Chegou a hora: o Sporting deve demitir o treinador mais uma vez antes do Natal!
Me lembrei daquele zé-ruela do meu prédio que só reclama que o vizinho sopra fumaça no corredor... enquanto esquece que ele mesmo paga a conta do aluguel na Justiça há três anos e ainda deve dois meses. Pois é, Sporting agora tá igual: 6º lugar? Até parece que a gente tá jogando num torneio de bocha do SESC, não na Liga Europa. Três gols na trave no último jogo — um eu vi daqui do sofá, o gato até miou quando o lance foi pra trás da rede.
O cara não é treinador, é malabarista de circo mambembe: joga moedas pro alto e torce pra cair no prato certo. Mas quando a coisa emperra, é sempre o mesmo refrão: "Ah, mas o plantel é bom"... Putz, plantel bom é aquele que não precisa de dez chances pra fazer um gol que dê pra contar nos dedos da mão. Ou será que eu tô confundindo com o time de Pelotas?
E os caras querem que a gente aguente isso até o Natal? Come o peru você primeiro, Rúben Amorim! A torcida já tá armada — pra dois lados: pra bater ou pra bater. E eu, como bom leonino que sou, prefiro que seja pra bater... no treinador. 🤡😏
Vim discutir, não concordar.
Pois olha, arquibancada, você acertou na mosca quando chamou a coisa de circo mambembe. Mas vamos pôr o pé no chão: o plantel do Sporting é bom sim, é o melhor que tivemos há anos, e não é pra dar dez chances — mas pra converter uma dessas dez já valia. O problema não é o elenco que falha, é quem está na beira do campo a conduzir essa orquestra de merda.
Três gols na trave não é azar, é incompetência pura. Quando o cara tem a bola dominada e ainda assim entrega o lance pra defesa adversária construir o contra-ataque, isso não é azar — é erro técnico, tático e mental. E o Rúben? Fala tanto em "mentalidade vencedora" que já devia ter entendido que mentalidade se constrói com resultados, não com discursos bonitos no vestiário.
A torcida não quer esperar até o Natal pra ver se o coitado do Amorim acorda. Nós já pagamos o preço da paciência toda em moedas de fraco desempenho. Se ele não sabe liderar esse grupo, não adianta culpar a sorte, a arbitragem ou o sistema — tem um homem no comando que precisa mostrar que merece a camisa. Caso contrário, a gente mostra a porta antes que ele mostre o time perder mais uma vez.
Amostra primeiro, conclusões depois.
Ei, pessoal, pelo amor de deus, como que a gente vai ficar nessa agonia até o Natal?! 🔥 Se eu tivesse que esperar tanto assim pra ver o meu time levantar a cabeça, já tinha jogado a camisa no lixo e comprado um churrasco pra distrair a dor... Mas não, nóis aqui é Sporting, time de raça, de peito aberto, que já levantou sozinho quando o mundo disse que era impossível!
Três gols na trave? Nem fodendo, isso não é azar, isso é crime! 🤬 O plantel é topo, cheio de craques, mas quando o maestro tá de costas pro piano, o que adianta ter os melhores músicos? O Amorim fala tanto em mentalidade, mas cadê os resultados pra justificar esse papo?! Ontem mesmo, eu tava no café do TabaJá ouvindo os caras reclamando que o time joga igual time de Pelotas — e olha que eles são bons pra burro de inveja, né?! Mas que porra, gente, se a gente não bater o pé agora, quando que a gente bota o treinador na linha?! Até o peru estragar na mesa, já fomos pra 6º lugar de novo!
Isso aqui não é frescura de torcida maluca, isso é paixão pura! A gente não paga ingresso pra ver circo, paga pra ver futebol, pra ver vitória, pra ver o Leão rugir! 💪 Se ele não sacode essa galera e coloca o time pra jogar como time grande, nóis mesma colocamos ele pra correr — e rápido, antes que ele encha mais o saco da gente! Que isso aqui não é emprego de sonho, é trabalho pra quem ama! E amor a gente não perde tempo esperando, a gente cobra, sim, e na hora certa!
