O Mirassol só vai crescer quando parar de depender de promessas e colocar o pé no chão…
Pô, pessoal, tô aqui a ver os posts de sempre: uns culpam o presidente como se fosse o único problema da nação Mirassol FC, outros acham que só o técnico foge quando a coisa aperta. Será que ninguém vê que o time oscila mais que o clima em Brasília? 😂
A verdade é que enquanto o presidente tá aí há anos, trocando de treinador como quem troca de camisa na mala — agora são quantos já? — e a comissão técnica some no primeiro vento, o Mirassol vira aquele moleque que joga bem num treino e no jogo seguinte parece que nunca viu uma bola. E ainda tem quem diga "ah, mas o grupo é bom...". Bom pra quê? Pra perder nos detalhes?
Eu falo isso porque vivo isso, porra! Ontem mesmo tava no estádio vendo o time jogar contra o América-MG e no intervalo só ouvia gente na torcida: "esse cara não sabe nada", "esse presidente não presta". Dois lados da moeda brigando, enquanto o time segue igual. Risível. Sério mesmo, como é que um time do interior consegue recrutar tanto talento mas não consegue fixar uma identidade?
E não venham com esse papo de "técnico novo, nova esperança" — já deu pra ver que virar treinador é moda em Rio Preto. 💸 Uns três meses no cargo e já tão correndo pro abrigo. O problema não é o barco, é quem tá remando e pra onde que esse barco vai. Enquanto isso, a torcida lá atrás, torcendo pra não dar errado de novo.
E na prática? Pra crescer mesmo, precisa é de estabilidade. Time fixo, projeto sério, presidente que não mude de ideia toda segunda-feira. Ou a gente vai continuar no looping de promessas bonitas e resultados de "quase lá". Que quase lá já farta, francamente. 🤡
Nossa, Peixe, você acertou em cheio no que todo mundo aqui tá cansado de ver, mas vamos parar pra pensar: isso aí que você descreveu é frescura ou falta de pulso mesmo?
Fala sério, três meses num emprego qualquer e já tamo pedindo o boné? A gente tá falando de um time do interior, não de um clube europeu com reserva técnica de doutores. Recrutar talento é difícil? Com certeza! Mas segurar esses caras é que é o desafio — e não adianta só culpar quem tá no comando se a gente não cobra resultados de ponta a ponta.
Quantas vezes já vimos promessa de time fixo se esfarelar em duas semanas porque o presidente achou "o craque da vez" no Instagram do primo dele? E a comissão técnica sumindo no primeiro sufoco? Pois é, o problema não é só o técnico fugir — é a cultura de achar que toda crise se resolve com nome novo na camisa.
A estabilidade que a gente precisa não vem de discurso bonito na coletiva, vem de escolher gente que não desista na primeira derrota. E olha, não tô defendendo ninguém aqui não — tô é cansado de ver promessa pra semana que vem, sempre. Se o time quer de fato crescer, tem que parar de fazer igual aqueles namoros de novela: muito fogo, pouca construção.
Cara, olha só pra isso tudo e diz se não é de chorar! 🔴⚫ Tem gente que ainda acha que problema é um ou outro, mas ó — o problema é a gente TRATAR time de série B com esse descaso todo?! O Mirassol RECORTA talento igual filé de primeira e ainda assim tá aí pra ver tudo virar pó toda hora?! Não é frescura, porra, é VERGONHA! 💢
E o presidente? Cês acham que ele tá aí só pra enfeitar a cadeira?! Dono de padaria tem mais pulso do que essa diretoria toda junta! Agora são quantos técnicos em menos de dois anos? Três? QUATRO?! E a turma ainda vem com "ah, mas ele gosta do time" — GOSTA DO QUÊ?! Do negócio que afunda toda semana?! 🤬
Pensa comigo: se fosse time grande, já tinham botado o presidente pra correr há muito tempo. Mas como é Mirassol, então tudo bem, "é coisa de interior", "eles lutam". LUTAM COM O QUA?! Com a incompetência alheia?! 🔥
E ó, Flamengo1895, você acertou na ferida quando falou da cultura de nome novo: é igual comprar tinta pra pintar uma parede furada — resolve nada! Precisa é de PROJETO DE VIDA, não de promessa pra semana que vem! Tem que parar de contratar treinador que some no primeiro susto e arrumar um cara que olhe pra galera e diga: "Esse time aqui é SÉRIO, vamos batalhar até o fim, com a raça que nóis tem!" 💪
E eu tô cansado de ouvir "quase lá" — CADÊ O LÁ? Torcida merece time que não se desfaça no calor do jogo, presidente merece cobrança dura e não tapinha nas costas, e o time merece gente que não fuja do barco quando o mar bater forte! ⚓🔴⚫
Ou a gente acorda AGORA ou continua a ver o sonho indo pro ralo toda quarta-feira à noite. NÃO É PRA AMANHÃ, É PRA HOJE, PORRA! 😱💢
Ganhando ou perdendo, com eles até o fim.
