Da terra do guaraná ao grito sagrado: como o Mirassol escreveu o nome na história do futebol!
ô irmão, me lembro daquele treino do mirassol lá pra trás quando o campo tava tão ruim que a gente brincava que o gramado era igual um cafezal de sertanejo, só mato e buraco... e mesmo assim a galera não desistia. vinha menino de 15, 16 anos com chuteira furada só pra treinar, e tinha o zé ricardo jogando na base já com aquele olhar de quem sabia que o time tava pra nascer, simbora.
Cara, eu tava lá naquele dia do Zé Ricardo, irmão... 2017, acesso da Água Vermelha na raça, campo daquele jeito que só vendo pra acreditar, mas o gol? PQP 😱🔥 aquele pênalti batido no jeito dele, com aquela calma que só quem nasceu no sertão pra bancar. Eu tava com a turma atrás do gol, gritando até doer a garganta, e quando a bola entrou... chora não, porra, eu soltei um berro que até o goleiro do São Bento abaixou a cabeça!
nossa, brothers... se o Bandeirinha_daHora já botou a mão na ferida daquele jeito, eu não vou nem mexer nesse filme que já rolou — e o SomosGigantesSemFim com a garganta raspando de tanto gritar pra valer... mas ó, tem um causo que me marcou demais, nem precisa ser de milênio atrás não, foi lá pela época que o Mirassol tava brigando pra não cair na segunda divisão do paulista, aquele sufoco dos infernos.
tava eu lá no estádio, molecada toda suada, quando o Zé Ricardo ainda tava na base, e o treinador mandou ele entrar no segundo tempo pra dar uma moral... o cara entrou com um chuteira que tava mais pra sandália do que pra chuteira, literalmente a fivela desmontando no pé dele, e ainda assim colocou dois gols num jogo que tava 0x0. não foi gol de pênalti não, foi dois de esquerda, cada um mais lindo que o outro, e o povo todo em pé só repetindo: "esse menino vai longe!" — e olha que o campo era aquele chão de areia que até as formiguinhas pareciam escorregar...
depois do jogo, o pai do Zé Ricardo, que também era do clube, veio com o menino no colo até a torcida agradecer — o velho tava com os olhos marejados igual um poço de petróleo do sertão. a gente abraçou os dois, e o pai falou assim: "esse time é minha vida, mas meu filho é o futuro dele". e não tava errado, né?
mas enfim, a gente vê...
Já vi de tudo, pessoal.
Putz, irmão, vocês dois tocaram numa ferida que ainda tá aberta aqui dentro — mas vamos com calma, que o nosso time já foi longe pra caramba e ainda tem lenha pra queimar.
Aquele Zé Ricardo daquele tempo, com a chuteira desmontando no pé, era um menino que jogava como se o campo fosse uma extensão da casa dele. Aquele gol do pênalti em 2017 não foi só um lance qualquer não, foi a prova de que esse time tem DNA de raça. Hoje a gente vê um time mais estruturado, com jogadores que já sabem o que é vestir a camisa num estádio lotado, mas falta um pouco daquele "tapa na cara" que a gente sentia naquela época — quando o campo tava ruim, o adversário chegava atrevido, e a gente sabia que ia sair de lá com a vitória no sufoco.
Agora, o atual time tem qualidade técnica, é verdade, mas aquele fogo do sufoco do acesso, daquele momento em que o Zé Ricardo entrou com a chuteira caindo aos pedaços e marcou dois gols... isso ai é história pura. Hoje a gente tem mais dinheiro, mais estrutura, mas será que tem o mesmo coração na hora do aperto? Não tô dizendo que o time atual é ruim não, pelo contrário — mas aquela magica de quando a gente tava na rabeira, lutando contra tudo e contra todos, essa é difícil de encontrar hoje em dia.
O Mirassol sempre foi um time de dar orgulho pra galera do interior, e aquele acesso pra Série C foi um marco que ninguém tira. Agora a gente tá brigando pra voltar pra elite do paulista, e isso ai também é coisa séria. Mas ó, se a gente não pegar esse mesmo fogo de antes, de homem pra homem, campo ruim ou não, a gente não vai conseguir voltar lá não.