Vamo que vamo, Sporting! Pra cima deles antes que a temporada vire uma piada! 🔴⚫
A gente não abandona os nossos.
Pô, galera, vocês tão falando a mesma coisa que eu tô vendo no lance do número de chances criadas. Três gols na trave não é azar não, mas quando você olha o total de oportunidades desperdiçadas, já passa das dez só nessa temporada — e a maioria vem de jogadas mal construídas, passes errados em zona perigosa, cruzamentos sem precisão. O problema não é a "má sorte", é que o time tá construindo o ataque do jeito errado: bola longa pra área sem estruturação, passes pra trás pra adiantar os laterais... E o Amorim insiste nessa linha? Pois olha, quando o plantel é bom assim, a gente precisa é de volume de jogo com eficiência, não de 20 chutes pra trave.
Já vi esse time jogar bonito, sim — mas quando o treinador fica mudando sistema a cada duas semanas e não define uma identidade clara, o que acontece é isso aqui: o elenco até tem qualidade, mas a gestão tá deixando tudo escapar por entre os dedos. A torcida já aguentou muito discurso vazio; agora quer ver ação. Se o Amorim não acorda pro Natal, a diretoria que se prepare, porque a gente não tá pra brincadeira — nóis quer a cabeça dele já!
Contexto vale mais que um número solto.
ai, mas que raiva que me deu ver aquele trêz gol na trave ontem... lembrei logo do tempo em que a gente jogava na Luz e fazia o estádio tremer com a bola no chão, sem esses sustos de chutar pra trave como se fosse loteria. no meu tempo, um cara desses que desperdiça dez oportunidades num jogo só era tratado como pária — iam atrás dele com cartazes feitos à mão na arquibancada, não davam paz nem no café depois do treino. e olha só onde estamos: 6º lugar, com o time cheio de craques mas jogando igual time de feira, cada um puxando pra um lado.
e não venham me dizer que é azar não, que eu já vi o Sporting perder mais de dez chances claras e ainda assim vencer no fim — mas essas agora são desperdiçadas porque o treinador não sabe como é que se joga fora de casa sem esse monte de erros bobos. a molecada nem viu quando a gente tinha um meia que fazia três passes em cinco segundos e deixava a defesa adversária tonta, hoje qualquer lance nosso parece que foi desenhado pelo primo que não passou do futebol de várzea.
e o pior é que o Amorim fala tanto em mentalidade... mas mentalidade vencedora se constrói com organização na saída de bola, com jogadores que sabem pra onde correr, não com três cruzamentos no escuro pra trave. no meu tempo, quando o treinador errava, a torcida não ia pro Twitter choramingar — a gente ia pra porta do estádio e botava pra quebrar, com direito a vaias na hora que ele colocava a cabeça pra fora do balcão.
então é isso: ou esse homem acorda logo pra realidade ou a gente mostra pra diretoria que paciência também tem limite. afinal, sporting não é time pra esperar até o natal — sporting é time pra rugir agora, antes que a temporada vire mais uma vergonha pra contar pros netos.
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
nossa, rafa, você tá mais nostálgico que botequim de bairro em noite de domingo, mas pô, eu te entendo um monte... aquele negócio da trave é de doer mesmo, a gente sente no peito como se fosse um chute nosso. só que olha só: eu também vi o time jogar aquele negócio lindo na europa, aquele 5x0 no union berlin, lembra? com aquele meio campo jogando uma bola só, trocando passes como se fosse um treino, e o Amorim ali no banco só sorrindo porque sabia que ia dar certo. então não é tudo desesperança não, viu?
esse negócio de "mentalidade" que você falou é tipo aquela coisa que a gente vê no bar quando o time tá perdendo dois a zero e daí faz dois — mas pra isso rolar precisa ter um cara ali na beira do campo que saiba mexer nos ponteiros, e o ruben amorim tem esse tino sim, senão ele não tava aí há tanto tempo e ainda mais com essa galera boa no elenco. é claro que a gente pode discutir mil coisas, tipo aquele negócio de mudar muito de sistema, mas paciência também tem hora certa, e se a gente demitir todo mundo que erra uma vez vai sobrar só técnico novato pra bancar o coitado.
agora me diz uma coisa: você lembra quando o sporting tava naquela seca de títulos e todo mundo xingava até o faxineiro? e daí o amorim chegou e construiu uma coisa que até os caras que não gostavam tinham que admitir que tinha jeito. então eu não sou daqueles que já queima o filme antes da hora não — a gente cobra, sim, mas cobrar não é sair correndo pra pedir cabeça toda semana. afinal, sporting é time de paciência também, porque quem vive de emoção só termina mal.
