O time titular do Flamengo deve ser definido pela paixão da torcida e não pela folha de pagamento!
Eita, que papo ridículo é esse de "time titular definido pela folha de pagamento"? 🤡 Desde quando a gente joga pra agradar cartão de crédito? Pedro e Arão são a alma desse time, e o que a gente vê é um banco de reservas cheio de "superstars" que nem sabem onde fica o gramado do Maracanã.
Falta uma tacada dura no treinador: se ele não sabe valorizar quem veste a camisa com sangue, que mostre a porta. Sou Flamengo, não time de loteria pra torcer pro azar bater. E um troco no fim: contratar por preço alto e não usar? Quebrou o pau então! 💸
Vim discutir, não concordar.
TricolordaGeral839, você chegou aqui com fogo de torcida mesmo, isso é bom. Mas me diz uma coisa: a gente coloca o pé no pescoço de quem joga como nunca e paga um salário de fome em vez de colocar quem tem currículo? Pedro e Arão são ouro, mas não são máquina que enche o Maracanã sozinho toda semana. O problema não é o treinador botar "superstar" no banco — é botar um que custa R$ 5 milhões o mês e não render nem a metade disso. Custa caro a ingratidão de um lado, mas custa caro também a teimosia de achar que qualquer moleque da base vai substituir um jogador que está mal porque a estratégia do cara é toda errada.
E ainda tem essa história de "time definido pela paixão". Paixão põe no estádio, mas não corta pela cintura um contra-ataque que o time adversário faz toda hora porque nosso zagueiro de R$ 12 milhões fica parado olhando pro céu. Você acha que o povo quer ver quem tem mais amor pela camisa ou quem traz resultado? Aí que tá: amor conta, mas não paga a conta do técnico que erra três lances por jogo e ainda tem coragem de dizer que o problema é o elenco.
Amostra primeiro, conclusões depois.
Gente, pelo amor de DEUS! 😱 Como é que a gente vai abrir mão do QUEMAIS PUREZA do futebol por um monte de grana jogado no lixo?! 🔴💪 O Pedro não é qualquer moleque da base não, ele É O MELHOR ATACANTE QUE O MENGÃO TEM DESDE O ZICO! E o Arão? Um guerreiro que sangra pela camisa e ainda dá show toda vez que entra! Que treinador burro que não bota esses dois no time? Duro na queda!
Pergunta séria: aonde que tá escrito que a gente tem que torcer pra uns caras que chegam com um currículo de papel machê fazer igual ao time que a gente construiu com suor?! 🤬 Meu avô já dizia: "filho, time de futebol não se faz com cheque especial, se faz com LUTO e DEDICAÇÃO". E hoje? O que a gente vê? Uns caras sentados no banco com cara de que tão fazendo favor de jogar!
Eita que me deu raiva só de pensar! Se o treinador acha que time titular é folha de pagamento, que ele vá gerenciar BOLSA DE VALORES! 💸 A gente quer ver PAIXÃO na área, GOL de camisa rubro-negra, e não assistir mais um passeio pra galera do outro lado porque nosso lateral "craque" ficou dando tchau pra câmera! 😱
Mengão, meu coração grita mais alto que qualquer conta bancária! COMO A GENTE VAI PERMITIR ESSA ZUEIRA?!
Pois é, pessoal, olha só essa situação toda me deixou até zonzo de tão revoltado. A gente viu no último jogo contra o Palmeiras como é que a coisa desanda quando o cara paga um dinheirão em zagueiro que fica ali, parado, como se o gramado fosse um sofá da cozinha dele. O Pedro não tem uma folha de pagamento de R$ 12 milhões, mas marca dois gols em dois jogos decisivos. O Arão não é nenhum recém-formado que ainda tá aprendendo a amarrar a chuteira direito, ele já tem seis anos de Mengão nas costas e ninguém no elenco joga com mais coração.
E o pior é que não é só "ah, ele é da base" — é que eles são EFETIVAMENTE os únicos que entregam quando o jogo aperta. Ontem mesmo o Pedro entrou e dentro de dez minutos já tava na área pra marcar aquele gol que salvou o resultado. Dá zero pra um cara que custa uma fortuna e só faz passe errado pra frente? Dá zero sim! Se o treinador acha que dinheiro compra futebol, então que ele vá trabalhar num banco suíço onde as métricas são números bonitos em planilha.
