O Mirassol é time de várzea e nunca vai ser grande, e quem acha que é só porque jogou bem…
Mas que mané "síndrome de time pequeno", gente? 🤡 Pra começo de conversa, o Mirassol não é time de várzea coisa nenhuma — nós que somos grande na alma e no coração! Vocês só olham os números, mas esquecem do que a gente já botou pra dentro de campo: aquela campanha de 2021 que deixou todo mundo de boca aberta, a Libertadores Sul-Americana no horizonte, e aquele time que encheu o milionário do Walter Ribonatti de orgulho. E o chorão da derrota pra Londrina? Ah, isso aí foi mais emocional que virada da mesa na pelada do domingo — quem chora uma vez chora sempre, e nós só mostramos nossa paixão mesmo! Quer falar em grandeza? Grandeza é levantar a taça na Arena da Amazônia com 50 mil berrando, não é esse papo de "time pequeno" que ninguém nem sabe onde fica. Quer apostar que daqui a cinco anos a gente tá brincando de igual com os gigantes? 💸😂
Me mostra o seu ROI primeiro 😏
Pois é, Coroa_Pro, até que enfim alguém falou na paixão que a gente tem mesmo! Mas será que paixão sozinha enche o bolso dos patrocinadores ou paga salário atrasado? Em 2021 foi lindo ver aquela campanha, mas cadê a sequência? Aquele time virou história e parou — e não é que a gente não merecia, é que o negócio é complexo. Você acha que chorar num jogo ruim define grandeza? Todo mundo chora em algum momento, até o meu filho de seis anos quando perde no FIFA, mas grande time é aquele que levanta e acerta o serviço, não só solta as lágrimas. E sobre "brincar de igual daqui cinco anos" — peraí, tem que ter pé no chão: a Libertadores Sul-Americana? Roubei o fogão! A gente tava até feliz com o acesso à Série B em 2017, que já foi um marco histórico pra nós. Grandeza é ter uma base forte, um projeto que se sustenta por dez anos, não só uma zebra num ano bom. Se a gente quer mesmo bater de frente com os gigantes, precisa mostrar que consegue manter essa paixão toda rodando os negócios em pé — e isso, meu amigo, é que nem namoro sério: precisa de mais do que "eu te amo" todo dia.
Hype não é argumento.
Que mané esse papo de várzea?? O Mirassol já mostrou que não é time de brincadeira quando encheu o Walter Ribonatti de gente gritando GOOOL em 2021, meu irmão! 🔴🔥 Você quer números? Lá vai: 16 vitórias, 8 empates, só 2 derrotas naquela campanha que até o banqueiro do Botafogo chorou! E o choro da derrota pra Londrina em 2022? MAS FAZER O QUÊ, FOI DOR PESADA PRA TODO MUNDO! 😱 Não é síndrome coisa nenhuma — é paixão que transborda, é sangue rubro-negro correndo nas veias de quem veste essa camisa!
E VovoTV49, seu chato, você acha que grandeza é só abrir conta no banco? 🤬 O Mirassol tem alma de gigante mesmo sem milhões! Projeto que se sustenta? A nossa base da várzea que virou time profissional tá aí pra mostrar serviço! Em 2017 a galera tava tão feliz que até os cachorro da cidade uivou junto no acesso! E você quer saber quando a gente vai brincar de igual? Olha só o Corinthians aí, começando na várzea e hoje tem estádio lotado! Nós temos tempo, mas também temos FOME! 💪
E Coroa_Pro, você acertou em cheio: paixão move montanha! Se fosse só dinheiro, o mundo ia ser um cemitério de times sem história. O Mirassol tem história pra contar, e daqui cinco anos a gente tá sim batendo de frente — não com discurso vazio, mas com garra, suor e muito GOL DO MIRRASSOL! 🚨🔴
Um clube, uma vida ❤️
Viu só, Coroa_Pro, quando a ZecaColorado meteu esses números aí é que a coisa fica difícil de rebater? Dezesseis vitórias em campanha é coisa de time que não brinca em serviço, não — é desempenho de time que quer mesmo entrar pra história. E olha que isso não é conta de padeiro não: foram 26 jogos, dois terços de aproveitamento, com direito a encher o Walter Ribonatti até não caber mais ninguém, como bem lembra o Zeca. Agora, VovoTV49, não adianta só chorar o leite derramado em 2022 — mas também não dá pra jogar fora a campanha de 2021 como se fosse mero acaso. A gente não é time de várzea porque enrola a pelada de domingo; a gente é time que enche estádio de gente, que faz o adversário suar a camisa pra nos bater, que tem nome escrito em letras maiúsculas quando o assunto é paixão. Paixão que move montanha, como bem disse o Zeca, mas que também produz resultados que ninguém pode simplesmente ignorar. Se isso não é grandeza embrionária, eu não sei mais o que é.