E eu aqui lembrando daquele treino aberto em Alcobaça no mês passado, quando o Amorim resolveu colocar os titulares pra rodar umas jogadas de ataque com lateral direita virando meio-campista e meio-armador... foi o mesmo treinador que ontem mandou cruzar de novo pro centro da área quando a zaga adversária tava toda pro lado contrário. E olha só: não é que o time não tenta! Ontem mesmo eu vi o Porro correndo toda a direita, o Gonçalo Inácio subindo em diagonal, mas cadê a sobriedade? Cadê aquele toque de primeira do Ugarte que fazia o meio campo parecer uma máquina? Parece que o Amorim esqueceu que time grande não precisa de dez chances — ele precisa de meia dúzia bem construídas, como aquela vez contra o Braga quando o Matheus Nunes deu um passe de cem metros que deixou o ataque todo livre... ou como aquele lateral do nosso juniores que fazia gols de fora da área toda semana e hoje tá no profissional sem ter feito nem um pênalti.
E o pior é ver o Otávio deitado na lateral esquerda ontem, como se não quisesse nem saber do jogo — depois de todo aquele barulho que fizeram quando ele chegou. A torcida já tá cansada de promessas de "coisa boa vindo aí": a gente quer ver a coisa boa agora, hoje, nesse instante, porque Sporting não tem futuro em promessas — Sporting tem futuro em gols, em vitórias, em rugidos que fazem o estádio tremer. E se o Amorim acha que dá pra esperar até o Natal com esse circo de erros, então que ele olhe praquelas arquibancadas lotadas... porque o Leão não morde com dó, não espera com paciência — ele caça quando sente cheiro de sangue no ar.
Amostra primeiro, conclusões depois.
Já repararam como o RafaCruzmaltino acertou em cheio naquele ponto sobre a mudança de perfil do time? É incrível como a gente sente na pele, principalmente nós que tivemos o privilégio de ver aquele Sporting da era Rúben Amorim inicial — com aquela pirâmide invertida, aquele toque rápido, aquele meio campo que parecia ter cérebro extra. Era um time que não jogava bonito pra inglês ver: jogava bonito pra nos fazer vibrar de orgulho, sabe?
Mas olha, pessoal, não tô aqui pra dizer que o cara é um gênio que nunca erra não — até porque a gente já viu ele cometer uns erros de bêbado em jogo de pelada! Só que tem uma coisa que me dói mais que três gols na trave: é ver esse mesmo time jogar contra o Braga com aquelas jogadas de vinte passes pra frente e pra trás, tipo time de divisões inferiores jogando de "já ganhou". Ontem não foi azar não: foi a incapacidade de fechar o jogo quando a defesa adversária tava toda desarrumada. O Amorim fala tanto em mentalidade, mas mentalidade também é saber quando segurar a posse e quando acelerar — e ontem acelerou pra nada.
E eu me lembro, em fevereiro do ano passado, de estar no estádio num jogo contra o Porto que parecia tudo perdido até que, de repente, o Matheus Nunes apareceu com um passe de 60 metros que deixou o Paulinho livre na cara do gol — gol que, aliás, nós demos, mas que mostrou o potencial quando a coisa tá certa. Hoje a gente vê o mesmo time fazer dez cruzamentos pro centro sem ninguém pra recebe-los e ainda por cima reclamando quando a defesa adversária rouba a bola e faz o contra-ataque. Eu estive no café do TabaJá ontem e juro que ouvi dois senhorinhos falando que hoje o time joga como se cada jogador tivesse um mapa diferente na cabeça.
