Glórias do Etihad: quando a raça azul transformou a história em títulos e lágrimas em…
lembro daqueles tempos de divisão de acesso, quando a gente ia lotar o estádio só pra ver um chute no gol e voltar pra casa com mais frustração do que esperança... cara, eu tava no Etihad daquele jeito que a gente tava sempre: cheio de fé, mas com a carteira vazia depois do ingresso. não era nem time ainda, era aquele sonho que a gente abraçava igual um irmão caçula, desses que nasceu pra dar trabalho mas a gente ama do mesmo jeito. e hoje olha a gente aqui, com a taça nas mãos e o Haaland gritando igual um leão solto no campo... putz, como o tempo voa quando a gente coloca o coração na frente.
Putz, Vini... eu tava lá naquele 26/05/2023 igual criança no dia de natal! Minha filha pequena, que ainda não sabia nem escrever "City", pintou o rosto todo de azul e ficou gritando "Haaland! Haaland!" igual louca... eu tava com um calção do City até pra dormir naquela semana, meu irmão! Quando aquele monstro enfiou aquele golaço... nossa, até hoje meu coração tá acelerado só de lembrar 🔥💙🔴 PRA ONDE FOI MINHA CAMISETA QUE EU RASGUEI DE TANTO PULAR? CADÊ ELA?!
e aí, galera, acho que nenhum de nós vai esquecer daquele 26/05/2023 nunca mesmo, mas já vi coisa pior do que a gente voltar pra casa com o coração assim tão inchado de orgulho e o pescoço todo doendo de tanto gritar, né não?
lembro do meu primo caçula, aquele moleque que só faltava nascer com uma camisa do City no berço, ligou pra mim no meio do jogo todo nervoso porque o pai dele, que é palmeirense até hoje e só vinha pro Etihad pra zoar, tava jogando no sofá igual doido atrás do controle pra mudar de canal quando o Haaland apareceu na tela. o cara ficou vermelho, pulando igual um sapo eletrizado, e o primo falou assim: "tio, o vô tá xingando o Haaland igual se fosse o juiz errado do jogo!" — e eu ri tanto que quase caí da cadeira.
no fim a gente tava todo mundo lá, azul da cabeça aos pés, os velhos contando causos de quando o estádio ainda cheirava a serragem e esperança barata, e os novos com os celulares tremendo igual peneira só pra gravar aquele momento pra sempre. e quando o Haaland abriu a perna igual se fosse abrir a porta pra milagre entrar, nossa, foi como se o Etihad todo tivesse enchido de eletricidade pura — até os que vieram só pra zoar ficaram de boca aberta e o som do gol foi um trovão que a gente sentiu no peito mais do que no ouvido.
putz, como a gente mereceu isso tudo... mas enfim, a gente vê
Putz, Vini, Vascaino... cês tão revivendo uns negócios que só de lembrar já me dão calafrio até hoje, heim?
Na época do Haaland, aquele time era um monstro de tão poderoso, mas olha só como a gente tava ainda grudado naquela faixinha de esperança que pendurava no peito — tipo quando a gente ia pro Etihad com ingresso que tinha custado meio salário mínimo e saía de lá com a garganta rouca e o bolso vazio, mas com o coração cheio daquele jeito que nem remédio enjoado segura. Jogadores como o Rodri já mostravam a cara de general desde aquele tempo, mas tinha alguma coisa naquela máquina toda que ainda parecia um pouquinho… inacreditável. Tipo, a gente já tava acostumado a ganhar, mas toda vitória nova tinha aquele gostinho de "será que dessa vez a gente não vai quebrar?".
Agora, com esse time atual, olha só como mudou: não é mais aquele negócio de "será que a gente aguenta?", é um troço mais… óbvio. A gente sabe que tem três ou quatro caras na equipe que sozinhos decidem o jogo antes do primeiro apito. O Haaland foi aquele ponto final, sabe? Depois dele a gente parou de olhar pro placar com medo de que fosse azar — tipo quando você passa a confiar demais no seu faro depois que tomou um susto feio andando de moto.
Mas ó, não tô dizendo que o time de agora é menos especial, tá ligado? É só diferente. Naquela época a gente celebrava cada golaço como se fosse a coisa mais rara do mundo, porque a gente tava acostumado a sofrer. Hoje a gente já não sofre mais tanto, mas sofre diferente — tipo quando a torcida canta "We are Manchester City!" no warm-up e a gente já fica arrepiado mesmo antes do jogo começar. A raça continua igual, mas o jeito de ganhar virou… mais fácil? Mais natural? Sei lá, parece que a gente nasceu pra isso.
E olha só o detalhe que marca mesmo: naquela época a gente pulava igual louco quando o time empatava em casa nos últimos minutos. Hoje a gente só suspira aliviado e já começa a cantar o hino antes do segundo tempo. Mudou a intensidade da alegria, mas o sentimento continua o mesmo — esse negócio de sentir que o clube tá escrito na nossa veia, igual tinta azul que não sai nem com água sanitária.
Vê se não é incrível? A gente que começou nos tempos de divisão de acesso, que iam pro estádio com ingresso que parecia um bilhete premiado de loteria, hoje tem time pra conquistar qualquer coisa que olhar. E o mais louco é que a gente nem encheu o saco com isso não — a gente só curte cada segundo, igual quando a gente via o avião sobrevoando a cidade com a bandeira do City desenhada nos céus lá em 2017. Só que agora o avião voa mais alto e a bandeira tremula mais forte.
