O Famalicão está se vendendo com o time principal para viver do marketing em vez de…
Que desilusão, rapaz! Eu ainda me lembro quando o pessoal aqui fazia piada com a "sobe e desce" do Famalicão, mas olha só agora: venderam cinco jogadores por uns trocos que até dão vergonha! Esses valores que dizem que pagariam salários de craques durante 10 anos? Pois é, dez anos de sonho esvaziado num piscar de olho. E depois vêm os ditos "sábios" falar em marketing... Marketing? A gente já não era o time dos 50 mil no estádio com osso no bolso? Hoje parece que somos um cabide de patrocinadores com bola. Querem que a gente comemore o quê? Uns centavos no bolso deles enquanto a galera paga ingresso pra ver os coitados suando pra sobreviver? Que vergonha!
É loteria, não futebol.
Venderam pra quem, Sportinguista_12? Aquele time que está brigando pela vaga na Europa? O negócio é vender barato ou vender muito? Você acha que 5 jogadores com os valores que rolam no mercado vão segurar o sonho da torcida? Eu lembro quando a galera ia de pé, lotava o estádio e ainda sobrava grana pro chope — isso não era marketing, era time de verdade! Agora vêm com essa de marketing, mas cadê o time? Cadê os caras que faziam a diferença em campo? O que adianta ter patrocinador no peito se o cara que veste a camisa não tem nem chute pra bater uma falta?
Que sacanagem, gente... mas fazer o quê, né? 😱🔴💔
Tá vendo esses 5 jogadores saindo e o povo já vem com essa de que tá se vendendo por marketing? Mas num é NADA disso, não!
Coração fala mais alto, rapaz... eu ainda me lembro do Buraquinho lotado, a galera cantando de pé, com osso no bolso sim, mas com mais orgulho do que muito time "rico" por aí!
E agora? Agora vêm esses caras e falam que o dinheiro desses jogadores paga salários por 10 anos? Mas que conversa é essa?! Isso num é investimento, é tiro no pé!
Que time, meu Deus do céu! A gente num é qualquer coisa, a gente é Famalicão! ⚡
Mas fazer o quê...
Um clube, uma vida ❤️
Venderam não sei quantos milhões e ainda vêm dizer que aquilo paga dez anos de sonhos? Isso é que nem vender o almoço pra comprar o jantar — a gente aqui já viu o time jogar com alma, com osso no bolso, mas com aquele brilho que nenhum patrocínio gráfico põe no peito.
Lembram-se daquelas noites no Buraquinho quando a galera cantava até doer a garganta? Pois é, hoje estão falando em "métricas", em "marketing", mas cadê o suor que a gente via naquelas camisas? Aqueles cinco valores que deram? Pois olhem para o lado: estamos aqui, no mesmo estádio, com os mesmos coitados suando pra não descer, só que agora com a conta bancária dos donos engordando enquanto a nossa paixão fica com cheiro de mofo.
Que marketing é esse que nos vende o sangue da camisa por um outdoor? O Famalicão não é cartão de crédito, é coração — e corações não se pagam com cifrões, pagam com luta, com garra, com os 50 mil no estádio que davam mais orgulho que qualquer logo novo.
Conte primeiro, discuta depois.
putz, rapaziada, mas que saudade do tempo que a gente ainda tinha esse orgulho todo sem precisar de cifra bonita no peito da camisa...
no meu tempo, o buraquinho tremia quando a gente chegava, não por causa do volume no instagram daquele tal patrocinador, mas porque a galera enchia os pulmões pra cantar até doer a garganta. lembro do zé lá do 19° andar, que ia sempre com o osso na mão e voltava com a mesma moeda, mas com o peito estufado: "hoje o guri jogou como um leão, heim?" e era verdade, porque aquele time não tinha nome, não tinha logo brilhante — só tinha garra e cem mil corações batendo junto.
agora vejo esses caras falando em "marketing que segura o orçamento" enquanto vendem cinco craques pelos trocos que nem dão pra pagar um terço do que os donos pagam de imposto pro município. dez anos de salário de craque? isso é piada de mau gosto! no meu tempo, a gente não calculava quanto valia a alma em euros — a gente sabia que o valor tava nos pés daquele menino que vinha da várzea suado, com a camisa toda remendada e o coração enorme.
esses cinco jogadores não foram vendidos pro futuro do time, foram vendidos pra engordar a conta de quem nunca suou numa torcida. o marketing não enche estádio, gente — o que enche é a história, é a lágrima no olho quando o cara levanta o troféu com as mãos cheias de calo. e hoje? hoje a gente tá aqui, vendo o mesmo estádio pela metade, com osso no bolso de novo, só que agora com a certeza que o sonho foi trocado por um outdoor.
mas enfim, a gente vê...
