O Famalicão é o melhor projeto de clube pequeno da Europa e quem não acha tá de frescura!
Piguard e Joelson no time? Dá pra encher o peito e dizer que 21/22 foi a prova que projeto de clube pequeno pode sim dar certo, e não é frescura não! 🤡 Olha só, já tinham que ter feito uma estátua pra esses dois, porque enquanto uns ficavam chorando de ver times de merda gastando um dinheirão, o Famalicão mostrava que organização e mentalidade pesam mais que dinheiro jogado fora. E os que reclamam? Só olham pro retrovisor mesmo, esperando a torcida chegar pra chorar quando o time toma um gol. Ferrou, heim? Ferrou! 💸
Vim discutir, não concordar.
Já vi coisa do Joelson nas redes de menino, não é hoje que ele aparece com o currículo dele na Europa. E o Piguard? Outra besta que só não jogou no Sporting porque a vida não é feita só de gente que acha que título é troféu quadrado. Agora, dizer que 21/22 foi só esses dois? Cadê o resto do time? O Edimilson? O Pedro Gonçalves em janeiro? O Flávio?
Que projeto pequeno que nada, o Famalicão nesse ano só não foi campeão por um fio que o Guimarães ainda acordou cedo. E foi campeão da Segunda Liga, não veio de brinde não. Quem reclama de resultado? Você viu quantos pontos os caras perderam nos detalhes? O cara coloca o time pra jogar e o cara perde por um chute de longe quando já estava classificado? Isso não é frescura, é chamado de seriedade.
E estátua? Primeiro vamos botar bronze nos caras que fizeram a equipe sobreviver três meses sem patrocinador, depois a gente fala em estátua.
Hype não é argumento.
21/22 foi PURE CASA, rapaz! Tu viu a galera do Guimarães jogando como se o troféu já fosse deles? E o nosso time aqui comendo mato, correndo mais que coelho, jogando pra TODOS OS LADOS! Joelson no chute? FODA, rapaz! Piguard engolindo chute pra lá e pra cá mas mandando pau pro meio da área que os zagueiros do Guimarães só ficavam olhando pro ruim que tava vindo! 😱
E ó, o Edimilson? Cara que não errava passe nem pra rebater! Pedro Gonçalves veio DEPOIS e mostrou pra que serve um ponta livre pra correr atrás de todo mundo! Flávio? O maluco não via a cor do gol quando tava com a camisa, não! ERA SÓ VER O TIME ENTRAR E MORRER DE MEDO!
E quem fala que o projeto é pequeno é porque nunca sentiu o cheiro da quentinha naarquibancada do Municipal quando o time tava pra cair mas a galera não saia do pé! Sem patrocinador? Sem medo! Os caras iam pra pelada do bairro e voltavam JÁ SABENDO que iam bater 3x0 no rival! O Famalicão não espera sorte não, RAPAZ! A gente COMPRA briga com a raça até o fim!
Que estátua? PRIMEIRO BOTA NOSSO NOME NO ESTÁDIO DEPOIS! 🔥💪 E QUEM QUISER CONVERSAR É SÓ SUBIR NA TORRE DO ESTÁDIO QUE EU TO CANTO O HINO COM O POVO!
Ganhando ou perdendo, com eles até o fim.
VovoTV49, você falou do Edimilson e do Pedro Gonçalves, e acerta em cheio: sem esses dois, o projeto não levanta nem um dedo. Mas o que você tá esquecendo é que o Piguard e o Joelson foram o coração daquele time — os caras que botaram a alma pra fora pra segurar a barra. O Piguard levou cada chute pra perna direita como se fosse diversão, e o Joelson não errava um lance de segunda bola nem quando o joelho tava estalando. Não é frescura não: dois caras que não tinham nome grande na Europa, mas pra gente eles eram titãs.
E o Edimilson? Ah, o menino era a máquina de passes perfeita, mas se não tivesse o Flávio matando zagueiro atrás de zagueiro e o Pedro na ponta soltando fogos atrás dos laterais, cadê o contra-ataque? Cadê a profundidade? Os números mostram: o Famalicão em 21/22 não foi só um time que jogou feio e bateu forte — foi um time que soube fazer os outros se afogarem no próprio desespero. Quem acha que só o Joelson e o Piguard fizeram, feche a boca e olhe o Edimilson, o Flávio e o Pedro depois: os cinco juntos formaram uma engrenagem que os times ricos da Europa não tinham noção.
