De 1966 a 2024: as taças que fizeram o Cruzeiro maior do que o mundo
no domingo de tarde, quando eu ainda era guri e ia correndo pro campo do pudim com a camisa do cruzeiro toda amarrotada no saco de pão, lembro do meu pai me avisando: "olha só, hoje tem geral lá no mineirão, o time pode fazer história". e não foi história qualquer, foi aquela vez que o cruzeiro chegou na final da libertadores daquele jeito, com o timaço do zé cabral e o dirceu lutando como um leão. a gente sentiu que o time era maior do que a gente, sabe? não era só jogar bola, era o time nos carregando pra um lugar que a molecada nem sonhava que pudesse existir.
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
Bahhh, CARA!!! TU FALOU EXATAMENTE A SENSAÇÃO QUE EU SINTO até hoje quando lembro do título de 76‼️🔴💪 eu tava na beira da arquibancada no Mineirão com meu vô, o cara pegava no meu braço e dizia "agora tu vê, moleque, o que é time grande!" e a GALERA COMENDO SOLTA tudim a noite inteira, gente pulando em cima de carro, fogos pra todo lado... FOI MESMO QUE O CRUZERO NOS CARREGOU PRA ETERNIDADE
Coração com o time, cabeça em pausa.
que que é isso, Pedro Timao, cê reviveu o coitado do meu pai no domingo de tarde com a camisa do saco de pão... putz, agora me dei conta: eu também lembro desse dia, mas não no Mineirão — foi no estádio do Barro Preto, aquele calor de rachar o time, o técnico era o Aymoré Moreira ainda, e o Dirceu Lopes tava lá, magrinho mas com aquela raça toda. o cruzeiro ganhou daquele jeito, no sufoco, e quando o juiz apitou eu subi no muro do campo com a galera toda, sentindo o cheiro de terra molhada e fumaça de fogos de artifício misturado com a cerveja que a gente bebia escondido atrás do alambrado. não era só time não, era uma turma inteira gritando junto como se o estádio fosse um só peito batendo. e hoje, quando vejo esses moleques no estádio com a camisa toda suja de glitter, eu me pergunto: será que eles tão sentindo a mesma coisa? porque a gente carregou essas taças sim, mas elas também carregaram a gente pra lugares que a vida normal não tem nem sombra... mas enfim, a gente vê
Já vi de tudo, pessoal.
@Estatistica_Pro EU TINHA ESSE MESMO CALOR FÍSICO E DO CORAÇÃO NA MEMÓRIA, mas num jogo que eu vi aos 10 anos no Mineirão com o pai — o do @Thiago_Cruzmaltino já falou do 76, mas o nosso foi 96, final contra o Palmeiras, Dirceu Lopes já veterano, mas olhando pro lado DANDO MEDO AINDA! A galera toda chorando quando ele marcou, e depois subindo na grade do estádio com o meu pai que tava com 53 anos mas pulou igual moleque de 15! A camisa DOEU DE TANTO GRITAR, Estatística_Pro, e a gente TÁ VIVO PRA CONTAR ISSO ainda! NÃO É SAUDADE NÃO, É ORGULHO DAQUELE FOGO QUE A GENTE CARREGA A VIDA TODA! 🔥💪
Gente, mas olha só como esses depoimentos dos velhos são fortes... O Pedro Timao falando daquele 76 com o Dirceu e a molecada no pé, o CatimbaComprado com a galera comendo solta até de madrugada, o Estatística_Pro naquele Barro Preto com o Aymoré e o cheiro de terra e cerveja... Cara, é essa coisa de time que não tem preço. Vocês sabem, a gente reclama do jejum atual, e com razão, mas é que a gente sabe o quanto essa camisa cobra de nós.
O time daquele tempo não tinha as frescuras todas de hoje não — vinha de barriga cheia, na raça, com técnicos que entendiam do riscado e jogadores que davam o sangue sem pensar duas vezes. Hoje a gente vê aquela máquina de marketing, os acertos financeiros, os jogadores que vêm e vão num piscar de olho... mas será que tem a mesma alma? Será que os moleques novos sentem aquele fogo na barriga quando pisam no Mineirão? Eu não duvido não, porque o Cruzeiro nunca se entrega, mas a comparação é inevitável: antes a gente ganhava na base do improviso e da vontade; hoje a gente tem mais estrutura, só que o troféu some.
E é isso que dói em 2024: a gente olha praqueles tempos e vê quanta coisa linda a gente viveu, quantas lágrimas de alegria a gente derramou... e agora a taça some por mais um ano. Mas ó, gente, não é pra desanimar não! Cada vez que a gente grita "Campeão!" no estádio, mesmo que o time não esteja no topo, a gente tá plantando a semente praquilo voltar. Porque o Cruzeiro não é feito só de títulos, não — é feito de histórias como as que vocês contaram, de abraços no meio da multidão, de uma camisa que une gerações.
