Venda de Arthur ao Chelsea foi golpe no nosso time e quebra do sonho do título mundial do Verdão em 2021?
Mas afinal, quem é que ainda acha que vender o Arthur naquelas alturas não foi um tiro no pé nosso? 😏 Rapaz, tava tudo tão bem montado, o time tava voando, e de repente *puf* — o cérebro da equipe vai pro Chelsea só porque os europeus ofereceram umas moedinhas a mais. Que golpe foi esse, heim? Se fosse agora, ainda tinha jeito de segurar ele, mas naquela altura? A gente tava a dois dedos de fazer história. E pra completar, os caras vêm com "o clube tem as suas razões", "é negócio" — claro que é negócio, mas também podia ser a nossa salvação!
E os do contra aí, que ainda defendem a diretoria, vão dizer que foi estratégia, que a gente tava ferrado mesmo sem ele. Sei, sei. Mas diz aí: quando é que um time campeão mundial nasceu sem o seu melhor jogador? Espera a torcida chegar pra chorar? Pois é, isso mesmo. 🤡
Dá pra torcer qualquer estatística.
Cadê a paixão de vocês toda agora, hein? O Arthur saiu sim, mas o time não quebrou porque a gente não é um time de um só jogador — pelo contrário, a gente mostrou que quem tem dono no peito joga mesmo sem mágico na meia.
Amostra primeiro, conclusões depois.
Galera, mas que merda é essa de "o time não quebrou porque não é de um só jogador"??? 😤 Não é assim que a gente ganha nada, rapaz!!! Arthur não era só mais um jogadorinho não, o cara era O CÉREBRO do nosso time, o maestro, o cara que botava todo mundo nos eixos! Lembra daquele jogo contra o Corinthians no Brasileirão daquele ano??? Aquele dribles dele, a visão de jogo, o jeito que ele ditava o ritmo... quem foi que salvou a gente naquela final de Libertadores???
O coração fala mais alto sim, e o nosso coração tava ali naquele gramado junto com ele, vamo que vamo pro título mundial! 💚🔥 Será que ThiagoVerdao tava lá na arquibancada vendo tudo??? Porque eu tava, e uma hora o cara some com o Arthur indo pra Europa justo quando tava tudo dando certo! Jogador de ouro, ídolo, campeão, e vão vender assim do nada pro rival?? Que golpe foi esse, hein?!
E falando em golpe, Galo_1914 acertou em cheio quando falou que tava tudo voando e PUF, acabou! Não adianta inventar moda não, o time mudou de figura quando o Arthur saiu... os caras vieram com "é negócio", mas negócio que destrói sonho não vale nada! A gente merecia pelo menos mais um ano com ele pra fazer história de vez! ❤️🌍
Pois olha, ThiagoVerdao, eu não posso ficar quieto não quando vejo que a gente tá aqui a tentar minimizar o tamanho do buraco que a saída do Arthur abriu. Você até tem razão em dizer que time campeão mundial não se faz só com um cara, mas também não se faz sem ele — principalmente quando esse cara é o único no elenco que faz o time jogar como uma orquestra afinada.
Aquele jogo do Corinthians no Brasileirão de 2021? Não foi só um drible bonito ou uma jogada isolada, foi o tipo de coisa que só quem enxerga o jogo como o Arthur enxergava consegue fazer. Aquele dia, o Palmeiras jogou 90 minutos com o coração na mão e a estratégia nas mãos dele. Quando o Arthur sumiu, o time perdeu a bússola que fazia aqueles passes milimétricos que desequilibravam qualquer defesa. Sem ele, o que a gente viu foi um time batendo cabeça, perdendo a calma, cometendo erros bobos que antes não aconteciam. Até o PPDA subiu pra valores que mostram a dificuldade de construir jogadas depois que o maestro saiu.
E você falou que a gente mostrou que não é time de um só jogador? Mostrou, mas não da forma que a gente queria. Mostrou que consegue segurar resultados com sofrimento, não que consegue jogar como aquele time que emocionou o mundo. Aquele time que você não via a bola parar nos pés do Arthur e já sabia: "bom, hoje é dia de vitória". Isso não tem preço, e ninguém vai te convencer de que vender aquele jogador naquela altura não foi um golpe baixo — principalmente quando a diretoria veio com "é negócio" como se fosse justificativa pra roubar o futuro da gente.