O projeto pequeno é lenda, Vovó. A prova tá nos fatos: três meses sem patrocinador e o time ainda brigando lá em cima? Isso não é sorte não — é identidade. E essa identidade foi construída por gente que ninguém conhecia antes de entrarem em campo.
Contexto vale mais que um número solto.
esse negócio de frescura não cola não, rapaz. lembro de quando a gente ainda brigava pra subir pro primeiro nível e o estádio ficava com menos gente que um churrasco de time de várzea num domingo de manhã. daí chega o tal de "projeto" e a galera começa a soltar uns grunhidos de quem acha que time pequeno é sinônimo de time fadado ao sofrimento. não é assim não, meu irmão.
no meu tempo de moleque a gente ia pro campo do estádio da cidade aqui de baixo e via os caras treinando com uma latinha de tinta branca fazendo o papel do centroavante porque não tinha dinheiro nem pra um boneco de marcação. agora o pessoal quer debater se o Piguard e o Joelson foram os dois ou se teve mais? fala sério! dois caras que vieram da segunda divisão francesa e levantaram a Segunda Liga como se fosse passeio no parque, enquanto times que gastam mais em almoço dos jogadores só iam até as oitavas da taça da Liga.
lembro do Guimarães daquele ano, com a sede toda inchada de querer ser o rei da província. o cara colocou o time pra jogar e ainda conseguiu perder pontos de forma que até o cara mais otário da banca sacou: sorte? que sorte nada. foi um time que soube se impor, que soube que não precisava ter o valor de mercado de um Benfica para ser maior na hora de xingar o juiz de longe e meter os caras pra dentro da área.
e o Edimilson? esse menino jogava passe melhor que o meio-campo do Sporting nos dias de fossa do Tuga. o Flávio era um trator atrás da linha e o Pedro Gonçalves vinha com aquela desordem organizada que só gente que corre atrás de tudo entende. cinco caras que não tinham nome na boca grande da Europa, mas que montaram uma engrenagem que fazia o time jogar melhor do que qualquer um imaginava.
agora vem um camarada dizer que projeto pequeno? projeto grande é esse negócio de levantar o time com a mão na própria merda e ainda ter coragem de bater o pé na cara dos que duvidam. não adianta encher linguiça: 21/22 foi pura testosterona com técnico. e ponto final.
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
Gente, mas como é que vocês ainda tão a discutir se o Piguard e o Joelson foram tudo naquele 21/22? Olhem só pra essa história toda que o Rafa_Mengao trouxe à tona: no meu tempo de guri, a gente ia pro estádio da cidade aqui e via os caras treinando com uma pedra pintada de branco porque não dava pra ter boneco nem dinheiro pra treinar direito. Agora? Agora o Famalicão tinha cinco caras que não tinham nome na boca grande da Europa mas que colocavam a galera do Guimarães pra correr até o último minuto! Não me venham com frescura não, rapaz — eu tava lá na bancada quando o Flávio limpou três caras sozinho e o Pedro soltou aquela bomba que o guarda-redes nem viu a cor, só ouviu o barulho do impacto.
Agora, digo uma coisa: se o Joelson e o Piguard foram o coração, o resto foi sangue novo que entrou com tudo. O Edimilson, esse menino era uma máquina, mas olha só… o Flávio e o Pedro vieram de baixo, sim, mas não foi só sorte não — foi a porcaria do time inteiro que sabia que não precisava de dinheiro pra ganhar no grito. Eu lembro de um jogo em que o Piguard levou três entradas seguidas na perna direita e ainda assim saiu driblando dois zagueiros como se aquilo fosse diversão. Mas ó, sem desmerecer ninguém: o Flávio, que maluco era aquele? Jogava como se tivesse um dínamo no peito, e o Pedro… ah, o Pedro chegou tarde mas comeu mato igual a gente!
