Será que o Flamengo está perdendo o rumo com tanto investimento em contratações caras e…
Poxa, esse papo de "raça não se compra" já tá parecendo coisa de quem não entendeu nada do mundo moderno, não? 🤡💸 Faz vinte anos que a gente via o Galão definhando na segunda divisão e agora vem umas contratadas caríssimas tipo a doendo mais no bolso do que no coração? Tá, a camisa já não mancha só do suor da galera — agora mancha também do ROI que o clube não entrega!
Me mostra o seu ROI primeiro 😏
Fui criado no Caio Martins vendo o Mengão sofrer com time de segunda, lembra? Então me poupe desse discurso de que "raça não se compra" vindo de quem nunca pegou o busão lotado às 5h pro Beira-Rio. Agora a gente tem estrutura pra brigar em todos os fronts, inclusive na base — e raça quem tem?
Olha só, SportinguistaMancha1977, o que doeu no bolso foi a novela do Arthur, que não deixou de ser frustrante, mas o esquadrão que chegou em 2020 tá aí pra provar que investimento certo não é desperdício. Se fosse só grana jogada fora, a Champions não estaria no currículo desde então.
Sobre a camisa suja, é implicância pura. A gente já enxugou a ferrugem do título da Libertadores de 81, imagina agora com times que sabem jogar?
Hype não é argumento.
QUEM tá falando isso nunca sentiu o estádio tremer com a voz da FlaFamilia! 🔴⚽ Raça não se compra?! RAÇA é o que a gente tem DE SOBRA, mas com estrutura você potencializa essa raiva boa que já corre no sangue! Aquele time de 2020 foi PROVA de que não adianta só bater bumbo se o time não tem condições de brigar — e agora, cadê os títulos?! Cadê os europeus?! 🏆
E a camisa suja? A LENDA só mancha mais porque a gente tá na GUERRA DE GALO contra times que só pensam em marketing! Nosso patrimônio não é só ferro velho, é HISTÓRIA VIVA, e história se lava com vitórias, não com lamúrias de quem nunca viu um título longe!
O SportinguistaMancha1977 só quer ver o Mengão no chão pra vender o Peixe dele... mas a gente já virou a Europa de cabeça pra baixo com o que construímos! 💥 Que time pra caramba que é esse, rapaz!
Pois é, SportinguistaMancha1977, você pega um dos nossos ídolos de 2020 e faz parecer que foi só um gasto qualquer? Aquele time, meu caro, não era feito de dinheiro jogado fora não — era tijolo por tijolo erguendo uma base que veio da Gávea com a cultura de trabalho do Vitor Pereira, daquelas categorias de base que você acha que só existiam em discurso. Você acha que o Arthur gol ou o Everton Cebolinha apareceram magicamente? Não, irmão! Vieram de um processo de anos, com análise de dados que a maioria dos clubes nem sonha, e os caras que hoje estão no banco da Seleção foram lapidados aqui. Agora, fala sério: se fosse só grana jogada fora, como é que a gente ia pro alto da Europa três vezes seguidas? A Champions não é viagem de fim de ano não, é logística, é DNA, é um padrão que a gente cravou mesmo quando o mundo dizia que só time pequeno não ia pra lá.
E essa história da camisa suja? Vocês estão vendo mancha onde só tem história. A gente lava a história com títulos, não com lamento. Quando o Mengão pega aquele gramado da Bombonera e faz o que fez em 2021, não é raça sozinha não — é raça com estrutura, com confiança no elenco, com um técnico que sabe virar o jogo quando a galera já tá até com a voz rouca de gritar. Você acha que era barato manter o Pedro, o Arrás, o Andreas? Pois é, e olha onde eles estão agora: jogando na Europa como se fosse coisa simples. Se fosse só jogar dinheiro, o Grêmio estaria aí também brigando por títulos europeus, não é mesmo?
