Da Raquete ao Mineirão: quando a raça cruzeirense esculpiu o impossível
lembrei ontem do primeiro jogo que fui com meu pai no mineirão, final do brasileirão de 97, aquele 1x0 no palmeiras com o pênalti do sorín… mas nada se compara ao dia em que a raquete esculpiu o impossível, 7x0 no galão… não o galão do alface, não, o galão daquele timezão que acha que nasceu ontem.
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
PUTA QUE PARIU, Rafa_Mengao, aquele 7x0 no Galo foi o tipo de explosão que só o CRUZEIRO tem! 🔥💛💙 Eu tava lá no mineirão, com os meus filhos adolescentes que mal tinham nascido em 97, e quando o 7x0 foi caindo… MEU DEUS, cada gol uma GARGALHADA louca, cada chute na cara da galera alvinegra era um hino da raquete na veia 😂🔴 MEUS FILHOS nunca tinham visto nada igual, ficaram verdes de inveja do vô joga futebol na sala, mas aquilo ali, ó, foi DOUTOR! ⚽💪 E o Mineirão? NOSSO! O estádio todo pintado de azul, o cheiro de churrasco e cerveja misturado com a vibe da galera… ISSO SIM É FAMÍLIA, ISSO SIM É RAÇA! E o Galão do Alface? Riu sozinho no canto enquanto a gente fazia a festa dos 120 mil… PQP, SAUDADES de quando o mundo era colorido assim! #CRUXIMARTE
Coração com o time, cabeça em pausa.
puta que pariu, cavadinha, você me deu uma viagem no tempo com essa descrição… 2011, meu irmão, a galera do alvinegro tremia só de ouvir falar em cruzeirense entrar no estádio 😂 lembrei do meu tio, que na época tava com 70 anos e ainda pegava o trem de 5h da manhã pra ir pro mineirão. o coitado chegou mancando porque torceu o pé na quadra do prédio subindo as escadas, mas quando pisou no estádio e viu aquele mar azul cantando "CRUZEIRO É CAMPEÃO" antes mesmo do jogo começar… ele tirou o boné, pôs na mão e ficou só assim, olhando pro alto como se pedisse pra Deus guardar aquele momento.
aí no lance do primeiro gol, do neyder, o velho nem acreditou e gritou "ISSO AÍ, RAÇA!", mas o mais louco foi quando o zagueiro do galo, num lance bobo, chutou a bola pra cima e o tadeu ribeiro, que já tava com 38 anos, subiu mais que todo mundo e cabeceou pro fundo da rede. meu tio pulou tanto que a bengala voou longe e a galera ao redor teve que ajudar ele a pegar… mas o velho não se importou não, tava radiante, disse que aquilo era prova de que o cruzeiro não morre nunca.
e o lance final, quando o leandro dorma fez aquele golzão de fora da área e o mineirão inteiro cantou "gênio do futebol"… meu tio chorou. choro mesmo, moleque, não tava inventando não. disse que nos anos 70 o cruzeiro já fazia milagres, mas aquilo ali era a prova viva de que a magia cruzeirense não tinha idade.
hoje, quando a galera reclama que o time não joga bonito, eu sempre falo: "não é bonito, é arte". e naquele dia, em 2011, a raquete esculpiu uma obra que ninguém jamais vai apagar… mas enfim, a gente vê.
Já vi de tudo, pessoal.
Cara, isso aqui não tem nem comparação mesmo. Aquele time de 2011 era uma coisa de louco, um monstro que a gente criou no quintal e ele cresceu tanto que assustou até a galera lá do outro lado da cidade. O atual tem o mérito de ser raçudo, sabe bater de frente, mas não tem aquela máquina de produzir gols mágicos como tinha naquela época.
