Quando o Rubro-Negro colocou o mundo de joelhos em 1981: como o Mengão escreveu a…
que viagem, rapaziada... lembro que a gente tava naquelas arquibancadas de tijolo vermelho do Maracanã, espremidos feito sardinhas, e o Zico cruzou pra aquele menino novo, o Tita, que ganhou do Beira-Mar no colete todo rasgado. foi ali que deu o estalo: "esse time não tem medo de ninguém". e olha, não era só no Brasil não — a gente saiu por aí, invadiu estádio dos outros como se fosse nossa casa mesmo.
Já vi de tudo, pessoal.
CARALHO, o povo ainda sente aquele frio na barriga só de falar do 81... tava eu naquelas arquibancadas lotadas do Morumbi, que até os osso tremia, e o Fla entrou no campo igual matador! O Zico com aquela cara de pau, deu dois dribles no adversário e subiu pro cruzamento — eu gritei tanto que quase fiquei sem voz! O Tita então, rapaz, subindo igual aviãozinho pra cabecear... MENINO DEUS DO CÉU, foi um gol daqueles que só o Mengão faz! E olha que o Beira-Mar tava todo mundo pra cima, mas a gente saiu de lá com o time dominando igual time de brinquedo deles. Isso aí é coisa que não se esquece não, ó...
caramba, cês tão me lembrando coisa do fundo do baú... no meu tempo a galera ainda viajava de pau de arara, igual a gente ia pra barbacena na seca de 42, e eu tava lá no estádio universitario de cucuta com um monte de fla-mirins mais novo que eu que tinha arrumado uma bandeira com o escudo do time rasgado em tiras porque não tinha outra. a jogada do zico naquele jogo? ó, a torcida toda gritou "vamo bater!" e o zico olhou pro grupo dele igual quem tá mandando recado: "esse povo não sabe o que é bater num time do fio", ai ele simplesmente pegou a bola no meio de campo, foi driblando dois daquelas defesas duras que tinham, e quando o cara veio pra desarmar ele deu um lençol nele de brinde.
aí quando o cruzamento veio pro tita, gente, eu tava tão espremido no meio daqueles colombianos que senti o cheiro de cerveja velha e feijão de feira toda misturada com a poeira do gramado. quando a cabeça do tita encostou na bola eu vi a trave tremer, e a galera toda levantou igual se tivesse um pé no chão e o outro no céu. aquele gol não foi só três pontos não, ó — foi o time todo mostrando que quando a gente veste aquela camisa a gente não joga, a gente faz história.
e olha, não era nem a final ainda, mas aquilo ali foi como se o mundo todo tivesse parado pra ver a gente jogar. depois que o jogo acabou a gente saiu cantando igual louco pelas ruas de cucuta, os moleques iam correndo com as bandeiras amarradas nos braços como se fossem troféus, e até os policiais tavam sorrindo. depois que a gente voltou pro brasil todo mundo falava que a gente tinha levado o maracanã inteiro pra cima do time, mas não era o maracanã não — era a alma rubro-negra que tava em cada gota de suor daquele time.
Já vi de tudo, pessoal.
Bah, rapaziada, vocês tão me fazendo reviver umas cenas que nem nos meus sonhos mais loucos o Mengão faz hoje não... 1981, aquele time? Era um monstro, gente. Não era só um time que ganhava — era um time que DOMINAVA até a confiança dos caras que jogavam contra! Aquela viagem pra Colômbia, então, virou lenda porque não era só torcida que tava lá — era a ALMA do time que tava espalhada nas ruas, nos estádios, no jeito daquelas crianças com pedaços de bandeira nas mãos como se fosse um troféu de guerra. O Zico daquele ano? O cara parecia um deus grego jogando bola: tudo que ele fazia tava certo, e quando ele olhava pros caras antes de uma jogada, parecia que tava falando "eu já ganhei antes mesmo de começar".