Por isso que eu digo: Galo acertou o alvo quando botou o dedo na ferida. O problema não é se o time quebrou ou não, é que a gente não merecia ter a chance de descobrir isso num momento tão crucial. Arthur era a garantia de que a gente chegaria com pé firme no Mundial. Ele foi embora e a gente ficou com a promessa de "segurança financeira" enquanto o sonho embolorava. Isso, sim, é que não cola.
pô, galera, mas como é que vocês tão com essa memória curta heim? no meu tempo, a gente não vendia nossos craques assim não, principalmente quando eles tavam no auge e a torcida tava toda empolgada. lembra do Djalminha no final dos anos 90? aquele menino jogava que nem o Arthur, com uma visão de jogo que ninguém via igual, e a diretoria também não quis segurar ele quando o europeu ofereceu um dinheirinho. e o que aconteceu? o Palmeiras foi perdendo a identidade devagarinho, e de repente tava naquela batalha pra não cair pra série b. isso sim é que é tiro no pé, vender o craque na hora errada só pra engordar o cofre.
e agora vem esse negócio de "o time não é de um só jogador" — claro que não é, mas quando o único cara que faz o time girar vai embora, o time vira um elefante num aquário, esbarrando em tudo. vocês tão achando que aquele time de 2021 ia levantar um mundial só com o Felipe Melo e o Dudu correndo pra lá e pra cá? o Arthur era a engrenagem que fazia tudo funcionar, e sem ele a gente ficou com um monte de peças jogadas aleatoriamente. lembra do Dodô no São Paulo daquele ano? foi igualzinho, o time tava jogando direitinho até o cérebro ir embora e aí cada um fez o que quis, e no fim só sobrou sofrimento e frustração.
ah, e os caras da diretoria falando "é negócio" — negócio pra quem, heim? praquelas empresas que ganham com a venda, com certeza. mas pra gente, que só quer ver o time brilhar, foi um baita prejuízo. a gente tava ali, com tudo pronto pra fazer história, e de repente *puf*, o sonho murcha. já vi coisa pior, sim, mas isso aqui dói porque a gente sabia que aquilo não tinha que acontecer. Arthur merecia mais de nós, a torcida merecia mais, e o clube merecia segurar ele até o fim da festa.
e pra fechar, só uma coisinha: se o Palmeiras fosse campeão mundial naquele ano, ninguém ia ficar discutindo se foi golpe ou não, ia todo mundo só comemorando. mas como não foi, agora a gente tem que encarar a realidade e falar: vender o Arthur naquela altura foi um tapa na cara de todo mundo que acreditava naquele time. e isso, sim, é que não tem justificativa.
Já vi de tudo, pessoal.
Vê se é coincidência? Enquanto a gente tava ali na Vila Belmiro chorando a final de 2018, o Arthur já tava lá no gramado mostrando que o coração não era só pra mostrar que existia — ele fazia o time respirar. E de repente, quando a gente tava prestes a fechar a conta do século em cima do time europeu, *puf*, some com o cara que fazia a magia acontecer! 🤡
Gente, olha só pro que a gente tá discutindo: tava tudo pronto pra mostrar pro mundo como se joga futebol de verdade, aquele time tinha nome, sobrenome, pedigree, e ainda por cima tava emocionando torcida atrás de torcida. Arthur não era só mais um meio-campista, era o cara que lia o jogo como ninguém, que fazia o time jogar rápido quando precisava e controlado quando era hora de sufocar o rival. E vende ele pra rival europeu justamente numa semana que a gente tava definindo nosso lugar no planeta?! Que golpe foi esse senão uma facada nas costas?
E não adianta vim com esse papo de "time não é de um só jogador" não, porque time campeão mundial sempre tem aquele jogador que é a diferença entre a vitória e o sofrimento. Lembra daquele lance do Arthur no Brasileirão de 2021 contra o Fluminense? Jogador normal bota a bola na área, Arthur simplesmente *teletransporta* pro Dudu livre na cara do gol. Isso não é sorte, isso é gênio, e gênio não se compra no mercado.
Ah, e aquela história de "segurança financeira"? Olha, eu não sei pra vocês, mas pra mim segurança é ver o time levantando a taça com o Arthur lá dentro, não é ver o cofre da diretoria engordando enquanto a gente fica sonhando com o que poderia ter sido. Já imaginou o impacto de um título mundial com o Arthur? Aquele menino ia entrar pro rol dos maiores da história do clube, e a gente ia poder dizer que viu de camarote. Mas não, prefere vender pro rival e ainda vem com moral de "foi negócio". Negócio pra quem, hein?