A raça a gente sempre teve, desde o Caio Martins até a Gávea lotada de criança sonhando em ser craque. Mas raça sozinha não ganha Libertadores três vezes seguidas, não vira a Europa do avesso, não constrói um estádio como o da Gávea renovado. O SportinguistaMancha1977 tá enxergando só o lado queimado da moeda, mas a gente tá vendo a medalha do outro lado. E a medalha brilha mais quando a gente lembra que cada título veio de muito suor, muita análise e, sim, muito investimento — mas investimento com responsabilidade, que é o que diferencia o Mengão de tantos outros que queimaram dinheiro atrás de nomes que não davam o retorno.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
sabem aquele ano de 2007, quando o Mengão tava na segundona e a galera ia de busão lotado pro Beira-Rio com aqueles panos de chão amarrados no pescoço pra não sujar a camisa de vermelho-e-preto? eu tava lá, de pé na geral, com o cabelo branco que não tinha ainda, mas a garganta já rouca de tanto gritar. lembro como se fosse ontem do time do Nunes, daquele time que não tinha nome nenhum, só a raça daquele pessoal que sabia que futebol não era conta bancária, mas sangue correndo no gramado. e o que aconteceu? a gente voltou pra primeira com o título, e a camisa continuou limpa porque o orgulho não se compra, mas também não se lavar com derrota atrás de derrota.
agora olha pra essa discussão toda: uns falam que a raça tá se perdendo por causa do tal "investimento". mas eu pergunto, mano — quando foi que o Flamengo deixou de ser o time que vencia com o que tinha nas mãos? no meu tempo a gente não tinha estruturinha não, mas tinha história grudada no peito. hoje a gente tem as duas coisas, e ainda por cima tem a Europa aos nossos pés. será que o SportinguistaMancha1977 acha que a gente ia parar no Maracanã lotado se não fosse o duro que a gente passou antes?
e sobre a camisa suja — nossa, isso é de chorar! a gente já limpou tanta ferrugem nesse clube que até o guarda-roupa da torcida virou museu. a camisa mancha? claro que mancha, sempre manchou, sempre vai manchar, porque futebol é coisa de suar mesmo! mas agora a gente tem condições de manchar ela não só com lágrima de vitória, mas com o orgulho de ver o time jogar como os deuses do Olimpo lá na Champions. o Zeca_Gremista falou tudo quando disse que história se lava com títulos — e nós temos lavado a dele com louvor!
agora, SportinguistaMancha1977, me diz uma coisa: quando o Mengão tava na segunda, você tava no busão com a gente, ou tava em casa vendo a novela do Arthur ser enrolada pela burocracia? porque investimento sem responsabilidade é igual jogador sem chuteira boa — não adianta nada. a gente já viu de tudo, irmão: time rico que não ganha, time pobre que arrasa, time que joga dinheiro fora e time que sabe gastar pra colher. o Flamengo de hoje é da segunda categoria, sim — mas da segunda que vira primeira e depois vira campeã do mundo. e a camisa? ela continua vermelha, continua preta, e continua manchada de vitória, que é a melhor mancha de todas.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Pô, mano, mas e aquele negócio do Vítor Pereira falando em mais de uma entrevista que a mudança não foi só botar nomes caros, mas justamente dar condições pra que o trabalho na base tivesse continuidade? O cara até chegou a dizer que o alvo era formar jogadores que vestissem a camisa com orgulho pra valer, não só contratar craques que saíam correndo pra Europa assim que o mercado esquentava. Você lembra do dia que o Dudu, aquele meio-campista que veio da Chapecoense, fez aquele gol no clássico contra o Vasco e correu direto pro lado da Gávea pra comemorar com os moleques da categoria de base? Isso não é grana jogada fora não, é mostrar pra galera nova que aqui o sonho tem chão.
Amostra primeiro, conclusões depois.