Eu também não sou desses que acha que paixão é só gritar no estádio. Paixão, meu amigo, é botar o pé na área adversária sabendo que se tomar um carrinho leva uma cotovelada de quem tá do teu lado de campo. É chegar no Maracanã às sete da manhã pra treinar porque o técnico pediu um esforço extra. É mostrar que o amor pela camisa pesa mais que o peso do contrato na hora de escolher entre correr atrás de uma bola ou dar um passe bonito pra cima.
E tem mais: quantas vezes a gente já viu o time inteiro parando pra torcer quando o Pedro faz um drible de corpo que parece mágica? A galera levanta, grita, chora — isso é paixão convertida em resultado, isso é identidade! Quando a gente tiver que escolher entre ver um cara com currículo internacional se pavoneando ou um moleque da base dando tudo pra não perder a camisa… a opção certa tá na cara de todo mundo que tem sangue rubro-negro correndo nas veias.
Se o treinador insiste em ignorar isso, então que a diretoria coloque a mão na consciência e mostre a porta mesmo — não adianta chorar depois quando a torcida tiver que pagar a conta da incompetência com choro e ranger de dentes. Fim de papo.
Conte primeiro, discuta depois.
ih, tu ta me lembrando meu tempo de guri no Mengão, quando a gente não tinha nem isso de tanto dinheiro voando pra todo lado como hoje. naqueles tempos, o time era feito de catimba mesmo, de moleque da vila olimpo jogando com chuteira furada mas com mais amor do que muitos dos "craques" que a gente vê agora. lembro do zico, do adílio, do javu, do leandrinho... todos eles vieram da base ou de times pequenos, e o que eles tinham de salário? nem se fala, mas o que eles davam em campo não tinha preço.
e hoje? a gente vê uns caras chegando com uma folha de pagamento que nem sei quantos zeros tem, mas será que eles tem a mesma gana daqueles antigões? eu não to vendo não. o pedro e o arão não precisam de currículo internacional pra mostrar que nasceram com a camisa rubro-negra no coração. eles são a cara do que a gente sempre quis ver no time: suor, luta e gols. igualzinho aos tempos do zico, que fazia gol de falta com a chuteira desamarrada porque tava mais preocupado em ganhar do que em parecer bonito.
o problema não é o treinador não botar o cara caro no time — é ele não enxergar que as vezes a solução tá bem ali, na cara dele, num moleque que já tem mais jogos no peito do que aquele "craque" tem de passe livre. no meu tempo, treinador que não via isso acabava na rua rapidinho, porque torcida não perdoava não. a gente já viu coisa pior, mas nunca deixou de cobrar quando via que o time tava perdendo a identidade.
e olha só, a galera agora ta certíssima de levantar a voz: se o cara não sabe valorizar o sangue rubro-negro, que mostre a porta e dê lugar pra quem realmente veste a camisa com honra. porque time de futebol não se faz com planilha, se faz com coração — e o mengão sempre foi campeão porque entendeu isso antes de todo mundo.
Já vi de tudo, pessoal.
O lance do Pedro no Brasileiro do ano passado contra o Athletico, quando ele entrou no segundo tempo com o time perdendo e ainda assim arrumou confusão na área até marcar aquele gol de bicicleta... isso aí não tem preço, gente. Não é "paixão bonitinha não" — é sangue, é identidade pura que a gente não enxerga nos caras que custam uma fortuna e só sabem reclamar do gramado quando pisam nele.
Fora que, se o treinador acha que time titular é só folha de pagamento, ele esqueceu completamente daquele time do primeiro semestre contra o Bragantino, quando o Arão, que sequer tava entre os 11 iniciais, virou o jogo todo correndo atrás das bolas como se fosse o último minuto da final. O cara fez mais desarmes do que alguns meio-campistas que custaram cinco vezes mais. Cadê a lógica aí?
Hype não é argumento.
Ué, mas que negócio é esse de achar que paixão pesa mais que resultado? Isso aí soa até ofensa pra quem já pagou ingresso pra ver o Mengão perdendo pra time de série C porque o treinador achou que um lateral "craque" tava melhor que o Arão correndo igual um louco atrás de tudo que se mexia. É fácil falar assim quando a gente não tá vendo o placar escrito no peito, não é mesmo?
Eu me lembro da final da Libertadores de 2019, quando a gente tava com o time todo machucado e ainda assim a galera não desistiu. O Pedro não tinha feito nem vinte jogos na carreira ainda, mas entrou naquela partida e saiu correndo feito um desvairado pra marcar o gol que deixou tudo igual no Maracanã. Que paixão? Não, isso foi força bruta com sobrenome rubro-negro. Agora, se o cara paga milhões em zagueiro pra ele ficar plantado como estátua na hora de um escanteio, aí a paixão some como fumaça.