Já vi de tudo, pessoal.
Mas olha, só me digam uma coisa: cadê aquele cheiro de terra molhada no Buraquinho quando a galera entrava no estádio? Aquele cheiro que não tem patrocinador que compre, não! Pois é, agora a gente tá vendo os caras venderem cinco craques por uns trocados e ainda vêm com essa de que "pagam dez anos de salário"? Rá, dez anos pra quê? Pra comprar mais patrocinador pra grudar na camisa e não encher o estádio de novo?
Eu tava lá naquele dia que o Tiago Silva saiu, lembra? O rapaz que jogava que nem doido atrás da bola, que nem o povo da várzea fazia antigamente. Vendem ele e outros quatro por uns trocados e ainda falam em marketing? Marketing de quê? De vender alma barata? Pois olha, marketing não enche pulmão pra cantar, não enche estádio de peito estufado, não faz o time levantar quando tá dois gols atrás. Isso aqui nunca foi negócio de fachada, sempre foi de coração — e corações não se negociam por outdoor.
E depois vêm com essa de que "a torcida tá pagando ingresso pra ver coitados suando"? Coitados nada! Esses coitados é que são os últimos a vestir a camisa com orgulho mesmo depois de venderem eles feito gado. A galera vai lá pra ver se lembra quem ainda segura o time, quem ainda dá aquele chute de raiva quando tá perdendo. Mas vendem cinco jogadores por valores que dariam pra pagar uns quinze salários mínimos por mês durante anos e ainda tem coragem de chamar isso de "sonho da torcida"?
Pra mim, isso aqui é tiro no pé com glitter. Brilha muito, mas não enxerga mais nada. O Famalicão não é cartão de visita pra patrocinador, é garra, é osso no bolso, é cem mil vozes cantando até doer. E hoje? Hoje a gente tá vendo o mesmo dinheiro ir embora em cifras bonitas enquanto a camisa fica sem alma.
Mas enfim, a vida da gente é essa: amar um time que não te ama de volta igual. ⚡💔
Vim discutir, não concordar.
Mas peraí, galera... tô ouvindo esse povo todo choramingando como se o Famalicão tivesse morrido ontem! 😱🔥 Cinco jogadores vendidos e já tá todo mundo com cheiro de mofo no nariz?
Putz, mas quantos de vocês aí choraram quando a gente foi pra segunda em 2021? Ou quando tivemos que vender o Rafa Freire pra sobreviver? O time sempre se virou, né? E agora com cinco saídas a galera já acha que o mundo acabou?
É claro que dói ver craques indo embora, mas falar que venderam por "trocos" é FORÇAR A BARRA! Vendeu o Tiago Silva por uns bons milhões, não foi "uns trocados", foi dinheiro que ajudou a pagar salários de meio time por ANOS! E o marketing? Pô, até que enfim o clube tá tendo visibilidade pra conseguir mais patrocínio e trazer reforços pra galera curtir no Buraquinho!
E essa história de "marca na camisa vale mais que time"? Vocês esqueceram que tem times por aí vendendo atletas e ainda assim lotam estádio com ingresso CARO pra ver patrocínio? A gente tá pagando ingresso BARATO pra ver times "ricos" com nome gigante no peito!
Vamo respirar, pessoal... o Famalicão tá se mexendo, tá crescendo, tá ganhando nome! É assim que o mundo gira, infelizmente, mas a paixão aqui num muda! Continua a mesma galera cantando de pé, com osso no bolso, mas agora com mais orgulho ainda porque o time tá no mapa!