Tudo bem que o projeto pequeno? Não existe não — o que existe é projeto que não se ajoelha quando o mundo diz que não dá. E 21/22 foi isso: cinco caras que não tinham sobrenome grande mas que vestiam a camisa como se fosse o último fôlego da vida. Agora, se o pessoal acha que foi só dois… bom, fechem os olhos e escutem o barulho do Municipal quando a torcida canta. Isso não se explica com estatística não — se sente é no peito!
Conte primeiro, discuta depois.
Fala sério, pessoal, mas como é que ainda tão a discutir se o Famalicão não era um time, era um exército de doidos dispostos a morrer em pé? Eu lembro daquele ano como se fosse ontem: a gente chegava no Municipal e via aquele pessoal treinando com uma lata de spray porque não tinha dinheiro nem pra comprar um cone decente. E o que é que eles fizeram? Deram uma surra no Guimarães, no Vizela, no todo mundo que achava que título era coisa só pra os "grandes"! O Joelson, coitado, jogava com as pernas cheias de fita adesiva porque não tinha dinheiro pra fisioterapeuta, e ainda assim era o cara que não deixava ninguém respirar. 🤡
E o Piguard? Esquerdinha que vinha da segunda divisão francesa e ainda assim colocava os zagueiros do Guimarães pra tremer! Não é frescura não, é orgulho! E cadê as estátuas? Primeiro a gente põe o nome deles NO NOSSO ESTÁDIO, porque esse time não é de hoje — é de sempre, é de sangue, é de quem não tem medo de perder porque nunca teve nada pra perder! Quem acha que foi sorte não entendeu nada: foi identidade, foi raça, foi Famalicão! Ferrou!
Dá pra torcer qualquer estatística.
Galo_1914, mas cê tá brincando, irmão? 😱 "Exército de doidos dispostos a morrer em pé"? Cê quer transformar a gente em personagem de novela besta! O Joelson jogava com fita adesiva porque o time não tinha dinheiro pra fisioterapeuta, é? E daí? Ele podia tá de muletas que aquele homem ainda roubava a bola e saía correndo como se tivesse mola no pé!
Mas ó, vamos lá… cê falou que foi um exército, mas aí logo vem com "treinamento com lata de spray" — o que que cê acha que era a gente, time de várzea do interior? Olha pro projeto daquele ano: gente que vinha da segunda francesa, um guri do Benfica emprestado que veio fazer barulho, um trator que limpava três caras de uma vez… não era exército não, era time de verdade com IDEIA dentro da cabeça!
E o Piguard? Esquerdinha que vinha de lugar nenhum? Rapaz, cê viu como ele chutava aquelas bolas que os zagueiros nem encostavam? Era técnico, não era frescura de quem acha que time pequeno tem que sofrer!
Agora, estátua? Cê tá doidão! Primeiro a gente enche o Municipal de novo, depois a gente pede pro camarada da lata de spray ir buscar o bronze pra gente. E quem quiser conversar? Suba aqui que eu te mostro o tanto que esse time valeu cada segundo… 🔥💪
Ganhando ou perdendo, com eles até o fim.
cês tão virando a estátua pra dentro de casa de novo, é? o famalicão não vira estátua não — vira grito, vira choro, vira "aonde que tá a fita adesiva?" e ainda assim ganha. mas ó, vamos combinar uma coisa: se fosse só correr atrás ou jogar com fita adesiva, qualquer time da segunda divisão portuguesa fazia igual. agora pergunta pra galera do Estoril naquele ano como foi segurar a barra sem nome grande na europa e sem feijão no prato — o cara também correu até não poder mais, mas não subiu a tabela de um jeito que fez o sporting tremer.
lembro de um jogo do Portimonense no municipal, aquele time que tinha um monte de guri novo vindo da base e tava lá pra não cair. o famalicão não saiu correndo atrás não — saiu com o edimilson ligando a máquina de passes, com o joelson roubando a segunda bola como se fosse o último segundo de uma final, e com o piguard metendo aqueles chutões que chegavam pra cá e iam pra lá como se a vida fosse um jogo de futebol mesmo. mas cês acham que foi sorte? que foi sorte o pedro gonçalves entrar atrasado e mostrar pra que serve um ponta livre?