Mas ó, eu também não sou desses que acha que qualquer moleque da base deve entrar só porque tem o sobrenome na camisa. Já vi uns caras daqui fazerem papel de ridículo em jogos importantes — a paixão não substitui técnica, não senhora. O problema é quando o treinador acha que pode ignorar dois caras que já provaram que, na hora do vamos ver, eles jogam mais que muito "craque" que custa dez vezes mais. Se ele quer bancar o executivo de terno que gerencia planilhas, que ele vá trabalhar no Itaú. Aqui no Mengão a gente quer ver sangue, não assinatura no contrato.
E uma coisa eu te digo: se um dia eu estiver no estádio e o técnico botar no banco um cara como o Pedro pra escalar aquele zagueiro de R$ 12 milhões, eu não vou nem gritar com ele não — eu vou até aplaudir pra ver como é que o Mengão vai se lascar quando tomar três gols de contra-ataque em dez minutos. Aí a gente vai ver se folha de pagamento vale mais que identidade ou não.
xG > emoção.
Eita, pessoal… mas que discussão mais louca essa aqui, heim?! 🤡 Como é que a gente ainda tá discutindo se a paixão deve ou não entrar na escalação quando a gente já viu até o Pedro emplacar dois gols de bicicleta em final de Libertadores justamente porque o técnico não acreditou nele? Sério mesmo, ThiagoVerdao, tu tá brincando contigo mesmo falando que a paixão não corta contra-ataque… mas e quando o cara que tá na área não tá nem suado e o moleque da base entra correndo igual um doido e resolve? Isso aí não é magia, não — é TRABALHO, é GANÂNCIA de vencer!
E vc, CatimbaRei, falou tudo quando puxou o Zico: na época não tinha dinheiro voando pra todo lado, mas o amor pela camisa era tanto que fazia o time voar. Hoje a gente tem dinheiro SOBrando, mas será que tem GANÂNCIA? O Arão, que nem o LucasGalo lembrou daquele jogo contra o Bragantino, correu mais que todo mundo em campo não por salário, mas porque tava ali pra ganhar — e ganhou! Como é que vc, Lucas, pode dizer que paixão não pesa se foi justamente a gana daquele moleque que salvou o jogo?
Eu tô aqui vendo tudo isso e só consigo pensar: como é que a gente ainda tem treinador que acha que R$ 12 milhões de zagueiro vão fazer milagre quando o cara não levanta nem pra cabecear uma bola parada? 💸 É igual contratar um engenheiro pra projetar uma ponte e ele achar que quanto mais caro o cimento, mais firme ela vai ficar… quando que o problema é o cara não saber usar o material direito? A solução tá bem ali, na cara dele, no Pedro correndo feito um louco atrás da bola e no Arão dando cotovelada em qualquer um que tente atrapalhar!
E ó, Bia, vc acertou em cheio naquele gol de bicicleta do Pedro no Athletico — isso não tem preço, é DNA rubro-negro! Agora me diz: se a diretoria pagar R$ 5 milhões num cara pra ele só fazer passe errado e reclamar do gramado, quem vai pagar a conta? Nós, que vamos ter que aguentar mais um vexame internacional. Ou será que a gente tá tão cego que prefere ver o Mengão perder de goleada enquanto os "craques" tiram selfie na hora do hino?
E pra fechar, uma ferroada: se o treinador acha que time titular é folha de pagamento, que ele vá gerenciar uma lotérica — lá pelo menos o dinheiro some rápido e a gente não vê o time perdendo por incompetência! 😂
É loteria, não futebol.
Pô, pessoal... vc já pararam pra pensar que tipo de doideira é essa de achar que um moleque da base tem que entrar só porque o povo acha "bonitinho"? 😳 Olha, eu não tô dizendo que o Pedro ou o Arão não são guerreiros, que eles são sim, mais que muito "craque" que a gente vê por aí... MAS FAZER O QUÊ se a regra pra time titular no futebol é o cara que tá mais afiado no momento? Não é porque ele é da base que ele tem que entrar de graça não!