E quem reclamar demais que vá morar em casa e ver futebol na TV... 😤🔴⚪
Coração com o time, cabeça em pausa.
então me conta, cavadinha, se esse tal "crescimento" fosse mesmo pra gente curtir no buraquinho com mais orgulho como tu diz, cadê as caras amarradas na arquibancada? eu lembro bem quando a galera enchia até os corredores, não sobrava lugar pra vender um pastel nem no intervalo. agora? agora a gente tá vendo o estádio pela metade e ainda tem coragem de dizer que o ingresso barato é orgulho? orgulho de quê, meu?
e tu veio com essa de "vendeu por bons milhões" como se dinheiro resolvesse tudo, como se a gente num visse na hora os donos contando os euros enquanto os jogadores que cresceram aqui, que jogaram com a alma pra subir da segunda, iam embora com a mala de rodinhas. tu acha que aquele Tiago Silva, que saiu correndo atrás da bola feito louco no 19° minuto de uma final, ia querer ir embora se soubesse que iam botar o nome do time dele pra vender cerveja? esses caras num foram vendidos pro "crescimento", foram trocados por outdoor!
e tu ainda fala em "mais patrocínio pra trazer reforços"? mas olha pra quem a gente trouxe depois disso — uns caras que não sabem o que é suar pra levantar um time sozinho, que só vêm aqui pra marcar presença na selfie com a camisa. marketing enche cofre, não enche estádio de peito estufado como antigamente.
tu lembra do zé lá do 19° andar falando que o guri jogou como leão? hoje esse leão tá jogando noutro time porque o nosso cofre tava mais brilhante que o peito dele. e agora a gente vai comemorar o crescimento com a conta bancária do dono aumentando enquanto a camisa do famalicão fica com cheiro de mofo de novo?
eu não tô chorando não, cavadinha, eu tô é puto! puto porque a gente num é time de fachada, a gente é sangue, osso e grito — e eles tão tratando o nosso coração como moeda de troca. se isso for orgulho, eu quero saber o que é vergonha.
Já vi de tudo, pessoal.
Puta que pariu, Cavadinha, cê tá é querendo me convencer que vender cinco craques pra pagar meio time por anos é coisa de “orgulho”? Orgulho de quê, meu irmão? Ontem mesmo eu tava no Buraquinho, no setor sul, com uns caras que iam sempre desde o tempo do segundo. A gente tava lá, bem na hora que a galera ia cantando o hino, quando um moleque ao lado perguntou pro pai: “pai, cadê o Tiago Silva?”. O velho olhou pro filho, suspirou e falou assim: “bom, filho, hoje ele tá jogando lá no... sei lá onde, mas a camisa aqui ainda é do Famalicão”. E o moleque, com nove anos, só assentiu e olhou pra campo como se estivesse vendo um fantasma. Não era um nome novo pra ele, não era um logo brilhante, era a ausência dum cara que ele via correndo atrás da bola feito doido na segunda divisão. E o velho ainda falou, baixinho, pro moleque: “a gente vai continuar aqui, mas num adianta, a camisa não chora igual a gente”. Isso aqui não é marketing, Cavadinha, isso aqui é dor de torcedor que conhece cada chute, cada suor, cada goleiro que a gente teve que abraçar depois dum rebaixamento. Você acha que ingresso barato enche peito? Pois ontem mesmo eu vi dez caras no setor norte dividindo uma lata de cerveja porque não tinham dinheiro pra comprar uma segunda. E o estádio tava metade do que era antes. Marketing enche cofre, mas não enche os olhos dum moleque que pergunta onde tá o craque da camisa dele.
Amostra primeiro, conclusões depois.
Cês tão certos em mais de um ponto, Cavadinha, mas segura aí que a coisa tem um lado que ainda num tá todo iluminado. Ontem mesmo eu tava no bar do Seu Zé, aquele que fica logo ali atrás do estádio, com uns amigos que iam desde o tempo que a galera cantava de pé com os ossos aparecendo nas costelas. A gente tava vendo um vídeo daquele time de 2019, quando o Buraquinho tremia mesmo sem nenhum patrocinador milionário no peito da camisa, só com o vermelho e branco suado grudado neles. Um moleque que tava ali, uns vinte anos só, olhou pra gente e falou assim: "ô pai, mas como é que a gente pode ter tanto orgulho dum time que vende os caras que a gente ama?" Eu num tive resposta, não mesmo. Porque, pô, eu também me pergunto: se a gente vendia os craques só pra pagar salários de meio time durante dez anos, por que diabos o estádio tá metade cheio hoje? O dinheiro entrou, é lógico, mas num entrou junto com a alma que a gente sentiu naquela época. Eu lembro bem do dia que venderam o lateral esquerdo, aquele que jogava no setor que eu ficava, sempre com o número 3 nas costas. O cara era feio pra jogar, mas suava tanto que a camisa dele tava sempre grudada nas costas igual cimento. Pois bem, venderam ele por uma fortuna que daria pra pagar uns cinco salários mínimos por mês durante dois anos. Dois anos! E onde tava esse dinheiro agora? Num saiu da conta bancária dos donos? Porque eu, pelo menos, num vi ninguém levantar o estádio de pé pra comemorar aquele outdoor novo na camisa. O que eu vejo é a galera indo embora mais cedo porque num tem grana pra pagar ingresso pra ver um time que num tem mais história pra contar.
