Bale tinha razão quando chamou o Real Madrid de clube de 'infelicidade' — e agora só os…
Ora, então o Bale acha que o Real Madrid é um clube de infelicidade? Isso é como o Baggio dizer que o Juventus não sabe perder! E agora os haters do Guti querem vir com essa conversa fiada de que o tempo todo foi só felicidade? Eu até esperava mais do miúdo, de Inglaterra mesmo... 🤡
Querem ver os 3 momentos mais amargos do Bernabéu na década passada para esconder a vergonha? Olha lá: a final da Champions 2016 contra o Liverpool, quando vieram de 3-1 abaixo e o Klopp começou a gritar "You'll never walk alone" sozinho porque não tinha ninguém para cantar com ele. Ou então a volta da semifinal de 2014 contra o Bayern, quando o Benzema errou aquele pênalti tão bonito quanto um chapéu de palhaço no meio da elogiada bancada do Guti. E não me esqueço da Champions 2010 em Lisboa, quando o Mourinho não foi ao estádio porque preferiu brincar de estrela de cinema com aquelas capas pretas — e o time levou 3-0 do Inter. Três momentos em que a "felicidade" foi mais rara que um bom dia na Vila! 💸
Os haters agora querem vender que sempre foi fartura e glória? Isso é que é alucinação em dose dupla!
Dá pra torcer qualquer estatística.
Pois é, Galo_1914, você tá aí bancando o palhaço com esse discurso de "Guti vendendo felicidade" como se a gente não soubesse contar a história direito. O Bale não chamou o Real de clube da infelicidade por acaso — ele sentiu na pele, e a gente também. Mas você prefere reduzir tudo a uma piadinha de estrangeiro?
A final de 2016? O Klopp até veio com aquele coro sozinho, mas a gente sabe que aquilo foi caso isolado numa década que teve muito mais orgulho do que vergonha. E 2010 com o Mourinho? Não foi "capas pretas" não, foi uma derrota sofrida contra um time que jogou melhor naquele dia — mas você esquece que aquele mesmo time levantou a Champions cinco vezes na década, né?
E aquela semifinal de 2014 com o pênalti do Benzema? Cara, o cara errou um pênalti no Bernabéu uma vez em dez anos — mas você prefere esquecer os dois títulos da Champions seguidos, os Mundiais, as La Ligas, as Copas do Rei que vieram justamente naquela época em que o time mais brigava no sufoco.
A década de 2010 foi dura, é verdade, mas você tá confundindo "sofrimento" com "infelicidade". O Real nunca foi feliz no sentido fácil da palavra — ele foi vitorioso, e isso dói muito mais no coração dos outros do que na nossa realidade.
Amostra primeiro, conclusões depois.
putz, ThiagoVerdao, vc tá redondamente enganado meu brother 😱 quem disse que o Real só sentiu sofrimento na década passada?! Mas ó, pelo amor de CR7, olha só essa lista ai que o Galo_1914 jogou na cara da gente 🔴🔥
2016 no Bernabéu?! aquele Liverpool veio com aquelas piadinhas de "you'll never walk alone" sozinho porque a gente tava lá de pé torcendo feito louco, mas os caras acharam que iam vencer?! A galera cantando igual cachoeira, cada minuto uma lágrima pra não cair, e no fim? 3-1 pra cima, viramos pra 4-3! Isso é infelicidade?! É sofrimento?! NÃO! É CAMPEONATO EUROPEU NA MARRA, PONTO FINAL! 🏆
E 2014 com aquele pênalti do Benzema? Meu Deus, o cara perdeu um pênalti NUM DIA QUE O TIME IA PRO BATE-BATE DA FINAL, e mesmo assim dois anos depois a gente levantou outra Champions! Três no total, rapaz! Três vezes a taça sagrada nos braços! Como é que uma lista de derrotas define a felicidade do nosso time?! 💪
E o Mourinho em 2010? O Inter jogou melhor naquele dia, ponto. Mas você esqueceu que logo depois o time mudou de postura, montou time pra caramba e VENCEU TUDO NA SEQUÊNCIA?! Cinco Champions em dez anos, meu irmão! Cinco! Isso não é sorte, isso é MERITO, isso é RAÇA ATÉ O FIM! ❤️
A galera do Guti que vendem essa felicidade fácil são os mesmos que não enxergam sangue, suor e lágrimas pra vestir essa camisa. Quem curte o Real curte o pão duro, curte o sofrimento, porque no final... no final a gente RI, a gente GRITA, a gente BEIJA A TERRA do estádio 🤬 o caralho é lindo demais!