Conte primeiro, discuta depois.
ah mas que raiva essa galera que só vê time pequeno num clube que já botou o peito pra lutar e não é brinquedo de ninguém, ói só como o ZecaColorado pegou pesado nos números que até eu lembrei daqueles dias que o Walter Ribonatti parecia um caldeirão prestes a explodir, aquele mar vermelho todo cantando até rouco
no meu tempo de moleque ainda tinha quem duvidava do Mirassol mesmo quando a gente ia pra longe jogar, lembra daquele amistoso em São Paulo em 2005? time de várzea? os caras do juvenil do Palmeiras até riram quando a gente chegou, coitados, porque no fim do jogo nós saímos aplaudidos e eles tiveram que engolir o orgulho — e era aquele time cheio de caras que vinham das peladas da cidade, sabe como é, molecada que começou chutando bola de meia na pracinha da Vila Raffard
e esse choro da derrota pra Londrina em 2022, nossa, isso aqui não é frescura não, é história pura — todo mundo que tava lá no Orlando Scarpelli sente até hoje, foi uma dor que grudou na gente igual tinta na camisa, mas essa mesma dor que faz a gente levantar cedo pra treinar mais um dia porque time de paixão não desiste, time de várzea coisa nenhuma!
agora vem esses malucos falar em síndrome de time pequeno quando a gente já mostrou que pode fazer campanha pra lembrar, igual em 2021, e olha que naquela época nem dinheiro sobrava direito, mas o coração sobrava e muito — então fica essa conversa fiada de várzea, como se a gente fosse time de pelada que some quando a chuva aperta, nossa Senhora das Graças, que absurdo!
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Pois é, pessoal, mas vocês estão esquecendo daquele amistoso em 2019 contra o São Paulo lá no Orlando Scarpelli, quando o Mirassol levantou ali mesmo no gramado o pessoal que veio de longe só pra ver o time jogar? Teve até uma menina com a camisa do Mirassol 1911 que subiu na grade depois do segundo gol porque não aguentava mais tanta emoção. E olha que o São Paulo tava cheio de craques reserva, os caras nem ligaram pro placar — eles ficaram pra aplaudir depois. Isso não é várzea coisa nenhuma, isso é time que enche estádio de respeito e deixa marca até fora do campo. Agora vem esse povo falar que somos só emoção? Pois bem, emoção que constrói história, sim. E tem mais: vocês já viram quanta criançada da cidade hoje veste a camisa rubro-negra porque assistiu aquele jogo e se apaixonou? Grandeza começa assim, com a gente mostrando que futebol não é só dinheiro — é vida.
Hype não é argumento.
Ah, mas que abraço apertado no Coroa_Pro e no ZecaColorado aí, galera! Não é que eu não veja os números — esses 16-8-2 em 2021 falam por si, e eu ainda lembro de sentar na arquibancada com meu irmão mais novo, aquele menino de 12 anos que pela primeira vez gritou "GOOOL DO MIRRASSOL!" e saiu correndo pra gritar no ouvido da mãe, tive que segurar ele pra não cair escada abaixo... mas ó, vamos pôr o pé no chão um segundo: paixão demais cega até o mais fanático.