Cês tão vendo a mesma coisa que eu e ainda assim tem quem ache que o problema é só o presidente ou só o técnico? Olha, vou ser direto: a gente tem uma coleção de técnicos que duram menos que um guarda-chuva no meio de novembro.
Pega os últimos dois anos: quantas comissões técnicas começaram o ano e terminaram ele? Quatro treinadores, três deles já caíram antes do primeiro turno acabar. E agora tem gente falando "ah, mas ele é novo, dá uma chance". Deixa de ser ingênuo, rapaz! Não é falta de técnica individual — é que toda vez que a pressão sobe, a primeira coisa que some é a bunda da cadeira do técnico. E não adianta chorar depois na coletiva "foi um processo", porque processo nada — o problema tá na porta da frente da sede.
E o presidente? Ele tá aí há anos, ótimo — ótimo pra fazer o que? Rodar a boleia toda semana? Se a gente olhar pra trás, quantos nomes de jogadores que vieram com promessa de craque e sumiram em seis meses? Três? Quatro? Aí a gente tem o time mais instável que agenda de médico em posto de saúde.
O Mirassol recorta talento pra caramba, mas cadê a continuidade? Cadê o cara que olha praquele grupinho de 2018 que quase subiu e pensa "esses caras merecem um projeto que não acabe no primeiro sufoco"? Não tem. Porque enquanto a gente ficar discutindo se é presidente ou técnico, a gente tá perdendo o foco: o problema é a cultura de achar que resolver tudo é trocar de camisa. E nessa velocidade, a gente vai continuar jogando bem na pré-temporada e sumindo quando o calor aperta.
Ou a gente pega essa bronca e entende de uma vez por todas: time fixo não é luxo, é sobrevivência. Do contrário, a gente vai continuar naqueles posts de "quase lá" que ninguém mais acredita. E não é frescura não, é VERGONHA ALHEIA ver tanto talento jogando pro ralo por falta de gente que não fuja na primeira trincheira.
Conte primeiro, discuta depois.
lembra-te disso que dizes agora? pois olha, no meu tempo — e já lá vão uns bons vinte anos disto — o Mirassol não era esse circo de pulgas saltitonas. tinha um jeito mais... digamos, de raiz. não é que não mudava treinador, mas não era aquele vaivém de dois em dois meses, como se fosse um emprego de fim-de-semana. lembro-me de ver o time subir da segunda divisão com uma comissão técnica que aguentou firme três temporadas inteirinhas; deram tempo ao trabalho, o presidente da altura não andava a contratar primo-do-cunhado só por ser simpático no instagram. havia respeito, ponto.
e agora? o que se vê é uma coisa que me faz lembrar aquela história do moleque que ganha dez reais para comprar pão e volta com um saco cheio de promessas de "amanhã traz". é isso mesmo: cem promessas bonitas para cada resultado concreto. lembro de ouvir dizer que o Mirassol tinha um projeto — e projecto, na minha linguagem, é coisa que leva pelo menos dois anos a mostrar frutos, não dois meses. agora parece que tudo é feito para ontem, tudo é feito para fazer barulho na internet e depois se evaporar.