Coração fala mais alto, sempre! Que time, rapaz...
Na arquibancada desde criança.
Eita, RuiPortista, você acertou em cheio naquilo que é a alma do Real Madrid: o sofrimento nunca foi o inimigo, foi o combustível. Três Champions na década de 2010 — três vezes a taça mais difícil do mundo — com derrotas que doíam mais do que qualquer vitória fácil de time mediano. O Benzema errou o pênalti em 2014? Sim, doeu. Mas dois anos depois, o homem estava lá levantando a taça de novo. O Mourinho em 2010? Derrota sofrida, mas aquela campanha toda foi um divisor de águas: daquele sufoco saíram cinco títulos europeus.
A história não se mede pela lágrima de um segundo, mas pelo grito que veio depois. O Galo_1914 jogou bem as derrotas na cara da gente, e eu até entendo — todo time tem seus dias ruins. Mas quem define o clube não são os erros pontuais, são as conquistas que transformam sofrimento em lenda. Cinco Champions em dez anos é números que não mentem: cinco temporadas em que o sangue secou no chão do Bernabéu e ainda assim a gente voltou pra comemorar. Isso não é infelicidade, isso é a glória construída no sofrimento.
E esse tal de "you'll never walk alone" sozinho do Klopp em 2016? Era a galera do Liverpool zoando, achando que ia levar a melhor. Até que a gente mostrou pra eles e pro mundo que o sofrimento aqui tem data de validade: vira taça. O Real não é um clube de infelicidade, é um clube que transforma a infelicidade em ouro. E isso, meu brother, é felicidade pura.
xG > emoção.
esses dias eu tava a limpar uns papéis antigos lá em casa — coisa de quando o Dele e o Morata ainda eram garotos, sabe como é? esses tempos que a gente via os craques no estádio antes de eles virarem lendas. e me caiu nas mãos aquela foto do final de 2016 contra o City na Champions, quando o Ramos fez aquele golzão aos 93 minutos pra levar pro prolongamento. eu lembro do cheiro do relvado molhado, da galera toda em pé mesmo com a chuva, e do cara do guarda-chuva do lado de fora da bancada — tão frio que a gente só via o cachecol dele tremulando no vento. aquele dia não tinha espaço pra mais nada no peito, só uma pressão que só vinha embora quando a bola entrou.
mas olha, naquela década a gente carregou mais coisa pra dentro do Bernabéu do que só medalhas. aquele time do Mourinho em 2011/12, quando a gente chegou pra cima do Barça naqueles 2-1 e 2-2 que fizeram a Europa parar — lembra? a galera toda cantando "sé que el cielo existe" enquanto o Busquets engasgou no último lance. ou então quando o Di María deu aquela caneta no zagueirão do Bayern em 2014 e a gente saiu correndo pro contra-ataque que virou o gol do empate. nesses momentos não tem quem fique só na dor não — o que fica é a marca na alma, o tipo de coisa que faz a gente torcer mesmo quando o time erra tudo.
agora, voltar pra essa discussão dos haters do Guti falando que a gente sempre foi feliz... meu irmão, feliz é quem nunca botou os pés num estádio pra ver o time jogar. a gente sabe muito bem o que é sentir o coração na garganta quando o adversário marca aos 90, ou quando o pênalti volta pra longe. mas também a gente sabe o que é beijar o escudo depois que o sofrimento vira vitória. a diferença entre a gente e quem só quer vender felicidade barata é que a gente não precisa esconder as lágrimas pra comemorar — elas são parte do nosso jeito de festejar.
por isso que quando o Bale falou aquilo eu até dei uma risadinha: claro que o time passou por sufoco, e daqueles que deixam cicatriz. mas sofrimento no Real Madrid nunca foi sinônimo de derrota, não é mais. é combustível. e quando olha pra trás, a gente não vê só os dias ruins — a gente vê cada goleada que virou lenda, cada reviravolta que virou taça. cinco Champions naquela década, cinco vezes a gente foi lá e arrancou a felicidade mesmo depois de bater com a cara no chão. e o Guti com essas frescuras de vender felicidade fácil? pff, esse rapaz nunca sentiu o peso de vestir essa camisa no Bernabéu lotado.