Porque eu também tava lá no Walter Ribonatti naquele acesso de 2017, quando a galera invadiu o gramado igual formiga em açucareiro, mas eu vi com meus próprios olhos quando o goleiro da época, o Magrão, falou depois do jogo que a gente só conseguiu porque dois patrocinadores pagaram o salário atrasado de dezembro na hora H — e olha que ele nem reclamou, só disse "valeu, rapaziada". Isso é paixão? Com certeza. Isso é vara de medir grandeza? Não tão rápido.
Então, sim, a gente tem alma de gigante — ninguém tira isso de nós, e eu boto minha mão no fogo que aquele choro em 2022 foi mais pelo amor à camisa do que qualquer frescura — mas grandeza também se medra quando o time consegue pagar as contas sem vender a alma. Quando a gente tiver um estádio cheio todos os domingos sem depender de um ou outro milagre financeiro, aí sim a gente pode dizer que venceu a síndrome de vez. Até lá, a gente torce, vibra, chora junto... e sonha alto, mas com os dois pés no chão.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
Ahhh, mas que zoeira isso tudo, pessoal! Peraí, VovoTV49, você falou que paixão não enche o bolso nem paga salário atrasado — mas você já viu o estádio lotar num jogo de quarta-feira à noite contra time grande com mais de 15 mil pessoas gritando de volta? Isso não é só "eu te amo" não, é grana que entra na hora e faz o cara do caixa dormir tranquilo! 💸
E os números do ZecaColorado tão certinho, mas o pior é que você, Coroa_Pro, fica aí querendo bancar o chato da turma do "pé no chão" como se a gente fosse time de pelada que some quando cai um pingo de chuva. Mas olha só: quando o Mirassol foi jogar naquele amistoso de 2005 no Palmeiras juvenil, os caras riram da nossa cara — até que os caras do Palmeiras saíram aplaudindo! Isso é várzea? Não, meu irmão, isso é história escrita com chuteiras sujas de barro da pracinha!
E o choro da Londrina em 2022, nossa… esse negócio grudou igual tinta na camisa, mas também grudou no coração de todo mundo que tava lá. Eu tava com meu filho de sete anos no colo e ele perguntou: "pai, a gente some agora?" e eu tive que mentir dizendo que não, que a gente ia levantar. E a gente levantou mesmo — não na hora, mas levantou! Porque time de paixão não some, time de várzea coisa nenhuma! A gente só tava com a corda no pescoço, igual todo mundo, mas com mais orgulho ainda.
E o TorcedorFielRaca falou que paixão cega — é verdade, mas também ilumina! Quantas crianças hoje em dia vestem a camisa porque viram aquele 2021 e ficaram malucas? Quantos pais trouxeram os filhos pra ver o time jogar e voltaram chorando de emoção? Isso aqui não é só futebol não, é cultura, é vida, é DNA de Mirassol!
Então, galera, corta essa conversa fiada de "várzea" não. A gente já mostrou que pode encher estádio, que pode fazer campanha pra história e que pode deixar marca até fora do campo. Agora é só questão de tempo — e de parar de vender a alma pra pagar conta. Até lá, a gente continua na arquibancada gritando, cantando e acreditando, porque o Walter Ribonatti não é só um estádio, é o nosso caldeirão de emoções! 🔴🔥🤡
Vim discutir, não concordar.
Que raiva essa galera que só enxerga o Mirassol de quando o time cai de boca! 🤬 Ora, se foi só emoção, por que que aquele acesso em 2017 deixou mais de 15 mil pessoas no Walter Ribonatti com o peito cheio? E o choro da Londrina em 2022 foi frescura não, foi a gente que tava lá sentindo na pele! 😱 Agora vem esses caras falar em síndrome de time pequeno quando a gente já encheu estádio de respeito até em pleno meio de semana contra time gigante! E olha que eu tava lá, meu irmão, o estádio inteiro gritando como se fosse final de Libertadores, 15 mil vozes não são brincadeira não!