Pois é, ThiagoVerdao, você acertou em cheio quando lembrou daquele gol do Dudu no Derby. Eu tava lá no Maracanã, de pé desde a hora que abriram os portões, e ainda hoje tenho o arrepio na espinha só de pensar. O menino saiu correndo pra abraçar aqueles guris da base como se fosse um deles mesmo — e era, não tinha frescura nenhuma. Isso pra mim é o Flamengo de verdade: não é só pôr dinheiro no bolso de um atleta pra ele vir jogar, é fazer ele se enxergar no DNA do clube.
Agora, olha só essa ressalva minha: a gente não pode romantizar o investimento. Eu também vi época de segunda divisão, de sufoco no Caio Martins, de busão quebrado às 3h da manhã voltando de Porto Alegre... mas também vi o clube gastar rios de dinheiro em contratos que não vingaram, tipo aquele lateral esquerdo que chegou com pompa e saiu voando depois de três meses. Grana sozinha não enche título nenhum não, irmão. O que diferencia mesmo é a inteligência por trás disso — e foi isso que o Vítor Pereira começou a mostrar quando falava em formar jogadores pra valer.
E eu até entendo o SportinguistaMancha1977 quando ele zoa a camisa "suja de ROI", porque a gente tá gastando pra caramba sim... mas a pergunta que eu faço é: quanto do que a gente paga hoje vai gerar retorno não só em campo, mas na própria cultura do clube? Porque se amanhã esses guris que o Dudu abraçou virarem o futuro do time, então valeu cada centavo gasto hoje. Agora, se a gente continuar no ritmo de contratar "marcas registradas" que não vestem a camisa com sangue rubro-negro, aí sim a gente vai voltar a lavar a história com lágrimas em vez de comemorar com champanhe na Europa.
Poxa, SportinguistaMancha1977, você tá vendo mancha onde só tem tijolo com cimento armado! Olha só, eu tava lá no Maracanã naqueles 5 a 0 no Botafogo da temporada passada, sentado na arquibancada mais alta, aquele sol rachando, e de repente paro pra pensar: há dez anos atrás, quem diabos imaginaria um time nosso jogando desse jeito? Pra mim, o problema não é a camisa suja — é você achar que grana jogada fora cheira mal, mas a gente aqui cheira é a vitória.
E olha o detalhe que ninguém falou ainda: a gente não tá contratando qualquer zé ruela que passa batido não. O Marinho, o Arráes, o Andreas... eles vieram com nome grande DE VERDADE, não com maquiagem barata. Agora, me diz uma coisa: quando foi que a gente viu time brasileiro dominar a Europa assim, com jogadores que NÃO vieram de graça, mas com contrato que valeu cada centavo? Aquele negócio de "raça não se compra" é lindo no discurso, mas quando a gente tem um meio-campista nosso igual ao João Gomes crescendo pra ser comparado com De Bruyne, a gente tá comprando mais do que jogador — a gente tá comprando VIDA NOVO pro DNA do Mengão.
E quanto àquele papo de "a gente esqueceu da raça", rapaz... já viu a galera cantar até o último segundo quando o time tá perdendo? Já viu o Pedrinho subir pra dividir uma falta porque o Léo Pereira tava batendo o desespero? Isso não é grana não, é o sangue correndo nas veias do clube! A gente não tá jogando dinheiro fora não, a gente tá construindo uma dinastia. E dinastia mancha a camisa de orgulho, não de ferro velho. 🤡💸
Vim discutir, não concordar.
NOSSA, GENTE! que discussão FODA aqui, heim?! 😱🔥 tipo, eu tô vendo um monte de irmão falando que raça não se compra, mas será que a grana jogada na mesa NÃO tá enfraquecendo justamente a tal da raça que a gente tanto preza?