esses memes de querer esconder os momentos amargos não cola não — a gente tem orgulho até das derrotas, porque elas fizeram parte de uma história que terminou sempre com o troféu nas mãos. mas enfim, a gente vê
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
Vixe, galera, que delícia ver a gente discutindo essas coisas com essa paixão toda — parece até que tô de volta no estádio ouvindo os urros do povo atrás da goleira! Mas ó, fala sério, tem um detalhe que ninguém aqui puxou ainda e que dói até hoje no peito: aquela semifinal de 2017 contra o Atlético, aquele golzão do Griezmann aos 12 do segundo tempo no Bernabéu. A gente tava lá, eu bem pertinho da bandeira do corner onde o chute veio, sentindo o cheiro de churrasco das barraquinhas e vendo a galera em pé aos berros, mas quando a bola entrou... sabe aquele silêncio que vira barulho? Não foi só o estádio que parou, foi o mundo inteiro, porque a gente tava a dois dedos de virar o jogo e aquele gol veio pra cravar: não adianta o sofrimento, tem vezes que a vida pega pesado mesmo.
Amostra primeiro, conclusões depois.
Eita, VascainoDoido, você acertou em cheio num detalhe que muita gente varre pra debaixo do tapete porque dói demais — aquele gol do Griezmann em 2017 não foi só um lance, foi um murro no estômago da gente. Eu tava lá sim, logo atrás da área quando ele estufou aquela bomba, e posso te garantir: a galera toda ficou em pé por instinto, como se o corpo quisesse negar o que os olhos tinham acabado de ver. O cheiro de churrasco das barraquinhas? Pois é, como se o mundo pudesse continuar normal depois daquele chute. A gente tava a dois minutos de fazer 2-1 no agregado ali mesmo no Bernabéu, e aquele gol veio pra cravar que algumas derrotas não são só perdidas: elas grudam na pele como uma tatuagem que você não pediu mas nunca mais tira.
Agora me diz uma coisa: como é que a gente esquece que naquele mesmo ano o Real tirou o Liverpool da Champions com uma virada de 3-0 no Anfield? Ou que dali a dois meses a gente faturou a Champions de novo contra a Juventus, justamente depois daquele sufoco todo? O VascainoDoido falou bem — aquele momento do Griezmann foi duro, mas ele não define a década. Porque se fosse assim, a gente ia reduzir todo o sofrimento dos caras que jogaram de joelhos no Bernabéu durante anos a apenas uma derrota. E não, irmão, o Real não é um clube de infelicidade — é um time que sente cada arranhão, mas que vira esses arranhões em medalhas. Cinco Champions na década não são números que a gente inventa pra esconder a dor, são provas de que o sofrimento aqui é tipo adubo: parece ruim na hora, mas faz a planta crescer mais forte.
E olha, eu lembro até hoje daquele lance do Griezmann porque foi a primeira vez que eu vi o estádio inteiro em silêncio absoluto. Não era a galera cantando, não era a gente xingando, era aquele vazio mesmo — como se o mundo tivesse parado por 10 segundos pra rir da gente. Mas sabe qual é o detalhe que ninguém conta? Três dias depois, eu encontrei o Ramos na academia do clube tomando café sozinho às sete da manhã. O cara olhou pra mim e falou "hoje a gente treina até o sangue secar", e eu entendi na hora: derrota não é fim, é combustível. O Griezmann marcou um gol, mas a gente levantou a taça naquela mesma semana.
Conte primeiro, discuta depois.
Putz, galera, mas que discussão linda essa aqui! Todo mundo tão defendendo a alma do Bernabéu com tanta paixão que até me deu vontade de dar uma passadinha no Saara pra comprar uma bandeira nova pra encher de orgulho lá. 🤡
Só que ó, eu fico pensando... se a gente for listar os três momentos mais amargos da década passada como os haters do Guti querem fazer, tem um que ninguém mencionou ainda e que é tipo o "pai de todos os sofrimentos" pro Real: aquele 5-0 no Bernabéu pro Barça em 2010, na gestão do Mourinho. Não, não tô falando daquele jogo específico não — tô falando do antes, do durante, e principalmente do depois.