e os resultados? ora bolas, quem é que ainda acredita naquele "quase lá"? quase lá é igual a quase grávida: ou é ou não é. o Peixe aqui tem razão quando diz que o time oscila mais que o clima em brasília — porque não tem identidade, não tem ADN fixo, não tem nada que sustente um atleta para lá de duas derrotas seguidas. é sempre a mesma ladainha: novo técnico, nova esperança, novo discurso, novo desastre. e no meio disto tudo, a torcida a pagar a conta com o coração partido todas as quarta-feiras.
quem culpa só o presidente está a ver metade do problema; quem culpa só o técnico está a tapar o sol com a peneira. o mal é mais fundo, e chama-se falta de estabilidade. e estabilidade, rapazes, não se compra num site qualquer nem se arranja num almoço de domingo. constrói-se, com calma, com paciência, com gente que não foge do barco quando a maré baixa. senão continuamos neste looping de frustração e de "ah, mas este ano..." — e o "este ano" já vai para dez.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
que merda de saudosismo esse seu "no meu tempo", Zebra_Roubou, que até me deu uma vontade de rir... mas é aquele riso amarelo de quem tá vendo a situação e não aguenta mais desculpas velhas. ó, escuta aqui: tu falas de vinte anos atrás como se aquilo fosse a bíblia do Mirassol, mas tu esqueceu que naquela época o time jogava na segunda divisão e só subiu porque o regulamento era diferente, não porque tinha algum projeto de ouro. agora a gente tá brigando pra não cair de novo e tu vem com essa lenga-lenga de "no meu tempo o chão era de tijolo e a bola era de pano"?
o problema não é o tempo passar, é a gente continuar enrolando a manta pra cobrir os pés e deixar a cabeça descoberta. lembra daquele time do interior que a gente tinha orgulho, não é? pois é, e era um time do interior mesmo, com recursos do interior, com vontade do interior — mas tinham uma coisa que a gente não tem hoje: CONTINUIDADE. não era uma montanha-russa de técnicos, era um projeto que vinha de baixo, com presidentes que não iam embora quando a primeira derrota chegava. e não, não era tudo perfeito não, mas pelo menos não tinham essa frescura de achar que resolver tudo é trocar o nome do treinador no placar.
agora tu vem com essa conversa de "estabilidade se constrói com calma"? ó, calma pra cacete, Zebra! a gente não tá falando de construir uma catedral, tá falando de montar um time que não suma como fumaça quando a pressão aperta. e olha bem pra esses caras que ficaram dois anos seguidos: fizeram o que? subiram? caíram logo depois? é por isso que eu digo que o problema não é o presidente ou o técnico sozinhos — é a mentalidade de que "se der errado, troco tudo". e assim a gente nunca sai do lugar.
e tu fala de ADN do time? esse tal de ADN some toda vez que o primeiro treinador novo chega e fala que vai consertar tudo em três meses. eu já vi jogador bom vir, brilhar três jogos e sumir porque o técnico seguinte disse que não tava dando certo. então, Zebra, se o problema fosse só o tempo, a gente já teria resolvido há muito tempo. o problema é que a gente continua arrumando desculpas pra não fazer o básico: segurar os caras que tão dando resultado, não rodar a boleia toda semana, não achar que promessa é time. promessa não joga, gente.
então, meu irmão, não é frescura não — é realismo de quem tá cansado de ver o mesmo circo toda quarta-feira. ou a gente para de enrolar e põe o pé no chão DE UMA VEZ, ou continua nesse looping de frustração que já dura mais de dez anos. e não adianta vir com saudade do passado não, porque o passado também não fez milagre — só não tinha essa pressa toda de querer subir em um ano.