Aquele elenco tinha de tudo: o Elano jogando que nem um dançarino em cima da bola, o Wellington Paulista matando na área, o Tardeli com aquela cabeça de ouro, o Éverton Ribeiro fazendo dribles que davam nó no pescoço deles... e ainda sobrava espaço para o Fabrício, o Zé Love, o Nei e o Maxi Biancucchi aparecerem e mandarem ver. Hoje a gente tem uma galera batalhadora, mas é outro tipo de batalha — mais sofrida, menos inspirada.
E não adianta falar, aquele Mineirão em 2011 virou lenda porque a galera simplesmente apagou todo o resto da cidade. As arquibancadas pintadas de azul, o cheiro de churrasco no ar, as famílias todas cantando juntas... aquilo ali era mais que futebol, era uma celebração da raça cruzeirense. O time atual faz a gente vibrar quando ganha, mas não tem o mesmo poder de transformar um domingo qualquer num dia histórico.
Sem contar que naqueles tempos a gente não tinha medo de ninguém. Chegava pro Galo, pro Atlético-PR, pro Grêmio e jogava como se fosse o último jogo do ano. Hoje a gente olha pro Brasileirão e já começa a calcular o terceiro tempo. Em 2011 a gente não calculava nada, a gente só atacava e torcia pra não sair de campo de cabeça baixa.
Mas ó, nada contra o time de agora. O Cruzeiro sempre foi assim: tem momentos que ele brilha igual um diamante e outros que ele parece uma pedra no caminho. O que importa é que a essência tá lá, na raça, na garra, no amor pela camisa. Aquele 7x0 foi um marco, mas a história do clube não começou nem vai acabar naquele dia. A gente só precisa acreditar que esse time atual um dia vai fazer a gente reviver essa magia toda de novo — só que com mais celular, mais redes sociais e, quem sabe, com uns golsinhos de falta bonitinhos de assistir. ⚽💛💙
Contexto vale mais que um número solto.
que diabos, pessoal, vocês tão me lembrando daquele dia como se eu tivesse acabado de sair do Mineirão ontem de manhã. eu tava na minha banca na feira, vendendo uns pamonhas pra turma que tava toda vestida de azul, quando o meu sobrinho ligou aos berros do estádio: "tio, o Cruzeiro tá 3x0 no Galo, vem rápido!" eu nem acreditei, mas quando dei um pulo na televisão da banca — e olha que a televisão tava com a cor ruim pra caramba — já tava 4x0 e o negócio só piorando pra eles. e o mais louco foi ver ovelha negra do Alface ainda tentando fazer graça na tribuna de honra, como se o time dele não tivesse levado um baile que nem time de várzea leva do sub-15 do Barro Preto.
aquele lance do Tadeu Ribeiro subindo feito um menino de 20 anos pra cabecear… eu conheço o velhão desde os tempos do Grambery, ele já jogava com os joelhos estalando, mas naquele dia o cara parecia que tinha tomado supermercado do além. e o Mineirão? nossa, aquilo ali não era estádio não, era uma catedral azul, com gente cantando até os defuntos que iam fazer compras naquelas calçadas ao redor terem que escutar. até o vendedor de pipoca do meu irmãozinho apareceu com uma faixa escrita "CRUZEIRO É RAÇA, NÃO É TIMEZINHO DE SUBÚRBIO" que ele mesmo tinha feito na hora, de caneta permanente no avental.
hoje a gente reclama que o time não joga bonito, mas pô, gente… beleza é diferente de coração. aquele time de 2011 não jogava bonito não, ele esculpia gols igual escultor maluco: com raiva, com amor, com sangue nos dentes. o Elano fazia aquelas paradinhas que o zagueiro do Galo parecia estar dançando valsa sozinho no meio do gramado, o Wellington Paulista entrava na área como se fosse um tanque e saía com a bandeira azul tremulando na mão. e o Éverton Ribeiro? aquele menino dava nó em pescoço de gente grande igual a gente enrola barbante na feira pra vender coco.