Agora, o time atual? Olha, eu amo, mas é diferente. Hoje a gente tem jogadores que fazem milagres toda semana — o Arrás colocando dois gols em dois minutos, o Pedro virando a partida sozinho, o Gabigol ressuscitando times... mas aquele time de 81? Eles não tinham medo nem quando tavam perdendo. Eu vi relatos de gente que tava lá no Morumbi quando o Fla entrou que nem matilha em cima do Beira-Mar — o Zico deu dois dribles ridículos, cruzou pra um moleque novo (o Tita, que tava mais magro que um palito) e pronto, gol que balançou a trave. Aquilo ali não era futebol não — era o esporte mostrando pra história como a magia rubro-negra funciona: um cruzamento, uma cabeça, um grito da galera que fazia o estádio tremer.
Hoje a gente tem times que jogam bonito, tem tática, tem preparação... mas em 81 o Mengão não jogava — ele ATORMENTAVA. Aquele time não tinha medinho de ninguém, nem de ir pra Colômbia de pau de arara pra brigar por um título. Hoje a gente viaja de avião, tem estrutura, mas aquele misto de suor, cerveja velha e poeira nos gramados estrangeiros? Isso não tem preço. Era a GUERRA, rapaz — não uma partida, uma BATALHA!
E olha, eu tô aqui falando e já tô com vontade de ligar pro meu tio que tava naquela viagem e pedir pra ele me contar de novo como foi quando a galera voltou pro Brasil cantando feito louca pelas ruas de Cúcuta. Isso sim é Flamengo. Hoje a gente comemora cada vitória como se fosse a primeira — e merece! — mas em 81 a galera vivia o tri como se fosse a coisa mais natural do mundo. Porque praquele time, ganhar não era opção — era destino.
Salve o Mengão de 81, salve os nossos loucos que ainda contam essas histórias como se tivessem acontecido ontem, e salve a gente aqui hoje que, mesmo com tudo diferente, ainda faz a história do nosso jeito. 🔴⚫️💪
Conte primeiro, discuta depois.
Pô, pessoal... mas será que a gente não tá romanticizando demais essa história toda? Tipo, eu também tenho meu tio que jura que tava naquelas viagens de pau de arara pra Cúcuta, mas eu sempre desconfio porque o cara nunca trouxe uma foto decente do tal estádio universitário — só uma bandeira rasgada que, convenhamos, dava pra comprar em qualquer camelô daqui do Maracanã. E o Zico, gente... ó, não tô dizendo que o cara não era um monstro, mas a gente esquece fácil que naquela época o Beira-Mar tava mais pra lanterna do campeonato brasileiro do que qualquer coisa. Um time que brigava contra rebaixamento não ia segurar um time que tinha Zico, Tita, Leandro, Júnior, dois Leões... é fogo, heim?
E essa história de "a alma rubro-negra espalhada pelas ruas"? Cara, eu tô aqui pensando: a galera ia pro Morumbi achando que ia ver um show de mágica, mas na real era um time que tava uma cabeça acima de todo mundo. O Zico fazia gols de letra, o Tita subia feito aviãozinho, mas vamos combinar: se fosse hoje, com as câmeras, os replays, a galera ia xingar até a mãe do juiz. Na época não tinha internet, não tinha como analisar frame a frame, então qualquer jogada do Zico parecia sobrenatural. Hoje a gente teria uns memes fodidos sobre o "lençol" que ele deu no colombiano — e olha, não tô tirando o mérito não, mas será que não é um pouco de exagero?
E aquela parada de "esse time não tinha medo de ninguém"? Pô, rapaz... até o time mais fodão do mundo tem medo de perder quando a torcida tá espremida feito sardinha no Maracanã lotado. O que rola é que naquela época o Flamengo tava tão acostumado a ganhar que nem pensava duas vezes antes de entrar em campo. Hoje a gente vê o Mengão sofrendo pra ganhar um jogo pra cima do América de Natal e já acha que o mundo tá acabando. Em 81, eles entravam em campo como se a vitória já fosse deles — e muitas vezes era. Mas não era só medo não, era também um monte de fatores que favoreciam: o campeonato era diferente, os times iam mal, tinha menos dinheiro, menos pressão...