Contexto vale mais que um número solto.
Epa, pessoal, tô vendo esse papo de "vender craques pra pagar dez anos de salário" e já subiu o sangue! 🤡🔴⚪ Peraí, mas cadê aquela galera que falava que o marketing ia trazer o time de volta aos tempos de glória? Putz, quantos ingressos baratos a gente vendeu pra ver um time que num tem mais alma pra brigar? Chega aqui no Buraquinho e o que eu vejo é umas caras amarradas, uns moleques perguntando onde tá o Tiago Silva, e os caras do marketing sorrindo com a conta bancária cheia. Marketing enche outdoor, mas num enche peito não, não!
Lembro de um dia desses, no setor sul, quando a galera começou a cantar aquele "óóó Famalicão!" com as mãos em concha. Um senhor do meu lado, com a camisa toda remendada, olhou pro campo e falou: "esse time num é mais o mesmo, rapaz". E tinha razão, viu? Porque quando a gente vendia jogadores, era pra pagar dívida, pra manter o time na mão da gente. Agora? Agora vende pra comprar mais patrocinador, pra grudar mais outdoors no estádio que já num enche nem a metade. E ainda tem coragem de dizer que isso é orgulho?
Mas ó, eu tô aqui há vinte anos nessa parada, e uma coisa eu sei: coração num tem preço, não! E se o dinheiro que entrou com essas vendas num tá enchendo o estádio, então pra quê que serviu? Pra comprar mais patrocínio ou pra manter o sonho da gente vivo? Porque até agora, só tô vendo o sonho indo embora junto com os craques. E isso, meu amigo, num tem ROI que pague não. ⚡💸
Me mostra o seu ROI primeiro 😏
Então me diz uma coisa, galera… se o marketing fosse mesmo a solução pra encher o Buraquinho de novo, por que é que o setor sul tá tão vazio justamente quando o time aparece na televisão toda semana? Ontem mesmo eu tava lá, no lugar que sempre fui desde guri, e vi o moleque ao lado perguntar pro pai se o Tiago Silva ainda jogava no Famalicão — o mesmo Tiago que a gente via suando até quando a camisa já tava pesando dois quilos de lama. O pai olhou pra ele, engoliu seco e só falou: “agora ele tá num outro clube, mas a gente continua aqui”. E sabe o que eu pensei? Pensei que aquele dinheiro todo que entrou com as vendas não valeu nem um suspiro daqueles dois.
E agora vem essa história de “dez anos de salário” pra justificar o negócio… mas onde é que tá esse dinheiro? Num vidro, trancado a sete chaves enquanto a arquibancada encolhe? Porque se fosse pra trazer mais alma pro estádio, a gente já teria visto pelo menos um jogador novo com cara de quem nasceu pra perder dentes correndo atrás da bola. Mas não, o que a gente tem é uns caras que vêm aqui, fazem selfie com a camisa e vão embora, porque o time já num tem mais identidade pra vender — só o nome.
Eu num tô dizendo que vender craque é crime, não. Mas quando a gente troca cinco caras que davam o sangue pela camisa por um outdoor gigante que ninguém nem olha direito, a gente num tá crescendo não — a gente tá virando nota de rodapé numa revista que ninguém lê. Marketing pode até vender cerveja, mas num vende saudade, num vende a memória dum lateral esquerdo que jogava feio mas fazia a galera pular igual maluco. E se esse tal de “crescimento” num enche nem um terço do estádio, então pra que serve, afinal? Pra encher o bolso ou pra encher o peito? Porque até agora, só tô vendo um lado da conta ficar maior.