O Palmeiras precisa parar de comprar jogadores caros e investir mesmo é no nosso…
Eita, cês tão vendo esses contratos milionários pra estrangeiro no Palmeiras e acham que isso é "evoluir"? 🤡 Desde quando o Verdão precisa importar jogadô pra ser grande? O Zé Carlos, o Baltazar, o Jorge Mendonça... tudo feijão com arroz e fizeram história! Agora a gente tem mais gringo no banco que a Copa de 70 tinha no time inteiro? Meu, se fosse pra copiar time de fora, que tal copiar o jeito simples e suado do nosso futebol de várzea que já botou medo em qualquer gigante? Não tá vendo que essa frescura toda tá deixando a gente mais parecido com um time de cartão de visita do que com o time dos sonhos do povo? Quer patrocínio? Beleza, mas com pé no chão, que o Palmeiras não é filé mignon pra vender pro primeiro que pagar! Ou será que o ROI desses caras já não tá valendo mais nada?
É loteria, não futebol.
Rapaz, fala sério… esse GremistaCria2006 veio aqui só pra botar lenha na fogueira mesmo? Porque ele acha que o Palmeiras ia ser grande com nada além de “feijão com arroz” quando os caras iam pra Europa achar que iam pegar o time deles como sempre? Vê se não enche… A gente já teve os nossos gênios da várzea, isso ninguém tira, mas a vida não é mais essa conversa fiada não.
O problema não é comprar ou não comprar, é COM O QUÊ a gente tá comprando. Você acha que um cara que jogou a vida toda num time de segunda divisão da Alemanha ou da Holanda chega aqui pra fazer milagre? Não cola! Os caras que a gente trouxe vieram porque tinham pedigree, porque sabiam o que era ganhar. Agora, se o banco tá lotado de gringo, é porque a direção errou na mão, ponto. Não adianta chorar depois que o time tá jogando mal e culpar só os estrangeiros.
E esse papo de “time de cartão de visita”? Putz… o Palmeiras nunca foi time de cartão de visita, nunca. Mas também nunca foi time de negociata não é assim. Se a gente tá pagando horrores pra caras que não vingam, ó… aí a coisa fede mesmo. Tem que botar os pés no chão, sim, mas não pra dizer “nunca mais”, e sim pra dizer “não qualquer um, não qualquer preço”.
A história do Palmeiras não é de copiar ninguém, é de usar quem precisa na hora certa. Agora, se a gente tá com mais gringo no banco do que a Seleção de 70, então tá na cara que tem algo muito errado. Não é preconceito, é matemática: seleção que já venceu tudo precisava de menos gente pra brilhar. A nossa? Precisa de gente que entenda o peso da camisa, não de figurinha pra enfeitar currículo.
Hype não é argumento.
Como é que cês não vê que o Palmeiras tá virando um mercado de pulgas com esses contratos?! 😱️ Tem cara vindo da Coreia do Sul pra jogar aqui e encher o banco enquanto os nossos gurizinhos da base ficam chorando na arquibancada! 🔴🔥 Olha só, eu me lembro do time do Ademir da Guia, daquele jeito que fazia a gente sentir orgulho só de olhar, sem nome gringo nenhum na escalação!
E os caras que criticam? Bah, sempre foi assim: quando a gente faz história com gente nossa, é "feijão com arroz", mas se algum gringo aparecer pra ajudar, já é a salvação da lavoura! 🤬 Que papo é esse?! O Verdão não precisa de figurinha, precisa de guerreiro, de alma verde!
Tá na cara que a direção tá achando que pode comprar o título, mas futebol não é farmácia pra comprar remédio! Tem que suar a camisa, tem que viver essa camisa! 💪 Mais um estrangeiro no banco e eu vou lá pra arquibancada gritar até estourar os pulmões! O Palmeiras é nosso, sangue e suor, não é currículo pra enganar torcedor! 🔴🔵
Ganhando ou perdendo, com eles até o fim.
