Daqueles 27 campeonatos alemães aos pés dos gigantes: quem esquece o Bayern de Munique?
ahhh, 2013... aquele estádio todo azul no estádio da Luz, final da champions contra o dortmund, não precisava ser torcedor do Bayern para sentir aquele calafrio na espinha. lembro-me como se fosse ontem do goleirão neuer voando mais que um aviãozinho de papel em pleno meio de campo, do ribéry com aquela cara de menino malandro mas com classe de sobra, e do robben acertando aquela beiradinha que ainda hoje me faz arrepiar os pés. e olha só, ontem à noite nem precisou de tanto esforço: mller sozinho, pé direito no 90, com aquele zurdão chato do dortmund na frente, todo mundo achando que já era 3x2... até que num piscar de olhos - gol! 3x3 e a confusão toda. quem diabos esquece uma cena dessas? a molecada nem viu isso, mas é assim que se escreve a história: com sangue, suor e gols nos minutos finais.
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Bahhh, Rafa, tu conseguiu arrepio de novo, mas ó... eu tava na Allianz Arena mesmo quando o Müller fez aquele gol! Tava na galera com os caras do bayernland, todo mundo gritando, abraçando, pulando... e quando ele chutou pra dentro, RAAAAAIVOSA geral!!! Gritamos tanto que até o meu vizinho de fileira veio pedir pra abaixar o tom, rss 😱🔴💪. Nossa, aquilo foi mágico, igualzinho o negócio em 2013 que tu falou, mas com gosto de casa! E eu vendo de camarote, sabe? Com a camisa enfiada, igual besta... nossa equipe é foda, rapaz!
que loucura, galera... essa história do múller ontem à noite me deixou com os olhos brilhando feito moleque vendo o pai entrar no quarto no natal. mas ó, não é só de ontem não — lá atrás, 2010, final da champions contra o inter de milão em madri, aquele estádio todo vermelho e preto, a galera do bayern mal acreditando no que tava vendo. 1x0 para o inter, minuto 89, todo mundo já tacando o lenço pro alto... até que o dustin hoffmann, aquele alemãozão de peito aberto, levanta a perna esquerda e... ploft! na trave do juliano rennato. todo mundo no chão, os caras do inter até fizeram festa... mas ai, 3 minutos depois, falta lá do lado, cobrança rápida, a bola voa pro meio da área e o robben empurra pra rede. 2x1, campeão. lembro até hoje do auweh do estádio inteiro, parecia que a alemanha toda tava vibrando junto. ontem foi mágico, sim, mas essa dor e essa alegria andam de mãos dadas desde sempre, não é não?
Já vi de tudo, pessoal.
Ei, galera, posso dizer uma coisa? Tem momentos que a gente não vive — a gente assiste, sente, vibra, mas fica guardado pra sempre como um tesouro na memória. O time de 2013 tinha aquele quê de conto de fadas: o Neuer no auge, o Ribéry voando, o Robben com aquele pé direito de assassino. Era lindo de se ver, mas ó... aquele final, o gol do Arjen num lance que parecia tirado de um filme de ação, aquilo não era só futebol, era poesia pura.
Agora, o time de hoje? Não é que ele seja melhor — até porque comparar é complicado, né? Cada época tem o seu brilho. Mas têm coisas que me deixam de queixo caído. Primeiro, essa sequência absurda de títulos: quantos times no mundo conseguem fazer isso? São 27, são 30, são sempre ali, no topo, como se fosse a coisa mais natural do mundo. Ontem, o Müller fez aquele gol no último minuto e a galera todo mundo já tava acostumada, mas eu não. Eu ainda me arrepio, porque não é normal ser assim tão consistente.
E outra coisa: esse time atual tem uma característica que eu adoro. Não é só o elenco estelar — é a mentalidade. O último jogo foi um exemplo claro: o Dortmund tava ganhando, a galera toda já tava comemorando, e o Bayern? Não desistiu nem por um segundo. O Müller, que nem sempre brilha tanto quanto devia, aparece naquele momento decisivo e faz o que precisa ser feito. Isso é time de campeão, pessoal. Não é só talento — é caráter.
E o mais engraçado? Em 2013, a gente tinha aquele grupo que parecia ter nascido pra vencer tudo. Hoje, a gente tem um time que não só vence, como faz parecer fácil. E olha, fácil não é, porque quando o adversário tá todo animado pra te derrubar, quando tu tá jogando longe de casa, quando tu tem que segurar um resultado... aí é que a coisa pega. Mas o Bayern faz aquilo que poucos conseguem: joga bonito e ganha também.
E por fim, uma coisa que a gente nunca deve esquecer: esse gol do Müller ontem não foi só mais um gol. Foi um lembrete de que, independentemente da época, do time, do placar, o Bayern sempre acha um jeito de te surpreender. E isso, meus amigos, é coisa de gigante. 🔴💛
Conte primeiro, discuta depois.
bah, vocês todos acertaram no coração da coisa, mas ó... ontem à noite eu tava aqui naquelas voltas todas com o meu neto de 8 anos, aquele menino que só vive com a camisa do Bayern no corpo e que ainda nem tinha nascido quando o Robben deixou aquele pé mágico na final de 2013. a gente tava vendo o jogo na tv, eu com a minha caneca de vinho verde — porque é pra isso que serve a galera do norte, rss — e ele de pijama, com os olhos arregalados. quando o gol do müller saiu, aquele pirralho pulou no sofá feito um maluco, derrubou a pipoca toda no tapete e gritou "vô, foi igualzinho o Robben só que com o pé esquerdo!". eu nem tive coragem de dizer que não era o pé esquerdo, afinal pra criança não tem lógica, só tem magia.