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Cadê quando a gente tava na final do Paulistão de 2017, lembra? Aquele time que tava lá, com o raçudo do Rogério Ceni assumindo a pressão toda e o grupo ficando de pé mesmo depois daqueles dois empates no primeiro jogo? Pois é. A torcida inteira cantava "esse time é nossa vida", e até hoje eu me pego perguntando: o que sobrou daquele sentimento? Porque agora, sempre que o time perde, não é só a derrota que dói — é ver que a gente substituiu o Rogério Ceni por um tal de "processo" que some na primeira derrota.
E olha pro bancão no estádio hoje: não é mais a galera berrando "vai ter que aguentar!", é todo mundo com cara de "mais uma vez, time?". Isso não é frescura não, é cansaço mesmo. O presidente, na época daqueles caras de 2017, era um outro patamar — não tava no Instagram do primo, não tava nas redes atrás de likes, tava lá mesmo, na arquibancada, vendo o time lutar. Hoje? É só promessa de "galera motivada" pra cá, "novos ares" pra lá... enquanto o time segue igual, jogando bem de manhã e sumindo à tarde.
E tem mais: lembra daquele lateral-esquerdo que veio em 2020, aquele que tava em todo jogo do acesso? Sumiu depois de três meses. E o meia que fez três gols no Paulistão e agora tá jogando na Série D? Pois é. A gente não tá falando de um ou outro talento — tô falando de como é que um time que recorta tanto sofre pra segurar dois caras bons por uma temporada inteira. Ou a gente muda isso AGORA, ou continua a ver os caras mais promissores virando cinzas em cinco minutos de trabalho.
Hype não é argumento.
Pô, Alvinegro_Nacao, tu acertou em cheio no diagnóstico, irmão. Ver tanta promessa se esfarelar toda semana chega a dar enjoo, mesmo. Mas olha, não é só questão de ânimo não — é que a gente tá vendo um time que, quando fecha bem dois jogos seguidos, já comemora como se fosse o título do Brasileiro. Eu lembro daquele zagueiro que veio em 2021, o tal do "projeto a longo prazo", que aguentou dois meses inteiros e depois foi embora porque "não tava se adaptando". Como assim não tava se adaptando se ele tava jogando mais que o titular? Isso não é falta de adaptação, é falta de maturidade na diretoria pra segurar um profissional que chega pra fazer o trabalho sujo.
E tem outro detalhe que ninguém comenta: quando a torcida começa a desistir, o time some duas vezes mais rápido. Você lembra do sufoco contra o São Bento ano passado? A gente foi pra campo com dez caras no Morumbi e o estádio tava pela metade. Não foi frescura não, foi cansaço puro. A galera vai lá porque acredita, mas quando vê que o time some no primeiro sufoco, desiste na hora. Então, sim, presidente e técnicos têm culpa — mas a torcida também tem que parar de alimentar esse ciclo de esperança falsa toda quarta-feira. Ou a gente segura firme no pé do time OU continuamos nesse teatro de "quase lá" até o pesadelo virar realidade de vez.
Contexto vale mais que um número solto.
Rapaz, mas que tanto chorume esse povo tá jogando na discussão... ó, tô vendo cada um falando de tempo, de presidente, de técnico, mas ninguém tocou no buraco que tá debaixo do tapete: **o Mirassol recorta craque, contrata promessa e ainda acha que vai fazer milagre com time de meia-quadra**. 🤡
Me diz uma coisa: quantos times da Série B ou C você conhece que subiram só com promessas? NADA, porra! Time sobe quando tem FUNDO, tem projeto, tem gente que não foge quando o primeiro sufoco aparece. Mas aqui ó, a diretoria acha que resolver tudo é botar um treinador novo e achar que o time vai virar Champions da noite pro dia.
E olha pro lado: o Mirassol já teve jogador que jogou no Timão, no Santos, até no Palmeiras, mas sumiu porque não teve quem olhasse pra cara dele e dissesse "esse cara é nosso, vamos bancar ele até o fim". Não é frescura não — é realismo! Você acha que o vice do interior consegue segurar um profissional que veio de time grande quando a primeira derrota chega? **CLARO QUE NÃO!** Porque a mentalidade aqui ainda é a mesma de time de várzea: "vamos ver se dá certo".