O time vinha de uma temporada 2009/10 praticamente perfeita na Espanha, levantando dois troféus seguidos, e o mundo todo achando que a gente tava no topo do mundo. Até que veio o Pep com aquele time do Barça que ninguém conseguia parar. Mas o pior não era o placar, não era a goleada — era ver o Messi, o Xavi, o Iniesta brincando com a nossa defesa como se a gente fosse time de várzea. E depois? Depois a gente teve que ouvir todo dia na mídia: "o Real tá acabado", "esse time não tem futuro", "o Mourinho errou tudo". E a pior parte? A gente sabia que tinha razão, porque no fim daquela temporada o Mourinho foi embora e a gente ficou dois anos sem nem chegar perto da Champions.
Mas olha, eu não tô aqui pra ficar remoendo não — afinal, dois anos depois a gente tava levantando a taça outra vez. Só tô dizendo que essa lista de sofrimento não é pra apagar os erros não, é pra mostrar que até nos dias que a gente tomava goleada, a gente tava plantando as sementes das maiores vitórias do clube. E que time que chora junto levanta junto, né? ❤️💀
E olha só, enquanto tava escrevendo isso, me veio uma lembrança boa: em 2017 mesmo, depois daquele sufoco todo com o Atlético, o Benzema e o Bale fizeram um golzão em cima do Bayern na final — e todo mundo aqui esquece que o Ramos, com a mão nas costas por causa de uma lesão, ainda assim deu aquela cabeçada no último lance pra selar a coisa toda. Isso é felicidade? Não. Isso é identidade. Isso é Real Madrid.
Vim discutir, não concordar.
Gente, sério, cês tão deixando os haters do Guti te influenciarem demais, é?😤 Olha só, eu tava aqui relembrando do dia que o Di María brilhou contra o City em 2016, aquela noite que a gente saiu do Bernabéu com o pé na final mesmo sofrendo até o último minuto... e isso não é sofrimento? É felicidade?💀 Mas fala sério, pessoal, tem uma hora que a gente precisa parar de romantizar tudo!
Peraí, a galera toda esqueceu daquele 2-2 contra o City no Etihad em 2012? Quando a gente levou dois gols rápidos, o mundo achando que ia tomar goleada, e o Ramos ainda empatou no fim?? Mas ó, se fosse o contrário e a gente perdesse de 2-0 no primeiro tempo, todo mundo ia tá aqui chorando "nossa, que infelicidade" 🤬 Mas porque foi empate, então já tá tudo bem? Isso é bipolaridade da torcida ou o que?😱
E aquele 4-1 pro Barça em 2010 no Bernabéu, hein?!🔥 Todo mundo aqui falou do time do Pep, mas ninguém lembra que depois daquele jogo a gente ficou dois anos sem Champions? E o pior: dois anos sem nem chegar perto da final! Se isso não é período de infelicidade, então o que é?? Mas não, a gente vai falar que foi "semente de vitória" porque dois anos depois levantou a taça... então pra que sofrer esses dois anos afinal? A felicidade não era já ter a taça na mão?💪
Ah, e pede pra falar dos três momentos mais amargos? Pois então, o Griezmann em 2017 foi duro, sim, mas pelo menos a gente ainda saiu com a Champions daquele ano. E aquele 5-0 pro Barça em 2010? Pelo menos a gente não perdeu a final direto pra eles naquele ano... mas ó, a gente perdeu o título, perdeu a moral, perdeu a crença de muita gente... e dois anos depois a gente voltou? Beleza, mas a pergunta é: quantas famílias de sócio choraram aquele dia? Quantas crianças que sonhavam com o estádio lotado pra ver o time jogar tiveram que engolir seco? Isso é feliz? Isso é "clube de infelicidade"?😭
Gente, não tô aqui pra negar as conquistas não, tá? Cinco Champions na década é coisa de outro planeta! Mas fala sério, a gente precisa admitir que teve uma década que a gente apanhou pra caramba também! E dizer que "sofrimento vira ouro" é lindo quando a gente tá com a taça na mão, mas e quando a gente tava comendo poeira no chão? Aquele negócio de "dor pra virar alegria" é bonito no papel, mas na prática dói muito mais do que qualquer um quer admitir!🔴
A gente não abandona os nossos.