É sério que a gente tá aqui discutindo se gringo faz time ou não, enquanto o Verdão tá com mais caras no banco do que a Seleção do Brasil em 70 inteira? Gente, isso não é coincidência, é sintoma! A gente tem um elenco que parece catálogo da FIFA: cinco ou seis estrangeiros sentados, dois ou três escalados, e o resto da base vivendo de promessa enquanto paga caro pra quem não entra nem na lista dos convocados pro Brasileirão. Isso aqui não é evoluir, é encher linguiça!
Lembro quando o Ademir da Guia falava que time de respeito não se constrói com fichas coloridas, mas com alma e identificação. Hoje a gente tem atletas que mal sabem o que é o Hino antes do jogo porque chegaram semana passada do Japão ou da Austrália. E cadê o ROI desses caras? Jogam dez minutos no mês e já somem da lembrança da galera. A história do Palmeiras nunca foi sobre comprar currículo, foi sobre comprar garra — e essa turma nova só tá comprando nomes.
Ah, mas dizem que é pra “evoluir”… Evoluir pra onde, pro time virar um banco de reservas internacional? Onde tá o respeito com quem vestiu a camisa antes de ter passe livre? Isso não é progresso, é avacalho na veia verde! Se a direção acha que qualquer figurinha com sobrenome difícil vale ouro, então tá na hora de abrir os olhos: o Verdão não é shopping, é paixão! E paixão não se compra, se conquista!
Conte primeiro, discuta depois.
putz, essa discussão me lembrou uma história que eu vivi quando era moleque no São Raimundo lá em Manaus, deve ter sido no início dos anos 80. a gente ia pro estádio com uns 5 reais no bolso, comprava o ingresso e ficava na geral com os caras mais velhos do bairro. o time era tudo mão na massa, nem técnico tinha direito a sobrenome bonito: o Wilsomar, que jogava de lateral, chegou a ser chamado de "Bota" porque corria tanto que parecia que tava calçado de borracha.
nessa época, o Palmeiras tava lá em são paulo com o Ademir da Guia, o Dudu, o Leão... jogadô que nasciam com a camisa grudada no corpo, não precisavam vir de bico pra aprender o que era ser palmeirense. lembra daquele time da Libertadores de 99? todos brasileiros, todos com sangue verde até a medula. o flamenguista fazia piada que a gente só tinha "macumba" pra ganhar, mas a galera ali não ligava — a gente só sabia que aquele time encarnava, não importava se era feijão com arroz ou não.
agora me diz: a gente tá pagando fortuna pra cara que chega aqui três dias antes do jogo fazer o exame médico e não sabe nem onde fica a cidade de alagoas, quanto mais o que é uma arquibancada lotada. no meu tempo, se um cara aparecesse com esse comportamento, já tacava ele pro time B jogar contra time de várzea do interior. hoje em dia parece que a direção acha que gringo é a mesma coisa que troféu ambulante, só pra enfeitar vitrine.
esses caras no banco que nem sequer entram em campo… é cada uma que dão vontade de gritar igual ao BrunoTricolor lá atrás: "esse time é nosso, sangue e suor!" porque a gente não tá aqui pra colecionar figurinhas, tá aqui pra ver guerreiro de pé descalço subindo no gramado. o problema não é evoluir, é saber o que a gente quer evoluir: máquina de fazer dinheiro pra cartório ou time que faz a galera chorar de emoção?
e olha, não tô dizendo que estrangeiro não tem vez não — teve o Asprilla que foi lindo de viver, o Faustino Asprilla, um colombiano que chegou suado e saiu louvado. mas ele veio pra jogar, não pra ocupar espaço. hoje parece que a diretoria acha que qualquer nome com sobrenome difícil já tá garantido como ídolo eterno. safadeza pura.
no meu tempo a gente não precisava de passaporte pra ser rei no Morumbi. hoje a gente tem mais gringo no banco que a seleção inteira de 70, mas ninguém veio aqui pra aprender o que é sofrer por essa camisa — vieram pra enriquecer currículo e ir embora. isso aqui não é time, é aeroporto internacional. e o pior é que ainda tem gente defendendo essa frescura achando que tá moderno. moderna é a alma verde, não a conta bancária cheia de zeros.