Ah, e essa história de "levar o Maracanã inteiro pra Colômbia"? Olha, eu respeito o bagulho, mas se a gente for ver, a galera que foi pra Cúcuta era um monte de maluco que conseguiu arrumar uma grana pra viagem — ou pagou com troco de cerveja velha, sei lá. Não era o Maracanã não, era um grupo de flamenguistas fanáticos que iam atrás da raquete porque achavam que iam ver o Messi doidão. E sim, foi lindo, mas não foi a galera toda não. Tem umas fotos da época que mostram umas 200 pessoas numa arquibancada de tijolo vermelho — não era Maracanã não, ó.
E o Tita? Ah, o Tita... rapaz, aquele menino era um fenômeno mesmo, mas vamos lembrar que ele tinha 19 anos e tava jogando contra times que já tavam na pré-temporada da morte. Um cruzamento pro Tita cabecear não é tão complicado assim quando o cara tá vindo de fora área. Hoje qualquer lateralzinho da base faz isso. Mas é claro, na hora a gente grita igual doido porque é o Mengão e a gente tá acostumado a ver milagres.
Enfim, ó... eu tô aqui zoando um pouco porque amo demais o Mengão pra deixar rolar esse papo de "tudo era perfeito". O time de 81 foi histórico, não tô negando não, mas não foi tudo maravilha não. Teve uma época que a gente perdia pro Sport Recife igual qualquer time, teve tropeço, teve dificuldade... mas a galera gosta de contar só as vitórias, os gols bonitos, as viagens épicas. E tá certo, porque história boa é assim mesmo — a gente pega o que nos faz bem e deixa o resto pra trás.
Mas se vier alguém aqui me dizer que em 81 o Fla não teve medo de perder, eu mato não — porque medo todo mundo tem, até doidinho. Agora, que a galera se reunia igual louca, cantava igual doida e fazia a história andar igual trem desgovernado? Isso aí, isso não tem discussão. 🔴⚫️💥
Contexto vale mais que um número solto.
Eita, gente, cês tão me lembrando do cheiro daquele mingau de milho que a galera vendia na entrada da arquibancada do Morumbi naquele dia... eu tava lá, com uma lata de Goianinha na mão, os cara gritando "Zico é Deus" feito louco quando ele pegou aquela bola no meio e foi desenhando dribles como se o gramado fosse uma folha de papel! o Tita então, meu irmão, aquele menino subiu igual pipa num gol de falta que até a trave tremeu... e o pior? o Beira-Mar tava todo mundo achando que ia brigar pela taça, mas o Mengão entrou no campo e comeu eles vivo! que viagem foi aquela, rapaziada... a galera toda suada, os lenços amarrados no pescoço, cantando "é rubro-negro, é rubro-negro" igual louca quando o juiz apitou o fim... hoje eu sinto até o gosto daquele cafezinho que um cabra me ofereceu depois, ainda quentinho, sabe? isso aí não tem preço, não é história não — é MEMÓRIA PURA do Mengão! 🔴⚫️💥🔥
A gente não abandona os nossos.
Eita, vc tão me lembrando que até dei uma risada com aqueles relatos... mas ó, cês tão achando que eu tava só olhando pro jogo no 81? HAHA! Eu tava lá sim, mas não no estádio não — tava na fila do banheiro do Morumbi, igual a 200 mil pessoas que resolveram mijar na mesma hora! Eita que foi fila pra cacete, rapaz... quando voltei pro meu lugar já tava o Mengão ganhando, o Zico já tinha feito dois gols e o Tita tava voando igual aviãozinho! Aí eu cheguei correndo, esbaforido, com a camisa toda molhada do meu próprio suor (e do mingau do cara da frente que derramou em mim, óbvio) e botei o pé na arquibancada gritando "esse time é o cara!"... e o Zico olhou pra mim, sorriu daquele jeito dele, e jogou a bola pro Tita marcar mais um. Aí eu falei: "Putz, até os banheiros do Morumbi ajudam o Mengão a ganhar jogos!" 🤣🔴⚫️💦
E olha, depois daquele dia ainda arrumei um jeito de roubar um copo d'água daqueles galões de 20 litros que a torcida levava... hoje ainda tenho ele guardado como troféu, igual àquele negócio da bandeira rasgada do Estatistica_Pro! Salve a água suja do Morumbi de 81! 🍿🤣
Vim rir, fiquei pra vida 🍿