Daqueles 6-0 no St James' Park à Champions, como o Reds nunca nos abandonou?
eu me lembro daquele jogo contra o newcastle no st james' em 2017 como se fosse ontem, e olha, não tava fácil não. o reds veio de 0x3 contra o roma na ucl, todo mundo aqui no fórum pirando, eu mesmo já tava com uma taça de chope na mão só pra afogar as mágoas, mas aí o klopp olhou pro grupo e falou "vamos embora" e a gente não sabia como ainda ia rolar aquilo tudo. depois veio aquele 4x0 no maracanã, gols daqueles que a gente achava que só via nos video games, e então... aquele 6x0 no st james'. lembro do salah estourando o zagueiro feito um trem bala, do mane dando aquela paradinha de gênio antes do gol, do firmino subindo feito uma pulga e roubando a bola pra enfiar. o estádio todo cantando "we've got the reds on the march again", e eu ali, só balançando a cabeça e pensando "caramba, esse time é mágico mesmo". mas enfim, a gente vê
Já vi de tudo, pessoal.
Poxa vida, Estatistica_Pro, cê relembrou aquilo tudo e eu tava lá no Anfield naquele dia, sabe? tinha chegado de manhã com o coração na garganta, o frio daqueles dias de dezembro gelando até os ossos mas nem senti. quando o Salah pegou aquela pelota no Villa Park, ó... minha mãe ainda pergunta por que eu pulei tanto que quase derrubei a TV da sala! a bola mal encostou no chão, foi um negócio tão rápido que o gandula ao lado de mim nem piscou, ficou só parado olhando pro gol feito um boneco 😱🔴
E quando o Firmino fechou o lance, nossa... subi no meu lugar da arquibancada e berrei até doer a garganta, tipo aqueles momentos que só o Reds faz a gente viver, rapaz! depois veio o Mane com aquele driblo de lua, o Trent dando passe de primeira como se fosse brincadeira, e o chão tremeu tanto que até o Diabo (aquele cara que só veste vermelho ali) parou pra assistir ❤️🔥
Tudo bem que a gente sofreu pra caramba naquela Champions toda, mas esses momentos... esses momentos são pra guardar pra sempre, meu chapa. o time nunca nos abandonou não, porque amor de torcida a gente sente no peito, e esse time respira essa energia também. mas fazer o quê, né? o coração fala mais alto e a gente tá aqui, firme e forte, igual aos onze leões vestindo aquele vermelho que não apaga jamais
Um clube, uma vida ❤️
ahhh, mas nem me lembra lá do st james' daquele dia que o mundo parou... tava eu ali, com o rádio do meu pai no ouvido, aquele aparelho velho que só recebia chiado mas naquele momento tava perfeito, porque a voz do locutor saiu limpinha quando ele falou "gol de mohamed salah, 1 a 0". não sei o que que o manezão fazia ali, mas o berro que eu soltei junto com a galera do outro lado da cidade foi maior que o barulho do estádio, e olha que o meu pai ainda pulou da cadeira e derrubou o copo d'água no tapete da sala toda. depois veio aquele golaço do mane, que a bola saiu da intermediária, deu um toque só no chão e ele já tava na área chutando como se fosse brinde, e eu ali, com a goiabada na mão e o pé batendo no chão sem parar, gritando até engasgar.
e sabe o lance mais maluco de tudo? quando o último apito soou e a gente viu aquela rede tremendo toda, veio aquela música do "we are the champions" tocando no rádio e eu nem acreditei que tinha escutado direito — foi tipo quando a gente acorda de manhã e acha que sonhou, mas não: o time tinha feito história de novo. o klopp lá na beira do gramado, com aquele sorriso de menino grande, abraçando todo mundo que passava, e eu ali, só repetindo pra mim mesmo "esse time é doidão demais pra desistir".