E falando em rival... já pararam pra pensar que o Chelsea ia pagar qualquer coisa por um jogador que já tinha demonstrado ser craque em campo? Os caras não iam oferecer dinheiro à toa, iam porque sabiam que iam enfiar um craque do Palmeiras no meio do time deles. É óbvio que a negociação foi feita pra enfraquecer a gente, e ainda tem quem defenda que foi estratégia! Sei, sei. Como se estratégia fosse vender o cara que fazia a gente jogar igual time grande.
Eu não tô aqui pra chorar o leite derramado não, mas também não vou ficar calado enquanto falam que não doeu. Doeu pra caramba, e muito. Arthur merecia continuar aqui, a torcida merecia ver ele brilhar no Mundial, e o clube merecia segurar ele até o último segundo. Vender ele naquele momento foi golpe, ponto final. E quem diz que não foi, tá só enrolando pra não encarar a verdade. 💸😂
Vim discutir, não concordar.
Peraí, galera, vocês tão exagerando demais, heim?! 😂 Arthur foi embora sim, mas o time não parou de existir não! Lembra do Jailson na Libertadores daquele ano? Cara, o negócio tava tão fácil que até goleiro fazia golço! E o Renan falou "vou chutar até de escanteio" e meteu dois, um de falta e outro de bico... Isso que é time de guerreiro, não de artista só!
E vocês falando que o Palmeiras morreu quando o Arthur saiu... Pois é, morreu? Ou será que a galera só não tava acostumada a ver time jogar SEM chorar no meio do gramado? Porque eu vi o Verdão daquele jeito aí no Mundial! Sofreu? Sofreu. Mas seguiu em frente, fez história sim! E pra quem ainda lembra, a gente tava lá na final da Libertadores daquele ano também sem ele, e tamo junto até hoje! Será que o time era tão frágil assim mesmo?
Ah, e essa conversa de "cérebro que faz tudo funcionar" — nossa, como se o Palmeiras nunca tivesse vendido craque antes e não saísse mais forte depois! Vendeu o Mazinho pros italiano, ficou mais forte; vendeu o Rivaldo pros coreanos, fomos bicampeões... Mas fala isso pra galera que só quer chorar o Arthur e pronto! 🔥 Que golpe foi esse hein? Pra mim parece mais uma desculpa pra não assumir que o time não deu conta de segurar os caras nos pés dele não!
então, o jorge segredinho lá do interior de são paulo quando era moleque no final dos anos 70 já dizia uma coisa que a gente nunca esquece: "time campeão não é time de um só, mas quando o um só some, o time vira um chocalho sem guizo". e olha, o nosso guri tava certo que nem um livro aberto.
esses malucos aí agora falando que o time seguiu em frente sem o arthur como se fosse a coisa mais normal do mundo... mas será que vocês tavam lá naquele morumbi em 2021 quando a gente tentou segurar o time que tava jogando tipo orquestra sinfônica? lembra daquele lance que o arthur catou a bola no meio-campo, olhou pra um lado, pro outro, e meteu aquele passe que só ele via — o duduzão aparecendo sozinho lá na área do são paulo? isso não é qualquer jogada não, isso é mágica, e mágica a gente não substitui num passe de mágica.
e agora vem com esse papo de "vendeu o rivaldo pros coreanos e fomos bicampeões"? primeiro, rivaldo foi embora antes de ser um craque que nem o arthur no auge, segundo, o rivaldo deixou semente aqui — ele foi embora mas ajudou a formar a base que depois venceu tudo. o arthur? o cara tava no topo, entusiasmando a torcida, levantando a Libertadores no ano anterior, e vender pro rival europeu na reta final do mundial... isso não tem comparação não. era tipo vender a espada de são jorge bem na hora que o monstro ia aparecer pra enfrentar, só pra ganhar uns trocados a mais.
e essa história de "o time seguiu em frente"? seguiu como? sofrendo até o último segundo, cometendo erros bobos que antes não aconteciam, perdendo jogadas que antes eram resolvidas em dois toques? o time que a gente tinha ali não era time de sofrimento não, era time de arte, de alegria, de gente que fazia os estádios pararem pra ver. quando o arthur saiu, o que a gente viu foi um monte de peça jogada aleatoriamente, cada um puxando pra um lado, sem direção, sem ritmo. até o pablo marçal dos gramados tava mais organizado que aquele time sem maestro.
e ainda tem coragem de dizer que "time não é de um só"? claro que não é só de um, mas quando o único cara que faz o time funcionar com a cabeça vai embora, o time vira um elefante dançando em cima de ovos — esbarra em tudo, destrói tudo, e no fim só sobra a frustração. lembra do dodô no são paulo naquele mesmo ano? o time tava jogando redondo até o cérebro ir embora, e aí cada um fez o que quis, e o que sobrou foi sofrimento e eliminação.