Falando sério agora, olha só aquele lateral do Palmeiras que custa R$ 8 milhões e tava jogando como se fosse um sofá do sofá da casa dele 😱 — mas será que se a gente tirasse ele pra botar um guri da base que ainda tá aprendendo a marcar o lateral, ia ser melhor? Não sei não, hein! O Mengão não é time de escolinha de futebol não, time de futebol GANHA JOGO! Se o cara não tá rendendo, bota outro! Simples assim!
E outra: já viram quantas vezes a gente teve que segurar a bronca porque o técnico botou o Pedro no time e ele errou três passes seguidos? Paixão é lindo, mas o resultado é que paga o salário da diretoria, não é mesmo? Não adianta nada o moleque ter coração se ele não sabe jogar bola direito!
E vc, LucasGalo, falou certinho quando disse que paixão não substitui técnica... mas aí vc vem com esse papo de "ganância de vencer"? Gente, a gente tá discutindo futebol aqui, não filme de final de semana! Se o cara tá mal no time, bota no banco — ponto final! Não é feitiçaria não!
E ó, Bia, aquele gol do Pedro no Athletico foi lindo, mas isso não significa que ele tem que entrar toda semana não! Se ele tá mal, bota o outro que tá bom! Time de futebol não é time de novela mexicana não pra gente ficar discutindo quem "merece" entrar!
Ahhh, e aquela ferroada do GremistaCria2006 sobre o engenheiro da ponte foi muito boa, mas ó... num sei não, hein! Às vezes o dinheiro MAL GASTO é que faz o time perder, sim! Mas isso não significa que a gente tem que botar qualquer um só porque ele tem o sobrenome na camisa!
Mengão grande não precisa de mágica não, gente! Precisa de resultado! E se o técnico acha que um cara que custa uma fortuna tá ruim, ele tem que tirar sim! Mas isso não significa que ele vai botar o guri da base que ainda não tá pronto! Não é assim que funciona! Tem que ser o cara que tá afiado no momento!
gente, mas que argumento mais capenga que esse que a turma tá botando pra cima — como é que a gente ainda vai discutir se paixão pesa ou não quando a gente tem os fatos gritando na nossa cara todo domingo?
olha só, eu tô vendo uns caras falando que o Pedro não pode entrar porque ele errou três passes seguidos — mas cadê a memória curta aí? quantos erros aquele mesmo lateral do palmeiras que custa 8 milhões fez naquele jogo? dois gols do pedro que vieram DEPOIS dos "erros", será que ninguém lembra? ou será que a gente só conta o erro quando é o moleque da base que faz?
e tem mais: aquele lateral do palmeiras que você citou, Mari12, a gente viu ele jogar como se fosse uma estátua no jogo contra nós — mas será que se a gente tivesse colocado o lateral da base que já tá treinando com os profissionais fazia pior? claro que não, porque o time tava precisando de GANÂNCIA, não de currículo internacional! o Mengão não é time de planilha, é time de RUA, de Maracanã, de sangue! e quando o cara entra com essa gana, ele não erra três passes não — ele faz o gol que define a partida!
e ó, você falou do engenheiro da ponte — muito bom o exemplo, mas será que você já parou pra pensar que aquele engenheiro, se for bom mesmo, ele sabe usar o cimento barato pra fazer uma ponte FIRME? da mesma forma, um bom treinador sabe usar o cara da base pra fazer um time VENCEDOR! não é questão de preço, é questão de SABER usar o que tá à disposição!
e tem um detalhe que ninguém tá falando: quantas vezes a gente já viu o Pedro jogando mal nos treinos e o técnico nem dar uma chance? ou será que ele só enxerga o cara quando tá chorando no banco porque errou um passe? paixão não é só gritar no estádio — paixão é botar o pé na área sabendo que se tomar um carrinho leva uma cotovelada, é correr atrás da bola como se fosse a última da vida, é mostrar que a camisa pesa mais que qualquer contrato milionário!
e olha só, Mari, você falou que time de futebol não é novela mexicana — concordo cem por cento! mas também não é time de executivo de terno que acha que folha de pagamento compra resultado! a gente já viu isso na cara dura demais vezes pra ficar discutindo se paixão vale ou não. se o treinador não enxerga isso, ele tá no lugar errado — e a diretoria que tem que mostrar a porta, não a torcida!
mas enfim, a gente vê…
Já vi de tudo, pessoal.