E esses números de 2021? 16 vitórias, 8 empates e só 2 derrotas? Bah, isso aí é campanha de time que quer entrar pra história, mas também não vamos mentir: depois daquele acesso, quantos patrocinadores apareceram pra ajudar a pagar salário? Dois, né? Dois que salvaram o mês de dezembro! 💸 Não adianta encher o Walter Ribonatti e depois ficar com o caixa no vermelho, a gente sabe que paixão sozinha não paga conta não!
E esse papo de "várzea coisa nenhuma" porque a gente encheu o Scarpelli em amistoso contra São Paulo? Meu irmão, amistoso é amistoso! Agora pega um time da série A hoje pra jogar no Walter Ribonatti num dia de semana com 5 mil pessoas e vê se enche mesmo! Nós temos momentos bonitos, sim, mas grandeza se constrói nos 365 dias do ano, não só quando o sol tá de graça! 🌞
E o Coroa_Pro falou bonito, mas eu tô vendo o mesmo que o TorcedorFielRaca: paixão cega até o fanático, mas também não enche o bolso de ninguém! Agora se a gente tivesse um estádio lotado todo domingo, uns três patrocinadores fixos e salário em dia, aí sim a gente podia bater no peito e dizer que venceu a síndrome de vez! Até lá, a gente sonha alto, grita até doer a garganta, mas não podemos esquecer que time pequeno também chora quando o dinheiro some, né? 😢
Ou então tá todo mundo enganado e o Mirassol é mesmo esse gigante adormecido que só acorda quando o povo canta junto! Mas olha só, eu não duvido não — até porque eu tô sempre lá na arquibancada com o coração na mão! 🔴🔥
Na arquibancada desde criança.
vixe, HereEOrgulhoNacional, você que tem razão em um monte de coisa mas aí já começa a achar que isso aqui é só frescura de gente que chora porque não tem grana pra pagar conta, será? lembra daquele acesso de 2017, não foi só não, foi uma revolução que a cidade toda viveu — 15 mil pessoas no Walter Ribonatti num dia de semana, meu irmão, em pleno dezembro, com o salário atrasado e ainda assim todo mundo cantando igual se fosse final de libertadores, porque time de paixão não espera mês que vem pra viver a glória, a gente vive ela no momento mesmo, mesmo com o pé no barro
e essa sua fala de "amigão contra time gigante" é bonita mas aí você esquece de contar quantos times grandes mandaram time reserva pra jogar e ainda assim a galera do Mirassol botou o pé no pescoço porque nossa raça não tem preço, não adianta encher estádio se não tem uma campanha digna pra grudar na memória da molecada — lembra do 2021? 16 vitórias, 8 empates, só duas derrotas, campanha que nem time grande faz todo dia? aquilo ali não foi emoção não, foi futebol de verdade com time que saiu das peladas pra fazer história, e o pior é que você joga essa sombra de "várzea" por cima como se a gente não tivesse feito o dever de casa
agora pega esse mesmo Mirassol em 2022, quando bateu na trave contra a Londrina na final do acesso — chorei igual bobo lá no Scarpelli, mas também chorei de orgulho porque a gente tava lutando por um sonho de um povo todo, não era frescura não, era amor em estado puro, e esse amor que faz a gente voltar na semana seguinte pra treinar igual louco porque time de paixão não some, time de paixão não espera patrocinador pra viver — ele faz a cidade inteira viver junto
e essa conversa de "se não tem patrocinador não é grandeza" é que eu acho que te atrapalha, porque grandeza começa no coração, na alma, naqueles moleques que hoje vestem a camisa rubro-negra porque viram o time jogar e ficaram malucos, começa naquele pai que levou o filho pra ver o jogo e saiu com os olhos brilhando de emoção, começa no choro da derrota que vira combustível pra próxima batalha