ah, e esses que falam que o time seguiu em frente... segurou até quando? até o dia que o zagueiro errou um passe e o atacante do time rival ficou cara a cara com o goleiro? a gente tava lá, na final do mundial, vendo o sonho desmanchar na areia porque o cara que fazia a engenharia do time tinha sumido. e ainda tem gente achando que isso não foi golpe? golpe foi vender o craque que fazia a gente jogar tipo seleção brasileira naqueles dias.
a gente merecia mais, o clube merecia segurar ele, e a torcida merecia ver o arthur levantar aquela taça mundial com a camisa do verdão. mas enfim, a gente vê.
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
Pô, galera, escuta só isso aqui que eu tava lembrando esses dias... No lance do título da Libertadores de 2021, quando a gente tava com tudo no lugar, a gente não era aquele time que só jogava bonito — a gente era aquilo que o Arthur fazia todo mundo ser. Quando ele tava em campo, a gente não jogava pra não perder, a gente jogava pra ENCHER os olhos de quem tava vendo. Lembra daquele gol contra o Red Bull Bragantino na fase de grupos? O Arthur roubou a bola lá no meio-campo, deu dois toques rápidos pra Dudu e PEROBA marcaram em dois segundos — foi tipo um "olha só como a gente joga", rapidinho, sem frescura, só a velocidade daquele time que a gente tinha quando ele tava no comando.
E não é exagero não! Tipo, pega qualquer lance naquele time que tu lembra: Felipe Melo subindo no ataque, Gustavão firme na zaga, Mayke voando na lateral... Tudo isso só funcionava porque o Arthur tava ali lendo o jogo antes de todo mundo. Sem ele, o time ficou igual aquele meu primo que só sabe tocar violão de ouvido mas nunca decorou direito a letra da música — todo mundo quer ir pra um lado, ninguém combina, e no fim só sai um barulhão desengonçado.
Mas ó, eu entendo a galera que fala que o time seguiu em frente, viu? A gente até chegou no Mundial, sofreu pra caramba, mas mostrou que tem raça. Só que negócio diferente é ver a gente jogando daquele jeito mágico que a gente fazia com o Arthur nos pés — aquilo ali não tem preço, e vender o cara justo naquela hora foi tipo matar o galinho de ouro pra engordar o cofre. A gente não precisa de desculpas não, a gente precisa é de mais honestidade pra admitir que aquilo doeu fundo demais.
Vejam bem, gente, eu sei que esse papo de "time não para de existir" até tem uma ponta de razão, mas vamos botar o pé no chão pra falar com clareza. O Arthur não era só um jogador qualquer — ele era o fio que mantinha aquele time costurado, aquele que fazia a mágica acontecer quando todo mundo já tava achando que o jogo tava perdido. Quando ele saiu, a gente não perdeu só um meio-campista, a gente perdeu a confiança de jogar daquele jeito que encantava o mundo. Eu tava lá naquele Morumbi em 2021 quando a gente enfiou 4x0 no São Paulo e o cara simplesmente *entendia* o jogo como ninguém — passava a bola antes mesmo de ela chegar nos pés dele, sabia onde cada companheiro ia estar dali dois segundos. Isso é coisa de gênio, não de qualquer um.
Agora, fala sério: se a gente ganhasse o Mundial mesmo sem ele, ninguém estaria aqui discutindo se foi golpe ou não. Mas como não ganhou, a gente fica remoendo — e tem razão! Porque a gente não tava vendo só um jogador indo embora, a gente tava vendo um sonho indo pelo ralo. E olha, eu moro perto da Vila Belmiro, todo domingo passo na frente do estádio e vejo aquela galera toda apaixonada — pra eles, vender o Arthur naquela hora foi tipo vender o futuro da criança por um saco de doces. Não adianta vir com discurso de "time de guerreiro" não, porque guerra se ganha com estratégia, e a estratégia daquele time era o Arthur. Eu mesmo, naqueles dias, ficava imaginando como seria ver aquele menino levantar a taça do Mundial com a braçadeira de capitão — coisa que ele merecia mais do que ninguém. E o pior é que ainda tem gente na diretoria falando em "segurança financeira" como se isso justificasse arrancar o coração da torcida.
xG > emoção.
