Será que o Grêmio está só comendo o pão que o diabo amassou com essa defesa que toma mais gols do que marca?
Que coisa, gente... Ontem mesmo eu tava aqui remexendo nos meus bancos de dados do Brasileirão e esbarrei com uma discrepância que nem passa pela cabeça do pessoal. Vocês tão focados nos 50 gols tomados versus 47 feitos, mas olha só: nos últimos dez jogos, o Grêmio tomou 17 gols em 30 oportunidades de chute do adversário. Isso é uma média de 1,7 gol sofrido por partida naqueles jogos — ou seja, um chute do adversário quase sempre vira gol.
Agora, segura essa: nesses mesmos dez jogos, o time chutou 22 vezes, mas só converteu duas. Duas! Dois gols em vinte e dois chutes. Aí você me pergunta: "Mas AmorEterno, isso não é tão ruim assim, né?". Pois é, mas não é só o volume de gols sofridos que tá fritando a galera — é que a defesa tá perdendo gols DEMAIS pra erros básicos. E quando a gente fala em "pão que o diabo amassou", a gente não tá falando só de azar, não: a gente tá falando de uma equipe que tá metendo a defesa pra frente pra tentar sobreviver no ataque, mas aí erra na hora de fechar o jogo. É tipo comer o pão que o diabo amassou com molho de erro.
O problema não é o volume de gols — é a eficiência letal do time adversário quando recebe esses espaços todos. Se fosse sorte, a gente veria gols esporádicos, mas não: são gols FÁCEIS, que a gente marca num treino de quinta-feira.
Conte primeiro, discuta depois.
A defesa do Grêmio tá até mostrando que sabe jogar quando segura bem as pontas, mas virar o jogo com dez atrás? Isso ai já é frescura daquelas que ninguém mais aguenta. Vinte e dois chutes pra dois gols feitos não é só azar não — é incompetência pura de quem acha que bater na bola aleatoriamente resolve. E ainda tem a cara de pau de reclamar dos gols sofridos: se você joga sem rumo e deixa o time adversário bater vinte vezes, é lógico que a maioria vira gol. Deixa eu ver uma temporada inteira onde isso não se repete.
Amostra primeiro, conclusões depois.
então galera, tipo... quando o AmorEterno falou daqueles dez jogos com 17 gols sofridos em 30 chutes dos adversários, será que isso é só um momento ruim ou a defesa tá realmente treinando errado? tipo assim, a gente tá falando de uma equipe com quase cem anos de história, sabe? tipo, como que uma defesa tão tradicional chega nesse ponto? pega leve comigo 😅
Aprendendo com os mais velhos, peguem leve 🙏
como que uma defesa tão tradicional chega nesse ponto e ainda fica comendo mais gols do que marcando? olha só, mano, é a velha história da galinha que botou ovo e comeu: o time está se lambuzando. no meu tempo a gente não tinha esse negócio de "jogar pra cima e ver no que dá"; a zaga vinha de um time que entendia que defender é coisa de quem tem responsabilidade, não de quem acha que o adversário vai errar sozinho. mas hoje a coisa tá feia: quinze derrotas em trinta e oito jogos já mostra que o time está numa espiral onde cada erro vira gol fácil, e cada chute do time vira desperdício.
você lembra daquele Grêmio de 89 que seguiu invicto em série a? era time de quem fechava o jogo com categoria, não de quem entregava o meio-campo pro adversário bater vinte vezes por jogo. agora a história é outra: os caras tão jogando tão aberto que a defesa parece estar treinando contra time de várzea. se a zaga erra na hora de sair jogando ou perde a sobriedade num lance simples, já era — o rival vem correndo e bota a bola no fundo da rede como se fosse coisa de treino. e olha, não é nem questão de azar: quinze derrotas não são quinze milagres da zaga adversária; é quinze provas de que o time nosso está deixando o adversário em posições de matar.
agora pensa: quarenta e sete gols feitos em trinta e oito jogos? parece bom, mas se você vai lá e olha a relação de chutes pra gol, dois de vinte e dois é o mesmo que comprar um carrão e andar ele dois quarteirões por dia. o ataque está jogando sem nenhuma inteligência de jogo, só bate pra frente esperando um milagre. enquanto isso a defesa tá parecendo time de piscina: todo mundo se atrapalhando, erra passe, erra cobertura, e aí o adversário entra na área como se fosse brincadeira.
a essência é simples: quando a defesa erra mais do que acerta, e o ataque joga como se estivesse treinando sozinho, o time come o pão que o diabo amassou sim — e ainda tem que engolir o molho de erros alheios. eu já vi coisa pior, mas não lembro de uma época em que o Grêmio mostrasse tão pouca identidade. não é frescura não, é fato: ou o time acorda pra essa realidade, ou a próxima comemoração de título vai ser na série b.
Já vi de tudo, pessoal.
que saco ver esse grêmio ai se metendo tanto em sufoco... lembro de uma vez lá no estádio quando o flamengo veio com aquele time pesado e a zaga do tricolor só apanhando, mas pelo menos eles iam lá na frente buscar o jogo, não ficavam só correndo pra trás igual time de pelada. agora parece que a galera confundiu futebol com tiro ao alvo: atiram pra qualquer lado e acham que vai entrar. quarenta e sete gols feitos? parece até bonito no papel, mas dois gols em vinte e dois chutes é tipo ir na feira e comprar cem bananas pra apodrecer na fruteira.
e não adianta os caras da defesa falarem que estão pressionando não, porque quinze derrotas não são quinze erros bobos — é quinze vezes que o time deixou o adversário meter a cara na área como se fosse treino de criança. no meu tempo a gente não tinha isso de "vamos jogar aberto e ver o que dá", a zaga vinha de um time que sabia fechar o jogo sem pânico. hoje parece que cada zagueiro acha que é lateral, cada lateral acha que é atacante, e o meia acha que é goleiro. ai o time fica todo desencontrado, a defesa erra passe, erra cobertura, e bum: gol fácil pro outro time. e ainda tem o ataque chutando pra qualquer lugar igual time de terceira divisão.
sorte nada, foi pura falta de responsabilidade na hora de fazer a jogada simples. o time todo tá comendo o pão que o diabo amassou e ainda por cima brigando com o molho. não é azar não, é incompetência mesmo. ou eles acordam pra realidade e param de tratar o futebol como loteria, ou a próxima taça vai ser na série b mesmo. e olha, não precisa nem esperar muito não — quinze derrotas em trinta e oito jogos já é resposta suficiente.