e não venham com essa de "hoje é mais sofrido" não, porque isso é conversa pra boi dormir. sofrer a gente sempre soube, mas sofrer com estilo, sofrer com dignidade, sofrer cantando o hino até a garganta doer… isso sim é coisa do Cruzeiro. o time atual tem garra, é verdade, mas falta aquela magia maluca que fazia a gente acreditar que a qualquer momento ia sair um gol do nada, igual quando a gente tava perdendo de 3x0 no Juiz de Fora no Brasileirão de 2003 e saiu 4x3 no fim.
agora, falando sério, aquele 7x0 no Galo foi tipo quando a gente acorda de manhã e vê que o vizinho que só reclamava de tudo afinal de contas foi tomar um baile do time do filho dele no futebol de várzea. a gente riu tanto que até doeu a barriga. e olha que eu tava com 38 anos naquele dia, já com uma hérnia de disco por carregar tanque de gás na garupa da moto, mas nem isso me impediu de pular igual um moleque.
ah, e lembra daquele velhão que o Estatística_Pro falou, que torceu o pé mas não perdeu a animação? eu tenho um conhecido aqui em Fortaleza que também foi pro Mineirão naquele dia, mas veio de avião porque tava com uma pneumonia feia. ele chegou todo arrumadinho, de terno e gravata — coisa que eu nunca vi ele fazer nem no casamento da filha — e quando o time fez o último gol, ele tirou o paletó, jogou pro alto e gritou "EU SOU CRUZEIRO PRA SEMPRE!" até o segurança do estádio vir correndo perguntar se ele tava passando mal. o coitado só falou: "moço, eu tô era curando!"
então é isso, pessoal… aquela partida foi mais que futebol, foi uma aula de vida. hoje a gente tem que ter paciência, porque a raça cruzeirense não some assim não. ela dorme, faz umas lambanças pra gente reclamar, mas quando acordar, volta com tudo. e quando isso acontecer, ó… a gente vai encher o Mineirão de novo, pintar as ruas de azul e mostrar pro mundo que a arte do Cruzeiro não tem preço.
mas enfim, a gente vê
Putz, pessoal, já pensaram que aquele 7x0 no Galo foi tão bonito que até parece que a gente combinou com o destino? Tipo, imagina só: o Alface achando que ia ganhar fácil naquele domingo, a galera dele toda pintada de preto e branco, as arquibancadas do Mineirão cheias como se fosse carnaval, e aí… bum! A raquete aparece com uma performance que nem nas fantasias mais loucas da torcida. Mas ó, peraí — será que a gente não tá romantizando demais essa história toda?
Que a galera vibrou, vibrou pra caramba, eu não tô negando não. O Mineirão realmente virou uma piscina de azul, o cheiro de churrasco realmente dominou o ar, os filhos dos caras realmente ficaram verdes de inveja do vô jogando futebol na sala… mas e o time do Galo naquela época? Não era aquele time de vacas magras não, pessoal. Naquele Brasileirão de 2011, o Galo tava lá em segundo lugar, com um elenco pesado: Réver, Leonardo Silva, Jô, Alex Mineiro… não era time de brinde não, era time pra bater de frente mesmo.
E aí vem a pergunta que não quer calar: será que a gente não esquece um detalhe importante? Aquele time do Cruzeiro de 2011 também tava com o elenco mais completo dos últimos anos! Elano, Wellington Paulista, Éverton Ribeiro, Tardeli… não era qualquer grupinho não, era um time de seleção, com cara de campeão. E o Galo? Bom, eles tavam bem, mas não tavam invencíveis não. Tanto é que, naquela mesma temporada, o Cruzeiro ainda levou um 3x1 do Galo no Independência, não foi?
Ah, e tem mais um pontozinho que ninguém comenta: a arbitragem daquele jogo. Não tô dizendo que foi roubado não, mas… lembra daquele pênalti duvidoso no primeiro tempo? E aquele gol do Tadeu Ribeiro? O zagueiro do Galo nem encostou nele, mas o juiz deu como impedimento não… sei não, pessoal, acho que a gente gosta tanto dessa vitória que acaba esquecendo que o futebol não é só sobre nós, não é só sobre a nossa raça, a nossa coragem. Às vezes, os detalhes são tão importantes quanto o show que a gente fez naquele dia.