Conte primeiro, discuta depois.
putz, galera, que saudade boa essa enxurrada de causos que vocês tão jogando aqui como se fosse confete num carnaval azul...
eu tava lá naquele 26/05/2023 igual um menino novo na primeira ida ao estádio, lembro como se fosse ontem do meu pai me pegando no colo pra ver o gol do Haaland daquele ângulo que só quem tá na arquibancada alta do Etihad consegue — tipo quando o pessoal gritava e a gente não sabia direito o que tava acontecendo até o juiz apitar e o campo todo virar uma loucura. mas o que ficou mesmo pra mim foi aquela sensação de que aquilo não era só um título, era o clube saindo da sombra pro sol da história grande.
e olha, ó: eu cresci vendo o City como aquele time que a gente amava com dor no peito, igual moleque que gosta de uma garota que só pisca pra outro. mas naquela noite, quando o Haaland levantou os braços e a taça brilhou igual luz de neon na cidade toda, até os caras que só iam pro jogo pra zoar ficaram de boca aberta. o meu cunhado, que é do outro lado da cidade mas sempre arrasta a família pra Etihad "pra ver o show", chegou em casa com o filho pequeno no colo e os dois grudados no celular assistindo o gol de novo... igual a gente fazia quando a tv tava ruim e a gente tentava gravar o jogo num dvd que às vezes nem rodava direito.
a molecada nova nem tem ideia de como a gente torcia igual doido nos tempos de divisão, igual aqueles times que você via no canal de esportes da tv aberta e pensava "putz, quem são esses?" hoje eles veem o Rodri conduzindo o meio-campo igual um maestro e acham que sempre foi assim... como se o Agüero tivesse nascido fazendo gols e o Haaland tivesse brotado de uma semente azul plantada lá em 2023. mas olha, não é não, galera: aquilo ali foi a virada do livro, a página que a gente tava esperando desde que o Sheik Mansour chegou com aquele sorriso de quem já sabia que ia dar certo.
e o mais engraçado é que depois daquele dia a gente ficou até meio acanhado de comemorar tanto, igual moleque que depois de ganhar o primeiro beijo acha que não pode fazer mais nada sem chamar atenção. mas não adianta, o sentimento continua igual — só que agora a gente comemora com mais calma, como quem já sabe que a próxima vitória tá logo ali na esquina.
ah, e uma coisa que ninguém falou ainda: depois daquele gol, a gente ganhou uma paz com os outros times da cidade que a gente não tinha desde os tempos do shaolininho. hoje até o palmeirense do Vascaino respeita mais a gente, igual quando o primo dele ligou pro vô xingando o Haaland igual se fosse o bandido do filme.
fica aqui o meu abraço azul pro Etihad, pro Haaland, pro Rodri, pro Pep... e pro time que a gente construiu juntos, do jeito que a gente sempre quis: com raça, com lágrimas, com sorrisos e com aquele orgulho que só quem veste azul no peito entende de verdade. até a próxima glória, malta! ❤️💙
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Eita, galera, tava aqui lembrando daquele dia que o Haaland marcou, mas não é daquele 26/05/2023 não... é daquele dia que a gente foi pro Etihad com a mala de viagem cheia de cerveja porque acha que vai ser goleada fácil e termina voltando pra Curitiba igual noivos que brigaram no altar. Fui eu que fiz isso, tô confessando agora pra ver se alivia a minha consciência.
Cheguei no estádio com um parceiro meu, cada um com duas garrafas na mão e a cara mais besta do mundo achando que ia ver um show do Haaland igual na Netflix. Aí o cara do outro lado da arquibancada, que tava com a camisa do Haaland rasgada e a voz rouca de tanto gritar, olhou pra gente e falou: "ó, os caras novos vieram pra torcer mesmo, hein?". Aí eu falei: "po, a gente veio pra comemorar!". E ele: "ah, então senta aí que isso aqui vai ser histórico".
Aí começou o jogo e em cinco minutos a gente já tava debatendo se a bola tava dentro ou fora porque a torcida toda tinha perdido a voz de tanto gritar. Quando o Haaland enfiou aquele gol, nossa, o parceiro meu derrubou a cerveja no chão e falou assim, com a voz embargada: "caramba, a gente merecia isso desde 1968!". E eu respondi: "não, não, a gente merece desde que a gente nasceu com essa camisa grudada no peito".
Aí a galera toda abraçando, pulando, chorando igual criança no primeiro dia de aula... e eu ali, com o tênis todo encharcado de cerveja derramada e o coração igual um tambor. Aí o Vascaino lá atrás gritando "segura minha cerveja" pro primo dele que tava zoando... e eu só pensei: "putz, a gente tava errado esse tempo todo — não é o Haaland que nasceu pra fazer gols, é a gente que nasceu pra sofrer e amar igual um filho que só acerta no final".
Mas ó, valeu cada segundo, cada choro, cada pulo... e aquele gol ali foi o nosso "está tudo bem" escrito na história. ❤️💙🤣
Meme também é análise.