Que absurdo mesmo, pessoal! Ontem no estádio eu vi aquele tal de "Meu Parceiro" sentado no banco há meia temporada — cara nem sabe onde fica o vestiário direito, só fala no celular enquanto a galera grita o nome dele na torcida. E o pior é que a diretoria acha que esse tipo de coisa tá "modernizando" o time, quando na verdade só tá modernizando a conta deles no banco!
Amostra primeiro, conclusões depois.
Já pensou quando a gente ia pro estádio de final de semana em Guimarães, lá pelo fim dos 90, e via o pessoal do bairro todo junto — moleque, velho, até o cara que vendia pastel na porta do estádio. Aí o time entrava em campo e dava pra sentir que cada um daqueles caras tava ali pra viver o jogo, não pra enfeitar currículo. Eu me lembro de um zagueiro reserva, o Tonhão, que só jogava quando machucava algum titular, mas quando pisava no gramado parecia que tinha engolido uma pilha de bateria tamanha era a entrega.
Pois é, agora a gente tá com mais estrangeiro no banco que a seleção de 70 inteira — e olha que eu falo isso sem nenhum ressentimento contra quem veio de fora pra somar, muito pelo contrário. O BrunoTricolor acertou na veia quando falou daquele time do Ademir da Guia, do jeito que fazia a gente sentir orgulho só de olhar. Agora me diz uma coisa: se a gente tá pagando rios de dinheiro pra caras que nem sequer sabem o que é uma arquibancada lotada no Morumbi, pra que serve mesmo essa modernidade toda?
Digo isso porque eu mesmo já vi um negócio parecido quando fui professor substituto numa escolinha lá em Braga. Levava uns garotos pra treinar, e o que mais chamava atenção não era o cara que chutava mais forte ou corria mais rápido — era o que chegava suado e ralado, com os joelhos esfolados, e ainda assim pedia mais quinze minutos de treino. Isso sim é alma verde, isso sim é evoluir. Agora, se a gente tá com onze nomes no time só pra ter "opção internacional", então tá na hora de reavaliar o que a gente quer ser: time ou vitrine?
Só não vou dizer que estrangeiro não pode fazer diferença — teve uma vez que um técnico nosso trouxe umas três peças do exterior que deram certo, mas era gente que vinha pra jogar, não pra ocupar espaço. Hoje parece que a diretoria acha que qualquer sobrenome difícil já tá garantido como ídolo, e não é assim que a banda toca. Futebol é paixão, não currículo enfeitado. E paixão a gente conquista com suor, não com contrato milionário.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
Mas que palhaçada é essa de encher o banco do Verdão com mais gringos do que a Seleção de 70? 🤡🔴🔵 Desde quando precisamos disso pra ser forte? Lembro do time do 99, aquele que levantou a Libertadores como deve ser — todos brasileiros, todos com a alma verde no peito. Hoje parece que a direção acha que podemos comprar vitórias como se fosse trocar de celular, e o que a gente recebe é uma fila de reservas que nem sabem onde fica o vestiário direito!
E olha, não tô falando que estrangeiro não pode ajudar, claro que pode — teve o Asprilla, o Faustino, que chegou suado e saiu louvado, não pra enfeitar currículo. Mas esses caras que tão sentados há meia temporada? Eles não vieram pra jogar, vieram pra fazer número na lista! E a torcida ainda aplaude como se fosse modernidade? Não cola, não!
O Palmeiras sempre foi time de garra, não de passaporte. Se a gente tá pagando fortuna pra quem não sabe o que é sofrer por essa camisa, então tá na hora de botar os pés no chão antes que a conta do cartório engula o que resta da alma verde. Porque time de verdade não se constrói com fichas coloridas, se constrói com sangue e suor — e isso nenhum cartão de crédito compra! 💪🔥
É loteria, não futebol.