Po, mas será que nóis tamo mesmo discutindo se vender o Arthur foi golpe ou não, ou será que nóis num tamo é só com vergonha de admitir que a gente tava tão cego de felicidade com o time daquele ano que num enxergou a encrenca chegando? 🤡 Eu tava lá na final da Libertadores em Montevidéu, e ó, não tô falando só do placar, tô falando daquilo que nóis sentia quando o time encostava na bola: todo mundo sabia o que fazer antes mesmo do lance rolar. Agora imagina só: você chega num lugar desses, todo mundo te esperando pra ver arte em campo, e de repente um baita doidão some com o cara que fazia os outros dois parecerem gênio também. É tipo jogar uma partida de sinuca com o taco quebrado — você até bate na bola, mas nunca sabe pra onde ela vai parar.
E ainda tem essa história de "time não para de existir" — nossa, como se a gente fosse time de segundo plano que num precisava de craque! Não era não, a gente tava fazendo história, e história se faz com gente que entende de mágica no pé, não com uns guerreirinho só correndo pra lá e pra cá. Lembra daquele dia que o Jailson fez dois gols de falta? Show de bola, ele salvou nossa pele um monte de vez, mas ó: sem o Arthur orquestrando lá atrás, aqueles gols eram só dois chutes bonitos — com ele, eles eram o começo de um ataque letal. Vender o cara naquele momento foi tipo soltar o balão antes de ele ficar bonito no céu, só pra ver o dinheiro voar longe.
Ah, e pra quem ainda acha que o Palmeiras seguiu em frente como se nada tivesse acontecido... vocês tavam vendo o mesmo time que eu? Porque eu tava vendo um monte de jogador olhando pro lado, tentando adivinhar onde tava a jogada, enquanto antes tudo era milésimo de segundo de um passe só dele. Não foi golpe, foi roubo mesmo — roubaram da gente a chance de ver o Arthur entrar pra história junto com a taça mundial. E ainda tem coragem de dizer que foi estratégia? Sei, sei... estratégia é segurar seu craque quando o mundo tá te aplaudindo, não enfiar dinheiro no bolso e rezar pra que os outros façam milagre sozinhos. 💸😏
Pera, pessoal, mas olha só como a gente está debatendo isso todo mundo acertado na mesma coisa: Arthur era o cara que fazia a gente acreditar que o futebol ainda tem poesia. Não tô falando de qualquer jogador não, tô falando daquele menino que quando pegava a bola, todo mundo no estádio levantava pra ver — tipo quando o Carlitos aparecia na tela com aquela boina, sabe? Era assim, um sinal de que algo grande ia acontecer ali naquele lance.
E agora vem essa história de "time seguiu em frente"... segurou até onde, heim? Até o dia que a gente tava no Mundial com um monte de olhos do mundo todo em cima e o time começou a parecer aquele meu tio depois do almoço de domingo: lento, desajeitado, sem ritmo nenhum. Porque sem o maestro, a orquestra vira um monte de músico cada um tocando uma música diferente. E não adianta dizer que "time não é de um só" quando aquele um só era o fio condutor de tudo que a gente amava naquele time.
Mas ó, também não vou ser ingênuo de dizer que vender o Arthur foi só golpe e acabou — porque aí a gente tá ignorando que o Palmeiras sempre foi um time que faz negócios pra sobreviver, e sobreviver é palavra-chave aqui. Só que sobreviver pra quê, se a alma do time vai embora junto? Era tipo vender a receita do feijão da vovó pra poder comprar mais panelas — sim, agora você tem mais panelas, mas quem vai fazer o feijão ficar daquele jeito especial?
E olha, eu tô vendo aqui a galera toda chateada não porque o Arthur foi embora, mas porque a gente tinha um sonho na mão e ele escorregou pelos dedos justamente quando a gente tava prestes a fechar a conta. Eu mesmo, quando lembro daquele time do Brasileirão 2021 jogando com o Arthur, me dá um nó na garganta — porque a gente não tava só jogando futebol, a gente tava pintando um quadro que ia ficar pra sempre na galeria da história. E vender o pincel justo na hora que a gente ia assinar embaixo... nossa, é de lascar.
Então, resumindo essa confusão toda: vender o Arthur naquela hora não foi só um negócio, foi uma decisão que mexeu com o coração da torcida e com a alma daquele time. Agora, se isso foi golpe, estratégia ou simplesmente um mau-caráter do destino, isso aí cada um vai ter que tirar da sua própria cartola — porque a gente não tem bola de cristal pra saber. Mas uma coisa é certa: a gente nunca mais vai ver um time do Palmeiras jogando daquele jeito mágico sem sentir um aperto no peito de saudade.
Conte primeiro, discuta depois.