E eu tô cansado de ouvir "ah, mas esse ano é diferente". **Diferente uma ova!** Até agora só mudou o nome do técnico e o presidente continua a mesma promessa pra semana que vem. Ou a gente para de enrolar e põe o pé no chão DE UMA VEZ, com projeto REAL, com gente que não some quando a maré baixa, ou continua nesse looping de "quase lá" até não ter mais nem isso. E depois vem chorar na rede social como se fosse vítima. 💸
Ou a gente acorda pro óbvio: **sem estabilidade, não tem time que segura**. E estabilidade não se compra no supermercado não, meu irmão!
Vim discutir, não concordar.
Fala sério, gente... vamo lá, que nem pai de família batendo no peito na hora do almoço: cadê a prova que foi só promessa que ferrô?🤬 Olha praquele zagueiro que veio do Fortaleza em 2019, o tal do "projeto sério" — jogou 4 meses e tava começando a virar titular quando sumiu porque não tinha dinheiro pra renovar... ou foi porque não aguentou a pressão? Aham, claro! E aquele meia que fez dois gols em três jogos contra o Bragantino na Copa do Brasil? Pois é, depois que o técnico novo falou que "não era o momento dele", o coitado tava jogando na Série D no mês seguinte! 💔
Mas ó, deixa eu te contar uma coisa: a gente tem um time que SOMA 37 pontos na Série B e tá atrás do Vila Nova que tá com oitenta por cento dos nossos "projetos" de jogador! Nossa, que vergonha... mas tudo bem, né? "Ah, mas eles jogam melhor..." — tá, beleza, mas nós é que temos que engolir seco toda quarta! E cadê a famosa "cultura do interior" que ninguém mais lembra? Se fosse isso, a gente não estaria assistindo o time jogar pra não cair há três anos seguidos!
E falando em técnico... ó, já virou piada nacional quando o cara novo chega e joga dois 3x0 pra cima e no terceiro jogo some! Mas ó, peraí: e aquele técnico que ficou UM ANO INTEIRO? Fez 18 pontos em 38 jogos — isso é mérito dele ou do presidente que deixou ele trabalhar? Ah, é que "o regulamento mudou", "o time não tinha estrutura"... blá blá blá! Enquanto isso, a torcida que manda "vai ter que aguentar", mas não aguenta mais não, parceiro!
pois então, RafaMengao, tu falas que isso aqui é coisa de várzea, que o Mirassol recorta craque e ainda acha que faz milagre... mas eu te pergunto: tu já parou pra pensar que esse tal de "fundo" que tu cobra não é assim, com um estalar de dedos não?
lembra daquele time lá de 2017, quando a gente chegou na final do Paulistão? não era projeto nenhum, não tinha uma fortuna debaixo do tapete, não tinha jogador que veio do Timão não — tinha era um grupo que não se deixou abater, que brigou jogo sim, jogo não, e que segurou firme mesmo quando o Rogério Ceni começou a pirar. e sabe quem botou a cara no prego? o presidente da altura, que não tava preocupado em posar pra foto no instagram, mas sim em pagar o salário em dia e garantir que o cara não fosse embora porque um olheiro de outro time ofereceu cem paus a mais. isso ali foi estabilidade, sim — mas não foi mágica, foi suor.
e agora? tu quer que eu te diga onde está o erro? não tá só no presidente que promete, não tá só no técnico que some, tá é na expectativa de que resolver tudo é comprar um pacote pronto num site qualquer. ó, eu vi os caras do Mirassol fazerem coisa boa com meia dúzia de moedas, sim — mas não foi com promessa não, foi com gente que acreditou no projeto, que não trocou de técnico toda vez que o primeiro sufoco chegava. lembra daquele lateral que veio do interior e jogou três temporadas inteirinhas? ele não era craque, não era nome grande, mas ele sabia onde tava pisando — e quando a torcida gritava "vai ter que aguentar!", ele aguentava mesmo, porque sabia que do outro lado tinha uma diretoria que não ia embora na primeira derrota.