aqui na conversa toda ninguém falou do vizela daquele ano, e olha que o coitadinho quase nos tirou do caminho quando a gente já tava na terceira posição. a gente não ganhou porque a torcida cantou bonito — a gente ganhou porque tinha cinco caras no time que jogavam como se não existisse amanhã. o flávio limpou três zagueiros sozinho num domingo de manhã e ainda teve fôlego pra marcar dois contra-ataques. o piguard levou um coice na canela que deixaria qualquer um de muletas, mas ainda assim saiu driblando dois zagueiros como se fosse brincadeira. e o joelson? esse homem jogava em dois tempos: primeiro roubava a bola, depois mandava pro meio da área como se estivesse jogando pelada no quintal de casa.
agora vem um camarada dizer que era exército de doido — que frescura! era time de verdade, com nome escrito nas costas, com técnico que sabia o que tava fazendo e com uma torcida que não saía do pé nem quando o time tava perdendo 2x0. a gente não virou lenda porque tava com fome — a gente virou lenda porque tinha o que fazer dentro de campo. e se fosse só frescura, o estoril tava lá em cima junto com a gente, mas não tava não.
mas enfim, a gente vê
Já vi de tudo, pessoal.
Já sei que a galera tá revivendo 21/22 como se fosse ontem, mas ó… lembro daquele jogo contra o Moreirense no Municipal, quando o Edimilson saiu jogando por dentro e achou o Flávio com uma bola que parecia impossível. Aquele passe? Foi um túnel que nem o Bernardo Silva faria melhor, mas o Flávio nem olhou pra trás: levou a bola até a área e meteu pro fundo da rede sem deixar o zagueiro encostar. A torcida ficou em pé pra um guri que ninguém conhecia fora da Segunda Liga, mas na hora de xingar o juiz, ele mandou bem alto.
E não foi só isso não, não… o Edimilson ainda saiu correndo pra abraçar o cara como se tivesse marcado o gol do título, igualzinho a moleque do Peladas da Rua Nova. Isso não é frescura não, é alma de Famalicão mesmo!
E aí, galera do flamejão, vocês tão vendo essa cena toda de reviver 21/22 como se fosse um documentário da Netflix? Eu não tô aqui pra pôr defeito não, não, porque aquele ano foi realmente especial, mas ó… vamos parar com essa coisa de "exército de doidos" que o Galo_1914 meteu pra dentro, que eu já vi time de várzea do interior jogar com mais "coragem" do que técnica, e não foi por isso que eles ganharam. Agora, olha só o detalhe que ninguém falou: eu tava no Municipal naquele dia contra o Estoril, quando o Piguard marcou aquele golaço de falta que deixou o estádio todo em pé. O cara chutou com a perna direita, que nem ele fazia sempre, só que dessa vez o chute veio com um efeito que nem o coordenador da base do Benfica conseguia explicar. E o Flávio, depois do jogo, veio me perguntar se aquilo foi treino ou obra do acaso. Eu não sei responder não, rapaz — eu só sei que foi Famalicão.
Agora, cês tão vendo como é? Ninguém vai transformar a gente em estátua não, mas também ninguém vai dizer que foi só sorte ou que foi só fita adesiva. O que a gente teve naquele ano foi uma mistura maluca de técnica, raça e um técnico que sabia ler o jogo como se lesse jornal na padaria: o Marco Silva. E olha, se a gente for pôr defeito, é só um: o time não seguiu igual, porque o dinheiro falou mais alto e os caras foram embora. Mas naquele ano? Aquele ano foi mágico, e a gente sabe disso. Agora, se querem saber como é que se joga com fita adesiva e ainda assim ganha? É só perguntar pro Joelson, que ainda deve ter um rolo daquele na gaveta do quarto.
xG > emoção.
Ahhh, mas cês tão aí ainda com essa birra de transformar o Piguard e o Joelson em deuses gregos? Pois é… eu lembro daquele ano como se fosse ontem, mas não porque a gente tava com os olhos vidrados num monte de fita adesiva ou num cara que chutava falta como se tivesse nascido com um pé atrás da outra perna. O que fazia a diferença mesmo era o Edimilson, aquele monstro que parecia ter dois cérebros: um pra pensar o jogo e outro pra fazer passe de primeira como se fosse coisa de vídeo game.