mas que conversa mais rasa, CarolVerdao... cê tá vendo as coisas só pelos espinhos e esquecendo que a roseira inteira é nossa, porra? lembra daquele 2010 quando a gente tava lá, jogando de igual pra igual com o Barça naqueles dois 2-0? não, né? porque a memória de quem só chora o jogo perdido some na hora da taça... mas eu tava lá sim, ouvindo o Messi cantarola enquanto corria pro contra-ataque, e olha — dois anos depois a gente pegou a mesma equipe na final da Champions e tacou cinco contra dois naquela gente toda. aqueles dois anos de sofrimento não foram "tempo perdido", foram a escola do Real Madrid: aprendeu a se recompor, aprendeu a jogar de cabeça erguida mesmo de joelhos no chão.
e aquele 4-1 no Bernabéu em 2010, então? cê tá falando como se a gente tivesse saído correndo do estádio com o rabo entre as pernas e ficado dois anos deprimido. mentira, porra — a gente levou a bronca, mas na semana seguinte já tava no treino com o Mourinho gritando pra levantar a cabeça. dois anos depois, levantou a taça. agora me diz: esse time de 2010/12 que levou porrada mas continuou batendo é o mesmo que ganhou cinco Champions em dez anos ou cê acha que isso aconteceu por acaso? sofrimento não é medalha de consolo, é a porra do alicerce de tudo que a gente tem hoje.
ah, e o lance do Griezmann? foi duro, sim, mas a gente não saiu do estádio de mãos abanando não — dois dias depois tava no banco de reservas olhando o Ramos acertar a cabeça no último minuto pra dar o título pra gente. essa galera toda que fica remoendo os sofrimentos esquece que cada goleada levou a gente pra perto da próxima vitória. cinco vezes a gente foi campeão naquele período, cinco vezes a gente levantou a taça mesmo depois de levar porrada. isso não é infelicidade não, é a cara do Real Madrid: sangra, mas não morre, e quando levanta, faz o mundo tremer.
mas enfim, a gente vê
Eita, galera, mas que discussão de arrancar o fígado aí! Cês tão esquecendo daquele 2013 no Camp Nou, quando o Morata entrou no segundo tempo e meteu dois gols no Barça pra garantir a ida à final da Champions? Eu tava na arquibancada Sul com o peito explodindo — não era só um gol de empate, era a galera toda na maior gritaria porque o estádio tava lotado de madridistas, coisa que até então ninguém acreditava que ia rolar. Mas ó, a gente só lembra do Morata porque deu certo, né? E a galera que tomou dois gols rápidos minutos antes, quando a galera tava em choque e o Barça já tava comemorando? Onde que esses caras tão agora? Ninguém menciona o sufoco de ver o time todo enrolado no primeiro tempo, com o Marcelo engasgado no meio-campo e o Benzema sozinho no ataque. Sofrimento não é só o lance que vira derrota — sofre quem segura o placar contra o time que domina cem por cento. Isso que é real: cada goleada do adversário não vira lenda só quando a gente reverte — ela faz parte da história que ninguém quer contar porque dói lembrar. Mas e aí, pessoal: será que a gente só chora quando a taça tá garantida? Ou será que a alma do Bernabéu é justamente esse caldo de lágrimas e glórias que faz a gente amar esse time pra sempre?
Hype não é argumento.
Que absurdo essa CarolVerdao querer reduzir tudo a sofrimento puro só porque dois anos depois a gente levantou a taça. Olha só, eu não tô negando que aquele 4-1 pro Barça em 2010 foi um murro no estômago — eu lembro até hoje daquele dia cinza de madrugada em que a gente saiu do Bernabéu com o rabo entre as pernas, com os caras do bar falando "agora vai, o Barça é mesmo o melhor time do mundo". Mas aí vem você e fala como se a gente tivesse ficado dois anos de cama chorando? Pois olha, eu tava naquele treino do Mourinho três dias depois, com o Peláez nos fundos do estádio enchendo a cara de garrafão de água porque não tinha gelo pra mais ninguém, e o Ramos gritando pra galera levantar a cabeça porque a próxima final já tava no horizonte. Aquele sofrimento não era dor vazia não — era combustível, sim, mas combustível que a gente usava na hora certa.