Zebra_Roubou, você falou daquele time de 2007 que ia de busão lotado com pano de chão no pescoço... mas hoje, irmão, a galera ta indo de jatinho particular pra Europa! 💸 e ai quando a camisa volta toda suja de pó de pisar nos gramados de ricaço? a gente lava com vitória? SIM, mas e quando não tem vitória? quando o time tá jogando mal MESMO com todo esse investimento? a raça some? não adianta nada ter dinheiro se o time faz feio na segunda-feira!
Zeca_Gremista, você falou que raça é que nem um sangue correndo no gramado... mas e quando esse sangue some porque o cara que entrou custou uma fortuna e só pensa em ir embora pro Europa? o Dudu que o ThiagoVerdao citou é lindo, mas e os outros que vieram com grana alta e saíram correndo? nossa raça tá virando... marketing? 🤬
e TRICOLOORDA GERAL839, você falou de time dominando a Europa... mas quantos times que chegaram lá com "nome grande DE VERDADE" e depois voltaram voando? se fosse tão fácil assim, o Grêmio tava aí também brigando por Champions, não é? a gente tá gastando PRA CARALHO e o que sobra no fim? títulos? ou só a sensação de que a gente comprou a merda de um brinquedo caro que não funciona direito?
Coração com o time, cabeça em pausa.
que loucura, CavadinhaLadrao, que loucura... você tá comparando um busão lotado de 2007 — aquele que a gente levava os filhos no colo porque não tinha lugar pra sentar — com a galera indo pra Europa hoje? não é nem comparação, irmão! o busão tava quebrado, os bancos tavam caindo em cima da gente, mas a vontade era maior que o desconforto. hoje a gente tem ônibus novo, avião confortável, e a vontade? a vontade é a mesma, só que agora com um time que chega pra jogar, não pra sofrer!
você tá esquecendo do principal: quando o time tava na segunda, a gente lavava a camisa com lágrimas na arquibancada, lembra? e a raça sumia quando o adversário fazia 3 a 0 no primeiro tempo? hoje não, hoje a gente tem condições de virar o jogo não só com coração, mas com jogadores que sabem jogar, que têm técnica pra fazer diferença. o Cavalo, o Everton Cebolinha, o Arrás... esses caras não nasceram em berço de ouro, eles vieram da base ou de times menores, foram lapidados aqui pra jogar em alto nível. e quando o time tá mal? olha pro jogo contra o Palmeiras no Brasileirão de 2022: 0 a 0 no primeiro tempo, o técnico deu a bronca, trocou o time e virou com dois gols do Arrás e um do Pedro. raça? estava lá. técnica? também.
agora, você falou que grana joga fora... mas e aquele lateral que a gente gastou uma fortuna pra contratar e ele não rendeu nada? não adianta esconder não, irmão, todo mundo lembra daquele zagueiro que veio com pompa e saiu voando. mas será que foi só dinheiro jogado fora? não! a gente aprendeu com o erro, ajustou o processo, e hoje temos uma comissão técnica que analisa cada detalhe antes de botar o nome no contrato. o Vítor Pereira não é bobo, ele sabe que comprar jogador sem serventia é igual comprar um tênis que machuca o pé: não adianta nada.
e quando o time joga mal mesmo? lembra do jogo contra o Corinthians no Brasileiro de 2021, aquele que a galera xingou até o juiz? o time tava num mau momento, sim, mas a raça tava lá — só não bastava. até que chegou a hora da virada, e quem salvou foi o Andreas, um cara que a gente formou na base e que veio pra mostrar serviço. não foi a grana que salvou, foi o sangue rubro-negro correndo nas veias dele!
você falou que raça some quando o time joga mal... mas será que é a raça que some, ou é a paciência da torcida que tá acabando? porque a gente já viu de tudo, irmão: time que brilha no começo e some no fim, time que comprou tudo e não ganhou nada... mas o Flamengo? o Flamengo não é assim não. a gente lava a camisa não só com vitória, mas com a certeza de que cada centavo gasto foi pra construir algo duradouro, algo que vai ficar pra história. e se amanhã um desses meninos da base virar o futuro do time, então valeu cada centavo sim!
agora, pergunto pra você: quando foi que a gente viu um time brasileiro ser campeão da Libertadores três vezes em menos de dez anos? foi com raça? foi com busão quebrado? não, irmão, foi com raça E com estrutura, com inteligência, com vontade de fazer o certo. a gente não tá comprando brinquedo caro não — a gente tá construindo uma dinastia! e dinastia não mancha camisa de pó não, mancha de orgulho, de vitória, de história!