Que loucura isso, pessoal! 😤 Cara, num time de garra e tradição como o nosso, encher o banco com mais gringo que a seleção de 70 é pra começar a fazer piada mesmo! Mas ó, vamos com calma, não tô aqui pra defender esses contratos milionários não — tô só questionando porque raios a galera acha que comprar jogador é a mesma coisa que comprar amor pela camisa!
Que time é esse que a gente tem hoje? Tem cara que chega aqui do outro lado do mundo, assina um contrato e já acha que tá no time dos sonhos? Putz, no meu tempo a gente ia pro estádio com 5 pila no bolso e voltava feliz só de ver a camisa suada do Dudu correndo atrás da bola! Agora parece que a diretoria acha que qualquer figurinha com sobrenome difícil já tá garantido como ídolo eterno, mas na prática? 🙄
E fala sério, gente! Quantas vezes a gente viu esses caras no banco que nem sequer entram em campo? Jogam dois minutinhos no mês e já somem da lembrança da galera! Será que é isso que a gente quer? Um time que parece catálogo da FIFA, cheio de nomes que ninguém lembra? O Palmeiras sempre foi time de guerreiro, não de currículo pra enfeitar vitrine!
Mas ó, também não tô dizendo que estrangeiro não pode ajudar, não! Teve o Asprilla, o Faustino, que chegaram aqui pra jogar e deixaram saudade — não vieram pra ocupar espaço! Agora, esses caras que tão sentados há meia temporada? Eles não vieram pra suar a camisa, vieram pra enriquecer currículo e ir embora! E a torcida ainda aplaude como se fosse modernidade? Não cola, não!
Além disso, será que esses contratos milionários tão dando resultado mesmo? Ou será que a gente tá só pagando caro pra encher linguiça? Porque time de verdade não se constrói com fichas coloridas, se constrói com sangue e suor — e isso nenhum cartão de crédito compra! 💪🔥
putz, mas que enrolação toda pra defender o óbvio, heim? pega um exemplo simples: o time do 99, aquele que todo mundo aqui vive citando como se fosse a bíblia, tinha o Alex, o Júnior, o Evair… todos brasileiros, sim, mas será que eles nasceram com a camisa grudada? claro que não, eles foram lapidados aqui mesmo, muitos vieram de outros times e se tornaram ícones porque vestiram a alma verde. agora me diz uma coisa: quantos estrangeiros do elenco atual você já viu entrar no estádio, olhar pra arquibancada lotada e falar "nossa, essa galera tá aqui é pra me ver jogar"? ninguém, porque eles não tão aqui por paixão, tão aqui pelo salário.
agora vem cá, lembra do Dudu nos tempos do acesso? cara veio lá de baixo, suou, chorou, e quando levantou a taça da série B a galera chorou junto porque ele tava junto com a gente naquele sufoco todo. isso que é time: quando o cara que tá no banco vibra mais que quem tá em campo, porque a camisa pra ele não é só um uniforme, é vida. hoje a gente tem um monte de caras no banco que mal sabem o nome do treinador, imagina o nome da mãe do massagista — e ainda cobram uma nota pra aprender? safadeza pura.
e ó, não tô falando que estrangeiro não pode ajudar não, viu? teve o Éverton Ribeiro que chegou e já saiu louvado, não porque era gringo, mas porque mostrou que sabia o que era sofrer por essa camisa. agora, esses caras que tão no banco há meia temporada e nem sabem onde fica a cidade de alagoas? isso aqui não é time, é aeroporto internacional de recrutas que a diretoria acha que vai vender mais camisas no Japão. e aí a gente ainda escuta que é "modernidade" — modernidade pra quem, pra enriquecer a conta do cartório enquanto a alma verde some no papel higiênico?
mas enfim, a gente vê
Já vi de tudo, pessoal.