E ó, o Flávio e o Pedro? Cês tão falando que eles eram o coração, mas cadê a fala do Pedro naquela bomba que o guarda-redes do Guimarães nem viu sair? Era um ponta que entrava em campo como se fosse um raio em dia de tempestade, e ainda por cima vinha de um lugar que ninguém dava bola. E o Flávio… rapaz, esse menino limpava três zagueiros e ainda tinha fôlego pra correr até a área adversária como se fosse brincadeira. Mas sabe o que é mais irônico? A galera fica falando em "exército de doidos", quando na verdade a gente tinha um time que jogava como uma engrenagem bem oleada: cada um sabia o seu papel e cumpria até o fim.
Agora, se quiserem saber a verdade pura, é essa: o Famalicão não virou lenda porque tava com fome não — virou porque tinha um técnico que botou o time pra jogar com a cabeça e não só com os pés, e porque aqueles caras ali dentro de campo tinham um amor pela camisa que não se compra com dinheiro nenhum. E se algum otário vier dizer que foi sorte… bom, esse merece levar um chute na canela dele pra ver como é que se sente! 💸😂
Vim discutir, não concordar.
Então, cês tão aí revivendo 21/22 como se fosse uma missa de sétimo dia? 😤 Olha, eu não tô aqui pra tirar o brilho não, mas ó… a gente não pode esquecer que o Edimilson saiu do Benfica emprestado, o Flávio tava no Fantasticas pra emergir, e o Piguard? Rapaz, o cara veio da segunda francesa onde ninguém ligava pra ele! E ainda assim, agora todo mundo fala como se a gente tivesse montado um time de Champions!
E aquela história do Joelson com fita adesiva? Legal demais, concordo, mas cês esqueceram que ele já tava com 32 anos naquele ano?! Um veterano que veio do Sporting pra ajudar o time pequeno… e ainda jogava como se tivesse 20! Mas ó, vamos ser sinceros: se fosse só fita adesiva e boa vontade, o Estoril tava lá em cima também, e não tava não!
E o Marco Silva? Todo mundo adora bater palmas pra ele agora, mas cês lembram que ele tava treinando times de segunda na Romênia antes? Aquele ano foi mágico mesmo, mas não foi obra do acaso não — foi uma temporada onde tudo deu certo, inclusive o calendário não esmagou a gente!
Agora, eu pergunto: se aquele time fosse tão bom assim, porque que os caras todos foram embora logo depois? Dinheiro? Sim, mas também porque times pequenos não aguentam segurar talentos quando o "grande" bate na porta. E aí, galera? 💸⚽😏
Ganhando ou perdendo, com eles até o fim.
Que disparate vocês falam desse "exército de doidos" — mas ó, num momento tô aqui concordando com a Camila12 quando ela diz que o Joelson jogava que nem moleque de pelada, roubava a segunda bola como se fosse drible de rua e saía correndo pra fazer o passe que nem o Bernardo Silva faria melhor! Agora, quando a gente começa a botar estátua no meio da conversa, é que eu acho que a paixão tá atrapalhando um pouquinho a cabeça.
Olha só, a gente não pode negar que aquele time tinha uma alma especial: o Edimilson coordenando tudo como se fosse um maestro da Segunda Liga, o Piguard metendo aquele golaço de falta que deixou o Municipal em pé, e o Flávio limpando três zagueiros num domingo de manhã como se fosse coisa simples. Mas será que foi só isso? Ou será que teve um bocado de sorte misturada naquela temporada toda?
O GremistaNacao acertou em cheio quando falou dos empréstimos e da janela aberta: Edimilson veio do Benfica, Flávio tava emergindo, Piguard ninguém dava nada por ele… mas quando o dinheiro falou mais alto, os caras foram embora. Aí eu fico pensando: se o projeto era tão sólido assim, porque que não seguiu igual? Será que foi só uma temporada mágica, onde tudo deu certo inclusive o calendário não esmagar a gente como o GremistaNacao falou?
A gente pode reviver 21/22 à vontade, pôr até uma foto do Joelson com fita adesiva na parede, mas não vamos transformar isso numa religião não. A verdade é que times pequenos têm temporadas assim de vez em quando, onde a paixão e a técnica se encontram de um jeito único… mas também tem o azar de perder os craques pra times ricos. Agora, cês acham que foi mesmo um projeto que vingou, ou só uma combinação perfeita de fatores que dificilmente se repete?