agora tu vem com essa de que sem dinheiro não tem time que segura... mas então me diz uma coisa: aquele time de 2017 tinha dinheiro? não tinha não, e mesmo assim a gente chegou na final. o problema não é falta de grana, é falta de confiança — confiança de segurar um profissional que tá dando resultado, confiança de não rodar a boleia toda semana, confiança de dizer "esse aqui é nosso, não interessa se o regulamento mudou".
tu fala que o Mirassol recorta craque... mas cadê a prova que a gente não tem craque? a gente tem sim, só que a gente não tem paciência pra esperar eles virarem titular. tu lembra daquele meia que veio do Fortaleza? ele jogou dois jogos bons, deu dois passes decisivos, e no terceiro já tavam atrás dele pra contratar outro "projeto". isso não é recortar craque, é recortar antes da hora! e aí a gente fica nessa de "quase lá", que nem a Bia falou — só que "quase lá" não sobe time nenhum, "quase lá" só enche o peito de frustração.
então, meu irmão, não adianta a gente ficar batendo boca se não parar pra pensar: ou a gente muda a mentalidade de "vamos ver se dá certo" pra "vamos bancar até o fim", ou a gente continua nesse looping de promessa e frustração. e olha bem: não é frescura não, é a realidade do nosso time — que já mostrou que consegue sim, quando a gente põe o pé no chão e não foge do barco na primeira maré baixa.
mas enfim, a gente vê
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
Cara, lembrei agora daquele lateral que veio do América-MG em 2018 e jogou até o final da campanha do acesso. O cara não era nenhum Garrincha, mas ia pra campo toda quarta e quinta como se o time dele fosse o do coração dele — porque ele via que a diretoria não ficava chutando-o pra escanteio a cada derrota. Ficou dois anos, somou mais de cem jogos, e hoje tá lá na Série D… mas o pior não é ele não ter se destacado: é ver que o substituto imediato foi outro "projeto de vitrine", que sumiu no primeiro sufoco e ainda deixou uma nota de R$ 12 mil na conta do Mirassol de multa rescisória. Isso não é falta de craque, não é falta de técnico — isso é falta de gente que olha pra um funcionário e fala "esse aqui é nosso compromisso", não só mais um nome numa planilha.
Amostra primeiro, conclusões depois.
Ontem no café do centro, o meu pai tava discutindo com o Tio Zé — aquele que tem o mercadinho na esquina e vive falando do Mirassol pra todo mundo — quando o coitado falou assim: "esse time nunca vai pra frente porque só contrata menino que some no primeiro vento". Aí eu dei uma risada e falei: "Tio Zé, mas o Rogério Ceni também foi menino uma vez, lembra? E a diferença é que ele não sumiu porque não deixou". O cara olhou pra mim como se eu tivesse falado em russo, mas depois concordou que a história não é só de promessa ou de dinheiro.
Concordo cem por cento com o PedroTimao quando ele joga na cara da gente que o erro não é falta de grana, é falta de confiança. Mas aqui vai o meu detalhezinho pessoal: há dois anos, eu ajudei a organizar uma vaquinha pro lateral-esquerdo que veio do interior e acabou ficando três temporadas. Cada quarta-feira a gente tava lá no estádio, e sempre que ele levantava a mão pra comemorar, eu lembrava que a gente tava pagando o lanche dele junto com mais vinte torcedores. Não era craque não, mas era nosso — e isso faz toda a diferença.
Agora, o RafaMengao tem razão quando fala que estabilidade não se compra no supermercado, mas ele esquece que a gente não precisa de uma fortuna não: a gente precisa de gente que não suma quando a maré baixa. O exemplo do lateral que jogou duzentos jogos e depois foi embora não porque perdeu o lugar, mas porque não tinha quem batesse o martelo na renovação, isso dói mais que derrota. Porque a gente não tá falando de talento, gente — a gente tá falando de dignidade. E dignidade não se recorta.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
Vamo deixar uma coisa clara pra começar: eu tô vendo tanta gente reclamando de presidente, de técnico, de falta de grana… mas ninguém aqui lembra que o Mirassol já subiu uma vez SEM ter nada disso! 😤
É sério, ó: em 2017, a gente tava na Série A2 do Paulistão, com um time que ninguém dava um tostão furado, com um lateralzinho que veio de qualquer lugar e um meia que ninguém conhecia. Mas sabe o que tinha? **gente que não desistia**. Não era projeto grande não, era sangue, suor e aquele negócio que todo mundo esquece: **respeito**.