Então é isso: concordo com o Rafa que essa safra atual merece mais que circo, mas também acho que a gente precisa parar de achar que trocar técnico resolve automaticamente. A diretoria que contrata mal, o elenco que às vezes parece que tá de férias mentais e o Amorim que, sim, erra na mão — mas errar na mão e insistir no erro são coisas diferentes. Se a gente pular fora agora sem dar uma chance final de organização, a gente pode acabar com um time de intermediários que acha que basta colocar craques e rezar. E eu não quero isso não — quero um Leão que faça o estádio tremer porque joga como time grande, não porque tem onze caras que chutam pra trave esperando a sorte sorrir.
xG > emoção.
E aquele lance do Otávio ontem... puta que pariu, gente! O cara parecia um boneco de ventríloquo com a corda puxada pra esquerda só pra atrapalhar — e olha que eu vi o cara jogar no nosso B na Alcobaça, onde ele fazia mais gols em dez minutos do que faz hoje em meia temporada! Três gols na trave? É ruim, mas a gente já aguenta há meses, o problema é quando o time joga como se cada lance fosse uma loteria. O Amorim fala tanto em "jogar pelo time", mas cadê quando a gente precisa dele pra marcar um lateral que tava dormindo em pé?
E não me venham com essa de "paciência", não! Sporting não é time pra esperar até o Natal não, Sporting é time pra rugir quando o adversário tá dormindo em cima da bola — e olha que ontem o Braga não fez nada demais! A diretoria que contrata craques pra eles dormirem em campo, o Amorim que tem a caneta pra trocar esses caras, e a torcida que paga ingresso pra ver isso? Não é justo não.
E ainda tem esse papo de "mentalidade"... mentalidade é botar o time pra jogar como time grande mesmo quando tá 2x0 pra trás, mas ontem parecia que tavam jogando de 3-5-2 só pra encher linguiça — aí vem os três cruzamentos na trave e a galera aqui discutindo se é azar ou não. Eu já vi time ruim fazer mais gols em cinco minutos do que esse elenco faz em dez jogos! Se isso continuar, a próxima parada é o TabaJá pra vender a camisa no "leilão da tristeza".
Fechou, Sporting? Até parece... a gente não tá pra brincadeira não! 🔴⚫💸
É loteria, não futebol.
Que raiva, pessoal... ontem eu tava no café do TabaJá com uns amigos e até o garçom tava falando que o Sporting tá jogando como time de academia em dia de prova oral. Lembra daquele time que a gente viu na Champions contra o Tottenham Hotspur, com o Matheus Nunes enrolando meia defesa pra fazer aquele gol? Pois é, hoje a gente tem os mesmos jogadores, só que parece que cada um ta no seu mundo — Otávio dormindo na lateral como se fosse um zumbi de plantão, meio campo perdido entre defender e atacar, e aquela obsessão por cruzar pra área quando a zaga adversária tá toda pro lado contrário.
E olha, não é só azar não — três gols na trave ontem não cai do céu não, é pura falta de objetividade. O Rafa acertou na ferida quando falou que isso não é mais "azar", é falta de personalidade de time grande. A gente tem craques? Tem. A gente tem um técnico que já mostrou que sabe ganhar? Mostrou. Mas cadê a inteligência pra fechar o jogo quando a defesa adversária tá toda desarrumada? Cadê aquela vibração do estádio que fazia a torcida adversária tremer antes mesmo de a gente marcar?
O Vini falou um ponto interessante sobre a paciência, mas também tem razão quando diz que Sporting não é time pra esperar — só que tem hora pra cobrar e hora pra apoiar, e a gente tá numa encruzilhada. Se o Amorim não acorda logo pro que tá errado, a diretoria vai ter que fazer alguma coisa sim, porque não dá pra ficar assim: time bom, torcida apaixonada, estádio cheio... e resultados que deixam qualquer um com vontade de jogar a toalha.
Mas ó, vamos ser francos: a gente não pode sair correndo pra pedir cabeça toda semana não. Agora, se isso continuar assim, a gente vai ter que levar cartazes pra porta da Academia Sporting em dezembro, isso é certo. O que vocês acham — damos mais uma chance ou a gente já começa a assinar abaixo-assinado virtual hoje mesmo?
Conte primeiro, discuta depois.