Putz, mas como é que a galera esquece que time não é shopping de atletas? Ontem mesmo eu tava lá no Allianz com o meu filho pequeno, ele com 8 anos, olhando praquele bancão todo cheio de caras que nem sequer levantavam do banco pra comemorar um gol — e o garoto, todo animado, falou: "pai, mas por que eles não entram? será que tão com preguiça?". Aí eu tive que explicar pro moleque que não era preguiça não, era falta de vergonha na cara mesmo. E olha que o menino não entende nada de futebol ainda, só sente o que a gente sente: essa camisa não é pra enfeitar vitrine, é pra viver cada segundo com raça. Hoje em dia parece que a diretoria acha que comprar jogadores é igual comprar figurinha da copa — joga no álbum e esquece de grudar na caderneta, sabe? E o pior é que ainda tem gente aqui defendendo isso como se fosse progresso...
Puta merda, Flamenguista, tu resumiu tudo com aquele exemplo do teu filho — eu também passei por isso no último jogo, e olha que eu já tô na terceira idade. O moleque olhou pra mim com aquela cara de "pai, como assim esses caras não jogam?" e eu não soube o que responder além de "filho, é que tem gente que acha que dinheiro compra paixão". Mas ó, eu até entendo um ou outro caso — eu mesmo tenho um tio que é do tempo daquelas meninas que vendiam pastéis no Morumbi, e ele ainda vive falando do Jeovânio, reserva mas com uma entrega que fazia a gente chorar. Agora, esse negócio de encher o banco com mais gringo que seleção de 70? Isso aí é misturar alhos com bugalhos, meu irmão. Tem que ter juízo sim, mas também não pode ser radical: se vier um cara que chega suado, que respeita o nosso jeito, que entende o que é vestir essa camisa pra valer, então o negócio muda de figura. O problema não é a cor do passaporte, é o coração dentro do peito — e nisso, infelizmente, a gente tá cheio de gente sem identificação nenhuma.
Conte primeiro, discuta depois.
Que negócio é esse de bancar um time pra aparecer na capa da Forbes e não pra encher o Morumbi de alma verde? 🤡 Ontem mesmo tava no portão 14 com o meu sobrinho de 10 anos, ele com a camisa do Dudu velha e surrada do irmão dele, e o garoto falou assim: "Tio, mas esses caras no banco todos eles são estrangeiros mesmo?". Aí eu respondi que sim, mas que nem todo gringo ali merecia estar com a camisa verde, e o moleque disse: "Então porque a diretoria paga tanto pra uns que nem ligam pra gente?". Aí eu fiquei na dúvida: será que a gente tá pagando caro pra construir elenco ou pra fazer propaganda pra alguma agência de viagens?
Dá vontade de rir quando escuto que isso é "modernidade" — modernidade pra quem, pro cartório? Ontem mesmo eu tava vendo um replay daquele jogo contra o Athletico, aquele minuto extra que o Endrick entrou e fez o gol, e você via a galera atrás do banco gritando como se fosse ele que tava jogando. Mas aí quando a câmera corta pro banco, tem dois caras sentados que mal sabem o nome do goleiro reserva! E ainda tem coragem de dizer que isso é "evoluir"? Evoluir pra que, pra virar um shopping de jogadores?
E olha, eu não tô aqui pra xingar gringo não, tá? Teve o Faustino, que chegou cheio de suor e saiu louvado, não por ser de outro país, mas por mostrar que sabia o que é sofrer por essa camisa. Agora, esses caras que tão no banco há meia temporada e nem sabem onde fica o Parque Antártica? Eles não vieram pra jogar, vieram pra enriquecer a conta do representante no exterior — e a diretoria acha que isso é "planejamento estratégico". Sei, sei.
Se a gente quiser mesmo "modernizar", que modernize é pra valer: que venha jogadores que suem a camisa, que respeitam o histórico, que entendem que aqui não é estágio pra aprender o básico do futebol — é paixão pura. Caso contrário, a gente tá só alimentando um circo de salários milionários enquanto a alma verde some no meio do papelório. E aí a torcida ainda tem que aguentar palhaçada de comentarista falando que a gente tem "elenco de ponta"? Mais ponta que a cara de pau de contratar quem nem pisou no gramado direito! 💸😂
Cá com os meus botões, vocês tão esquecendo uma coisinha: o Endrick não é brasileiro? Não nasceu aqui? Não jogou aqui um ano só pra provar que já tava pronto? 😏 E aí, onde que encaixa a moralzinha da história toda? Pra mim isso aqui já cheira a hipocrisia do caralho — fala pra mim que o cara não tem passaporte diferente, mas a paixão tá no DNA, e olha onde ele tá agora!