mas o que me deixou com um nó na garganta mesmo foi quando ele olhou pra mim e falou assim, bem sério: "vô, se o Bayern fosse um super-herói, ele seria o hulk porque ninguém consegue pará-lo". daí eu comecei a rir, mas pensei: caramba, o garoto não tá errado não. ontem à noite não foi só mais um título, foi a prova de que o Bayern tem esse jeito de entrar na mente da molecada — e isso, meus amigos, é coisa de gigante de verdade.
agora, falando sério: quantas vezes a gente já viu time grande vencer jogando mal a temporada inteira e dar um passo em falso no minuto final? poucas. mas o Bayern? o Bayern tem esse dom de fazer o impossível parecer natural. ontem não foi exceção, mas a gente não pode esquecer que por trás daquele gol tem um monte de jogadores que treinam até cansar, que aguentam pressão de todo lado, que sabem que uma virada no 90+4 pode ser a diferença entre o título e a frustração.
e olha, não é frescura não: eu vi o Bayern perder finais, eu vi o Bayern sofrer com times que pareciam menores, mas ontem? ontem a gente assistiu a história sendo escrita de novo. aquele gol do múller não foi só um gol — foi um murro na cara daqueles que acham que o Bayern já nasceu campeão. foi a prova de que aqui não tem moleza, tem garra, tem classe e tem uma torcida que não larga o time nem quando o jogo parece perdido.
ah, e uma coisa que o estatística_pro falou lá atrás me fez lembrar: em 2010, quando o Robben empatou em madri, eu tava lá na alemanha mesmo, num barzão perto da estação de trem em munique. a galera toda gritando, abraçando, chorando... e um senhor alemão que tava do meu lado, de uns 70 anos, olhou pra mim e disse: "isso aqui, meu amigo, é o Bayern: a gente sofre, a gente chora, mas a gente nunca morre". ontem à noite, enquanto o meu neto saltitava pelo apartamento, eu pensei nisso tudo de novo — e percebi que a magia não morre nunca.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Ainda estão todos com os olhos brilhados só pela magia do Müller ontem, mas ó... e aquela fase de 2019/20 quando o Bayern foi pra casa jogar a Champions e voltou com o time inteiro tão mal que até o Tolisso parecia perdido no meio-campo? Eu tava lá, no Allianz, naqueles jogos contra o Liverpool e o Chelsea, e olha só: 8x2 pro Chelsea na segunda mão, todo mundo falando "é a hora do Bayern", mas cadê a classe, cadê o controle? O time entrou em campo num ritmo de time rebaixado e saiu de vanquish de graça. Agora, ontem foi lindo, não nego, mas a gente precisa parar com essa lenga-lenga de "sempre campeão" porque não é bem assim não.
Falou em gênio? Falou em mágica? Pois é, mas magica também exige consistência, e naquela temporada ali o Bayern mostrou o lado B da moeda: um time que não sabe jogar mal, mas que às vezes joga tão mal que parece um time diferente. Eu não tô aqui pra apagar a fogueira não, só pra jogar um balde d'água quente: vocês acham que time grande não oscila? Acharam que o City ia ser campeão todas as temporadas desde 2018? Pois é, nem eles. O Bayern é gigante, mas gigante também pisca.
E ó, não me venham com esse papo de "mentalidade" quando o time alinha um Sané, um Coman e um Musiala no banco e ainda assim precisa do Müller no 90+3 pra decidir. Isso não é mentalidade, é falta de alternativa. Ontem foi bonito porque o gol veio, mas e quando o gol não vem? Quando o Sané erra três chances claras em cinco minutos e o Coman some do jogo? Aí a gente volta pra realidade.
Por fim, o Zebra_Roubou falou do neto dele comparando o Bayern ao Hulk — e eu até entendo a criança, afinal ela só vê os gols nos minutos finais — mas e aquela vez em 2017 quando o Real Madrid venceu em casa na semifinal e o Bayern foi pra final só porque o Griezmann não quis perder o pênalti? Foi milagre, foi sorte, foi o que vocês quiserem chamar, porque time grande não perde pênalti assim. Magia existe, sim, mas ela também tem limite, e ontem não foi exceção à regra: foi um momento feliz, mas não prova que o Bayern é invencível. A gente ganha, perde, sofre, vibra — e é isso que faz o futebol ser lindo. Agora, voltemos a festejar, mas com os pés no chão, porque time de campeão não nasce campeão, ele trabalha pra ser.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
E então, pessoal... lembra quando o Bayern tava perdendo 0x2 pro Hoffenheim em 2017 e até o cachorro do estádio começou a latir pra reclamar da defesa? Eu tava lá com a minha namorada, que nem sabe qual é a diferença entre um lateral e um atacante, só gritando "é por isso que a gente paga 100 paus num ingresso, pô!" enquanto o Hoffenheim fazia festinha na área como se tivessem ganhado a Champions.
Mas ai, 3x2 no fim, gols do Ribéry e do Robben num espaço de 5 minutos — e a molecada toda correndo feito formiga assustada pro estádio inteiro vibrar. Minha namorada olhou pra mim, toda orgulhosa, e falou: "agora entendi porque vocês gritam tanto, esse negócio aqui é vício mesmo". Daí eu respondi: "não é vício, amor, é amor eterno pela nossa torcida que sofre mas nunca morre" — e ela ainda achou que tava falando sério. 😂🤣 Rá, e ontem o Müller fez igualzinho: o cara nem é de brilhar sempre, mas quando o Bayern precisa, ele aparece como se fosse o Super-Homem daquelas camisetas velhas do depósito. Continuem, que essa turma só cresce! 🍿🔥
Vim rir, fiquei pra vida 🍿