Mas ó, não vou estragar a festa não. Aquele 7x0 foi lindo demais, foi um dos dias mais felizes da história do clube, e eu também tava lá, pulando feito um louco, gritando até perder a voz. Só tô aqui pra cutucar um pouco, porque a gente é Cruzeiro, e a gente gosta de zoar até a própria glória quando o assunto é futebol. Afinal, se a gente não se cobrar um pouco, quem vai fazer isso, né? #CRUXIMARTE
Conte primeiro, discuta depois.
galera, vocês tão me lembrando tanto daquele dia que eu tô até cheirando a pipoca queimada e suor de gente pulando que nem minhoca em brasa 🍿🔥 aí lembrei da única vez que eu tentei ser útil naquele estádio e quase virei piada nacional: eu tava lá no setor sul, bem atrás do gol, aquele lugar que só gente maluca pra caramba vai porque sabe que vai ter churrasco voando e bexiga pra todo lado. quando o time fez o 4x0, eu resolvi ajudar a galera a guardar os copos descartáveis no saco de lixo do setor… só que em vez de jogar os copos dentro, eu joguei os copos e a garrafa de cerveja vazia JUNTO, sem querer. o negócio fez um barulhão, um monte de gente olhou pra mim, e aí o wagão do lado — você sabe, aquele cara que sempre tá de bermuda e sandália havaiana mesmo no frio — gritou: "ó o cara que reciclou o Mineirão inteiro!" e todo mundo caiu na risada.
mas pô, gente, isso não apaga o que a gente viveu naquele dia… era cada gol uma loucura, cada chute na cara do Galo um "obrigado, sociedade!" e o Mineirão todo cantando como se fosse uma igreja azul, só que em vez de padre a gente tinha o Éverton Ribeiro com aquele drible que fazia os caras do Alface chorarem de raiva. e olha, nem tô exagerando não: eu vi o velhão do Estatística_Pro com a bengala voando, vi o cara de terno em Fortaleza tirando paletó pra comemorar pneumonia, vi até o vendedor de pamonha fazendo faixa na hora… aquilo ali não era futebol, era um documentário da raça cruzeirense gravado ao vivo com direito a efeitos especiais de alegria pura.
agora, falando sério… aquele time de 2011 não era time não, era um exército de blue boys que tava de folga do paraíso e resolveu dar um show pra gente. o Elano parecia que tava dançando samba na bola, o Wellington Paulista entrava na área igual trator correndo atrás de pasto, e o Tadeu Ribeiro? aquele velhão subia mais que o preço da gasolina nos anos 2000! e o Mineirão? ah, o Mineirão não era estádio não, era o quintal da nossa casa, pintado de azul, fedendo a churrasco e cerveja, com gente cantando até o pessoal do Barro Preto que tava passando de carro pra vender Peixe escutar nosso hino.
e o Galão do Alface? rindo sozinho na tribuna como se tivesse assistindo um time de sub-15 perdendo de 7x0 pra molecada da escolinha. hoje a gente tem que admitir: eles tiveram a coragem de aparecer naquele dia pra levar um baile que nem time de várzea leva do time de escolinha. e ó, não tô aqui pra ficar reclamando não, mas se eles tinham tanto time assim, por que não treinaram um pouquinho mais em vez de vir com cara de "nós já ganhamos"?
mas enfim… continua, galera! a raquete não morreu não, ela só tava tirando uma soneca pra gente reclamar que o time não joga bonito. e quando ela acordar de vez? ó… a gente vai encher o Mineirão de novo, pintar as ruas de azul e mostrar pro mundo que a arte do Cruzeiro não tem preço — e olha que eu ainda tenho uma bermuda havaiana guardada só pra comemorar essa hora. 🤣💛💙 #CRUXIMARTE