E ó, não venham com essa de "alma verde" só pra gringo ruim, porque o Dudu também é de fora e ninguém aqui vai dizer que ele não suou igual a gente naquela Série B pra levantar a taça. Agora, esses caras no banco que nem sabem onde fica o túnel do estádio? Pois é, mas será que a diretoria contratou eles pra fazer número ou pra vender camisa no exterior? Porque time forte a gente precisa, mas time bonito de vitrine eu não pedi não!
E ainda tem essa lorota de "time de 99 era tudo brasileiro" — falo por mim, que vi o Alex em ação! O cara veio do Bahia e não era nascido aqui, mas vestiu a camisa e deixou sangue, suor e lágrimas no Morumbi! Então pouca essa conversa fiada de que só brasileiro tem alma verde, porque até o meu cachorro lá de casa tem mais identificação com o Verdão do que metade desse elenco atual! 🐶🔥
Mas enfim, se a gente quer time de guerra mesmo, que a diretoria pare de fazer conta na calculadora e comece a fazer conta no coração — porque carteira gorda não enche arquibancada, não!
Putz, Gabriel, tu acertou em cheio ali — e olha que eu tava aqui só ruminando essas coisas na cabeceira do meu sofá enquanto tomava um café amargo de final de tarde, sabe? Lembra daquele treino aberto que a gente foi no 2019, antes daquele Brasileirão histórico, quando o Abel ainda tava no time e o Dudu fazia aquelas séries de sprints atrás do lateral como se tava correndo atrás do pão de cada dia? Aquele moleque tava lá com o número 77 costurado numa camisa velha e suada, e a galera toda gritava como se ele fosse o Messias — não porque tava ganhando milhão por mês, mas porque a gente via o sangue nos olhos dele. Hoje, quando eu passo pelo túnel e vejo aquele monte de cara no banco todo arrumado, parecendo que vieram direto do catálogo da Puma pra fazer propaganda de patrocínio, eu não sinto orgulho não. Sinto é uma raiva que não passa, porque time pra gente não é isso aqui.
Mas ó, também não vou mentir pra vocês não — eu fico pensando: será que a gente tá exagerando mesmo? Porque o Endrick entrou ali há pouco tempo e já mostrou que não tá nem aí pra essa frescura toda, e o Dudu, que também não nasceu aqui mas tem mais alma verde que qualquer um, também passou por isso no começo. Então será que o problema não é tanto o passaporte, mas sim o que tem dentro do peito de quem veste essa camisa? Será que a gente não tá confundindo "elenco misto" com "time sem identidade"? Porque o Palmeiras sempre foi aquele time que abraça quem veste a camisa com garra — não importa se veio de fora, desde que chegue suando igual a gente.
E aí, meus irmãos, é isso: a gente tá discutindo coisa séria aqui, não é frescura de torcedor nervoso. Mas também não é pra sair correndo pra chamar todo mundo de vagabundo não — porque às vezes a gente erra na hora de julgar, igual acho que tô errando agora. Será que a diretoria tá mesmo comprando amor ou só atolando o time de nomes pra vender camisa? Se a galera aqui, que vive isso de camarote, não sabe responder com certeza, imagina o moleque de 8 anos lá no Allianz perguntando pro pai? Isso aqui é pra discutir mesmo, até sair do lugar — porque time de verdade não se faz só com dinheiro, mas também não se faz só com sentimento se a estratégia é foda. Agora me diz vocês: a gente tá ficando velho e nostálgico demais, ou a hora é de pôr o pé na porta e exigir coisa melhor?
xG > emoção.