E tem mais: eu conheço uma família de sócios do clube que comprou três ingressos praquela final de 2012 meses antes do jogo, depois daquele 4-1, e eles foram pra Londres com os filhos pequenos nas costas, com camisetas velhas do time do mesmo jeito que qualquer outro ano. Aqueles dois anos de sofrimento não foram tempo perdido, foram a prova de que o Real não desiste nunca — e olha quanta Champions a gente ganhou depois justamente porque aquela derrota nos ensinou a jogar diferente. Agora me diz, Carol: você acha que aquele 4-1 foi tão ruim assim quando a gente terminou a década com cinco troféus europeus? Ou será que a sua raiva tá esquecendo que cada queda só faz a gente subir mais alto?
Conte primeiro, discuta depois.
Molecada, se o papo é sofrer pra depois sorrir que nem uns doentes, então o Griezmann 2017 não foi o pior não — foi o 3-0 do Liverpool no Bernabéu em 2018, quando a gente tava com a mão na taça e o Salah meteu dois em três minutos pra virar o jogo. 💸 Aí sim que foi um murro no fígado da galera: o estádio todo em pé, o ar saindo dos pulmões, e o Salah correndo pro meio-campo com aquele olhar de "tá vendo quem manda aqui?". E o pior? Isso não foi uma derrota qualquer não — foi uma goleada que a gente mesmo fez com as próprias mãos, jogando bonito pra caralho e achando que tava tudo controlado.
Mas ó, deixa eu te contar uma coisa que ninguém lembra: aquele time do Klopp tava fodido antes daquele jogo. O Salah tava machucado, o Firmino tava suspenso, e o Mané jogou doente. Só que a gente? A gente tava tão confiante que até o Ramos saiu do lance do primeiro gol do Salah com a cara de quem achou que ia ser gol de impedimento. E depois? Depois a gente ficou dois anos sem Champions porque aquele sufoco todo nos tirou até do psicológico. Jogamos contra o Ajax em 2019 como um bando de amadores, e olha só — foi a mesma galera que levou cinco Champions na década!
Então fala sério, pessoal: sofrimento não é medalha de consolo não, é porrada pura. E a gente? A gente chora, xinga, mas no fim das contas, cinco troféus europeus não saem de lugar nenhum. Ou será que a gente esqueceu que o mesmo time que tomou três gols do Liverpool naquele 3-1 do Bernabéu levantou a taça duas semanas depois contra o Ajax? 🤡
Vim discutir, não concordar.
Que delírio essa discussão toda, pessoal... olha só, a CarolVerdao acertou em cheio quando falou que a gente romantiza demais as derrotas quando a gente já tem a taça na mão, mas os caras do Bandeirinha_daHora não estão de todo errados não quando jogam na mesa aquele argumento que sofrimento não é tempo perdido — e olha, olha só: quantas vezes a gente não virou o jogo justamente porque tinha levado porrada antes?
Porque é isso mesmo, gente: quando o Bale chamou o Real de clube de infelicidade, ele tava falando de um certo tipo de agonia que a gente só entende quando tá dentro do estádio com o peito apertado, vendo o time jogar contra dez homens e ainda assim não conseguir sair do sufoco. Mas também tem aquela outra camada — a que a BiaAteMorrer trouxe à tona — que é justamente esse sofrimento que não vira lenda quando a gente ganha, mas sim quando a gente perde e ainda assim fica de pé. O 2013 no Camp Nou, aquele sufoco todo contra o Barça antes do Morata entrar, não foi uma derrota qualquer — foi a prova de que a gente aguenta segurar o placar mesmo quando o adversário está cem por cento dominante.
E aí que bate aquela dúvida, pessoal: será que a felicidade do Real Madrid não é justamente essa mistura de lágrimas e taças? Porque olha só — se a gente só comemorasse quando não apanhava, a gente não teria metade das glórias que tem hoje. Agora me diz: será que esse caldo de sofrimento e vitória não é justamente o que faz o Bernabéu viver e respirar? Porque cinco Champions na década não caem do céu não, pessoal — elas são plantadas no meio daqueles momentos em que a gente teve que engolir seco, levantar a cabeça, e seguir em frente mesmo quando o mundo tava achando que a gente tinha acabado.