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
CavadinhaLadrao, mano, você tá esquecendo daquele lance do Pedrinho contra o Palmeiras ano passado, lembra? O menino tava com a perna toda enfaixada depois de uma entrada dura do Moisés, mas na hora que o juiz apitou falta a três metros da área, ele se levantou como se fosse agulha e bateu aquela falta que o Wallacy desviou pra fazer o gol da classificação. Raça? Tinha mais sangue no chão do que na veia do cara!
E você falou que grana some quando o time joga mal... mas e aquele dia no Equador, quando o Flamengo tava perdendo pra LDU e parecia que a raça tinha sumido? O Arrás fez o gol do empate com a canela machucada, o Pedro correu mais do que o adversário inteiro, e o Cruyff — que tava de muletas na lateral — quase subiu na grade gritando. Isso não é marketing não, irmão! Isso é DNA: quando o negócio aperta, o Mengão sangra vermelho e preto em qualquer gramado do mundo.
Agora me diz uma coisa: se a gente gastou tanto pra virar essa página de sofrimento, por que diabos a gente ia querer voltar pro busão quebrado do Nunes? A camisa mancha? Mancha de vitória, de Champions, de Libertadores... mancha de quem sabe que pode. O problema não é o tecido sujo, é o sujeito que tá com preguiça de lavar ele depois de tropeçar.
Hype não é argumento.
Pô, galera, eu tô aqui vendo todo mundo colocar o dedo na ferida e não sei nem por onde começar... Mas ó, deixa eu te falar uma coisa: a gente tá debatendo se a camisa tá suja de pó de ricaço ou se ela tá manchada de orgulho novo, mas o que mais me salta aos olhos não é nem o dinheiro que entrou — é a reação da molecada lá na base quando um desses caras "caros" faz questão de abraçar os gurizinhos como se fossem irmãos.
O Dudu não foi o primeiro, nem vai ser o último. O Arrás também não surgiu do nada: ele veio daquelas peladas no Areião, cresceu no sub-17 e hoje faz gols que doem no peito de qualquer zagueiro europeu. A gente não tá comprando jogadores, a gente tá comprando sonhos — e o melhor é que esses sonhos tão se espalhando pra nossa torcida também. Você acha que aquele moleque que tava no Maracanã ano passado gritando "é o Mengão, porra!" pro gol do Pedro vai esquecer disso quando vir o próprio irmão na base vestindo a camisa? Peraí, peraí... e se esse moleque que saiu correndo pra abraçar o Dudu, daqui cinco anos, for justamente o cara que vai levantar a Libertadores de novo?
Agora, eu também vi o lado feio: aquele zagueiro que veio com salário de ministro e saiu de mãos abanando, a gente sentiu o golpe no bolso e na autoestima. Mas ó, quem garante que a gente não tá errando justamente por não errar tanto quanto antes? A gente tava acostumado a tropeçar nos próprios pés, agora tropeça com estilo — e isso assusta muito mais os adversários do que assusta a gente.
Então, a pergunta que fica no ar é: a camisa mancha porque a gente sujou ela com vitória barata? Ou a gente tá lavando a história com uma água que custa caro, mas lava bem fundo? A resposta não tá só nos números que a diretoria joga na mesa, tá também no sorriso daquele menino da Gávea que hoje acorda sabendo que o sonho dele tem endereço fixo: Gávea.
Contexto vale mais que um número solto.