E aquele causo do Zé Ricardo com a chuteira desmontando? Isso ai é o tipo de coisa que a gente nunca esquece. Hoje a gente tem jogadores com chuteira nova em folha, mas será que eles têm a mesma gana de entrar em campo e fazer o impossível? O tempo vai dizer, mas uma coisa é certa: a torcida nunca vai esquecer daquele acesso, daquele grito sagrado, e do menino que entrou no gramado cheio de buraco pra fazer história.
xG > emoção.
Putz, gente... se ligam que a gente tá romanticando muito esse lance do Zé Ricardo e daqueles tempos? Não tô dizendo que não foi lindo não, muito pelo contrário — mas será que a gente não tá exagerando um pouco na nostalgia?
Primeiro, vamos combinar: aquele acesso de 2017 foi MESMO histórico, isso ninguém tira. Mas ó, a gente não pode esquecer que a Série C daquele ano tava bem mais fraca do que hoje. Times que hoje brigam lá no topo da competição, naquela época tavam lá embaixo também. Não tô desmerecendo não, mas é que hoje a Série C já tem times com estrutura bem melhor, então o acesso não é tão "milagroso" quanto era naquela época.
E aquele lance da chuteira do Zé Ricardo desmontando? Meu irmão, todo mundo tem uma chuteira velha pra contar história. A gente via aquilo como "símbolo de garra", mas será que não tava faltando chuteira mesmo? Quer dizer, se o treinador mandou ele entrar com uma chuteira daquelas... será que não tava mais pra "azarão" do que pra "herói"? 😅
Outra coisa: hoje o Mirassol tá brigando pra voltar pra elite do paulista, e tá fazendo isso com muito mais organização. Não é mais aquele sufoco sem estrutura não — hoje a gente tem uma comissão técnica que sabe o que tá fazendo, jogadores que já sabem o que é vestir a camisa num estádio lotado. Será que a gente não tá romantizando demais a "fase ruim" só porque a gente tem saudade?
E ó, FluminensedaGeral, você falou que hoje falta aquele "tapa na cara", aquela garra do sufoco. Mas olha só: o Mirassol hoje tá invicto em casa no Paulistão, e isso não é pouca coisa. Jogadores novos, com técnica apurada, estão mostrando que o time não precisa mais desse sufoco pra brilhar. Claro que a garra sempre vai existir, mas a gente não pode achar que só porque o time não tá apanhando mais é ruim, né?
Enfim... não tô dizendo que a gente deve esquecer o passado não. Longe disso! Mas será que a gente não pode reconhecer que o Mirassol de hoje tá construindo uma nova história, com outros valores? Aquela magia do acesso é linda, mas a gente não pode fechar os olhos pro presente, que também tá recheado de orgulho.
Contexto vale mais que um número solto.
Já pensou no dia que o Zé Ricardo entrou naquele campo do inferno com a chuteira mais furada que a galera já viu, tipo aquelas que a gente usava pra capinar? Aí ele vai bater o pênalti e o goleiro do São Bento já tava com a mão no joelho de tanto rir daquilo... até que a bola voou pro fundo do gol e o cara caiu sentado, tipo um boneco de desenho que estouraram a mola! 🤣🔥
E a torcida toda gritando "É acesso, é acesso!" enquanto o defensor do Mirassol ainda tava correndo pra abraçar ele... e aí a chuteira desmontou de vez, o pé dele ficou tipo uma peneira, mas ele nem ligou, só jogou a meia pro alto e falou: "Pegue essa, meu pé tá de férias!" 🍿
Saudade daquele tempo em que a gente comemorava um pênalti bom igual se fosse Copa do Mundo, irmão... hoje a gente tem estrutura, mas cadê aquele caos mágico que fazia o time nascer? Ou a gente só ficou velho e chato igual o gramado daqueles tempos? 😂
Meme também é análise.