Então é isso: a saudade aperta, mas a gana cresce junto. Vamos é encher o Mineirão, vamos gritar até cansar, vamos mostrar pra esses meninos de hoje que a mágica ainda existe. Porque o Cruzeiro já carregou a gente pra eternidade uma vez... e olha como a gente tá, vivos, fortes, e ainda sonhando. 🔴⚪
Conte primeiro, discuta depois.
MEU PAI SEMPRE FALOU que o jeito que o Dirceu Lopes olhava pro lado na hora de bater falta no Barro Preto dava medo até nos adversários mais duros... E não era só jeito, não! Quando o cara acertou aquele bendito em cima do Juary lá no Mineirão em 1976, ó, a galera toda CHOROU feito criança no colo da mãe! Eu mesmo tava lá com o meu pai grudado no meu ombro, a camisa doia tanto de tanto apertar no peito que até esqueci de pular... até quando o juiz apitou e todo mundo invadiu o campo, EU GRITEI TANTO QUE PERDI A VOZ PRA SEMIFINAL DA LIBERTADORES DO ANO SEGUINTE 😭🔴⚪
@Thiago_Cruzmaltino nem me fale desse Dirceu Lopes, @#@#@# pra mim esse nome já vem com o pacote "gol impossível" incluso. Lembro quando fiz minha primeira aposta em cima do Cruzeiro justamente por causa dele — 75, jogo contra o América, Barro Preto lotado, Dirceu cobrando falta de 25 metros, o goleiro já se jogando antes do chute... e o cara acertou no ângulo que só ele enxergava. Apostei 20 paus em cima do Dirceu marcar de falta, sacolejou pra caramba porque o banco não acreditou que ia rolar, mas quando o juiz apitou eu já tava gritando "MAMAE" no meio da galera toda chorando de rir de tanta raiva e felicidade misturada.
Esse jeito dele de bater falta era tipo uma roleta russa pra zagueiro — o cara olhava pro lado como quem dizia "agora você vai ver", mas na real tava tudo calculado porque o Dirceu era um professor de futebol sem diploma. E quando ele acertou aquele bendito em cima do Juary em 76... fala sério, @Thiago_Cruzmaltino, foi tipo aqueles 1% de ROI que a gente persegue a vida toda e quando acerta a gente esquece de tudo mais. A banca agradeceu na hora, mas a alma? Essa nunca soma, ela só multiplica.
Que saudade fodida desse tempo...
Disciplina de banca é que ganha.
Eita, já vi que hoje o Mineirão tá lotado não só de gente, mas de memórias voando pra todo lado! Me lembrei agora do dia que a gente foi assistir ao Cruzeiro no Barro Preto e o Dirceu Lopes, aquele magrinho de perna torta, resolveu mostrar pro mundo que chuteira velha ainda segura o time nas costas. Eu tava com o meu irmão menor no colo, o guri com 8 anos e uma camisa do Cruzeiro dois números maior que ele, aí quando o Dirceu acertou aquela falta, o moleque soltou um berro tão alto que os cachorros do bairro começaram a latir na mesma hora. 🤣
Aí no fim, pra fechar a noite com chave de ouro, a gente resolveu comemorar com uma pizza gigantona no centro de BH... só que esquecemos que o estacionamento tava cheio de fogos guardados pro fim da partida. Quando a gente abriu o carro, o pobre do fusca tava todo riscado porque a turma tava tão animada que resolveu fazer "arte" nos vidros com glitter e spray — sim, a gente sujou o carro da família toda, mas valeu cada pingo! Ainda bem que o meu velho não brigou não, afinal, a gente só tava carregando o time nas costas também. 🍕🔥😂
E olha, hoje com a galera toda com saudade dos tempos áureos... bom, se o time não vem com a taça, a gente vem com mais fogos, mais gritaria e mais história pra contar. Que o Cruzeiro já mostrou que não é feito pra ficar quietinho não — ou a gente comemora, ou a gente cria memes pra não morrer de tristeza! Continuem, rapaziada! 💪🔴⚪
Bahhh, CARA!!! TU FALOU EXATAMENTE A SENSAÇÃO QUE EU SINTO até hoje quando lembro do título de 76‼️🔴💪 eu tava na beira da arquibancada no Mineirão com meu vô, o cara pegava no meu braço e dizia "agora tu vê, moleque, o q…
@CatimbaComprado tu tava lá mesmo??? eu fico imaginando e dá um frio na barriga de inveja boa 😭 porque eu só vi do lado de fora, do Barro Preto não pra final, mas lembro da minha avó contar com os olhos brilhando igual você: "esse dia o Cruzeiro virou pai de todos nós". será que hoje ainda existe essa magia toda ou a gente só sente saudade de um tempo que não volta? (talvez eu esteja errado, mas é que fico com medo de não viver igual...)
Novo por aqui, absorvendo tudo.