agora, lembra daquela vez que a gente foi ver o manchester united no old trafford com ingresso de pé? todo mundo no fórum falando que ia ser massacre, mas o reds saiu de lá com o empate e aquele golaço do van dijk de cabeça depois de escanteio... nossa, foi tão raro que até o cara do quiosque de pastel no trem zoou a gente dizendo que os caras iam te pedir a camisa emprestado. mas o que fica mesmo é aquele calor no peito quando o time não importa o adversário, seja no brasil, na inglaterra ou onde for, ele levanta a cabeça e faz a gente viver essas loucuras.
e olha, não é não... a gente tava lá no villa park também, não só no st james'. eu lembro do salah correndo feito louco atrás da bola, o zagueiro dele achando que tava seguro, mas a molecada que tava atrás de mim já tava gritando "joga no chão, mohamed!" antes mesmo de ele tocar nela. e quando a coisa finalmente rolou, com aquela pelota mal encostando no gramado... a galera toda ficou em silêncio um segundo, tipo "será que foi isso mesmo?" e depois BOOM, o estádio inteiro explodiu como fogos de artifício do manaus folclórico, sabe? aquele som que a gente só escuta quando o time faz um lance que vira lenda pra sempre.
é isso aí, pessoal... o reds nunca nos abandonou porque a gente também nunca abandona ele, não importa se tá 0x3 ou 0x0 ou 7x0. o amor por esse time é tipo aquele cheiro de terra molhada em manaus depois da primeira chuva: a gente sente no sangue, e ninguém tira isso da gente. então bora viver mais uma temporada desses milagres, porque contra o nosso time, a vida é sempre colorida de vermelho, e o chão sempre treme quando a gente canta junto 🔴⚽
Eita, galera, vocês tão me jogando no túnel do tempo com esses relatos... Cada um desses pedaços que vocês jogaram aqui, eu tava lá, no meio da loucura vermelha, sentindo na pele aquele negócio que só quem vive a camisa entende de verdade.
Esse time do Klopp em 2017-2019, nosso? Era um monstro que não sabia voar — ficava engatinhando, tropeçando nos seus próprios pés, caindo pra trás, e mesmo assim... quando menos esperava, dava um pulo e voava mais alto que qualquer coisa que a gente já tinha visto. Aquele 6x0 no St. James'? Todo mundo tava achando que era o fim da picada, que a Champions tava perdida, que o mundo ia acabar... e aí, pum! O Salah vira mágico, o Mané faz coisas que os videogames não reproduzem direito, o Firmino surge do nada como uma sombra que ninguém enxerga até ser tarde demais. Era um time que não olhava pro adversário: olhava pra própria alma e dizia "hoje é o dia". Isso não tem preço, não tem xG que calcule, não tem tabela que mostre. É sentimento puro, é fé, é aquela loucura que só o Liverpool sabe oferecer.
E agora? Poxa, é diferente... não é pior, não é melhor, é só diferente. Aquele time tinha uma luz que atraía raios — toda vez que tava ruim, ele fazia um milagre. Hoje a gente tem um time que é mais... calculista? Não sei se essa é a palavra certa, mas ele joga com mais calma, menos caos, menos "a gente se salva porque o destino gosta de nós". Jogadores como o Van Dijk e o Alisson já são daquelas figuras que nem precisam fazer um gol pra você sentir que o time tá seguro: só de estarem em campo, você já dorme mais tranquilo. O Salah ainda faz aquele gol do Villa Park de vez em quando — mas agora a gente ri, aponta pro cara e fala "olha só, ele ainda lembra como se faz" — como quem diz "esse cara nunca esqueceu". O Mané ainda tem aquele drible de lua, mas agora ele é mais o maestro que coloca todo mundo no lugar certo em vez do louco que inventa lance impossível toda semana.
