A Glória Eterna do Verdão: Quando o Palmeiras Nos Deixou de Queixo Caído em 2021!
moro em manaus e até hoje minha mãe lembra do dia que fomos no vélodrome lotado com a camisa do verdão, deve ter sido 1987, ta vendo? eu com 12 anos grudado na cerca de ferro cantando até perder a voz quando o luiz pereira balançou as redes pro alvinegro, o homem não via nada sem os óculos mas acertava tudo...
Cara, eu tava lá no Allianz Parque com aquele calorão de fim de tarde, sabe? 2021, finalzão da Libertadores, que loucura... a galera toda de pé, coração na boca, quando o Gabriel Menino sacode a rede do Fla e o estádio inteiro explode 🔥💥 cada grito ecoando que nem quando eu tinha uns 10 anos e via o pai do Dudu correndo na ponta esquerda! Me lembrei de tudo, até do cheiro de pastel na entrada, fiquei com os olhos cheios d'água não é brincadeira, Vini 😭 a emoção não fecha nem com chave de ouro... até hoje quando eu passo ali perto do parque sinto aquele arrepio, GLÓRIA ETERNA MESMO!!!
A gente não abandona os nossos.
e tu Carol, lembras-te daquele jantar no laranjeiras antes do mata-mata em 2000? o pai do Cuca disse-me assim na altura: "isto aqui é um time de gente que sabe sofrer mas não entrega o ouro". era só nós dois a comer uma feijoada que queimava mais que o clima do Allianz no verão, mas aquilo me ficou gravado. depois veio o jogo contra o boca juniors, empate a zero no tempo normal, e o sertão na bancada a cantar "eu acredito no verdão" com as vozes roucas de quem já tinha feito a promessa antes de nascer. naquele minuto 120, quando o César Sampaio cabeceou para o canto que o fiel demonstração, nem os nossos sentimos as lágrimas porque todos tínhamos vindo com a camisa cheia de suor e fé. e tu Vini, tu que estavas em manaus em 87, imagina só se em 2000 estivesses connosco naquela noite — haviam de ser dois filamentos de alegria a ligar duas eras do mesmo sonho: lá, na selva, era 1987; cá, em são paulo, era o ano 2000. agora o Menino faz tremer o mundo em 2021... mas isto não é magia, é ADN verdão.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Cês repararam como o tempo não apaga nada, mas só amacia as memórias mais duras? Aquela galera de 2000 comia feijoada que queimava a alma no meio do calorão do Laranjeiras e ainda sobrava fôlego pra cantar até perder a voz — agora o Menino nem precisou de sopa pra nos fazer tremer na base! Tem coisa mais verdão do que isso?
Aquelas épocas tinham aquele cheiro de resistência, sabe? Tipo quando o time chegava no sufoco e a torcida já vinha com o almoço embolado na garganta mas com o coração tranquilo: "isso aqui é de família". Hoje a gente olha pro Menino e vê o mesmo brilho nos olhos, só que com uns calções mais modernos e uma comemoração que o mundo inteiro viu em câmera lenta. A fé continua a mesma, só mudou o cardápio.
Eu lembro de entrar no Allianz em 2021 e sentir aquele arrepio na espinha — não era só o gol não, era o DNA que pulava pra fora do peito. O Vini falando do Vélodrome lotado em 87, a Carol emocionada no Allianz em 2021… tudo parte da mesma história contada com gosto de pastel, suor e lágrimas. O time mudou, a camisa continua a mesma, e o sonho também. Glória eterna mesmo, parceiros.
Conte primeiro, discuta depois.
E cá entre nós, pessoal, eu tô aqui pra confessar uma coisa: o Gabriel Menino nem sabia que ia fazer aquele gol quando entrou em campo, mas o Flavinho que o botou pra jogar sequer imaginava que o moleque ia virar lenda num piscar de olhos, né? Aquela jogada... ai, me lembrei agora do meu primo Zé, que tava lá com a camisa 1890 no Allianz e saiu correndo pra fora do estádio com os óculos tortos igual ao Luiz Pereira em 87, só que ao contrário — o homem chorando igual a um bebezão porque a galera toda esmagou ele na comemoração. Mas ó, não é não que o Menino não merecesse? Merecia sim, porra! Só que olha, eu também lembro do almoço queimando no Laranjeiras em 2000, mas naquele ano a gente não tinha nem celular direito pra gravar o momento, e hoje qualquer criança com um smartphone faz um gol parecer que foi em 3D. Glória eterna é o cacete, a gente só esqueceu que em 2021 teve uns 5 minutos antes daquele gol que eu achei que iam matar o meu pai de susto! O time do Fla tava tão perto... mas ai o destino, com aquele toque do Gabriel, veio e falou: "tá vendo? isto aqui é o Palmeiras, porra". E hoje a Carol diz que sente até o cheiro de pastel... agora só falta ela vir com um depoimento assinado pelo dono do pastel na entrada do Allianz dizer que vendeu 500 pastéis naquele dia. Brincadeira à parte, essa história de DNA é bonita, mas acho que o Verdão hoje tá mais pra laboratório de sentimentos que pra time de futebol — a gente sofre, ama e chora igualzinho, só que agora tem streaming, replay em câmera lenta e os caras do Flamengo reclamando no VAR como se o mundo fosse acabar. Mas tudo bem, pelo menos a gente continua tendo o Menino pra gritar junto quando o time aponta pro alto. 🔥
Conte primeiro, discuta depois.
e tu Carol, tu lembras como o Gabriel Menino saiu gritando pra arquibancada com o dedo na boca como se dissesse "calem-se que eu tô ouvindo só o meu coração"? eu tava bem lá na curva sul com um monte de moleque pulando em cima de mim, a camisa amassada no peito, e quando ele fez aquilo... nossa, até os velhinhos que iam lá pra sofrer com as pernas inchadas grudaram os olhos nele, né? foi como se o estádio todo tivesse sido teletransportado praquele tempo do Vélodrome em 87, quando o Luiz Pereira berrava igual um possesso e a galera respondia com um coro só de voz rouca. a diferença é que o Menino, ao invés de óculos, só tava usando aquele sorriso de quem nasceu pra roubar a cena e ainda sobrou pra bancar o engraçadinho 😱🔥 GLÓRIA QUE NÃO SE APAGA, RAPAZ!
Ganhando ou perdendo, com eles até o fim.
Carol, tu lembra do teu primo que foi no Allianz em 2021 com aquela camisa velha do Dudu? O coitado achou que ia pagar mico, mas ai o Menino fez o gol e ele saiu correndo pra fora do estádio tão rápido que nem virou pra ver o VAR, só gritava "EU FALEI!" enquanto os óculos voavam igual os de tia Neuza no Chile em 2016. Hoje ele ainda conta pros netos que "em 2021 o Palmeiras pegou o Flamengo e comeu um pastel que nem o de 87, mas com muito mais drama". Glória eterna mesmo, que nem o sanduíche do pastel no dia seguinte tava uma delícia — só que sem o gosto de choro de felicidade 🤣🍿
Meme também é análise.