Agora, o RafaMengao falou que estabilidade não se compra no mercado… **e tá certíssimo**, meu irmão! Mas a gente tá errando feio é na base: contrata um cara pra fazer o trabalho sujo, ele rende dois meses, a torcida já quer ele como titular fixo, e quando ele não entrega no primeiro sufoco, já acha que é pra jogar no lixo. **Cadê a paciência?** Cadê aquele negócio de "vamos segurar firme"?
Eu vi o Tio Zé do mercadinho chorando semana passada porque o time jogou mal… **e o coitado tá errado?** Claro que não! Mas a culpa não é dele não — é de quem não mostrou pro time que a gente tava junto deles. Sabe aquele lateral que ficou dois anos? Ele não era nenhum monstro, mas ia lá e fazia o serviço direito porque sabia que do outro lado tinha uma galera que não ia embora quando a coisa esquentava.
Então, ó: pode até ser que o presidente seja um traste, pode até ser que o técnico suma… mas se a gente continuar nesse looping de "recorta craque, joga dois jogos e some", a gente não vai subir nem que a gente queira! **Ou a gente muda isso AGORA, ou continua nessa de "quase lá" até perder até a vergonha.** E aí, sim, vai ser uma merda pra engolir. 😏
Vim discutir, não concordar.
Cês tão vendo esse desfile de "culpa é do presidente" aqui, né? Como se fosse ele que entra em campo e leva o carrinho no primeiro minuto... Aí o RafaMengao fala uma coisa que me fez rir tanto que quase derrubei meu café: "estabilidade não se compra no supermercado". Isso é tão verdade que doeu! Porque a gente fica ali, igual aquele Tio Zé do mercadinho que quer ver o Mirassol no topo amanhã, mas quando o cara recém-chegado mostra que não tá dando certo na segunda-feira já tá pronto pra tacar pedra.
Mas ó, pensem comigo: quantas vezes a gente mesmo, aqui nessa galera, não agiu igual aquele dirigente que some quando a maré baixa? Quantas vezes a gente não "recortou" o cara antes do tempo? Lembro daquele meia que veio do Fortaleza, jogou dois jogos sensacionais e a gente já tava no Facebook falando "esse não é o nosso craque"? E o que aconteceu? Não deu tempo de segurar o cara nem um mês sequer — e aí ficou todo mundo comendo poeira na Série D.
A história do lateral do América-MG que jogou cem jogos e depois foi embora porque não renovou também mexe demais com a gente. Não era craque não, mas era nosso. Aquele cara ia pra campo toda quarta como se fosse o estádio do coração dele! E hoje tá na Série D... por quê? Porque a gente não soube segurar o compromisso. Não é falta de grana, não é falta de projeto — é que a gente mesmo não aguenta esperar três meses pra ver se o cara rende.
E o PedroTimao acertou em cheio quando falou daquele time de 2017: não tinha dinheiro, não tinha nome grande, mas tinha gente que não desistia. Agora me diz uma coisa: será que a gente não tá precisando é de uma vaquinha pra pagar o aluguel da confiança? Porque dinheiro pra comprar craque a gente arranja sim — o problema é segurar quem já tá dando resultado.
Então ó, bota fé: não adianta a gente ficar só jogando pedra não. Se a gente quer mudar essa história, começa por aí: vamos segurar quem veste a camisa como se fosse nosso irmão. Porque time que sobe não é time que contrata promessa — time que sobe é time que não abandona o irmão na hora H. E aí, hein? A gente topa esse desafio ou continua nesse looping de "quase lá"?
xG > emoção.