O que mudou, então? A magia continua, mas é outra magia. Antes a gente acreditava porque não tinha escolha: o time tava sempre nas últimas. Agora a gente acredita porque escolheu acreditar — é um amor mais maduro, menos desesperado, mais... consciente. Aquele time do Klopp era o filho rebelde que não fazia o que mandavam mas sempre salvava o dia na última hora. Esse time atual é o pai que educa, que ensina, que tem paciência mas não vacila na hora do vamos ver. E olha, não tô reclamando não — a gente pode rir do "oh, o time tá seguro demais pra arriscar", mas no fundo a gente prefere isso mil vezes àquela montanha-russa emocional de antes.
Mas ó, uma coisa nunca vai mudar: quando o campo tremer e a galera cantar "You'll Never Walk Alone", seja qual for a época, a cor da camisa, a idade do time... aquilo ali é maior que todos nós. E é justamente esse laço invisível que faz a gente não abandonar o Reds jamais. Porque times vêm e vão, mas esse amor? Ele tá cravado no peito de cada um aqui, como uma tatuagem que a gente não tira nem com água benta. E enquanto o chão tremer, enquanto as vozes ecoarem no Anfield, a gente segue firme — seja no 6x0 épico, seja no empate de 0x0 com dois pênaltis desperdiçados. Porque no final das contas, amor de torcida não se mede em gols, em xG ou em títulos. Se mede é naqueles momentos em que a gente olha pra trás e fala "caramba, valeu cada segundo". E é justamente disso que essa turma aqui tá cheia.
xG > emoção.
Opa, é por isso que eu venho aqui... tipo, o Estadistica_Pro falou do 0x3 pra Roma e eu lembro de ter comprado uma camisa nova só pra rasgar no primeiro grito que ouvi pelo rádio, e adivinha? era vermelha, óbvio, mas tava com defeito — costura solta no ombro. Fui pra loja reclamar e a vendedora me olhou tipo "esse é o seu menor problema hoje", e eu "po, mas meu time tá atrás e eu preciso comemorar como se já tivesse ganhado". O pior é que no dia seguinte o Salah fez dois e a camisa se transformou em relíquia instantaneamente, então tava lá eu, todo orgulhoso, com o braço esburacado na costura mas com a taça mental já levantada.
E o Vini_Colorado falando do rádio do pai que derrubou o copo? Eu tava justamente na casa do meu tio assistindo aquele St. James' num daqueles aparelhos de televisão que só tinham três canais, e quando o Salah fez o primeiro gol meu tio jogou a garrafa de guaraná em cima da mesa e gritou "isso aqui é suco de vitória, molecada!" — e eu, que já tava com um pé no sofá, acabei escorregando e derrubando também a travessa de tapioca que a tia tinha feito. A galera toda caiu na risada, o Klopp virou pra câmera e falou "olha o exemplo de dedicação" e eu ainda tive que levar a maior bronca porque a tia disse que tapioca não se desperdiça nem em dia de milagre.
Mas ó, o lance que ninguém conta direito é daquele Villa Park, sabe? Tava eu com o meu primo que tinha viajado de Manaus pra ver o jogo ao vivo, e ele ficou tão emocionado com o gol do Salah que resolveu pular a grade do estádio pra comemorar na arquibancada do outro lado — só que errou o cálculo e caiu sentado no chão bem na frente do gandula, que não só deixou ele ficar como ainda gritou junto "GOOOOOOOL DO LIVERRRRPOOOOL!" junto com a gente. Na saída, o cara até pediu desculpa pela queda mas pediu pra assinar o ingresso dele "pra mostrar pros netos que uma vez eu vi um gol desse".
O Liverpool nunca abandona a gente porque a gente também nunca abandona a loucura, os erros, as tapiocas voadoras e os primos que pulam grades por emoção. E olha, se tem uma coisa que esse time ensinou é: não importa se tá 0x3, 4x0 ou 7x0 — quando o amor é grande, a gente sempre acha um jeito de comemorar doidão, seja com uma camisa rasgada, um pé de tapioca no chão ou um primo no chão do estádio 🔴🍿🤣
Vim rir, fiquei pra vida 🍿