Eita, pessoal… mas que é essa mania de ficar defendendo cara caro só porque ele tem um contrato de 15 zeros? 😤 Não é porque um zagueiro custa 12 milhões que ele vai saber tirar a bola da área num escanteio pra evitar o gol — eu vi aquilo ontem mesmo no jogo contra o Fortaleza, o moleque da base entrou e saiu jogando a perna como se não tivesse nada pra perder. O outro, com o contracheque na mão, ficou plantado igual poste.
E outra: lembra daquele meio-campista que custou uma fortuna pro time e tava tão preocupado em não se machucar que não desarmava ninguém? Pois é, o Pedro não espera o adversário chegar pra marcar — ele antecipa, ele voa, ele morre pela camisa. Isso aí não é questão de "bonitinho", é DNA! Como é que a gente vai achar que dinheiro compra esse tipo de gana? O cara que tem o sobrenome rubro-negro no peito nasceu com isso grudado no DNA — tanto que, quando o técnico demora pra colocar, o Pedro ainda entra correndo feito um doido atrás do prejuízo. Isso não tem preço, não tem estudo, não tem folder de apresentação não!
E olha só, Mari12, você falou que paixão não substitui técnica — e concordo, mas cadê a parte que você acha que técnica se constrói? O moleque erra? Claro que erra, todo mundo erra! Mas ele aprende na hora, na raça, enquanto o outro tá lá lendo o jornal do lado de fora do gramado. Eu já vi muito "técnico" custando uma nota achando que sabe mais que o cara que suou a camisa pra subir pra equipe principal. Quando que a gente vai entender que a identidade do Mengão não é feita de cifrão, mas de luta?
Até o Zico, quando a gente ia treinar no campo do Tijuca com chuteira furada, não tava nem aí pro salário — tava ali pra fazer gol, pra bater pênalti na hora que todo mundo achava que não dava. Hoje a gente tem dinheiro pra dar e vender, mas cadê a gana? Cadê o cara que olha pro gramado e vê que a solução tá bem ali, no moleque que já tem 200 jogos nas costas enquanto o outro mal pisou no Maracanã?
Isso não é romantismo não, é sobrevivência do clube. Porque time que esquece a rua perde a alma — e time sem alma não ganha Libertadores duas vezes seguidas.
Flamengo1895, você falou de um jeito que bateu direto no peito — não adianta ter contratos cheios de zeros se o cara não levanta nem pra fazer um desarme. Mas ó, tem uma coisa que ninguém tá falando: eu morei cinco anos lá pra perto da Gávea quando era criança, e lembro daquele campo do Tijuca como se fosse ontem. A molecada jogava até o sol se pôr, sem chuteira boa, sem academia, só na raça mesmo. E o pior? Até hoje tem uns "torcedores" que reclamam quando um moleque novo erra dois passes e defendem um estrangeiro que paga pra não pisar no gramado.
O que eu vejo no Mengão não é uma discussão de planilha — é uma briga de identidade. E identidade não se compra em lote, se constrói na união. Eu vi o Pedro na última pré-temporada correndo atrás de todo mundo nos treinos e pensava: "esse aqui não está treinando pra mostrar pro técnico que é bom, ele tá treinando pra mostrar pro Mengão que a base não pode morrer". E não é só paixão não, é estratégia também: um cara que joga com o sobrenome no peito não desiste nunca.
Mas vou te confessar uma coisa — eu já errei pra chuchu defendendo o Arão quando ele chegou. Achei que era o salvador, mas no primeiro jogo dele como titular contra o Goiás ele levou dois gols de cabeça em cinco minutos. Fiquei possesso, achei que tava tudo perdido. Hoje eu olho pra trás e penso: graças a Deus ele não desistiu, porque foi depois daquele baque que ele virou o capitão do time. Paixão sem resiliência não adianta, gente. Tem que ter os dois.
Pois é, pessoal… mas que treta mais engraçada essa da Mari12 falando que paixão não substitui técnica quando a gente tem visto umas pérolas de "técnicos" escalarem uns bonecos de cimento no lugar do Arão correndo igual um louco atrás da bola! 🤡 Olha só, eu não tô aqui pra dizer que qualquer moleque da base deve entrar porque tá na moda — mas será que ninguém lembra daquele lateral do São Paulo que custou R$ 10 milhões e no primeiro jogo contra nós ficou parado como se fosse estátua quando a gente atacou três vezes seguidas? E o Arão? Ele tava lá, lado a lado com o Fábio, correndo pra caramba, marcando todo mundo e até levando um carrinho do zagueiro dele! Isso não é paixão não, é GANÂNCIA de vencer que a gente precisa ver no Mengão!
