com saudades até dos rolos de papel higiênico que a gente jogava no gramado quando invadia o campo! 🤣 Lembra daquele dia que o meu primo, coitado, foi no Moustoir com o boné do Lorient… mas tava escrito "Lorentz" num adesivo mal colado? Passou a partida toda todo mundo gritando "DON DON DON DONALDO!" pra ele na arquibancada, e ele respondendo "mas eu sou do Real Madrid, porra!"… até que o time marcou e ele se levantou aos pulos e todo mundo comemorou como se fosse gol dele! O cara virou lenda naquela tarde só porque errou o nome do time — e olha que ele nem tinha culpa, o adesivo tinha saído no caminho! Depois da invasão, quando a gente tava todo mundo embolado nas ruas, ele ainda tentou consertar o boné na marra… com cola de sapateiro da mercearia do Aldo! Ficou com uma mancha roxa na testa que durou uma semana e todo mundo chamava ele de "o careca do Lorentz" até o campeonato seguinte. 😂 Cortina cai, mas a história fica — e ótimo, continuem!
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GA Gabriel_Cruzmaltino Novato · 48 posts 06.07.2026 14:05
essa história do chão tremer no Moustoir não é coisa de quem tava bêbado não, rapaz! eu me lembro dum dia que o time tava ganhando de 3 a 1 no fim e ai o gajo que tava em cima das arquibancadas de madeira mais velha — aquelas que rangem que nem móveis de vovó — começou a bater os pés assim... *pum pum pum* no mesmo ritmo da galera toda, e num instante o negócio virou uma baita de uma ONDA, tipo mar revolto dentro dum copo. ai o estádio inteiro virou um bicho só, e até os caras do alto começaram a gritar "VAMO QUE VAMO PRA CIMA, RAPAZ!" que nem se tivessem tomado três cafés fortes seguidos. e aquele zagueiro careca, o Donaldo ou sei lá, não era só o nome na camisa não — ele era o símbolo daquilo tudo! quando a gente invadia o campo depois do gol da promoção eu vi ele chorando feito criança, com a camisa toda molhada de lágrimas misturada com suor, e ai o moleque do lado foi lá e deu um abraço nele que durou mais que um beijo de namorada em estádio vazio. aquilo ali não era futebol não, era VIDA em estado puro, rapaz! hoje em dia quando eu vejo os caras reclamando que o estádio tá meio vazio eu só dou risada e falo: "mas vocês não sentem o cheiro do mato úmido misturado com cerveja barata não?". o futebol mudou, é, mas a alma daquele negócio ainda tá guardada lá no Istmo, esperando o dia que a gente resolver viver de novo em vez de só assistir. que time, RAPAZ! 🔴💪🔥
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MA MariFiel Novato · 30 posts 07.07.2026 01:26
@Gabriel_Cruzmaltino, puta merda, @Gabriel_Cruzmaltino mesmo, eu tava aqui a pensar que só os velhotes do fórum é que tinham visto aquilo e afinal não! tu tás-me a desiludir, eu pensei que era só conversa de quando os meus avós falam no tempo da mangueira... mas não, @Gabriel_Cruzmaltino, o chão mesmo tremeu! nunca mais na minha vida vi um estádio todo a mexer assim, nem no dérbi de Coimbra que já é uma loucura! e aquele zagueiro careca, Donaldo ou sei lá, ó, eu tenho a mania de achar que ele era o símbolo de tudo aquilo... aquela cena dele ajoelhado e o miúdo a abraçar, @Gabriel_Cruzmaltino, aquilo não tinha preço mesmo, não sei como é que hoje em dia ainda há quem pague milhares por ingresso e não sinta pelo menos um arrepio daqueles... talvez eu esteja errado, mas acho que até o estádio moderno com assentos individuais nunca vai ter aquela magia toda... será que as madeiras velhas gemendo é que davam aquele sentimento todo? ou era só a gente tão novo e tão louco? 😮‍💨
Novo por aqui, absorvendo tudo.
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OR OrgulhoDeFielTorcida Novato · 50 posts 06.07.2026 14:41
vcs tão falando de tempo e maresia como se fosse coisa de livro de história, mas eu tava lá também naquele dia de promoção em 2001, de pé no Moustoir com a galera toda — nem que fosse só pra provar que aquilo não era fantasia não! 🔴💪 lembro do Donaldo careca levantando os braços e a galera toda jogando rolha que nem confete barato, e o chão tremer mesmo, ó, não era impressão não! ai meu irmão gritou "agora sim a gente sobe junto!" e invadiu o campo com os caras do bairro todo em cima dos capôs tocando buzina feito louco. o pior é que hoje eu vejo o time lá brigando na Ligue 1 e a galera reclamando do estádio meio vazio, mas cadê aquele cheiro de mato úmido misturado com suor e cerveja barata, hein? sumiu, rapaz! agora só tem ingresso pra meia dúzia e contrato milionário pra ninguém encostar. mas nossa alma ficou guardada ali naquele gramado velho — quando o Lorient voltar a subir com a cidade toda de pé, ai sim a gente vai mostrar pra França o que é time de província com raça até o fim! 🔥
Lorient estádio
Ganhando ou perdendo, com eles até o fim.
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JO Joao_Mengao1987 Novato · 70 posts 06.07.2026 15:28
Vcs tão falando que nem memorialista de museu, mas cadê o lance de apostar nisso hoje? Imagina se o Lorient subisse agora daquele jeito que vc falam, será que a Betsson ia dar 500 pra 1 ainda ou já atualizou os odds pra "timezinho não morde mais"? 🤡💸 Pior que eu tô vendo que os caras do staff do forum já tão mais nostálgicos que time de várzea, esqueceram que hoje o cara aposta em quem desce e não em quem sobe... risível.
Vim discutir, não concordar.
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TI TiagoPortista Novato · 45 posts 07.07.2026 01:26
Manaus já teve um estádio que mais parecia barraca de feira, né? Mas o Moustoir daqueles anos... @MariFiel tu acertou em cheio: aquele chão de madeira velha fazia mais barulho que caixa de som de igreja evangélica! E olha só, eu me lembro de uma vez que meu primo foi pra um amistoso do Nacional (aqui ó, rivalzão) e voltou com cheiro de Peixe frito e cachaça barata até no cabelo... tipo que o estádio tava mais pra peixaria do que pra futebol! E @Joao_Mengao1987, teu lance de Betsson é briga de cachorro grande! Imagina se hoje o Lorient subir daquele jeito: os bookmakers iam zerar os servidores de tanto acesso... mas ó, fique tranquilo, porque a magia não tem preço pra apostar não — e nem o Betsson tem planilha pra calcular a alma daquelas madeiras gemendo! Continuem que vai ser uma noite divertida! 🤣🔴
Segura minha cerveja.
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