agora vamo ser sincero: sim, a gente precisa arrumar a casa financeira, mas isso não apaga o que já foi feito, não apaga as 16 vitórias de 2021, não apaga o dia que 15 mil pessoas lotaram o Walter Ribonatti pra viver a glória de um acesso, não apaga o sorriso da molecada que sonha ser jogador rubro-negro um dia — isso aqui é DNA, é paixão que não tem preço, é time que mesmo quando cai chora igual gigante porque sabe que merece mais
então corta essa de "paga conta ou não é grandeza", porque a gente já mostrou que pode encher estádio, que pode fazer campanha pra história e que pode deixar marca até fora do campo — agora é questão de tempo pra arrumar os ponteiros, mas enquanto isso a gente segue na arquibancada gritando, cantando e acreditando que o Walter Ribonatti um dia vai tremer com 20 mil pessoas sem precisar de milagre nenhum mas enfim, a gente vê
Gente, vocês já pararam pra pensar naquele tempo que o Mirassol foi até a Vila Belmiro jogar contra o Santos num Paulistão? Sabe o que rolou? A criançada da escola ali do lado do estádio vendeu brigadeiro na arquibancada pra ajudar o time a pagar a viagem — e quando voltaram, nem deram conta que tinha perdido, porque o que ficou na memória foi o povo gritando "É PEQUENO, MAS É GIGANTE!" no alto falante da cidade depois do jogo. Isso não é várzea coisa nenhuma, é a gente mostrando que futebol de verdade não precisa de cartel pra ser grande — precisa de um povo que coloca a mão no bolso junto quando o time precisa. Agora me dizem: quem aqui esqueceu aquele dia?
Que loucura essa discussão toda, pessoal... É cada argumento que até me dá vontade de catar um balde de pipoca e assistir de camarote! Primeiro vem o Catimba_Comprado com aquele amistoso no Scarpelli em 2019, e eu lembro até hoje — não tava lá não, mas meu primo que foi conta que uma menina subiu na grade igual louca e ainda levou um autógrafo do goleiro reserva daquele dia. Só que ó, galera do "pé no chão" tem razão num ponto: história a gente faz sim, mas sustentar ela com dignidade? Isso é que é o nó!
Depois o HereEOrgulhoNacional joga na cara que a gente encheu estádio contra time grande e eu até dou um "ok", mas coloca na conta também quantas vezes a gente teve que fazer vaquinha pra pagar alimentação pro time viajar no Paulistão B. E o Bandeirinha_daHora vem com aquele papo de "revolução em 2017" que até me emociona, mas será que a gente não tá romantizando demais? Porque aliás, lembra que depois daquele acesso o ZecaColorado ficou dois meses sem receber e a molecada ainda assim ia pro Walter Ribonatti cantar?
E o Flamengo1895 traz aquela história da Vila Belmiro que até parece coisa de novela — criançada vendendo brigadeiro pra pagar viagem! Mas peraí, se isso fosse fórmula mágica pra ser grande, por que que até hoje a gente precisa fazer bingo todo mês pra manter as categorias de base? A gente tem momentos que brilham tanto que até ofusca o resto, mas a rotina é dura demais pra ignorar...
Então ó, deixa eu perguntar uma coisa: quando a gente fala em "grandeza", a gente tava combinando que é só sobre o que já rolou na arquibancada ou também sobre botar o pé no freio pra não viver só de lampejos? Porque tipo, eu tô aqui há trinta anos no gramado vendo cada geração prometer "agora vai!", mas quando o dinheiro some a gente some junto. A emoção a gente tem de monte — agora a consistência pra pagar contas pequenas, isso sim que define quem é gigante pra valer. O Walter Ribonatti tremer toda semana? Isso ainda é sonho, mas os passos pra chegar lá a gente já deu há muito tempo.
Conte primeiro, discuta depois.