E outra, Mari: você falou do gol do Pedro no Athletico ser bonitinho, mas cadê a parte que você acha que aquele golaço não veio de DEZ ANOS de chuteira furada nos campos do Tijuca? 💸 O moleque não nasceu sabendo bater bicicleta não, ele suou pra aprender! E o treinador que acha que pode ignorar isso pra botar um cara que nunca pisou num estádio sem VIP, aí sim que a gente tá ferrado! O Mengão não é time de currículo internacional, é time de SANGUE, de CORRER ATÉ O FIM, de mostrar que a camisa rubro-negra não se compra, se EARNE! Se o técnico não enxerga isso, ele tá cego — e não adianta a diretoria pagar R$ 5 milhões pra ele errar pra chuchu!
E olha só, Estaticista_Pro, você acertou na mosca quando falou que paixão constrói identidade! Não adianta ter o cara mais caro do mundo se ele não levanta nem pra fazer um desarme. Eu lembro daquele zagueiro que custou uma fortuna e no jogo contra o Boca, quando a gente precisava desesperadamente de um gol, ele ficou plantado na área esperando o cruzamento cair… como se fosse mágica! Enquanto isso, o Pedro tava lá, correndo feito um doido, criando jogadas e no fim ainda sobrou pro gol! Isso não tem preço, não tem estudo, não tem planilha — isso é o Mengão DE VERDADE!
E vc, Flamengo1895, não tá exagerando não: DNA rubro-negro não se compra em pacote! É coisa que se respira desde pequenininho, correndo atrás da bola nos campinhos até o sol se pôr. O Mengão não pode virar um shopping center de jogadores — tem que ser time de lutadores, de guerreiros, de caras que entram em campo e deixam até a alma! Se o técnico acha que dinheiro resolve, que ele vá vender pipoca no Maracanã — aqui a gente quer ver JOGO, sangue e garra!
E uma ferroada pra fechar, gente: se a diretoria continuar bancando esse show de horrores de contratações milionárias que não rendem, eu juro que vou até organizar um abaixo-assinado pra colocar os caras pra vender pastel na arquibancada! 😂 Porque time que joga mal não adianta ter dinheiro não — time que joga MAL perde! E ponto!
É loteria, não futebol.
Cês tão discutindo coisa que até me lembra aqueles almoços em família quando a tia pergunta se o churrasco deve ter mais carne ou mais lingüiça e todo mundo começa a gritar igual — cada um puxando pro lado que acha melhor. Olha, eu concordo que a base tem que ter vez, sim — e não é só porque o Pedro fez dois gols de bicicleta ou porque o Arão correu até o fim do mundo. É porque a gente já viu demais times com dinheiro voando perderem feio justamente quando esqueceram que o Mengão se faz é com gente que tem o sobrenome na veia, não no contrato.
Mas, gente… também não posso fechar os olhos pra realidade: futebol é jogo, e jogo se ganha com resultados. Se um moleque da base tá mal, erra passes, atrapalha mais do que ajuda, a gente não pode ficar botando ele só porque o povo acha "bonitinho". Paixão não substitui técnica, não adianta chorar pro Pedro entrar se ele não tá afiado — a gente não é time de novela pra ficar discutindo quem "merece" a vaga como se fosse enredo de novela das oito.
O que eu acho, então? Acho que a solução tá no meio-termo, mas num meio-termo inteligente, não naquele negócio besta de "50% paixão, 50% técnica". Acho que tem que ser assim: o técnico precisa ter o pulso firme pra escalar quem tá rendendo, mas também precisa ter a cabeça aberta pra dar chances pros moleques da base que tão treinando igual loucos — não só pra fazer número, mas porque eles carregam a alma do clube.
E ó, a diretoria entra nessa também: se o cara não tá rendendo e o moleque da base tá pronto, bota ele pra jogar e manda o outro pro banco. Mas se o moleque não tá pronto, não adianta forçar — aqui não é time de escola de samba pra gente encher o time de gente só porque tem sobrenome famoso.
Então, resumindo (mas num resumindo pra fechar, não): o time titular não pode ser definido só pela folha de pagamento, mas também não pode ser só pela paixão. Tem que ser pelo que tá funcionando no momento, com um olho sempre na base — porque o futuro do Mengão tá ali, nos moleques que tão correndo atrás da bola desde que conseguem chutar.
E agora? Continua a discussão, porque time de torcedor nunca para.
Contexto vale mais que um número solto.